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Cunha quer entregar o jogo de Temer e PMDB

Por outro lado, se a Justiça de Brasília barrar perguntas e impedir acusações contra o presidente da República, a exemplo do que fez Sérgio Moro, não restará a Cunha outra opção de acusar Temer que não seja a delação premiada
 
 
Jornal GGN - Ainda na estratégia de mostrar aos investigadores de que se ele é acusado de comandar esquemas de corrupção nos crimes da Operação Lava Jato, o atual presidente Michel Temer também deverá responder à Justiça, Eduardo Cunha (PMDB) enviou outras e novas perguntas a Temer, o intimando como testemunha, agora na Justiça de Brasília.
 
O ex-presidente da Câmara e ex-deputado federal pelo PMDB é investigado em várias frentes da Lava Jato. Se em Curitiba, Cunha foi preso por Sérgio Moro pelo esquema de desvios da Petrobras, em Brasília a ação é sobre desvios do FI-FGTS, um desdobramento da primeira.
 
Assim como o fez no caso sob comando de Moro, no Paraná, Cunha enviou 19 perguntas a Temer, após o intimar como testemunha de seu processo. Em uma delas, chega a perguntar ao presidente da República se ele tem ciência da "vantagem indevida" oferecida ao ministro Moreira Franco.
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Temer recebe vazamentos antes da imprensa e vê Cunha como ameaça

 
Jornal GGN - A mira direta a Michel Temer e sua equipe do Planalto e Congresso nas delações da Odebrecht fez com que o governo tomasse uma posição de retaguarda frente às ameaças. Os integrantes do governo afirmam que o pior das delações já passou. Por outro lado, notícias dão conta que não só Marcelo e Emílio Odebrecht ainda prometem delatar mais, como também indicativos do ex-presidente da Câmara cassado, Eduardo Cunha, ameaçam desestabilizar mais a gestão Temer.
 
Apesar de o Painel da Folha publicar que, nos bastidores, a cúpula do Planalto teme mais a possível delação de Eduardo Cunha contra o presidente da República do que as delações do grupo Odebrecht, os sinais já estavam evidentes quando o ex-deputado tentou utilizar questionário de sua defesa para incriminar Temer.
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Ameaça da Lava Jato vai ser usada para derrubar eventual veto de Temer

Jornal GGN - A ameaça à força-tarefa do Ministério Público Federal na Lava Jato, em renunciar coletivamente à operação caso as 10 medidas sejam aprovadas pelo Senado e sancionadas por Michel Temer, servirá de motivo para que a Câmara derrube um eventual veto do presidente caso ele se sinta pressionado pela opinião pública.

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Promotor ameaça estudantes no Tocantins, onde PM desocupou escola e prendeu 26

Jornal GGN - Um homem identificado por um oficial da Polícia Militar de Tocantins como "promotor" aparece, em um vídeo enviado ao GGN na tarde desta quinta (27), ameaçando alunos de uma escola da rede pública. Ele ordena que o portão da unidade seja aberto, caso contrário, todos que ali estivessem seriam presos. A escola estava ocupada contra a PEC 241 e a reforma do ensino médio.

Em um trecho do vídeo, o promotor aparece chacoalhando a grande da entrada da escola e dizendo a uma aluna: "Você está achando que isso aqui é seu? Isso aqui é público." Ao que ela responde: "Justamente".

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Secretário de Temer agrediu ex-companheira e assediou ex-funcionária

Jornal GGN – O secretário nacional de Juventude do governo interino de Michel Temer, Bruno Moreira Santos, é acusado por duas mulheres de agressão, ameaça e assédio sexual. Sua ex-companheira, Vitoria Abreu Alves da Costa diz que ele a agrediu com socos, tapas, chutes e puxões de cabelo, além de ameaçá-la com uma faca.

Procurado pela coluna Expresso, da Revista Época, Bruno disse que não conhecia Vitória. Depois, confrontado com a declaração que ela deu no Boletim de Ocorrência, o secretário de Temer confessou que manteve um relacionamento com ela por um ano e que eles tiveram uma filha. Negou, no entanto a agressão, e disse que nunca foi intimado sobre o caso.

Outra mulher, uma ex-funcionária de Bruno em uma agência do governo de Minas Gerais já prestou queixa contra ele por assédio sexual. Em Boletim de Ocorrência, ela disse que ele fazia “insistentes propostas de relacionamento, elogiando-a acintosamente, convidando-a para lhe acompanhar em viagens, além de usar termos mais ousados, sempre manifestando o interesse em manter algo mais íntimo”. De acordo com ela, depois de diversas recusas, as investidas começaram a vir com ameaças de demissão.

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As novas ameaças aos direitos dos trabalhadores

Jornal GGN – Em artigo no Justificando, o procurador e a juíza do Trabalho Renan Bernardi Kalil e Laura Rodrigues Benda alertam para as ameaças aos direitos trabalhistas no atual momento político e econômico, quando empresários, políticos e sindicatos patronais têm defendido, entre outras medidas, “a introdução do negociado sobre o legislado”. “Isso significaria que a negociação coletiva, ou seja, o instrumento advindo do consenso obtido entre representantes dos trabalhadores e empresas, substituiria o que está previsto em lei”, explicaram.

Para eles, “parece evidente que, sob o pretexto de se modernizar as relações de trabalho ou ampliar-se a competitividade de empresas, o que se procura com a previsão ampla do negociado sobre o legislado, é, na verdade, uma brecha para se reduzirem os direitos trabalhistas”.

Abaixo, a íntegra do artigo:

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Advogados Independentes debatem perspectivas de futuro diante da crise

Jornal GGN – Nesta quinta-feira (5), o Movimento Advogados Independentes de Campinas (MAIC) vai ao Instituto de Economia (IE) da Unicamp debater o futuro do Brasil diante da crise política. O evento “O golpe batendo à porta – economia, direitos e (des)igualdade: o que vem pela frente?” é aberto ao público e a entrada é gratuita.

Estarão presentes no Auditório Zeferino Vaz os debatedores: Denis Maracci Gimenez, professor do IE Unicamp e especialista em desenvolvimento econômico; Patrícia Maeda, juíza do Trabalho e membro da Associação dos Juízes pela Democracia; e Glaucia Fraccaro, doutoranda em História Social pelo IFCH/Unicamp, especialista em legislação trabalhista para mulheres, ex-coordenadora de Autonomia Econômica das Mulheres da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.

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Após cumprir ameaça de delatar senadores, Delcídio sai do PT e deve ser cassado

 
Jornal GGN - Após a divulgação da íntegra de sua delação premiada e das acusações contra o ministro da Educação de tentar impedir o acordo, Delcídio do Amaral entregou na tarde de hoje (15) carta pedindo a desfiliação do PT. 
 
Em texto curto, Delcídio pede que o presidente do partido no Mato Grosso do Sul, Antônio Carlos Biffi, tome as providências para o seu desligamento. O senador é alvo de representação no Conselho de Ética da Casa, por ter sido flagrado tentando subornar a família do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, para que este não firmasse acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal.
 
Na ocasião, o filho de Cerveró, Bernardo, entregou a gravação da conversa que incluía, também, um plano de fuga para o ex-diretor ao exterior, e oferecia R$ 50 mil por mês a ele para não delatar à Justiça. O episódio levou à prisão de Delcídio em etapa da Operação Lava Jato, por quase três meses.
 
Enquanto estava preso, Delcídio já anunciava que a negligência do partido com a sua prisão faria com ele levasse também outros nomes do PT para a mira da Lava Jato. Em fevereiro, o senador decidiu firmar o acordo de delação, que foi adiantado em vazamento à revista IstoÉ, na quinta-feira, dia 3 de março, um dia antes da condução coercitiva ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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Sobe para sete os supostos ameaçados em caso de Cunha

Com os empresários Milton e Salim Schahin, a lista de ameaçados com a investigação contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, aumenta. O suposto autor das ameaças da vez estende relações além do PMDB: é figura conhecida de tucanos
 
Jornal GGN - Mais dois alvos da Operação Lava Jato afirmaram que foram pressionados em investigação que envolve o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Os empresários Milton e Salim Schahin, donos da empresa que leva o sobrenome da família, declararam em depoimentos que sofreram ameaças de morte por Lúcio Bolonha Funaro, aprontado pela PGR como o "operador" de Cunha.
 
Os executivos contaram que foram alvo de diversas ameaças, que chegaram a ser registradas em boletins de ocorrência, e que por conta das ofensivas tinham medo de prestar esclarecimento aos investigadores.
 
Salim Schahin, que firmou acordo de delação premiada, relatou que as ameaças de Lúcio Bolonha Funaro chegavam por telefone ou mensagens. "Funaro certa vez ligou para o depoente, dizendo que sabia onde o filho do depoente morava e onde o neto estudava [...]. Que escutou da própria boca dele que iria arrebentar o carro do depoente e coisas do gênero", diz a transcrição feita pela equipe de investigadores.
 
Apesar de ter como agente direto da pressão Lúcio Bolonha Funaro, o operador foi alvo de mandado de busca e apreensão no mesmo dia em que o STF autorizou as investigações nos imóveis de Eduardo Cunha. Ambos integram o mesmo inquérito da Polícia Federal, que apura o papel de Funaro na lavagem de dinheiro dos ganhos ilícitos de Cunha. A relação dos dois vai além: o operador pagava, direta ou indiretamente, despesas do presidente da Câmara. Como contrapartida, Cunha escalava deputados aliados para apresentarem requerimentos nas comissões da Câmara com o objetivo de pressionar a Schahin - um segundo tipo de retaliação que Cunha praticaria.
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Projeto devolve à natureza peixes-boi marinhos ameaçados de extinção

Projeto Manati

Da Agência Brasil

Em seis anos, o Projeto Manati, que monitora o resgate e reabilitação de mamíferos aquáticos no litoral do Ceará, devolveu cinco peixes-boi marinhos à natureza. Os animais passaram por uma reabilitação em Pernambuco e foram soltos em Alagoas.

De acordo com a bióloga Ana Carolina Meirelles, coordenadora do projeto, o Ceará é o que registra o maior de encalhe dos animais, ameaçados de extinção.

A bióloga explica que os bichos buscam estuários (locais de transição entre um rio e o mar) para o nascimento dos filhotes, por serem áreas mais calmas e protegidas. No entanto, com a degradação do meio ambiente, a maioria dos estuários no Ceará e no noroeste do Rio Grande do Norte está assoreada, muito rasa. Com isso, as fêmeas não conseguem entrar nos estuários e os filhotes nascem em mar aberto. Eles não conseguem acompanhar a mãe, acabando por encalhar. Cada filhote de peixe-boi marinho fica em torno de dois a três anos com a mãe.

Com a ajuda das comunidades costeiras, os biólogos da organização não governamental Aquatis recolhem os peixes-boi encalhados. “A gente faz todo um trabalho de conscientização e de treinamento nas comunidades para eles saberem o que fazer quando encontrarem um animal desse encalhado, porque em geral são filhotes recém-nascidos. O manejo é mais fácil”, disse.

O serviço de resgate funciona 24 horas por dia e conta com equipe de plantão para atendimento dos encalhes. Cerca de 6,8 mil pessoas já foram capacitadas pelo projeto, como estudantes da rede de ensino municipal e estadual, professores e pescadores.

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Estado Islâmico ameaça atacar Casa Branca, Roma e novamente Paris

Da Agência Lusa

O grupo extremista Estado Islâmico divulgou nessa quinta-feira (19) um vídeo em que ameaça fazer novos atentados na Casa Branca, em Roma e novamente em Paris, após os ataques da última sexta-feira (13) na capital francesa.

No vídeo de seis minutos, supostos integrantes da organização ameaçam fazer ataques suicidas na residência do presidente dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que se congratulam com os atentados em Paris, em que morreram 129 pessoas.

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Câmara ameaça aprovar pauta-bomba se doação empresarial não voltar

Jornal GGN - Deputados do PMDB, DEM, PSDB, PP, PR e PTB querem que a presidente Dilma Rousseff envie até amanhã (30) o decreto da reforma ministerial aprovada pelo Congresso há algumas semanas com o veto que deu às doações empresariais a partidos políticos.

Segundo informações da Folha, os deputados discutiram na residência de Eduardo Cunha (PMDB) que vão derrubar o veto de Dilma e abrir caminho para que esse tipo de financiamento eleitoral se mantenha em pé.

Se a manobra não tiver sucesso, os parlamentares prometem esvaziar o plenário, impedindo a formação do quórum necessário para que os vetos de Dilma à chamada pauta-bomba sejam apreciados.

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E quando um extremista como o que ameaçou Dilma nos EUA tiver uma arma?

 
Por Kiko Nogueira
 
Igor Gilly

Você não precisa ser um especialista em psicologia das massas para perceber que o ambiente carregado de ódio no Brasil necessita de uns poucos fósforos a mais para acabar em desastre.

A segurança da presidente, como de resto parte do governo, vive na Islândia. Um fulano com um boné ridículo, monoglota, entra na Universidade de Stanford junto com a comitiva presidencial brasileira e dois cúmplices numa boa.

Posta-se num corredor com um cúmplice. Quando ela passa, o sujeito grita: “assassina”, “ladra”, “comunista de merda”, “pilantra”. E então ameaça: “Terrorista que rouba a população tem mais é que ser morto”.

Falou, seguiu o grupo, fez o diabo até ser retirado por gente da universidade. Não sem antes ouvir do ministro da Defesa, Jaques Wagner, uma blague: “Está com muito dinheiro do papai no bolso?”

Esses tipos serão combatidos com piadas, portanto. Se for dinheiro do papai no bolso, este será o menor dos problemas. E quando for uma arma?

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Camarotização ameaça o carnaval de Olinda e Recife

 

Por Liana Cirne Lins - professora da Faculdade de Direito do Recife e do Mestrado em Direitos Humanos da UFPE. Ativista de Direitos Humanos.

 

Sobre o CARNAVAL 3


O prefeito Renildo Calheiros andou vendo o vídeo do Rei do Camarote e parece ter ficado com inveja. Submeteu ao legislativo municipal um projeto de lei que quer ACABAR COM O CARNAVAL DE OLINDA e desfazer tudo pelo quê os Olindenses têm lutado e defendido.

E ainda teria dito "traz a bebida que pisca" para comemorar a morte do Carnaval mais rico do Brasil. Tudo para ficar com o título de Rei do Camarote.

Desculpa prefeito, a gente é que vai comemorar. Vamos comemorar uma mobilização popular legítima e gigantesca que vai impedir essa articulação desavergonhada para descaracterizar o carnaval de todos em nome dos interesses de uns poucos.
A comunidade Olindense está mobilizada e tem apoio de todos que são do bem e amam a cultura popular! Leia mais »

Caso Bolsonaro repercute com campanha de boicote e defesa de Sheherazade

Jornal GGN - A agressão verbal que a deputada federal Maria do Rosário (PT) sofreu, mais uma vez, por parte de Jair Bolsonaro (PP)  - o deputado repetiu, na tribuna da Câmara Federal, que só não estupra a ex-ministra da secretaria nacional de Direitos Humanos porque ela "não merece" - repercute intensamente nas redes sociais nesta quarta-feira (10), com direito a uma campanha de boicote às empresas que ajudaram na reeleição do pepista, além de críticas a um texto da jornalista Rachel Sheherazade, que acusa Maria do Rosário de ser traída pelas próprias palavras.

No caso da campanha, circula na internet uma tabela com empresas que destinaram recursos financeiros ao partido de Bolsonaro. Os indignados com a agressividade do deputado fluminense pedem o boicote aos lucros das companhias registradas como doadoras no Tribunal Superior Eleitoral. "Se você é mais um dos brasileiros cuja sanidade mental e respeito ao próximo ainda não foram danificados, sugiro boicote aos produtos e serviços das empresas abaixo", disse um internauta.

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