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BNDES

Jornal brasileiro ajuda EUA a repercutir a Lava Jato na África e América Latina

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O jornal Folha de S. Paulo se uniu a vários veículos da América Latina e África para repercutir os casos de corrupção descobertos pela Lava Jato, envolvendo principalmente Odebrecht e BNDES, em 12 países. Anunciado no blog Novo Em Folha nesta quinta (22), o projeto "Investiga Lava Jato" é inspirado e sustentado por investigações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre as obras onde a empreiteira admite ter feito pagamento de propina. 

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AFBNDES se diz surpresa com pedido da AGU para bloquear bens de funcionários

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Por meio de nota, a Associação dos Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (AFBNDES) se disse surpresa com o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) ao Tribunal de Contas da União (TCU) para bloquear os bens, da empresa e dos responsáveis pelos financiamentos conseguidos com o BNDES, com o objetivo de ressarcir eventuais perdas que a companhia tenha causado ao banco.
 
“Tanto o BNDES quanto seus funcionários por nós representados já comprovaram tecnicamente, em diversas frentes e momentos, que não houve dano ao erário, qualquer tipo de irregularidade ou favorecimento nas operações objeto de investigação por parte de seu corpo técnico”, diz a associação dos funcionários do BNDES. 
 
Além disso, a AFBNDES afirma que deve ser esclarecida que qualquer suspeita levantada “decorre de iniciativas praticadas por empresários e agentes públicos que não integram o quadro de empregados” do banco. 

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Funcionários lançam site para defender importância do BNDES

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Imagem: Divulgação

Jornal GGN - A Associação de Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (AFBNDES) lançou o site ‘Precisamos Falar sobre o BNDES’,  que pretende explicar questões sobre o banco que começaram a surgir em razão das investigações contra a JBS, e também protestar contra medidas do governo de Michel Temer em relação ao banco.

No site, os funcionários explicam que não são contra as investigações, e sim contra a maneira que elas têm sido conduzidas. “Não aceitamos acusações genéricas e divulgações levianas de informações parciais”, dizem os funcionários, afirmando que contestam campanhas difamatórias “com espetáculos midiáticos”.

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Temer usa BNDES para 'comprar apoio político', diz economista

Para o economista João Sicsú, ação de Temer no atual contexto “é uma clara interferência política” (VALTER CAMPANATO/ABR)
 
da Rede Brasil Atual
 
Presidente oferece renegociação de dívidas dos estados com o banco para obter apoio político e enfrentar possível denúncia de Janot. "É inaceitável usar o BNDES para esse fim", avalia João Sicsú
 
por Luciano Velleda, para a RBA

São Paulo – O presidente Michel Temer reuniu governadores de diversos estados para um jantar, na última terça-feira (13), no Palácio da Alvorada. No menu, foi servida a possibilidade de renegociação das dívidas dos estados com o BNDES.

Embora a pauta não seja nova, integrantes do próprio governo Temer reconhecem que a retomada do assunto é uma ação para angariar apoio político dos governadores e suas respectivas bancadas, num momento em que o presidente está prestes a ser denunciado por corrupção pela Procuradoria Geral da República (PGR).

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Ações da JBS deram retorno expressivo ao BNDES, diz Luciano Coutinho

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em artigo publicado no Valor, Luciano Coutinho, presidente do BNDES entre 2007 e 2016, afirma que participação acionária na JBS não deu prejuízo e sim retorno expressivo ao banco. . “As operações de participação acionária da BNDESPar, incluindo as da JBS, seguiram os procedimentos devidos, sem ingerências externas”, afirma Coutinho. 
 
Ele também explica que a BNDESPar gerou mais de R$ 23 bilhões de lucro para o banco entre os anos de 2007 e 2015, afirmando também que o braço de participações em empresas tinha investimentos em 23 setores e mais de 280 companhias em 2016.
 
Coutinho ressalta as demonstrações financeiras disponíveis mostram uma lucratividade de R$ 3 bilhões das operações da BNDESPar com a JBS. O ex-presidente do banco também rebate a ideia de que a instituição concentrou seu apoio a frigoríficos na JBS. “Entre 2005 e 2017, os desembolsos do BNDES para empresas e cooperativas do setor de abate e fabricação de produtos de carne atingiram R$ 17,1 bilhões, a mais de 1.700 tomadores”, diz.

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Os desafios nacionais e a breve passagem de Maria Silvia pelo BNDES, por Tiago Mitidieri

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Foto: Lula Marques/AGPT

Do Clube de Engenharia

 
No último dia 26, a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, anunciou a sua renúncia, encerrando um período de quase um ano no comando da instituição. O período em que a presidente esteve à frente do Banco foi marcado por muitas contradições, que a levaram a uma situação insustentável e que culminou no seu pedido de demissão.

A breve passagem de Maria Silvia pelo BNDES

Por Thiago Mitidieri

Presidente da Associação dos Funcionários do BNDES (AFBNDES)

A primeira contradição está relacionada ao seu alinhamento incondicional ao Ministério da Fazenda e ao Banco Central que, atualmente, sustentam a tese de que o BNDES é uma anomalia para o país.  A liquidação antecipada, em dezembro de 2016, de parte dos empréstimos do Tesouro ao BNDES, no valor de R$ 100 bilhões, e a MP 777, que extingue a TJLP e cria a TLP, atrelada à taxa de mercado (NTN-B 5 anos), são dois exemplos dessa contradição.

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E se Dilma tivesse usado a máquina pública contra delatores da Lava Jato?

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - A operação deflagrada pela Polícia Federal contra a JBS, nesta sexta (9), coordenada por uma autarquia ligada ao Ministério da Fazenda, chama atenção pelo "time": ocorre exatamente um dia após 3 deputados afirmarem ao jornalista Tales Faria, em off, que o governo Michel Temer tem um plano para dizimar a empresa de Joesley Batista, em retaliação à delação premiada que balançou a cadeira do presidente.
 
A contraofensiva de Temer, que envolve ainda o Judiciário e o Ministério Público, vem ocupando espaços discretos nos jornais nos últimos dias. A mesma informação sobre as investidas contra a JBS, Rodrigo Janot e Edson Fachin com o uso das tropas aliadas e órgãos do governo passaram pela Folha, O Globo, Valor e Estadão, apenas para citar alguns exemplos. Mas sem o alarde que os fatos ensejam. Fica a pergunta: a grande mídia contemporizaria com o suposto uso da máquina pública contra delatores, procuradores e juízes da Lava Jato, se a presidência ainda estivesse ocupada por Dilma Rousseff (PT)?
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Atacar o BNDES não é um caminho para expansão sustentável, por Laura Carvalho

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Mesmo que Joesley Batista, empresário da JBS, tenha isentando o corpo técnico do BNDES em sua delação, o Congresso deu início a mais uma CPI do banco com o objetivo de investigar as operações relacionada às empresas dos irmãos Batista. 
 
Em sua coluna na Folha de S. Paulo, a professora da USP Laura Carvalho afirma que a melhor maneira de evitar a influência de grupos de grande poder econômico sobre a política industrial não é deixar de ter política industrial.
 
Ela defende que uma política bem desenhada para o longo prazo é a saída para evitar esta influência, reafirmando a necessidade de investimentos estatais para desenvolver setores de tecnologia, como ocorre em outros países. 
 
A professora também refuta a ideia de que o BNDES concentra a maioria de suas atividades nos chamados campeões nacionais, apontando o aumento das operações de incentivo à inovação e o papel desempenhado pelo banco no desenvolvimento do setor eólico no país.

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Globo pecou na apuração jornalística antes de atacar o BNDES

Versão da Lava Jato de que um agente do BNDES ajudou a beneficiar a JBS com a aprovação de um projeto milionário no prazo recorde de 22 dias não procede, assim como outras informações que agora são esclarecidas pelo banco de desenvolvimento

Jornal GGN - Com base em uma nota que o BNDES enviou à Rede Globo na semana passada, o GGN já havia apontado fragilidades na reportagem do Fantástico sobre as investigações em curso na operação Bullish, que miram negócios do banco com o grupo JBS (leia aqui). Novas informações lançadas no site da instituição, nesta semana, ajudam a desconstruir um pouco mais a história narrada pela Globo em conluio com a Lava Jato, revelando que a equipe da emissora fez uma apuração jornalística rasa antes de bancar o ponto de vista do Ministério Público Federal.
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Funcionária do BNDES desabafa contra criminalização do banco

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Foto: Divulgação
 
Enviado por Fernando J.
 
Por Beatriz Meirelles, via Facebook
 
 

Tenho quase quarenta colegas de trabalho, alguns deles amigos, arrolados injustamente em acusações criminais gravíssimas: corrupção passiva e formação de quadrilha! Conduzidos coercitivamente para depor! Ato (as conduções) repudiado por OAB Rio, Defensoria Pública de Rio e de São Paulo.

Ninguém no BNDES tem mais coragem de assinar nada, contrato, relatório de análise, nota técnica, liberação de desembolso. Até um cara que só fez um ppt está entre os 40! Estou com MEDO de trabalhar porque boto meu CPF na reta de criminalizações alucinadas, estapafúrdias, transformam o que quiserem em crime apenas sofismando. O Banco paralisou.

Eu e meus colegas ouvimos piadas e ironias na rua, entre vizinhos e familiares. Viramos a escória da sociedade brasileira. Sem terem encontrado uma prova sequer até hoje, sem um funcionário sequer ter sido delatado em tempos de delação combinada vazada sem provas.

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Fachin e Moro não devem analisar acusações da JBS contra Lula, diz defesa

Foto: Instituto Lula

Jornal GGN - A defesa de Lula protocolou na segunda (29) um recurso contra a decisão de Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que enviou ao juiz Sergio Moro, de Curitiba (PR), as acusações feitas por delatores da JBS sobre corrupção em governos petistas. O advogado Cristiano Zanin apontou, em nota à imprensa, que a delação que cita Lula não tem relação com a Lava Jato.

À Procuradoria Geral da República, Joesley Batista afirmou que criou duas contas no exterior para abastecer os governos Lula e Dilma, com recursos da JBS, que teriam chegado a 150 milhões de dólares em 2014. Essas contas seriam controladas pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que é acusado de ser interlocutor da JBS junto ao BNDES e outros setores do governo. 

Pelo regimento do Supremo, Fachin pode revisar sua decisão e redistribuir o processo ou colocar o recurso da defesa de Lula em votação na 2ª Turma.

Leia mais: Porque a delação da JBS contra Dilma e Lula não pesam como a de Temer

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Os ataques da Globo ao BNDES

 
Jornal GGN - Não é difícil imaginar como vai acabar a relação BNDES-JBS por causa da Lava Jato, se por exemplo for tomada a devassa que a operação promoveu, em parceria com a mídia, na Petrobras e nas grandes empreiteiras do País. É com essa preocupação em vista que a reportagem do Fantástico sobre o banco, veiculada no último domingo (22), deve ser revisitada.
 
O programa dominical da TV Globo dedicou quase que a edição inteira a relembrar as revelações que Joesley Batista fez sobre Michel Temer e Aécio Neves na última semana. E, em reportagem de quase 4 minutos e meio, contou a história de um funcionário do BNDES que supostamente poderia ter favorecido o grupo JBS em transações bilionárias. 
 
Para dar dimensão ao suposto escândalo, o Fantástico cita o volume de recursos que o BNDES "injetou na JBS" durante o governo Lula (2007-2010): 8,1 bilhões de reais, dando a entender que todo esse montante foi fruto de operações ilícitas.
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Medidas do governo Temer comprometem a soberania nacional, por Pedro Celestino

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Foto: Beto Barata/PR

Do Clube de Engenharia

 
por Pedro Celestino

O Clube de Engenharia manifesta sua apreensão em decorrência de sistemáticas propostas e ações do Governo Federal, a seguir listadas, posto que são comprometedoras da soberania nacional:

  • as modificações realizadas na Lei e nos procedimentos que regulam a exploração das reservas de petróleo do Pré-Sal, e em especial, no protagonismo da Petrobrás, agora não mais participante obrigatória de todas as atividades, como operadora única, o que traz imensos prejuízos à cadeia produtiva de óleo e gás e à engenharia nacional;
  • a descaracterização da Petrobras como petroleira integrada, através da venda de ativos importantes e do abandono de investimentos em exploração, em refino de petróleo e em petroquímica, de modo a torná-la mera e cadente produtora de petróleo bruto, o que já tem reflexo devastador na nossa engenharia;
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O manifesto dos funcionários do BNDES contra o juiz Ricardo Leite

 

Carta Aberta à Diretoria do BNDES
 
Na sexta passada, 12/05/2017, 37 funcionários do BNDES, incluindo uma colega grávida de 39 semanas, foram vítimas de conduções coercitivas e tiveram seus domicílios devassados pela Policia Federal, no âmbito de investigação sobre operações do BNDES com o Grupo JBS.
 
A Associação de Funcionários do BNDES manifesta plena solidariedade e se coloca à disposição dos colegas que sofreram essas arbitrariedades – levados de forma ilegal e violenta, e, expostos em rede nacional com danos às suas imagens e reputações. Testemunhamos serem profissionais honestos e competentes que sempre cumpriram rigorosamente suas obrigações pensando no interesse público e no desenvolvimento econômico e social do País.
 
Cabe ressaltar que não houve prévia intimação aos funcionários do BNDES, os quais sempre estiveram e continuam dispostos a prestar todos os esclarecimentos perante as autoridades. E, também, que nenhum dos funcionários do BNDES esteve ou está recalcitrante a elucidar os fatos e instruir o processo acerca dos critérios técnicos e demais circunstâncias para a operação de participação acionária investigada ou qualquer outra operação realizada pelo Banco.

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Associação de funcionários do BNDES critica acusações da PF

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Associação dos Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criticou a Operação Bullish, deflagrada hoje (12) pela Polícia Federal. Arthur Koblitz, vice-presidente da entidade, afirmou as acusações são “muito fracas”. 
 
"Os funcionários estão indignados. Muitos têm críticas às políticas (que justificaram os aportes), mas criminalizá-las sem qualquer fundamento, acusar de corrupção e desvio de dinheiro é um absurdo”, afirmou. A associação realiza um ato na tarde de hoje em desagravo aos funcionários citados pela Polícia Federal. 
 
Thiago Mitidieri, presidente da associação, não era necessária a realização de condução coercitiva “O funcionário do BNDES não tem nada a esconder. Todas as informações que foram perguntadas, a gente vai fornecer isso”, afirmou acrescentando que, entre os levados para depor, está uma funcionária com 39 semanas de gestação. 
 

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