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Acusado no propinoduto tucano, Robson Marinho voltará ao TCE

 
 
Jornal GGN - Acusado de corrupção no propinoduto tucano em São Paulo, com o recebimento de US$ 2,7 milhões de propinas, o conselheiro Robson Marinho não deixou ganhar seu salário nos três anos que ficou afastado e, agora, o Tribunal de Justiça decidiu que ele pode voltar a julgar contas públicas no Tribunal de Contas do Estado (TCE).
 
Marinho havia entrado com um recurso na 12ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo e recebeu a resposta positiva de três votos para que ele volte a atuar no Tribunal e apenas dois contra.
 
O relator do caso, o desembargador José Orestes de Souza Nery, entendeu que, após três anos de afastamento, Marinho não tinha seu caso julgado e que caberia ao Ministério Público trazer as provas que o então conselheiro, mesmo com o suposto benefício da propina, ainda continuasse a representar riscos.
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Os primeiros ensaios para as eleições de 2018, por Luis Nassif

Daqui até o início da campanha eleitoral, muita água irá rolar. Não se descarta a possibilidade de um político outsider. Mas, a cada dia que passa, essa hipótese se estreita pela impossibilidade de construção de imagem a tempo de chegar pronto até as eleições, mesmos nesses tempos de redes sociais. Embora não se possa descartar figuras televisivas, como Luciano Huck.

Hoje em dia, as candidaturas postas estão quase todas sob o fogo de uma polarização intensa.

Aproximando-se as eleições, é possível uma convergência para o chamado centro democrático.

 

Têm-se, portanto, três campos de polarização:

Campo 1  - O conservadorismo, sendo disputado por Geraldo Alckmin, Bolsonaro e João Dória Jr

Campo 2 - A esquerda, não se descartando candidatos do PSOL.

Campo 3 - O candidato do centro democrático.

As seis candidaturas até agora aventadas – Lula, Ciro Gomes, Fernando Haddad, João Dória Jr, Bolsonaro e Geraldo Alckmin – podem ser divididas de acordo com duas categorias.

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Pedro Serrano: busca na casa de Marcos Lula foi ilegal, inconstitucional e abusiva

Foto: Divulgação

Jornal GGN - A ação de busca e apreensão feita pela Polícia Civil de São Paulo na casa de Marcos Lula, filho mais velho do ex-presidente Lula, é abusiva, inconstitucional e ilegal. Isso porque a ação foi realizada com base em uma denúncia anônima não apurada previamente, segundo relatos da Folha. É o que aponta o jurista Pedro Serrano. 

A colunista Mônica Bergamo divulgou na noite de terça (10) que a operação teve autorização da Justiça. A Polícia deu como desculpa que o suposto monitoramento por câmeras na rua da casa de Marcos Lula, em Paulínia, não possibilitava uma investigação preliminar para apurar a procedência da denúncia anônima.

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Faltam alternativas a Lula, diz sócio da Vox Populi

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - João Francisco Meira, cientista político e sócio do instituto de pesquisas Vox Populi, disse em entrevista ao jornal Valor Econômico, segundo edição desta terça (10), que ainda não surgiu no cenário para 2018 uma alternativa à candidatura de Lula, que vem liderando as sondagens junto à opinião pública há meses, agora seguido por Jair Bolsonaro. Na visão de Meira, "Lula é candidato a presidente da República em qualquer circunstância. Até preso, ele é candidato."

Ao jornal, o especialista apontou que não será "tão simples sepultar a candidatura de um líder de pesquisas e que é de se esperar uma batalha jurídica no caso de uma condenação. Se Lula for impedido - preso ou não -, o cenário esdrúxulo que poderá surgir é o de uma campanha com um representante do PT prometendo que, se eleito, será Lula, de fato, quem governará", disse o Valor.

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Para Doria, Bolsonaro é legítimo e Lula perderia eleições

Jornal GGN – João Doria, prefeito de São Paulo eleito pelo PSDB e apadrinhado por Geraldo Alckmin, acredita que o partido deveria aceitar o apoio do deputado Jair Bolsonaro na eventualidade de um segundo turno contra o PT. Suas declarações foram colhidas por Débora Bergamasco, jornalista da revista Época, pertencente às Organizações Globo.

Para Doria, todo e qualquer apoio é importante para um candidato do PSDB, principalmente aqueles com mais tempo de televisão. O não-político conhece bem o poder da televisão para formatar apoio dos eleitores. Segundo ele, Bolsonaro tem legitimidade para ser candidato, pois que foi eleito com votação expressiva e, tal como ele, faz campanha intensa pelo país. O gestor de São Paulo entende ter posições distintas do candidato de extrema-direita no tocante ao modelo de gestão, mas o respeita.

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Deputados pedem ajuda de Alckmin para evitar "um novo Pinheirinho" em ocupação no ABC

Foto: MTST

Jornal GGN - Um grupo de parlamentares do PT e PSOL foram à sede do governo de São Paulo, nesta segunda (2), para pedir ajuda do governador Geraldo Alckmin (PSDB) contra a possibilidade de ocorrer um "novo Pinheirinho", agora em São Bernardo do Campo. A cidade do Grande ABC recebe, desde o início de setembro, uma ocupação gigante do MTST, com cerca de 7 mil pessoas. Os deputados temem que a ação de reintegração de posse reproduza a violência da Polícia Militar no episódio de Pinheirinho, em janeiro de 2012. 

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Acordo da Odebrecht que delata PSDB de São Paulo foi interrompido

Conflito entre Ministério Público estadual e MPF da Lava Jato emperra avanço das investigações sobre tucanos em São Paulo
 

Foto-montagem: Limpinho e Cheiroso
 
Jornal GGN - Foi interrompido o acordo de leniência da Odebrecht relacionado aos ilícitos cometidos em gestões do PSDB em São Paulo, envolvendo pagamentos de propina da estatal Dersa, do Departamento de Estradas de Rodagem e obras do Metrô e da CPTM - que ficaram conhecidos como mensalão tucano.
 
As delações acusavam repasses de propinas e crimes cometidos pelos governos de Geraldo Alckmin e José Serra no estado de São Paulo e por Gilberto Kassab na prefeitura da capital. Os três políticos tucanos negam ter recebido suborno da Odebrecht para suas campanhas, e pela demora das investigações há o risco de prescrever algumas ações.
 
Entre os motivos para que 10 promotores do Ministério Público de São Paulo decidissem não assinar o acordo com a Odebrecht estão a negativa, a falta de concordância da Controladoria Geral da União (CGU) e da Advocacia Geral da União (AGU), ambos órgãos subordinados ao governo federal de Michel Temer.
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Alckmin e Doria seguem na rixa para a disputa à Presidência 2018

 Foto: Alexandre Carvalho / A2img
Foto: Alexandre Carvalho/A2/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - O prefeito de São Paulo, João Doria, e o governador Geraldo Alckmin seguem nos conflitos de posições para a disputa à Presidência em 2018. Considerando-se nome mais consolidado dentro do PSDB, Alckmin quer que a sigla toma a decisão o mais rápido possível, enquanto Doria espera angariar mais apoios até o próximo ano, conseguindo mais espaço em pesquisas eleitorais, acima inclusive de seu padrinho político.
 
Nesta quarta-feira (20), Alckmin já havia criticado a articulação de Doria para o PSDB adiar a escolha do nome que irá disputar as eleições no próximo ano. "Se deixar lá para o meio do ano, quem for candidato, independente de quem seja, acaba saindo de forma improvisada", disse o governador.
 
Em crítica quase direta à Doria, o tucano defendeu a investida conservadora, associando novidades à "improvisação", o que a seu ver é negativo: "Tudo que é improvisado é malfeito. Aliás, no Brasil, precisamos parar com improvisação, inclusive na política", afirmou.
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"Se há dúvida em pesquisa, faça duas, três", diz o confiante Doria

Para não brigar com padrinho político Geraldo Alckmin, prefeito pode migrar a PMDB de Michel Temer, que o vê como sucessor ao Planalto
 

Foto: Marcos Corrêa/PR/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Enquanto o tradicional nome do PSDB, Geraldo Alckmin, já se incluiu candidato à Presidência em 2018 pelo partido, João Dória é convencido por outra ala da sigla e, apesar de não admitir publicamente o interesse pelo Planalto, vem cumprindo agenda nacional e internacional, além de manter o discurso de que os eleitores é que decidirão o nome do PSDB que deve disputar o posto maior do Executivo.
 
A rixa entre o governador de São Paulo e o prefeito da capital paulista modifica o cenário da entrada de Dória na política, tendo Alckmin como seu padrinho de ingresso. E se inicialmente ambos discordavam da rivalidade, a agenda de ambos não deixa dúvidas.

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DEM não sabe se quer Doria como candidato a presidente em 2018

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O DEM está dividido sobre a possibilidade de acolher Joao Doria em suas fileiras e lançá-lo candidato a presidente da República em 2018. A crise está no fato de que o partido terá problemas com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que hoje tem sua vaga na próxima disputa eleitoral ameaçada pelo prefeito de São Paulo.

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FHC janta com diretor da Globo e projeta Alckmin em 2018

Foto: Edu Lopes/Divulgação
 
 
Jornal GGN - Fernando Henrique Cardoso e João Roberto Marinho, do Grupo Globo, almoçaram no restaurante Ca'd'Oro, na segunda (21), em meio a uma disputa entre Geraldo Alckmin e João Doria pela candidatura do PSDB a presidente da República em 2018. Segundo informações da jornalista Mônica Bergamo, FHC "tem dito a interlocutores que o mais provável é que o PSDB lance Geraldo Alckmin a presidente, e não o prefeito de São Paulo".
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Investigações contra Alckmin e governadores estão travadas no STJ


Foto: Gilberto Marques/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - As delações da Odebrecht que atingiram Geraldo Alckmin (PSDB) e demais governadores citados foram remetidos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ainda nem começaram a virar investigação. Alckmin é acusado de receber R$ 2 milhões por meio de um cinhado, em 2010, de caixa dois.
 
A informação é de reportagem da Folha de S. Paulo que destacou que o STJ ainda precisa autorizar o início das apurações. Há casos em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda levanta diligências para verificar se pedirá ou não a abertura de procedimentos.
 
Se os casos relacionados a deputados e senadores, todos os detentores de foro privilegiado, foram tomados com urgência pelo Supremo Tribunal Federal (STF), logo que o ministro Edson Fachin assumiu a relatoria dos processos, as ações envolvendo governadores foram remetidas ao STJ, mas até hoje aguardam respostas.
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Alckmin acha que Doria vai quebrar a cara deixando SP por viagens políticas

 
Jornal GGN - Até a equipe do governador Geraldo Alckmin (PSDB) admite que o correligionário João Doria faz campanha eleitoral viajando o País no lugar de administrar a cidade de São Paulo. Mas a empreitada, na visão do Palácio dos Bandeirantes, é arriscada. "(...) a tese é de que Doria começou a perder a simpatia do paulistano por estar fora da prefeitura."
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Renato Janine: Por que gente "sem limite" tem tanto espaço e poder?

Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Por Renato Janine Ribeiro

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Poderoso era, antigamente, alguém como Tancredo Neves ou os políticos mineiros, que pensavam longamente nas consequências de seus atos e não agiam afoitamente.

Hoje, poderoso(a) é quem age sem pensar nas consequências, de maneira impetuosa, até irrefletida. Geralmente angariam admiração e sucesso.

Um exemplo é o prefeito Doria. Aumentar velocidade mesmo contra pesquisas internacionais sérias, desalojar drogados mesmo contra pesquisas internacionais sérias, em suma, fazer o que lhe dá na telha.

Consegue admiração e sucesso.

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Dois anos depois, julgamento da Chacina de Osasco é marcado para setembro

Foto: Agência Brasil

Por Camila Boehm

Da Agência Brasil

Há dois anos, 19 pessoas foram assassinadas em uma série de ataques nas cidades de Osasco e Barueri, região metropolitana de São Paulo. Três policiais militares (PMs) e um guarda civil são acusados pelos ataques, no caso que ficou conhecido como Chacina de Osasco, mas alegam inocência. No dia 18 de setembro, começa o julgamento de três dos acusados, que vão a júri popular por 24 crimes de homicídio – 17 consumados e sete tentativas.

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