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Procurador diz que Janot cometeu crime de conspiração política usando a Lava Jato

Jornal GGN - O procurador da República Angelo Goullart Villela, acusado de receber mensalinho de R$ 50 mil para atuar em favor da JBS junto à Procuradoria Geral da República, disse em depoimento à Câmara, nesta terça (16), que Rodrigo Janot praticou crime de "conspiração política" com a Lava Jato enquanto comandava o Ministério Público Federal.

Segundo Villela, o "modus operandi" de Janot com a delação da JBS para derrubar Michel Temer "foi muito parecido" com o modus operandi da PGR nas delações de Sergio Machado e Delcídio do Amaral, ambas usadas antes e depois do impeachment de Dilma Rousseff.

O procurador chamou atenção para o fato de que, em todos esses episódios, "alguns personagens se repetem: procurador Marcelo Miller e a advogada Fernanda Tórtima [que atuou no acordo da JBS]."

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Vaccari pode sair da prisão até início do ano que vem, diz coluna

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, condenado por Sergio Moro na Lava Jato por quatro vezes, pode sair da prisão até o ínicio do ano que vem. Pelo menos essa é a "expectativa" alimentada por interlocutores do petista, segundo relatos do Painel da Folha desta segunda (16).
 
De acordo com a coluna, os interlocutores de Vaccari apostam nas decisões do Tribunal Regional Federal da 4ª Região contra as sentença de Moro. 
 
Vaccari já foi absolvido duas vezes. Nos dois episódios, a maioria dos desembargadores do TRF4 entendeu que o juiz de Curitiba usou delações sem provas contra o ex-tesoureiro.
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Defesa de Temer diz que Cármen Lúcia esqueceu de por sigilo na delação de Funaro

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - O advogdo Eduardo Pizarro Carnelós, que faz a defesa de Michel Temer contra a denúncia por obstrução de Justiça e formação de quadrilha, enviou nota à imprensa tangenciando a abertura de um conflito com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por conta a divulgação no site oficial da Casa dos vídeos da delação de Lúcio Funaro.
 
No final de semana, o defensor emitiu nota criticando o vazamento dos vídeos, classificando-os como um atentado ao Estado Democrático de Direito.
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Se acham que no Brasil está ruim?

Enviado por Rdmaestri

Em 60 cidades italianas houve protestos contra a nova lei do ensino secundário em que os alunos do ensino público são obrigados a trabalhar de graça como estagiários.

Começaram com o McDonalds e a Zara, ou seja, estágio de chapista e empacotador.

 

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Gilmar diz que está trabalhando com governo para implantar semipresidencialismo


Foto: Divulgação/TSE
 
Jornal GGN - Publicamente defensor da transição do sistema político ao parlamentarismo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, admitiu que está trabalhando de forma acadêmica para se instalar o semipresidencialismo.
 
"Estamos tentando fazer um desenho de uma proposta e em algum momento esta proposta será submetida ao Congresso como emenda constitucional", afirmou, na tarde desta segunda-feira (09) a jornalistas. Gilmar, que é próximo da cúpula de governo de Michel Temer, entre eles com políticos como o senador José Serra e o próprio mandatário, afirmou, ainda, que já conversou com Temer sobre o assunto. 
 
Em encontro recente com o presidente da República, o ministro reafirmou que conversaram sobre a possibilidade da transição e, além de defender a mudança política, disse que está trabalhando, junto com o governo Temer, para modificar ao semipresidencialismo.
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Ouro Olímpico, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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Maioria acha que Temer é "amigo e cúmplice" de Joesley Batista, diz pesquisa do governo

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - Uma pesquisa realizada pelo Instituto Análise, a pedido do governo, mostra que Michel Temer foi considerado "amigo e cúmplice" dos crimes de Joesley Batista, já que ouviu os relatos ilícitos na condição de presidente da República e nada fez. A sondagem, reportada pelo jornal O Globo nesta segunda (2), foi feita em junho em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador, com homens e mulheres acima de 18 anos, das classes A, B e C.
 
Os participantes afirmaram que o fato de Temer “saber das ações ilícitas do empresário da JBS e não prendê-lo” fizeram do presidente um "cúmplice" dos desvios. 
 
A maioria também disse que a confiança de que o governo Temer poderia chegar bem avaliado até o final de sua gestão acabou-se no momento em que o escândalo veio à tona. “Após essa gravação, a esperança atribuída ao representante maior do Governo Federal exauriu-se, pois entendem que o presidente da República errou. Os participantes demonstram decepção e indignação diante do fato”, que “incomodou bastante os participantes”, diz o documento. Nesse contexto, toda a classe política perdeu crédito: entrevistados opinaram que há corrupção “em todos os níveis da política”.
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Após história dos recibos e ibope de Lula, Datafolha pergunta se ex-presidente poderia ser preso

Jornal GGN - Após pesquisa CNI/Ibope mostrar que Lula segue liderando a disputa eleitoral para 2018 mesmo após a condenação imposta por Sergio Moro no caso triplex, o Datafolha decidiu ir às ruas perguntar se o ex-presidente deveria ser preso pela Lava Jato. A pesquisa ocorreu entre os dias 27 e 28 de setembro, dias em que a grande mídia ajudou a operação a construir a narrativa de que os comprovantes de aluguel apresentadas pela defesa de Lula, no âmbito da segunda ação penal nas mãos de Moro, foram forjados.

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Em crise, fundo de campanhas estabelece mínimo bilionário e não máximo

Pelo menos R$ 1,7 bilhão de recursos públicos serão destinados às campanhas eleitorais de 2018. Mas o projeto de lei não estipula um limite
 

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado
 
Jornal GGN - O Senado aprovou a criação do bilionário e polêmico Fundo Especial de Financiamento de Campanha, na noite desta terça-feira (26). A votação simbólica pela Plenário da Casa deve garantir que os recursos poderão ser usados para as campanhas eleitorais de 2018. Apesar de "reduzir" quantia "esperada" para as campanhas, projeto não estabelece limite e pode estourar até os R$ 3,6 bilhões originais. 
 
"O Congresso está brincando de criar recursos públicos para financiar campanha eleitoral. Do ponto de vista das contas públicas é um horror, é um faz de conta. O relator mudou hoje o relatório, nós precisamos conhecer o relatório", criticou Renan Calheiros (PMDB-AL).
 
A maioria dos senadores concordou em destinar, pelo menos, R$ 1,7 bilhão em recursos públicos. A decisão rebaixou quase a metade do que foi proposto pela Câmara dos Deputados, em uma das propostas de reforma política, que havia sugerido a destinação de R$ 3,6 bilhões aos pleitos.
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Intervenção militar já!, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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Irmãos Batista têm medo de traição de Ricardo Saud, diz Mônica Bergamo

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Os empresários Joesley e Wesley Batista estão com medo de uma eventual traição do também executivo da JBS Ricardo Saud. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, nesta quinta (14), o risco do acordo de delação premiada do grupo ser inteiramente revogado aumenta as chances de Saud tentar uma negociação paralela e entregar detalhes que possam comprometer ainda mais a situação dos irmãos.

"O clima entre os delatores da J&F é de desconfiança. Joesley Batista e seu irmão, Wesley, acreditam que o executivo Ricardo Saud pode traí-los caso a negociação com o Ministério Público Federal para preservar benefícios que obtiveram no acordo de delação premiada naufrague", disse Bergamo.

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Crise da delação da JBS fará Janot ser derrotado novamente por Temer

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot deve usar o mais recente relatório da Polícia Federal apontando que Michel Temer é membro de organização criminosa para apresentar a segunda denúncia contra o presidente ao Supremo Tribunal Federal. Só que, dessa vez, o Planalto demonstra menos preocupação.
 
Isso porque o escândalo da delação da JBS, colocando a credibilidade da PGR em xeque, reduziu as forças de Janot. Desde a semana passada, a imprensa vem acompanhando os desdobramentos da divulgação de um grampo em que Joessley Batista e Ricardo Saud sugerem que o ex-procurador Marcelo Miller era a ponte entre os delatores e Janot. Miller ainda teria atuado em favor da JBS no acordo de leniência enquanto ainda não havia ido exonerado do Minitério Público.
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Janot vê suspeita em envio de gravação de Cardozo ao exterior por Joesley

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Um dos argumentos usados por Rodrigo Janot para pedir a prisão de Joesley Batista, Ricardo Saud e Marcelo Miller, envolvidos no escândalo da delação da JBS, foram os índicios de que a gravação feita com o ex-ministro José Eduardo Cardozo não só foi omitida como enviada ao exterior para não ser encontrada pelas autoridades locais.
 
Segundo Janot, é suspeito o relato de que Marcelo Miller teria "brigado" com Ricardo Saud após ficar sabendo da gravação de Cardozo. O ex-procurador, acusado de ter praticado ilicitudes no acordo de delação da JBS, teria avisado que o áudio 'daria cadeia" e que faria a Procuradoria "ir para cima" de Saud e de Cardozo.
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Brasil, O País sem Futuro (ao menos no curto prazo), por Pedro Cavalcante

Foto: Agência RBS

Por Pedro Cavalcante

A Semana da Pátria, infelizmente, está nos trazendo mais motivos de desânimo que orgulho e otimismo com o futuro do país. Por que o momento, que deveria supostamente ser de comemorações, é dominado por sérias preocupações do povo brasileiro? Em uma rápida tentativa de síntese, nove razões reforçam essa percepção:

1. Instituições Partidárias: descrédito e desconfiança generalizada em relação aos políticos, com lideranças mais focados em fugir das investigações do que aprovar uma reforma política-eleitoral que ataque, de fato, os problemas de baixa representatividade social e abusos do poder econômico;

2. Poder Executivo: dominado pelos esforços de sobrevivência política diante de graves denúncias de corrupção e por uma uma agenda econômica imediatista e limitada que já vem demonstrando sinais de incapacidade para solucionar disfunções estruturais do Estado e da economia;

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Denúncia serviu para "desviar o foco" de Janot, diz Dilma

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A presidente deposta Dilma Rousseff subiu o tom das críticas ao procurador-geral Rodrigo Janot, afirmando que sua equipe no Ministério Público Federal decidiu redigir "às pressas" uma acusação contra ela, Lula e outros petistas por organização criminosa, com o objetivo de "desviar o foco" do escândalo da JBS e "encobrir a verdade" sobre ilicitudes possivelmente cometidas em delações premiadas.

"Na semana em que o país toma conhecimento da deterioração ética e moral que cerca o mercado da corrupção, no dia em que a polícia encontra uma dúzia de malas cheias de dinheiro roubado por elemento central na articulação do presidente golpista, o procurador lança mão do diversionismo e encontra respaldo em parte da imprensa brasileira que se transformou em uma fração politica, perdendo inteiramente a isenção", disparou Dilma.

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