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Temer usa BNDES para 'comprar apoio político', diz economista

Para o economista João Sicsú, ação de Temer no atual contexto “é uma clara interferência política” (VALTER CAMPANATO/ABR)
 
da Rede Brasil Atual
 
Presidente oferece renegociação de dívidas dos estados com o banco para obter apoio político e enfrentar possível denúncia de Janot. "É inaceitável usar o BNDES para esse fim", avalia João Sicsú
 
por Luciano Velleda, para a RBA

São Paulo – O presidente Michel Temer reuniu governadores de diversos estados para um jantar, na última terça-feira (13), no Palácio da Alvorada. No menu, foi servida a possibilidade de renegociação das dívidas dos estados com o BNDES.

Embora a pauta não seja nova, integrantes do próprio governo Temer reconhecem que a retomada do assunto é uma ação para angariar apoio político dos governadores e suas respectivas bancadas, num momento em que o presidente está prestes a ser denunciado por corrupção pela Procuradoria Geral da República (PGR).

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Ao Vivo: Frente Parlamentar em Defesa dos Bancos Públicos

ESTRATÉGIAS PARA FINANCIAR O DESENVOLVIMENTO

Parlamentares e governadores lançam a “Frente Parlamentar em Defesa dos Bancos Públicos”.

Os bancos públicos têm um papel crucial no incentivo à produção e na retomada da economia nacional em crise. Acompanhe AO VIVO:

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Banco do Brasil fechou 551 agências e cortou quase 10 mil vagas em um ano

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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Da Rede Brasil Atual

 
Balanço mostra que instituição superou "meta" de fechamento de locais de atendimento. E a Petrobras eliminou 13 mil postos de trabalho no mesmo período

Relatório divulgado nesta quinta-feira (11) pelo Banco do Brasil (BB) mostra que a instituição eliminou 9.900 postos de trabalho em um ano, até o primeiro trimestre, e fechou 551 agências, mais do que a meta anunciada há alguns meses (aproximadamente 400). O corte no número de "colaboradores" supera 13 mil se incluídos os estagiários. O lucro líquido nos três primeiros meses do ano atingiu R$ 2,443 bilhões, crescimento de 3,6% em relação a igual período de 2016.

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Governo Temer ataca os bancos públicos e se afasta de políticas sociais, por Emir Sader

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Da Rede Brasil Atual

 
por Emir Sader
 
Bancos públicos surgiram e se fortaleceram quando havia governos que assumiam responsabilidades no plano social, mas atualmente somente os interesses mercantis são referência para quem está no poder

O governo do golpe orquestrado por Michel Temer ataca tudo o que tem a ver com a esfera pública, em favor da esfera mercantil. Contra a educação pública e a favor da educação privada. Contra a saúde pública e a favor dos planos privados de saúde. Contra a cultura pública e a favor da cultura mercantil.

Com os bancos essa atitude é central nesse governo, que tem sua política econômica dirigida pelos interesses do capital financeiro, dos bancos privados. A outra face do ataque às políticas sociais é o ataque aos bancos públicos.

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Desde começo da reestruturação, Banco do Brasil já fechou 217 agências

 
Jornal GGN - 217 agências bancárias do Banco do Brasil foram fechadas desde o anúncio da reestruturação da instituição, que pretende encerrar as atividades de 402 unidades até março.
 
O plano de reestruturação foi anunciado em novembro do ano passado e também prevê a transformação de 379 agências em postos de atendimento, além da extinção de 31 superintendências regionais. 
 
O objetivo do banco é economizar em torno de R$ 750 milhões, que deverão ser investidos no atendimento digital, já que, segundo o BB, cada vez mais correntistas usam computadores e celulares para realizar suas operações bancárias. Também é planejado a abertura de 255 escritórios e agências de atendimento digital. 

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Caixa abre programa de demissão voluntária para até 10 mil trabalhadores

Jornal GGN - Nesta terça-feira (7), a Caixa Econômica Federal vai abrir um programa de demissão voluntária para até 10 mil funcionários. Segundo Gilberto Occhi, presidente do banco, o objetivo com o PDV é economizar R$ 1,8 bilhão.

Atualmente, a Caixa tem 95 mil trabalhadores, 30 mil deles com mais de 15 anos de casa e com possibilidade de aderir ao programa. O prazo para os servidores decidirem vai até o dia 20 de fevereiro.

Para entrar no PDV, é preciso estar em um dos quatro critérios do banco: ser aposentado pelo INSS, estar apto a se aposentar até o dia 30 de junho, ter ao menos 15 anos de trabalho na Caixa ou ter adicional de incorporação de função de confiança até a data do desligamento.

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Ataque aos bancos públicos serve para justificar privatizações

Jornal GGN - As negociações entre o governo federal e o governo do Rio Grande do Sul sobre um pacote de recuperação fiscal revelam que a era das privatizações retornou, com o Banco do Estado do Rio Grande do Sul, o Banrisul, na mira para ser vendido para a iniciativa privada. 

“Com a crise dos estados, vão aproveitar para vender o que ainda é público. Estão ressuscitado até a ideia de fundir a Caixa ao Banco do Brasil”, afirma a pesquisadora Maria Cristina Penido de Freitas.

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BNDES pretende oferecer R$ 13 bi para fomentar geração de emprego

 
Jornal GGN - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quer oferecer R$ 13 bilhões até o final deste ano na linha Progeren, voltada para a capacidade de geração de emprego e renda. 
 
Do total, R$ 5 bilhões serão oferecidos de forma direta, e outros R$ 8 bilhões através de agentes financeiros. Até agora, o banco não tinha oferecido capital de giro sem intermediação de maneira ampla, e esta estratégia integra as novas políticas anunciadas pelo banco. 
 
Maria Silva Bastos Marques, presidente da instituição, disse que a ênfase em capital de giro tem o objetivo de preservar a atividade econômica e os empregos. O banco pretende aumentar o acesso ao crédito, atraindo novos canais de distribuição para além da rede bancária tradicional.

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Caixa quer que até 10 mil funcionários entrem no plano de demissão voluntária

Jornal GGN - A Caixa Econômica Federal elaborou seu programa de demissão voluntária, que ainda precisa de aval do Ministério do Planejamento e deverá ser lançado no final de janeiro.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, até 10 mil trabalhadores poderão entrar no PDV, que será voltado para empregados que já podem se aposentar mas que continuam trabalhando. 20 mil servidores da Caixa estariam dentro dessas regras.

O banco pretende oferecer um bônus de dez salários que irá variar de acordo com o período de trabalho dentro da empresa. Ainda segundo a Folha, a Caixa não comentou oficialmente o assunto.

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A orientação neoliberal da nova diretoria do BNDES

Da Revista do Sindicato dos Funcionários do Banco Central

BNDES, no olho do furacão

A chegada da nova diretoria, composta por executivos de mercado adeptos da doutrinal neoliberal, faz emergir o velho debate sobre o papel do Estado - e do BNDES - na indução do desenvolvimento e do crescimento econômico

CRISTINA CHACEL

Desde que assumiu a presidência do BNDES, em 1º de junho de 2016, a economista Maria Silvia Bastos Marques é refém de um paradoxo. Executiva das mais prestigiadas do país, perfeita tradução de mulher de sucesso, primeira e única a ocupar a presidência da lendária Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Maria Silvia vive o dilema de implantar o novo sem falar no antigo. Ela veio para mudar. Essas mudanças devolvem ao banco a orientação neoliberal que dominou a instituição nos anos 1990 e são antagônicas à gestão desenvolvimentista de Luciano Coutinho.

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Dívida de Estados e municípios com bancos públicos ultrapassa R$ 120 bilhões

 
Jornal GGN - Em grave crise financeira devido, principalmente, à forte queda na arrecadação de tributos, a dívida de Estados e municípios com bancos públicos chega a R$ 120,6 bilhões. 
 
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a dívida no Banco do Brasil é de R$ 38 bilhões e de R$ 33 bilhões na Caixa Econômica Federal até setembro. Já no BNDES o montante chegou a R$ 49,6 bilhões em junho.

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Caixa também fará reestruturação com aposentadoria de 11 mil funcionários

Jornal GGN - Assim como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal quer adotar medidas para reduzir custos, como aposentadoria incentivada para cerca de 11 mil funcionários. Entretanto, o presidente da instituição, Gilberto Occhi, afirmou que não há a intenção de fechar agências, conforme anunciado pelo BB.

O banco tem 3.700 agências, e, segundo Occhi, cerca de 100 delas não tem resultados satisfatórios. “Há outras medidas possíveis, como redução do tamanho da agência, transformá-las em postos de atendimento, transferência de local. A última alternativa é o fechamento da unidade”, disse, após reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

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E quando o crédito seca nos bancos públicos? por Fernando J.

Nos momentos de crise, recessão econômica, compreende-se que a banca privada se retire do mercado de crédito, seja extremamente seletiva e restritiva. Porém, torna-se trágico e desastroso quando o maior banco público faz o mesmo.
 
 
E quando o crédito seca até nos bancos públicos? E as empresas?
 
Por Fernando J. 
 
 
"Sem consumo de governo (por conta da PEC 55), sem consumo das famílias (por conta do desemprego) e sem o impulso das exportações (por conta da apreciação cambial), de onde viria o crescimento? Da fé cega e da faca amolada dos cortes. Será um desastre continuado, fazendo a economia regredir uma década."
 
Nos momentos de crise, recessão econômica, compreende-se que a banca privada se retire do mercado de crédito, seja extremamente seletiva e restritiva. Porém, torna-se trágico e desastroso quando o maior banco público faz o mesmo. O BNDES devolve ao tesouro R$ 100 milhões, e sinaliza que vai priorizar os financiamentos da desestatização. E o BB, que supostamente atenderia a média e pequena empresa, como fica? Desde 01.11, o Banco do Brasil, que já vinha operando de forma análoga aos bancos privados quanto a restrição creditícia, passou a exigir garantia real nas operações com empresas classificadas como risco C, garantia pessoal não mais, operações já concedidas permanecem até a liquidação, novas, somente garantia real. Ora, a esmagadora maioria do segmento MPE está situado no risco C, na prática significa que acabou o crédito. 
 
Acrescente-se a isso que, em cenários de crise, a Diretoria de Crédito dá uma volta no parafuso dos parâmetros de análises de clientes, fazendo com que aquela pequena empresa que nos últimos anos sempre foi risco B, caia para C no atual cenário, ampliando ainda mais a restrição de crédito sobre o segmento empresarial. 
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Bispo que pediu a Temer financiamento público quer reza para Cunha na prisão

Jornal GGN - O Painel da Folha desta terça (25) noticia que, "embora Eduardo Cunha tenha se afastado da Sara Nossa Terra há um tempo, o bispo Robson Rodovalho quer enviar pastores da igreja à carceragem da PF em Curitiba para orar com os presos da Lava Jato." Segundo o bispo Robson, os presos "estão precisando".

Fundador da Igreja Sara Nossa Terra, frequentada por Cunha, e presidente da Confederação de Pastores, o bispo Robson saiu na imprensa, essa semana, por ter pedido a Michel Temer que desse um jeito de direcionar linhas de financiamento de bancos privados e públicos para a construção de igrejas evangélicas.

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Bispo quer que Temer interfira em bancos públicos para financiar mais igrejas

Jornal GGN - O bispo Robson Rodovalho, fundador da Igreja Sara Nossa Terra - frequentada por Eduardo Cunha (PMDB) - e presidente da Confederação de Pastores pediu a Michel Temer que desse um jeito de direcionar linhas de financiamento de bancos privados e públicos para a construção de igrejas evangélicas.

Segundo informações do Painel da Folha, esse pedido de "lobby" é feito a Temer e ao ministro Henrique Meirelles (Fazenda) desde julho, quando o peemedebista assumiu a cadeira de Dilma Rousseff por decisão do Senado no processo de impeachment.

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