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Aécio Neves

PSDB assinou seu atestado de óbito, por Felipe Pena

no Extra

PSDB assinou seu atestado de óbito

por Felipe Pena
 
O partido de Aécio, que antes era conhecido por ficar em cima do muro, agora optou pelo buraco. As últimas ações da legenda revelam que a nova vocação dos tucanos é o suicídio político. E não estamos falando da face elitista e impopular dos tucanos, mas apenas de três atitudes recentes que, ao potencializarem essa face, levarão (ou já levaram) o partido à morte.

O PSDB se aliou a Temer para resgatar o mandato de Aécio no senado.O relator da CCJ que emitiu parecer para arquivar o processo contra Temer é do PSDB.O prefeito de que quer dar ração para os pobres de São Paulo é do PSDB.

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Aécio retorna com críticas ao PGR e se dizendo vítima de ação criminosa


Foto: Marcos Oliveira/ Agência Senado
 
Jornal GGN - Já no primeiro dia após retornar ao exercício do mandato, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) usou rápidos 5 minutos para dizer que é "vítima de uma ardilosa armação, perpetrada por inescrupulosos empresários" e remeteu críticas à Procuradoria-Geral da República, sob o então comando de Rodrigo Janot, na mesma tática de Temer de tentar tirar a credibilidade das acusações.
 
Diante da decisão do Senado de contrariar a Primeira Turma do STF e mantê-lo no cargo parlamentar, Aécio abusou da reversão de papéis entre criminoso e vítima, usando ainda tons de que "perdoa": "Fui sim alvo dos mais vis e graves ataques nos últimos dias, mas não retorno a essa Casa [o Senado] com rancor ou ódio. Venho acompanhado da serenidade dos homens de bem".
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Temer inicia liberação de cargos e milhões para emendas por engavetamento

Somente para o seu aliado político Aécio Neves ser salvo, foram R$ 200 milhões a senadores. Tucanos devem "agradecer" na votação da denúncia. E, para deputados, mais cargos 
 
 
Jornal GGN - A estratégia de Michel Temer de mobilizar interlocutores e parlamentares para salvarem o senador Aécio Neves (PSDB-MG), impedindo o afastamento de seu mandato, trouxe alguns frutos: com o partido em racha, o PSDB de Aécio levou os aliados do parlamentar de Minas a votarem pelo engavetamento da denúncia contra o mandatário na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.
 
A moeda de troca entre ambos havia sido exposta pelo GGN nesta terça-feira (17), antes mesmo da votação do Senado que libertou Aécio das medidas cautelares impostas pela Suprema Corte, com base nas acusações de corrupção feitas pela JBS.
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Salvação do Aécio e do Temer é certidão de casamento do PMDB com o PSDB, por Jeferson Miola

Salvação do Aécio e do Temer é certidão de casamento do PMDB com o PSDB

por Jeferson Miola

Michel Temer [PMDB], o chefe da cleptocracia, desempenhou um papel decisivo no senado para safar Aécio Neves [PSDB] da cassação.

A imagem é uma marca vergonhosa; inapagável da história do Brasil.

Em troca disso, Temer receberá o apoio do PSDB na câmara. Apoio esse que vai safar Temer da cassação e que, ao mesmo tempo, conseguirá livrar Padilha e Moreira – o primo e o angorá, na planilha de propinas da Odebrecht – do julgamento, no STF, pelos crimes de obstrução da justiça e organização criminosa.

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Com ajuda de Temer, Senado salvou Aécio para se salvar

Mesmo com riscos que decisão trazia, senadores não se comprometeram pelo caso Aécio, mas por todos parlamentares que podem ser mira de medidas cautelares do Supremo
 

Foto: Alessandro Dantas / AGPT
 
Jornal GGN - Após as articulações feitas pelo mandatário Michel Temer e dos aliados de Aécio Neves (PSDB-MG) no Senado, mais que o dobro do Plenário presente (44 contra 26) votou a favor da liberação do tucano para continuar atuando como parlamentar, na noite desta terça-feira (17). Não é casualidade que dos 44 senadores, pelo menos 19 são alvos da Lava Jato.
 
Ainda nesta segunda, o GGN havia adiantado que os parlamentares precisariam colocar na balança dois cenários diferentes: salvar Aécio e confrontar a determinação da Primeira Turma do STF, com os riscos que isso impõe, ou concordar com a medida e confirmar que o Supremo é quem tem a última palavra sobre determinações penais.
 
As duas decisões seriam riscos aos parlamentares. A primeira, porque Aécio já não tem representatividade dentro do PSDB, sigla que investiu os últimos dias a levantar nomes para as candidaturas de 2018. Ainda, salvando o tucano agora não significaria a proteção permanente. O Senado precisaria abrir uma investigação interna em Comissão sobre as acusações que tramitam na Justiça, podendo o senador perder o mandato depois de forma definitiva.
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Alvos do Congresso, Temer e Aécio tentam apoio mútuo

Aliança que formou a sustentação do governo peemedebista desde a derrubada de Dilma Rousseff, Temer quer vencer denúncia contra ele e o afastamento do senador tucano. Parceria de ambos continua, ainda que a intenção seja sair dos holofotes
 
Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Na berlinda por ações relacionadas a desdobramentos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o atual presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) passam pelo crivo do Congresso nas respectivas acusações a que são alvos.
 
E tanto o peemedebista quanto o tucano têm seus casos analisados nesta terça-feira (17) pelos deputados e senadores, respectivamente. Se, por um lado, o caso relacionado a Aécio não representa em si um risco de segregação da base do governo no Legislativo, Temer avista no apoio mútuo uma possibilidade de obter mais votos para o absolver na denúncia.
 
Diante deste contexto, Temer iniciou uma aproximação visitando o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), nesta segunda (16). O encontro, que ocorreu na residência do senador, foi interpretado por aliados como um sinal positivo do mandatário ao caso de Aécio.
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Ainda indeciso, Senado terá que decidir futuro de Aécio

Senador afastado Aécio Neves é acusado de ter cometido os crimes de corrupção passiva e tentativa de obstruir a Justiça
Foto: Pedro França/Agência Senado

Jornal GGN - Com a liberação do Supremo Tribunal Federal (STF), o Senado votaria nesta terça-feira (17) se iria acatar ou não a determinação da Primeira Turma que afastou o tucano do mandato parlamentar e o recolhimento noturno. Entretanto, a falta de consenso sobre os aliados pode atrasar um pouco mais a resposta do caso.
 
Conforme divulgou o GGN, a votação, tanto do Supremo, quanto do Senado, que possibilitaria a abertura para salvar Aécio Neves (PSDB-MG), estava recheada de dúvidas da Corte e dos parlamentares.
 
O Senado decidiu esperar para não enfrentar diretamente os ministros, sem que decidissem antes a ação direta de inconstitucionalidade, sobre os limites do Congresso para decidir sobre medidas cautelares de parlamentares, como é o caso de Aécio.
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O Senado pode se impor moralmente sobre o Supremo, por Luís Nassif

Há uma boa possibilidade de que o Senado cumpra com seus deveres e vote contra Aécio Neves na votação desta terça feira.

A primeira razão é o fato do STF (Supremo Tribunal Federal) ter abdicado de suas obrigações de julgar e transferido a batata quente para o Senado. Será a oportunidade do Senado demonstrar que tem autorregularão. A degola de Aécio será uma demonstração irretorquivel da superioridade moral do Senado sobre o STF, afastando vez por todas os riscos da ditadura do Judiciário.

Ao contrário da Câmara, que se transformou em uma casa da mãe Joana, e do Supremo, que se transformou em uma Babel, no Senado ainda existe um grupo de senadores com responsabilidade institucional – mesmo entre aqueles que estão na linha de fogo da Lava Jato.

A segunda razão é que Aécio já era. Absolvido, será um cadáver político assombrando o Senado, cada passo seu sendo acompanhado pela opinião pública e cada aproximação com um colega sendo encarada com suspeição. Mantido no cargo, Aécio será um incômodo permanente, mesmo que não avancem as investigações sobre o helicoca.

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A Suprema covardia do Supremo, por Aldo Fornazieri

A Suprema covardia do Supremo

por Aldo Fornazieri

Aos golpes do oportunismo, do golpismo, da covardia, do sofismo e da falácia argumentativa, a maioria do STF derrubou a estátua da Justiça em praça pública, espatifou-a na frente da nação, rasgou a Constituição e, com ambas, estátua e Constituição, fez uma grande fogueira onde foram queimados os princípios da república, a igualdade perante a lei a punibilidade de políticos criminosos e a decência nacional. Cinco ministros, que não têm compromissos com a Constituição, mas com subserviência aos raposões corruptos do Senado, jogaram a gasolina. Carmen Lúcia acendeu o fogo e ainda jogou uma pá de cal sobre as cinzas, pintando o cinza o que já era cinza num país condenado a ser vítima de si mesmo por ser vítima de uma elite que não tem seriedade, que não tem responsabilidade e que não tem pudor.

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STF caminha para abrir brechas à proteção de Aécio pelo Senado

Senador afastado Aécio Neves é acusado de ter cometido os crimes de corrupção passiva e tentativa de obstruir a Justiça
Foto: Pedro França/Agência Senado
 
Jornal GGN - O afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) não é impasse apenas dentro do Congresso, onde os senadores estudavam, até há poucas semanas, o quanto valia salvar o parlamentar tucano, mantendo o seu mandato. A última palavra dada pelos senadores era a espera da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a fim de evitar conflitos antecipados. Mas se no último pronunciamento, os caminhos do Judiciário endossavam a decisão de Edson Fachin, agora o cenário é de uma Corte dividida, podendo trazer empates ou, até mesmo, a vitória ao tucano.
 
O Supremo agendou para esta quarta-feira (11) a decisão sobre os limites do Judiciário e do Congresso em casos de punições relacionadas a parlamentares. O que está em pauta é uma ação que permite a revisão pelo Congresso, em até 24 horas, de uma medida cautelar imposta a deputados e senadores, exceto em casos de prisão.
 
Aécio Neves (PSDB-MG) se enquadra neste caso: a ele foi determinado, por 3 votos a 2, pela Primeira Turma da Suprema Corte o seu afastamento das atividades legislativas e a proibição de sair de casa no período noturno, o recolhimento domiciliar: uma medida cautelar.
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Covardia do STF ou golpe do Senado?, por Aldo Fornazieri

Covardia do STF ou golpe do Senado?

por Aldo Fornazieri

Nos próximos dias a política brasileira se moverá em torno da seguinte disjuntiva: covardia do STF ou golpe do Senado. O pano de fundo será o destino do mandado de Aécio Neves. Não que o STF já não tenha dado sinais de covardia ao permitir violações da Constituição, particularmente no caso do impeachment ilegal, sem crime de responsabilidade, contra Dilma Rousseff. O Senado também já se mostrou golpista, ao sacramentar o mesmo impeachment ilegal. Na hipótese de o STF mostrar alguma dignidade e manter Aécio afastado de seu mandato, se o Senado vier a sustar tal decisão, estaria perpetrando um segundo golpe, mergulhando as instituições numa crise sem precedentes, abrindo mais uma porta para os reclamos de uma intervenção militar.

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STF autoriza envio aos EUA de celulares de investigados ligados a Aécio

da Agência Brasil

STF autoriza envio aos EUA de celulares de investigados ligados a Aécio

André Richter - Repórter da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello autorizou hoje (6) a Polícia Federal (PF) a enviar aos Estados Unidos aparelhos celulares apreendidos na Operação Patmos, deflagrada a partir das delações da JBS. Com a decisão, a PF vai enviar um perito ao exterior para tentar desbloquear celulares que foram apreendidos com alvos da operação ligados ao senador Aécio Neves (PSDB-MG).

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A moeda de troca dos senadores no impasse: salvar Aécio ou imagem?


Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
 
Jornal GGN - À espera do que decidirá o Supremo Tribunal Federal (STF) no próximo 11 de outubro, quando a Corte julga os limites do Congresso sobre sanções determinadas pelo Judiciário, a proteção de parlamentares a Aécio Neves (PSDB-MG), apenas não explícita e com visível recuo de apoios, virá no formato de pressão. Mas ainda traz dúvidas.
 
De acordo com o Painel, da Folha de S. Paulo desta quinta-feira (05), se os ministros da Suprema Corte avalizarem o entendimento de que a última palavra em casos de penas que interferem diretamente nos cargos públicos a que foram eleitos é do Supremo Tribunal, o Congresso "revidará e a CPI dos supersalários será o front contra o Juficiário".
 
Conforme divulgamos nesta quarta (04), parlamentares, incluindo não só a oposição, como também aliados e correligionários, recuaram na briga contra a suposta "interferência" do STF. O sinal não foi de apaziguamento dos senadores, mas um gesto estratégico no cenário atual.
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Por que o Senado recuou na briga contra a interferência do STF?

Parlamentares brecaram os ânimos de contrariar o Supremo, aguardando a decisão do dia 11 e analisando até que ponto Aécio vale a pena
 

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
 
Jornal GGN - O Senado vive um recuo das críticas, até então manifestadas, sobre afastamentos parlamentares pelo Judiciário. Apesar de um então nome forte da política dentro do PSDB, Aécio Neves (PSDB-MG), ser o ponto chave para o debate, o senador tucano perdeu o apoio e não obtém mais esforços suficientes, de parlamentares de quaisquer bancadas, para arriscar futuras apostas. 
 
Nesta terça-feira (04), enquanto o Senado tentava encontrar caminhos para o tema, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, rejeitou o pedido do senador Aécio Neves de suspender o seu afastamento até a decisão do dia 11, quando o Plenário decide sobre os limites do Judiciário e os do Congresso sobre medidas judiciais contra parlamentares.
 
Na forma de mandado de segurança, a defesa de Aécio Neves entendeu que existem confusões a serem solucionadas. Uma a de que a própria decisão de afastar um senador de suas funções parlamentares deve partir da Casa Legislativa, neste caso o Senado, segundo defendem grande parte dos senadores de base aliada, incluindo PMDB e PSDB. O Supremo entende de forma diversa.
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Após decisão sobre Aécio, como fica limite do STF em atividade parlamentar?

 
Foto: Carlos Moura/SCO/STF
 
Jornal GGN - Após a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, negar o pedido da defesa de Aécio Neves (PSDB-MG) e manter a ação contra ele nas mãos do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, o Plenário da Corte deverá ainda julgar uma ADIN sobre o afastamento de parlamentares. O mesmo tema é analisado pelo Senado.
 
Em sua decisão, Cármen Lúcia interpretou possíveis consequências de se afastar um ministro, no caso Edson Fachin, do mandado de segurança impetrado pelo senador tucano afastado. Se Fachin fosse afastado do caso, restariam apenas quatro ministros na Segunda Turma e, pelos argumentos de Aécio, os outros cinco da Primeira também estariam impedidos, o que tornaria um julgamento pelo Plenário impossível, já que se necessitam um mínimo de seis ministros.
 
Mas além do caso específico, a polêmica envolvendo o afastamento de Aécio Neves das atividades parlamentares, determinado pelo Supremo na última semana, esteve em análise pelos senadores nesta terça. Na votação, que foi adiada para o dia 17 de outubro, os parlamentares decidem se irão acatar ou não a decisão de afastar o tucano de seu mandato.
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