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Brasília

Juiz federal revalida parte do acordo de leniência da J&F


Foto: Divulgação

Da Agência Brasil

Por Ivan Richard Esposito 

Um mês após suspender o acordo de leniência da J&F para fins criminais, o juiz federal Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal em Brasília, decidiu nesta quarta (11) revalidar parte do acordo firmado em junho pelo grupo e a Procuradoria da República no Distrito Federal.

Na decisão, Vallisney diz que a sustação do acordo poderia prejudicar o andamento de investigações relativas à Operação Greenfield, que apura um esquema de desvio em fundos de pensão de empresas estatais, e a Lava Jato, além de atrasar o processo de pagamento de indenizações.

“A sustação dos efeitos da homologação pode prejudicar de fato a própria verdade real que se quer buscar com as investigações e processos criminais na Operação Greenfiels, Cui Bono (Lava Jato) e Sépis, pelo fato de que possíveis aderentes pessoas naturais podem vir a ser testemunhas ou colaboradores na investigação criminal e que, se continuar a sustação da homologação, haverá prejuízo para a Justiça Penal”, argumentou  Vallisney  de Souza.

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MPF tenta condenar Lula por causa de lei criada por Fernando Henrique

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - A CUT (Central Única dos Trabalhadores) emitiu uma nota nesta terça (12) sustentando que a força-tarefa da operação Zelotes tenta emplacar mais uma ação penal contra Lula por causa de uma lei que nasceu com Fernando Henrique Cardoso, em 1999.
 
Ontem, o Ministério Público Federal denunciou Lula e Gilberto Carvalho por corrupção passiva, alegando que ambos cobraram R$ 6 milhões em propina ao PT para editar a Medida Provisória 471, em 2009. A norma estendeu benefícios fiscais a montadoras que vinham sendo concedidos desde o governo FHC.
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Raquel Dodge troca equipe da Lava Jato em Brasília e anuncia novos membros

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Raquel Dodge, que toma posse da Procuradoria Geral da República na próxima segunda (18), no lugar de Rodrigo Janot, anunciou ontem a nova força-tarefa da Lava Jato em Brasília. Segundo informações do Ministério Público Federal, a equipe será coordenada pelo procurador José Alfredo de Paula Silva, que atuou no mensalão e na Zelotes.
 
A equipe também será composta por Luana Vargas, José Ricardo Teixeira e Hebert Mesquista. Este último procurador assina a mais nova denúncia contra Lula na Zelotes. O ex-presidente foi acusado de cobrar propina para editar uma Medida Provisória que teria beneficiado montadoras.
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Janot tenta impedir que Lula seja julgado em Brasília

Foto: Divulgação
 
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot quer que a ex-presidente Dilma Rousseff e os ex-ministro Antonio Palocci e Guido Mantega sejam processados e julgados pelo crime de organização criminosa em Curitiba, nas mãos do juiz Sergio Moro. Na mesma denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal, Janot apontou que apenas a senadora Gleisi Hoffmann tem foro privilegiado, mas apresentou argumentos para solicitar que Lula, João Vaccari Neto e o ex-ministro Paulo Bernardo sejam julgados na Corte.
 
Na visão de Janot, duas ações penais que tramitam em São Paulo e Distrito Federal contra Vaccari e Lula, respectivamente, guardam "continência" com o caso que envolve Gleisi. Segundo a definição do Código de Processo Penal, a continência é determinada quando "duas ou mais pessoas são acusadas pela mesma infração".
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Janot recebe aluguel pago com benefício que ajudou a criar em Brasília

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Assim que tomou posse na Procuradoria-Geral da República, em 2013, Rodrigo Janot estendeu o auxílio-moradia da classe aos membros do Ministério Público Federal em Brasília, e ainda hoje se beneficia da locação de um apartamento na capital federal ao secretário-geral do Ministério Público da União, Blal Dalloul, pago com a ajuda de custo.
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Primeiro preso da Lava Jato revela abusos de Moro e do delegado Anselmo


Foto: Mario Cesar Carvalho/Folhapress
 
Jornal GGN - Carlos Habib Chater, vendido pelos autoridades na grande mídia como o doleiro pivô da Lava Jato, disse à equipe de reportagem do portal UOL que a força-tarefa de Curitiba combate corrupção com corrupção. Ele atacou especialmente o delegado Márcio Anselmo - que, inclusive, é processado por Lula - por ter ameaçado em troca de uma delação e disse que a sentença de Sergio Moro contra ele foi injustamente dada apenas para sustentar a fantasia que é a megainvestigação.
 
Chater começou a ser investigado pela Polícia Federal em 2008, sob suspeita de usar seu posto de gasolina (o Posto da Torre) para lavar dinheiro para José Janene (PP), morto em 2010.
 
A PF acusou Chater, inicialmente, de ter movimentado de maneira ilegal cerca quase R$ 11 milhões entre 2007 e 2014. O "doleiro" ri da imputação: "Como eles podem ter provado que eu lavei tanto dinheiro, se eu fui condenado por uma lavagem de R$ 460 mil num das sentenças?", questiona.
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A maior ameaça ao presente e ao futuro do Brasil está em Brasília, por Janio de Freitas

Foto Leonardo Benassatto/Reuters

Jornal GGN – A Câmara ditou o fim da crença do povo em seu país. Mesmo que seja unanimidade para a sociedade que Temer tenha que ser afastado e investigado, a maioria dos deputados votou com o chefe. O grupo minoritário não tem poder de decisão, e é o grupo minoritário que não tem acusações ou processos. A maioria é formada por citados, uma tropa de assalto decidiu, após receber um reforço de última hora. Com outras palavras é o que diz Janio de Freitas da performance de ontem na Câmara, quando votaram a favor de Temer e contra a Nação.

Em sua coluna na Folha, Janio vai mais longe. Fala da passividade do povo diante das mazelas enfrentadas desde o impeachment de Dilma, aquela que não cometeu crimes. Fala da passividade diante de crime urbano, quando os maiores crimes são cometidos em outra instância.

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Juiz de Brasília não pode limitar testemunhas de Lula, decide TRF-1

 
Jornal GGN - O juiz Vallisney de Souza Oliveira não pode limitar o rol de testemunhas arroladas por Lula e seu filho no processo em que o ex-presidente é acusado de tráfico de influência envolvendo a compra dos caças Gripen, durante o governo Dilma.
 
A exemplo do que ocorreu em Curitiba, com o juiz Sergio Moro, Lula teve de disputar na Justiça o número de testemunhas que quer convocar durante o processo. No caso, Vallisney havia imposto ao petista o máximo de 32 testemunhas. Mas o Tribunal Regional Federal da 1ª Região decidiu, nesta terça (1º), que Lula, se quiser, pode convocar as 80 testemunhas indicadas por sua defesa.
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TRF-1 solta ex-governador Arruda, Agnelo Queiroz e outros quatro


Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha - Foto: Tomás Faquini-Faquini/ Portal da Copa
 
Jornal GGN -Acusados de participar de esquema de superfaturamento junto aos contratos das obras do estádio Mané Garrincha, na capital federal, o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (PR), e o ex-assessor do presidente Michel Temer, Tadeu Filippelli, além do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) foram soltos. 
 
A decisão ocorreu na noite desta quarta-feira (31) pelo desembargador Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Queiroz, Arruda e Filippelli foram presos preventivamente no dia 23 de maio, pelo período de cinco dias, renovados por mais cinco pelo juiz Vallisney de Souza.
 
Também foram soltos os empresários Jorge Luiz Salomão e Sérgio Lúcio Silva de Andrade, e o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, Afrânio Roberto de Souza Filho. Eles são investigados pelo esquema de superfaturamento em mais de R$ 900 milhões no valor das obras do estádio no Distrito Federal, usados para a Copa do Mundo em 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016.
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Opinião do Nassif: Os últimos lamentos da quadrilha que vinha chantageando o país

Recrudescimento da violência em Brasília e SP traz como fator positivo o desgaste do grupo que gerou o golpe  
 
 
A intervenção militar sobre manifestantes que pediam Diretas Já, em Brasília, foi uma atitude que aponta para o desespero de Michel Temer tentar se manter no poder, incluindo o fator militar no jogo político.
 
O pedido de intervenção das Forçar Armadas surgiu do presidente da Câmara, e membro de sua base aliada, Rodrigo Maia, com apoio direto de Temer e do Ministro da Defesa, Raul Jungmann.
 
Tentaram usar como argumento que as Forçar Armadas atuaram diversas vezes no período recente, porém o contexto no Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo foi totalmente diferente, com o crime organizado avançando. O que ocorreu em Brasília foi o uso desse poder em cima de manifestações políticas.
 
A ação brusca de Temer é seu último lamento, seu último vagido. Dá até para compreender o desespero. Ele não pode arriscar cair agora, caso contrário irá direto para a cadeia. Apesar das tentativas do Planalto de usar a força militar em seu favor, ainda bem que existem generais na ativa com bom senso, como o comandante do Exército general Eduardo da Costa Villas Bôas que esvaziou a operação. 
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Para Renan, chamar as Forças Armadas neste momento 'beira a insensatez'

"Se esse governo não se sustenta, não serão as Forças Armadas que vão sustentar esse governo", afirma Renan (ROQUE DE SÁ/AGÊNCIA SENADO)

 

da Rede Brasil Atual

Para Renan, chamar as Forças Armadas neste momento 'beira a insensatez'

Em discurso feito na sessão plenária no Senado, líder do PMDB criticou Temer, afirmando ainda que governo foi "pautado por um presidiário" na nomeação do ministro da Justiça

por Redação RBA

São Paulo – Em sessão plenária do Senado realizada na tarde desta quarta-feira (24), o líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL), criticou a convocação feita pelo presidente Michel Temer de tropas federais para "garantir a lei e a ordem" no Distrito Federal. “É constitucional chamar as Forças Armadas, mas beira a insensatez fazer isso num momento em que o país pega fogo. Beira a irresponsabilidade. E fazer isso de forma dissimulada, dizer que foi a pedido do presidente da Câmara dos Deputados, que negou”, pontuou Renan.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou em seu anúncio que Temer havia decretado a ação de garantia de lei e de ordem por solicitação do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia, no entanto, desmentiu o ministro, afirmando que havia pedido o reforço da Força Nacional de Segurança Pública, e não das Forças Armadas.

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O racismo dos seguranças de uma escola em Brasília, por Hony Riquison

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Foto: Tiago Zenero/PNUD Brasil

Era uma festa beneficente de uma escola dita progressista, que fica no Plano Piloto – a região central de Brasília.

A música estava ótima, eu dançava Criolo...

Até seis seguranças chegarem de forma agressiva, sem pedir licença nem dizer o que estava acontecendo, e ostensivamente mandarem que eu me calasse quando questionei o motivo da abordagem brusca.

Dois deles me revistaram. Encontraram em minha pochete dois celulares. Digitei a senha no meu e minha amiga no dela.

Tentamos dizer que esse era o pior método e que estávamos assustados. A única resposta era a ordem ríspida de que permanecêssemos em silêncio.

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Juiz que suspendeu Instituto Lula usou Youtube e cometeu erros na decisão

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula entrou com um recurso no Tribunal Regional Federal da 1ª Região contra a decisão do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, que determinou a suspensão do Instituto Lula. No recurso, a defesa do petista mostra que o magistrado usou informações alheia ao seu processo, como vídeos do Youtube, delações e depoimentos de ação penal que corre em Curitiba, além de ter cometido erros factuais.

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Ação contra Cerveró e Lula fomenta guerra entre procuradores de Brasília e Curitiba

Possivelmente, procuradores da Lava Jato tentam achar falhas na delação de Cerveró, justamente quando, em ação penal que corre em Brasília, o delator isentou Lula de qualquer culpa na história envolvendo o plano de Delcídio contra a operação
 
Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - A delação de Nestor Cerveró, que ajudou a envolver o ex-presidente Lula numa investigação sobre suposta obstrução da Lava Jato, gerou uma verdadeira guerra entre os procuradores de Brasília e os membros da força-tarefa de Curitiba. Segundo informações de Lauro Jardim, em O Globo desta terça (2), os procuradores de Brasília foram "à Justiça para obrigar os colegas do MPF [Ministério Público Federal] em Curitiba a compartilhar detalhes da delação de Nestor Cerveró."
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Em Brasília, a preparação contra a greve geral

Jornal GGN - Fotos tiradas no Anexo dos Ministérios, em Brasília.

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