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Os abusos na busca feita pela polícia de Alckmin na casa de Marcos Lula

Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Tão logo veio à tona, na noite de terça (10), por meio da colunista Mônica Bergamo, a história da busca e apreensão na casa de Marcos Lula, filho mais velho do ex-presidente Lula, passou a ser alvo de críticas feitas por especialistas em Direito horrorizados com o nível de violações que as primeiras informações sobre o caso guardavam.
 
O principal pilar do escândalo era o fato de que a autorização judicial para a busca foi dada mediante o argumento de que câmeras de vigilância dificultavam o "monitoramento" dos endereços alvos da denúncia anônima. No ordenamento jurídico brasileiro, denúncia anônima por si só não serve (ou não deveria servir) para nada.
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Lula e o efeito saturação, por Aldo Fornazieri

Lula e o efeito saturação

por Aldo Fornazieri

"Fim do jogo", "bala de prata", "fim da linha para Lula". Estas foram algumas das definições expedidas por analistas e comentaristas políticos acerca do depoimento de Palocci, imputando acusações genéricas contra Lula. As evidências empíricas e as pesquisas de opinião, contudo, indicam que o que chegou ao fim da linha são os efeitos da guerra de desgaste que vem sendo travada contra o ex-presidente desde o início da atual crise política. Os que não se deram conta deste fato são, João Dória, alguns comentaristas que se consideram vacas sagradas do jornalismo político e os fascistóides empedernidos que vêem em Lula a encarnação do demônio.

A destruição da figura política e histórica de Lula era um dos objetivos iniciais da Lava Jato, particularmente dos procuradores de Curitiba e do juiz Moro, mas também dos políticos que se agregaram no golpe e de boa parte do jornalismo político. Com o estilhaçamento do bloco golpista, com a percepção de que o governo Temer é uma quadrilha e com o envolvimento crescente de políticos governistas nas denúncias de corrupção, a frente ampla de ataque a Lula se  reduziu.

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Deputado protocola projeto contra enfraquecimento do Estatuto do Desarmamento

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Foto: Andréa Farias
 
Jornal GGN - Na semana passada, o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) um projeto de decreto legislativo que pretende suspender um decreto do presidente Michel Temer que faz alterações no Estatuto do Desarmamento.
 
O decreto presidencial, de dezembro do ano passado, aumentou de 3 para 10 anos o prazo de validade dos atestados de capacidade técnica para quem porta armas de fogo. Além disso, foi alterado o prazo de validade do porte de armas de três para cinco anos. 
 
A Comissão de Constituição e Justiça irá analisar o projeto de Teixeira, que afirma que o decreto de Temer desconfigura o Estatuto do Desarmamento. O parlamentar também afirma que o governo não apresentou qualquer estudo técnico ou médico para sustentar as mudanças, como a questão da capacidade técnica. 

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Moraes autoriza uso de armas apreendidas do crime aos órgãos de segurança

Da Agência Brasil

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, anunciou hoje (22) que as armas de fogo apreendidas com criminosos poderão ser doadas a órgãos de segurança pública. O decreto que trata da questão foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira. Os policiais poderão utilizar fuzis e metralhadoras retirados do crime, que antes eram destruídos. A declaração foi dada em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, na assinatura de convênio com o governo paulista.

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Armas com Trump, por Daniel Afonso da Silva

Armas com Trump

por Daniel Afonso da Silva

Donald J. Trump vem de ganhar mais um aliado de importância: o lobby norte-americano de armas.

No último dia 20 de maio, o candidato republicano foi o convidado de honra do encontro anual da National Rifle Association (NRA), em Louisville, no Kentucky.1 Com seu estilo excêntrico corrente, ele reafirmou seu apoio ao setor. Lembrou ser membro-associado da NRA. E fez entender que, caso eleito presidente, vai também fazê-la “great again”.

Passados alguns dias, a associação oficializou oposição à candidata Hillary Clinton.

Com seus mais de 250 milhões de dólares de orçamento ao ano, a NRA exerce influência decisiva nos processos eleitorais norte-americanos. Na disputa presidencial de 2000, para ficar no exemplo mais explícito, ela dispensou mais de 20 milhões de dólares contra a candidatura de Al Gore em resposta ao ativismo de democratas contra o setor.

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Onde há mais armas, há mais suicídios e homicídios, por Túlio Kahn

Por Tulio Kahn

No Ponte Jornalismo

Passei a prestar atenção na questão das armas de fogo quando trabalhava no Ilanud (Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente), no final dos anos 1990, e a ONU (Organização das Nações Unidas) publicara um estudo internacional sugerindo que o Brasil era o país onde proporcionalmente mais se usava armas de fogo para cometer homicídios.

Havia uma percepção difusa de que as armas estavam de algum modo ligadas ao nosso crescente número de assassinatos – tanto que em 1997 o porte ilegal passou de contravenção a crime e é criado o SINARM (Sistema Nacional de Armas) – mas pouquíssimos estudos empíricos sobre o tema.

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Laudos indicam uso de armas militares em chacina na Grande São Paulo

Da Agência Brasil

Os laudos parciais do Instituto de Criminalística (IC) indicam que os tiros disparados contra as vítimas do massacre, ocorrido anteontem (13) à noite em Barueri e Osasco, a oeste da Grande São Paulo, partiram de armas de calibres 38, .380, 9mm e 45. As de calibre 38 e .380 são usadas pela Guarda Civil. As 9mm são de uso exclusivo das Forças Armadas e da Polícia Federal, de acordo com informação divulgada hoje (15) à tarde pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Segundo a nota da secretaria, projéteis daquelas armas foram encontrados em oito dos dez pontos onde ocorreram os crimes na quinta-feira (13). Os calibres 38 e 380 são usados pela Guarda Civil; o 9 mm, por integrantes da PF e das Forças Armadas.

O material periciado foi recolhido em oito dos dez locais dos ataques em série, que resultaram na morte de 18 pessoas e ferimentos em mais seis, no maior do gênero em São Paulo.

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Francischini pede à PGR prisão preventiva de presidente da CUT e ação contra Dilma

Jornal GGN - O deputado federal Fernando Francischini anunciou, nesta sexta-feira (14), que entrou com pedido de prisão preventiva na Procuradoria Geral da República contra Vagner Freitas, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), por suposta ameaça à segurança dos manifestantes anti-governo que pretendem ocupar as ruas das principais capitais, no próximo domingo (16), para cobrar a saída de Dilma Rousseff (PT) da Presidência.

Segundo Francischini, Dilma e o ex-presidente Lula também foram citados na representação. "Ambos estão sendo coniventes participando desses eventos", disse. Ele requer investigação e punição porque, em tese, ao não intervir na fala de Freitas, Dilma teria atentado contra o direito de manifestação da sociedade, previsto na Constituição.

A ação do deputado ocorreu um dia após Freitas dizer, na presença da presidente, que se necessário a CUT pegaria em "armas" para defender o governo do golpe daqueles que apoiam o impeachment.

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Colt, fabricante de armas, declara insolvência

Enviado por Paulo F.

Do Diário de Notícias de Lisboa

A Colt declara insolvência. É a segunda vez em 150 anos

A Colt fabricou algumas das armas mais icónicas da história americana, como a Walker Colt.

A Colt fabricou algumas das armas mais icónicas da história americana, como a Walker Colt. 

A fabricante de armas norte-americana Colt 'sofreu' com a quebra nas vendas de armas de fogo nos Estados Unidos e perdeu um contrato com o exército. Tem mais de 300 milhões de dívidas.

A fabricante de armas norte-americana Colt, que existe há mais de 150 anos, declarou insolvência para se poder reestruturar, devido em parte a uma prolongada quebra de vendas nos Estados Unidos. Desde que a empresa perdeu um contrato com o exército norte-americano que entrou em dificuldades mais profundas.

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A história de Basil Zaharoff e o comércio de armas

Por Motta Araujo

http://www.gettyimages.co.uk/detail/news-photo/greek-arms-dealer-sir-bas...

ÍCONES DO CAPITALISMO - BASIL ZAHAROFF, MERCADOR DA MORTE - Grego russificado nascido no Império Otomano em 1849, esse personagem foi o maior comerciante de armamentos nos anos anteriores à Primeira Guerra Mundial, tornando-se um dos homens mais ricos e influentes do mundo até sua morte em 1936.

Zaharoff começou a vida como guia turístico, teve depois problemas com a justiça inglesa por furto e contrabando, vivia de biscates até por acaso encontrar um compatriota que o apresentou a um capitão de navio sueco que lhe arrumou uma representação da firma sueca de armamentos Nordenfeldt, uma das primeiras fabricantes de metralhadoras. Zaharoff, por esse golpe de sorte e graças a seu charme, capacidade de argumentação e visão, começou a ganhar dinheiro com a venda de metralhadoras até aparecer o concorrente Hiram Maxim, um inventor americano que tinha uma metralhadora mais moderna. Depois de muitas batalhas, Zaharoff conseguiu fazer a fusão das duas firmas e passou a vender para ambas, usando todos os métodos, suborno, chantagem, prostitutas, etc.

Torna-se sócio importante da Maxim Nordenfedt, já agora líder na venda de metralhadoras.

Em 1911 realiza outro feito, vende a Maxim Nordenfeldt para a Vickers inglesa, maior fabricante de armas da Europa e torna-se grande acionista da Vickers, agora vende armas para todos os países, sem qualquer escrúpulo, em guerras locais vende munição para todos os lados em conflito usando diferentes capas societárias mas que estão todas ligadas a ele. A Rússia depois da derrota para o Japão em 1905 passa a ser um grande cliente.

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Nos EUA, o culto às armas, à violência e, de quebra, ao desrespeito

Enviado por Tamára Baranov

da Revista Samuel

BRINCANDO COM FOGO: ATIRE NO PRESIDENTE-ZUMBI (OU NA SUA EX)

Nos EUA, empresa fabrica e vende alvos para tiros: um boneco zumbi de Obama e uma versão machista da sua ex-namorada: decotada, indefesa e pronta para ser baleada
 
 


Alexa, ou simplesmente "a ex" é o único exemplar feminino na lista de produtos da Zombie Industries

por Felipe Amorim

A indústria de armas dos Estados Unidos também resolveu entrar na onda da febre por artigos zumbi. Depois do sucesso mundial da série The Walking Dead — que, além de ter inspirado games e incentivado Hollywood a levar um affair de mortos-vivos para as telas do cinema, também deu motivos para crimes banais —, uma empresa californiana encontrou uma maneira, não muito ortodoxa, de capitalizar sobre o fetiche hype pelo “apocalipse zumbi”. Para dar vida à experiência, a Zombie Industries vende alvos tridimensionais em tamanho real que podem sangrar, ser mutilados e até explodir em pedaços. Entre os bonecos “infectados com o vírus zumbi”, dois deles têm causado grande polêmica no país: Rocky (pela sua mórbida semelhança com o presidente Barack Obama) e Alexa (único exemplar feminino entre os manequins, a ex-namorada em que você pode atirar).

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Despesas militares dos países superam US$ 1,7 tri em 3 anos

Num mundo de 840 milhões de famintos, as despesas militares dos países superam US$ 1,7 trilhão em três anos, o equivalente a US$ 260 dólares por habitante do planeta

Há pelo menos 70 mil anos o Homo sapiens já era dotado da capacidade de produzir armas. Junto com a capacidade de desenvolver a linguagem e dominar o fogo, a construção de instrumentos acompanhou a espécie humana nas tarefas de conquistar e se consolidar por diversas regiões do planeta. Transformações posteriores, em especial após os períodos Paleolítico e Neolítico, abririam uma nova etapa da evolução do homem, culminando com a formação de pioneiras organizações sociais e o surgimento da escrita, colocando fim à Pré-história. Homens e armas evoluiram pela Antiguidade até os dias atuais, em uma história de mais de 5 mil anos que vai do uso de metal derretido para fazer espadas, flechas e lanças, até o domínio biológico, químico e nuclear para construir armas de destruição em massa capazes de aniquilar o planeta em poucos minutos e por várias vezes.

Depois da Revolução Industrial surgiu o que se conhece hoje como setor aeroespacial, defesa e segurança, um dos mais lucrativos e poderosos do mundo. Envolve empresários, políticos, militares, agentes de inteligência e negociantes de armas – e não é raro uma mesma pessoa se mover entre essas funções; a indústria bélica é repleta de poder e segredo, difícil de ser estudada e fiscalizada.

Estimativas sobre o setor normalmente são imprecisas e incompletas, especialmente porque países e empresas não revelam detalhes sobre o negócio, por sigilo militar ou pelo caráter das transações. As poucas informações divulgadas dão uma ideia da força da indústria de defesa. O comércio internacional de armas convencionais movimenta cerca de US$ 80 bilhões por ano – embora essa cifra deva ser bem maior, uma vez que alguns dos principais exportadores, como a China e o Reino Unido, não dão informação precisa sobre suas exportações. Leia mais »

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E-mails vazados sugerem ataque “encenado” na Síria com aval dos EUA

Jornal GGN - O recente ataque com armas químicas na Síria, que deixou cerca de 1.300 mortos e gerou ampla repercussão pelas imagens chocantes de crianças agonizando, pode ter sido financiado pelo Qatar, com aval dos EUA (Estados Unidos), para incriminar o regime de Bashar al-Assad e legitimar uma intervenção militar no país. As informações são do site InfoWars, que publicou reportagem com a denúncia do “plano” no dia 23 de janeiro – sete meses antes do ataque.

Mensagens eletrônicas trocadas entre representantes de uma empresa britânica de segurança e “gestão de risco”, a Britam Defence, foram interceptadas e vazadas por um hacker alemão no começo do ano. Na mensagem, datada de 25 de dezembro do ano passado, David Goulding, diretor de desenvolvimento de negócios da empresa, alerta o fundador da Britam Defence, Philip Doughty, a respeito da “oferta” feita pelo Qatar e que já contaria com “apoio de Washington”.
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Por causa dos protestos, UPPs pode cair em descrédito, diz especialista em segurança pública

Jornal GGN - As UPPs (Unidades Polícias Pacificadoras) podem ter resgatado a confiança da população e a credibilidade da polícia nos lugares onde foram implantadas, mas podem ter se desgastado por causa dos protestos de junho e julho na capital fluminense. Para Jacqueline Muniz, socióloga e professora do Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro), a imagem das unidades pode ter sido arranhada pela falta de uma posição mais assertiva por parte do governador do Rio, Sérgio Cabral, e da ausência de uma regulamentação do uso de armas durante as manifestações, que provoca uma insegurança na população.

Entretanto, ainda “há muito a ser melhorado”, pondera a coordenadora do CESeC (Centro de Estudos de Segurança e Cidadania) da Universidade Cândido Mendes e ex-diretora do Departamento do Sistema Penitenciário do Rio, Julita Lemgruber. Ela aponta que 60% dos policiais que atuam nas UPPs mudariam de unidade caso pudessem optar. Por outro lado, aponta Jacqueline, um dos motivos pelos quais as UPPS deram certo, em grande parte, foi porque “não utilizaram da força dos três Bs (bala, borracha e bomba) para pacificar os locais”. Leia mais »

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STF veta lei que permitia o uso de arma apreendida pela polícia de SP

 

Em decisão tomada na quinta-feira (9), a Suprema Corte decidiu banir uma lei paulista que permitia às polícias Civil e Militar reutilizar armas apreendidas em crimes.

Leia nota completa da Folha de S.Paulo:

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu ontem, por unanimidade, derrubar uma lei estadual de São Paulo que permite o uso pelas Polícias Civil e Militar de armas apreendidas em crimes.

De acordo com os ministros, a Constituição define que somente a União pode legislar sobre a destinação de "material bélico", cabendo aos Estados seguir a legislação federal e não editar normas próprias.

"Ao Estado somente cabe recorrer à técnica da remissão [editar leis de acordo com regra federal] se puder legislar sobre a matéria de modo originário, o que não acontece no caso", disse o relator da ação, ministro Marco Aurélio Mello.

Não é a primeira vez que o tribunal derruba uma lei sobre o tema. Em 2005, o STF também declarou inconstitucional o uso de armas apreendidas pela polícia de Rondônia.

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