Revista GGN

Assine

crise política

A eleição presidencial de 2018, segundo Ciro Gomes

Jornal GGN - Em entrevista ao canal Ultrajano, no Youtube, o ex-governador e pré-candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, foi provocado a fazer uma análise do contexto em que se dará a disputa eleitoral de 2018.

Na visão de Ciro - que está convencido de que a atual crise política lhe é favorável - a corrida será superfragmentada, a exemplo do pleito de 1989, e terá ao menos 6 candidatos principais, sendo que a maioria terá condições de arrancar cerca de 10% dos votos válidos no primeiro. Em 1989, Lula, com aproximadamente 17% dos votos válidos, foi ao segundo turno com Collor, que angariou 30%.

Ciro projeta que disputará, no próximo ano, contra Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Marina Silva, possivelmente Lula ou outro nome do PT. Ele deixou a sexta vaga em aberto, após avaliar que João Dória Junior, mesmo que ouse deixar o PSDB para ser candidato, sofrerá uma derrota expressiva.

Confiante, ele acredita que pode herdar votos de Lula e ainda ser beneficiado pela divisão da direita, que estará espelhada em vários candidatos que devem querer surfar nas mazelas do PT e, ao mesmo tempo, estarão implicados pela Lava Jato.

Leia mais »

Média: 3.5 (18 votos)

Reforma Política em Debate: nada é tão ruim que não possa piorar, por Pedro Cavalcante

Foto grafite Banksy

Reforma Política em Debate: nada é tão ruim que não possa piorar

por Pedro Cavalcante

Que o sistema eleitoral e partidário é uma das principais razões das recorrentes crises políticas e institucionais do país, em seus diferentes níveis de governo, não é uma novidade há um bom tempo. Entretanto, os principais pontos da reforma política na ordem do dia do Congresso Nacional possuem um enorme potencial de piorar aquilo que já é consensualmente ruim.

As negociações e acordos que estão sendo costurados e os trâmites acelerados da reforma se justificam em função da necessidade de cumprimento do prazo para a vigência das novas regras já nas próximas eleições de 2018. O relatório final da Comissão Especial da Câmara, que discute o tema há cerca de 10 meses, apresenta propostas de mudanças positivas, como o fim das coligações e a cláusula de barreira, e outras irrelevantes em termos de alteração efetiva do sistema, tais como o fim dos cargos de vice ou mandatos para ministros do STF. Não obstante, duas propostas ganharam força recentemente e se tornaram prioridades de grandes legendas no Congresso: o Fundo Especial de Financiamento da Democracia e a adoção do ‘Distritão’.

Leia mais »

Média: 1 (1 voto)

2018 será uma eleição de oposição, por Alberto Carlos Almeida

2018 será uma eleição de oposição 

por Alberto Carlos Almeida

do Instituto Análise, via Facebook

Todo o cenário para 2018 está se configurando de uma maneira favorável para o PT, seja o candidato Lula ou não;

- O PMDB e o PSDB estão juntos em um governo mal avaliado. Ainda que a popularidade melhore, dificilmente o Governo Temer alcançará um patamar de avaliação que torne a eleição uma eleição de governo;

- Há quase 14 milhões de desempregados;

- Isto tende a diminuir, mas não o suficiente para gerar um situação de bem-estar;

- Os serviços públicos se deterioraram como resultado da crise fiscal;

Leia mais »
Média: 2.6 (5 votos)

Temer mostrou que é profissional em "administrar a cizânia", por Maria Cristina Fernandes

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - Michel Temer soube como tirar proveito da divisão das instituições e da classe política para enterrar a denúncia por corrupção passiva, feita a reboque da delação da JBS. Em artigo no Valor, nesta quinta (3), day after da votação, Maria Cristina Fernandes mostra que Temer administrou a discórdia em vários campos e, onde havia divisão que não interessava ao governo, tratou de criar uma aparente unidade. É o caso dos órgãos de transparência que podiam aumentar o combustível da Lava Jato cobrando um recall de várias empreiteiras. Nada disso saiu do papel.
 
Enquanto isso, Temer ajudou a implodir a Lava Jato aos poucos reforçando as desavenças entre o Ministério Público e a Polícia Federal. Também contou com as divisões internas no PT e PSDB para ver a denúncia enterrada na Câmara.
 
"É essa capacidade do presidente da República de administrar a cizânia das instituições de controle em seu benefício e de seus aliados que atrai parlamentares alvejados como Aécio Neves", pontuou Fernandes. "(...) todos permanecem abrigados à sombra do Planalto enquanto autoridades econômicas, sob o aplauso dos camarotes e a inércia da arquibancada, fingirem desconhecer o cofre arrombado. Temer sobrevive como o presidente que pairou sobre as cizânias e inscreveu as pedaladas fiscais na história como um crime de amadores."
Leia mais »
Média: 3.7 (7 votos)

Sala de Visitas, com Luis Nassif, entrevista Anastácia, a rainha do forró

Luis Nassif recebe também, nesta edição, Renato Meirelles, do Instituto de Pesquisa Locomotiva, e Mari Pini, sobre o Mercado Buenos Artes, feira de artesãos proibida pela gestão Dória
Luis Nassif recebe também, nesta edição, Renato Meirelles, do Instituto de Pesquisa Locomotiva, e Mari Pini, sobre o Mercado Buenos Artes, feira de artesãos proibida pela gestão Dória

Jornal GGN - Nesta edição do Sala de visitas com Luis Nassif abrimos com uma instigante entrevista do fundador e presidente do Data Favela e do Data Popular, hoje presidente do Instituto de Pesquisa Locomotiva, Renato Meirelles, analisando o desafio da repactuação entre cidadãos e políticos entendendo que a crise democrática brasileira está longe de chegar ao fim.

O primeiro ponto que levanta nesta entrevista é que, para a grande maioria dos brasileiros, a melhora da qualidade de vida registrada nas duas últimas décadas foi possível graças ao mérito próprio de cada cidadão, não enxergando a importância das políticas pública implementadas tanto no governo Fernando Henrique Cardoso e, massivamente, a partir dos governos Lula. Nesse ponto, Meirelles avalia que os governantes erraram em não enxergar esse posicionamento dos brasileiros, que já era indicado nas pesquisas de opinião.

"Os governantes não foram capazes de comprar esse debate na sociedade e mostrar a importância que as políticas públicas tiveram para esse processo de inclusão. [Em um segundo momento], na hora que a vida começou a piorar, ele [o brasileiro médio] não acha que a culpa é dele, a culpa é dos políticos. Então, na prática, foi como se ele melhorasse de vida por mérito próprio, piorasse por conta da política e que isso fizesse com que esse abismo que existe hoje entre governantes e governados começasse a crescer".
Leia mais »

Média: 5 (4 votos)

Reprovação de Temer continua aumentando e chega a 94%

temer-_beto_barata_pr_1.jpg
 
Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Pesquisa realizada pela Ipsos e divulgada nesta terça-feira (25) mostra que a reprovação do presidente Michel Temer (PMDB) continua crescendo e agora chega a 94%. Além disso, em julho, a avaliação do governo federal chegou ao seu pior nível desde 2003. 
 
Segundo a pesquisa Pulso Brasil, 95% dos entrevistados acreditam que o país está no rumo errado. Para os analistas do instituto, o levantamento mostra que os efeitos da crise política e da delação premiada de Joesley Batista, da JBS, ainda se mantêm. 
 
Para Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos, o aumento dos impostos e dos combustíveis devem fazer com que a desaprovação a Temer continue alta nos próximos meses. 
 
Dentro da pesquisa, o ranking Barômetro Político analisa a popularidade de 33 nomes, entre personalidades e políticos. Temer aparece com a maior desaprovação (94%), seguido pelo ex-deputado Eduardo Cunha (93%) e pelo senador Aécio Neves (90%). Renan Calheiros e Dilma Rousseff aparecem empatados com 80%.

Leia mais »

Média: 5 (5 votos)

Crise política no Brasil em análise

Na segunda feira, 17 de julho de 2017, o cientista político participou do programa Conexão RS (Ulbra TV, 48 UHF e 21 da Net Porto Alegre, emissora educativa). Na ocasião, entrevistado por Luiz Gustavo Bivis, abordou vários enfoques da crise política e da possibilidade de aprofundamento do golpe dentro do golpe. 

Síntese do debate:

Leia mais »

A condenação de Lula e o momento da virada, por Mauro Santayana

lula_curitiba_ricardo_stuckert_2.jpg

Foto: Ricardo Stuckert

Do blog de Mauro Santayana

O momento da virada

por Mauro Santayana

A condenação de Lula sem provas, por um crime que não cometeu - não recebeu, não usufruiu, nunca teve o tal triplex em seu nome - com a argumentação, como nos filmes de ficção científica, vide "A Nova Lei - Minority Report", de que tinha a intenção de  eventualmente praticá-lo - a quase dez anos de prisão e a mais de sete de ostracismo político, precisa servir de alerta final, talvez o mais significativo até agora, antes que se proceda à inexorável entrega do país ao fascismo nas eleições do ano que vem.
 
O passo dado pelo Juiz Sérgio Moro foi de sutileza paquidérmica, do ponto de vista do desrespeito, desconsideração e desprezo pelo Estado de Direito, e, como já dissemos tantas vezes aqui, já estava sobejamente anunciado.
 
Tanto quanto o está a condenação de Lula em segunda instância, em prazo eventualmente recorde - como já dá,  espertamente, como favas contadas, certa mídia - se não se estabelecer  prontamente uma estratégia de defesa da democracia, com relação às eleições diretas, ocorram elas em 2018 ou nos próximos meses.
 
O problema não é partidário.
 
A grande questão não é o que está ocorrendo com Lula, Dilma e o PT, que, por omissão, excessivas concessões ou falta de planejamento e resposta tática, contribuíram também para que as coisas chegassem onde estão hoje.
Leia mais »
Média: 4.6 (19 votos)

Para Haddad, não há possibilidade de Lula ficar inelegível

haddad_paulo_pinto_fotos_publicas.jpg
 
Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro, os analistas políticos começaram a levantar a hipótese de outra candidato do PT em 2018, caso Lula se torne inelegível.
 
Um dos nomes lembrados é o de Fernando Haddad, mas o ex-prefeito de São Paulo refuta não só a hipótese de disputar a presidência como também a possibilidade de não disputar a presidência no ano que vem.
 
Em entrevista para a Folha de S. Paulo, Haddad afirma que tanto Lula quanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso erraram ao não ter conseguido criar bases para convivência entre PSDB e PT, o que fez os partidos se tornarem “reféns do atraso. 
 
Ao comentar a Operação Lava Jato, Haddad critica o uso das delações premiadas. “Aqui introduzimos uma novidade sem as cautelas regulamentares. Qual o protocolo para delação com trecho falso?”, questiona. 

Leia mais »

Média: 3.2 (9 votos)

Temer quer aproveitar recesso parlamentar para abafar denúncia

temer_celular_marcos_correa_pr_2_1.jpg
 
Foto: Marcos Correa/PR
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer pretende aproveitar o recesso parlamentar para mudar o foco da agenda política, abafando a denúncia contra ele que deverá ser votada no dia 2 de agosto, na Câmara dos Deputados.
 
Além disso, a ideia é chamar a atenção para um discurso de retomada de reformas, como a previdenciária e a tributária, em um cenário que ainda pode ficar pior para o presidente. 
 
Entre os fatos negativos que podem surgir contra Temer, estão uma nova denúncia da Procuradoria-Geral da República, por obstrução de Justiça, e as possíveis delações premiadas do doleiro Lúcio Funaro e do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. 

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Sala de visitas: reformas denunciam aprofundamento de racha social

Nesta edição Nassif entrevista cientista político Mathias Alencastro, procurador Rodrigo Carelli e, no bloco de música, Iasi e Iaco
 
Nesta edição Nassif entrevista cientista político Mathias Alencastro, procurador Rodrigo Carelli e, no bloco de música, Iasi e Iaco
 
Jornal GGN - Ninguém sabe ao certo quando a onda mundial da crise política chegará ao fim, mas alguns caminhos começam a ser desenhados, sobretudo na Europa, e um deles é a terceira via levantada pelo novo presidente da França, Emmanuel Macron. Nesta edição do programa Na sala de visitas com Luis Nassif, o cientista político especialista em política europeia e doutor pela Universidade de Oxford, Mathias Alencastro, se aprofunda no tema salientando que a crise de representatividade é também alimentada pelos novos meios de comunicação:
 
"As redes sociais dão uma ilusão da representatividade porque o cidadão faz um comentário no Facebook e acha que está participando e, por isso, se desliga dos canais tradicionais da política: o sindicato, o think tanks, o jornalista que faz uma investigação profunda, e acaba havendo uma sensação de representatividade que é totalmente falsa, o que resulta em uma fragmentação absoluta. Nós já não pensamos mais o coletivo, pensamos no individual. E isso é bastante complicado na forma de fazer política, porque você não consegue coordenar mais os movimentos".
 
Em seguida, Luis Nassif entrevista por Skype o professor da UFRJ e procurador do trabalho, Rodrigo de Lacerda Carelli, que desconstrói todos os argumentos em favor da reforma do trabalho em discussão no Congresso sendo, uma delas, de que as alterações irão melhorar a produtividade. Muito pelo contrário, a reforma aumentará a rotatividade nos empregos reduzindo drasticamente as atividades no trabalho. 
Leia mais »
Média: 4.2 (5 votos)

A ascensão de Rodrigo Maia e o exílio do povo, por Roberto Amaral

rodrigo_maia_na_missa_-_alan_santos_pr.jpg
 
Foto: Alan Santos/PR
 
 
A ascensão Rodrigo Maia e o exílio do povo
 
Por Roberto Amaral
 
A solução por cima, a do mercado, garante a permanência de uma política econômica concentradora de renda
 
Maia é a garantia dos interesses do mercado
 
Dizem os jornalões que o “mercado” decidiu desfazer-se do mamulengo que instalou no Palácio do Planalto. Já era tempo. Envolvido em sérios atos de corrupção, ademais de incompetente na gerência do papel que lhe foi atribuído, alvo de denúncias da Procuradoria-Geral da República e aguardando as delações de seu correligionário Eduardo Cunha e do doleiro Lúcio Funaro, o ainda presidente Michel Temer já teria, como esperado, se tornado peça descartável, carga pesada e inútil a ser lançada ao mar para que o essencial, as “reformas” do interesse das classes dominantes, aquelas que só atendem ao grande capital, não sofram mais abalos, na medida em que a originalmente frondosa base parlamentar do governo se esvai, na medida inversa em que cresce a rejeição popular.
 
O grande capital, ademais de jogar às urtigas seu preposto de hoje, ainda dita o que quer como modus operandi da sucessão, que deve ser operada “sob segurança” (isto é, sob sua vigilância e sob seu comando), colocando o insosso Rodrigo Maia na Presidência, mediante eleição indireta, pelo Congresso, e já adianta a ordem capital: a equipe econômica terá de ser mantida. Essa ameaça, a solução prussiana, por cima, confirma o permanente exílio do povo, afastado uma vez mais das decisões políticas que lhe dizem respeito, pois as classes dominantes, ou o “mercado” (o que quer que seja isso), não se conciliam com a democracia representativa, cujo fundamento é o voto.

Leia mais »

Média: 4.7 (3 votos)

Ignorado no programa do G-20, Temer afirma que não há crise econômica no Brasil

temer_g20_2017_-_rogerio_melo_pr.jpg
 
Foto: Rogério Melo/PR
 
Jornal GGN - O nome do presidente Michel Temer não estava incluído no programa do G-20 distribuído para jornalista nesta quinta (6). Em seu lugar, aparece o ministro Henrique Meirelles, já que, inicialmente, Temer não iria participar da cúpula para focar na tramitação da reforma trabalhista e na sua defesa da denúncia de corrupção feita pela Procuradoria-Geral da República. 
 
De acordo com a Folha de S. Paulo, o presidente mudou de ideia e resolveu participar no evento no início da semana. Ele chegou em Hamburgo, na Alemanha, na madrugada desta sexta, e voltará no sábado à tarde para Brasília. 
 
A viagem deve ser mais curta que o previsto, com o adiamento dos planos de passar por Berlim para se reunir com a chanceler Angela Merkel.
 
No ano passado, o nome de Michel Temer também não apareceu na lista de presença do encontro do G20. Ao invéis do nome do peemedebista, a relação citava apenas “líder brasileiro”. 

Leia mais »

Sem votos

Brasil não pode continuar tolerando um governo ilegítimo, afirma Requião

requiao_agencia_senado.jpg
 
Foto: Agência Senado
 
por Roberto Requião, em seu site
 
Brasil não pode continuar tolerando um governo ilegítimo
 
Ulrich Beck, o sociólogo alemão da teoria da "sociedade de risco", destacava a assimetria entre poder e legitimidade.
 
Do lado do capital e dos Estados, dizia ele, temos um grande poder e pouca legitimidade; do lado de cá, dos que protestam e se opõem, temos elevada legitimidade e pouco poder. E completava: se os que detém o poder não têm legitimidade, não há como falar em democracia.
 
Beck referia-se à União Europeia, a Europa pós crise de 2008/2009, face as políticas de austeridade adotadas e que puniram especialmente os países do sul do continente, com destaque a Portugal, Espanha e Grécia, em um primeiro círculo infernal. França e Itália, em um segundo círculo de fogo.
 
 
Para o sociólogo alemão, as políticas impostas ao continente pelo Banco Central Europeu, para proteger o sistema financeiro, tiravam definitivamente a legitimidade da Europa neoliberal, por causa de consequências como desemprego, redução dos salários, aumento da pobreza e da desigualdade.

Leia mais »

Média: 5 (5 votos)

Sala de visitas: aprofundar democracia é única saída contra crise

Nesta edição, Luis Nassif recebe Deputado Paulo Teixeira, historiador Daniel Afonso da Silva e o violão de Daniel Murray

Nesta edição: Paulo Teixeira, Daniel Afonso da Silva e Daniel Murray

Jornal GGN - Nesta edição, o Sala de visitas com Luis Nassif abre com a entrevista do deputado federal pelo PT-SP, Paulo Teixeira otimista em relação ao futuro do partido ao avaliar que o momento é de refluxo do antilulismo.

"O antilulismo se diluiu e hoje há na sociedade uma compreensão de que o problema não está conosco, mas está do lado deles [oposição], tanto que a popularidade do Temer é baixíssima, a popularidade do PSDB, a expectativa de votos em candidatos do PSDB, é baixa, ao mesmo tempo cresce a expectativa de voto no Lula, a simpatia do PT. Portanto, mudou muito a conjuntura do golpe até hoje, em um ano", ponderou.

Em seguida, Nassif recebe o colunista do GGN, doutor em História Social pela USP e professor-pesquisador convidado do “Centre de Recherches Internationales da Sciences Po” de Paris, Daniel Afonso da Silva que faz uma avaliação do impacto da gestão Trump na geopolítica mundial, fala do futuro político da França na gestão Macron e a baixa credibilidade da classe política no mundo.
Leia mais »

Média: 3.8 (4 votos)