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Aécio Neves

Lava Jato cancela novo acordo com Andrade por falta de acusações contra Lula

Por outro lado, força-tarefa de Curitiba e de Brasília não quiseram saber de acusações da empreiteira contra Aécio Neves e o trensalão tucano
 

Foto: Lula Marques - Agência PT
 
Jornal GGN - Além da OAS, também se vê ameaçada a delação da Andrade Gutierrez. Mas além da falta de tempo suficiente para que o caso seja conduzido sob a gestão de Rodrigo Janot na Procuradoria-Geral da República, o motivo é maior: os executivos da empreiteira negaram ter acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
A Andrade Gutierrez já fechou um acordo de delação com a Lava Jato em 2015, pagando uma multa de R$ 1 bilhão. Entretanto, novas delações de outras empresas levantaram que a empreiteira escondeu dos investigadores outros fatos, relacionados ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) e sobre o chamado trensalão tucano.
 
A empresa originalmente mineira, que carrega em seu histórico relações com Aécio, teria perdido a confiança dos investigadores quando, a partir de outras delações, como da Odebrecht, por exemplo, soube-se que a Andrade omitiu pagamento de propina a Aécio Neves relacionada às obras na Cidade Administrativa.
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Cármen Lúcia não deixa Aécio escolher Gilmar Mendes como relator

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - A presidente do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia negou um pedido da defesa de Aécio Neves para que o inquérito instaurado contra o tucano por causa de delações da Odebrecht fosse distribuído a Gilmar Mendes.
 
Ao STF, o advogado Alberto Toron alegou que "havia conexão entre essa investigação, que trata sobre suspostas irregularidades em obras das usinas hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia, e outro inquérito que já é relatado por Gilmar Mendes, este sobre Furnas", explicou O Globo.
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O inquérito que absolveu Aécio se esqueceu do personagem principal, por Luis Nassif

Dimas Toledo costumava de se vangloriar de ter mais de cem deputados no bolso. Durante anos e anos foi o principal operador de Furnas. Eram públicas suas relações com Aécio Neves e outros políticos.

No inquérito, menciona a existência de enorme quantidade de documentos, que levaram à reabertura do inquérito contra Aécio, e não menciona nenhum. Limita-se a indicar os depoimentos que livrariam Aécio, dentre os quais os de Lula, José Dirceu e Silvinho Pereira, de que Dimas não teria sido nomeado por influência de Aécio. E também do filho do dono da Bauruense, afirmando que o pai nunca lhe mencionara o nome de Aécio. Bauruense teria sido a empresa através do qual se lavava o dinheiro de Furnas para Aécio.

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Armínio Fraga diz que não "enxergava" lado de Aécio revelado pelo escândalo da JBS

Imagem: Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - Economista e guru de Aécio Neves (PSDB) na eleição de 2014, quando o tucano foi derrotado pela presidente deposta Dilma Rousseff (PT), Armínio Fraga disse em entrevista à Folha que foi "desagradável" ver o lado do tucano revelado pelo escândalo da JBS. Vociferando os interesses do mercado, Armínio ainda defendeu que Lula fique fora da disputa de 2018 e projetou a eleição de um presidente que dará continuidade à agenda Temer na economia.
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Prisão de Aécio será julgada em agosto, indica ministro do Supremo

Foto: Agência Brasil
 
 
Por André Richter
 
Da Agência Brasil
 
 
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio confirmou hoje (1º) que o novo pedido de prisão e afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), feito ontem (31) pela Procuradoria-Geral da República (PGR), será julgado pela Primeira Turma da Corte, após manifestações dos advogados do senador. A data do julgamento ainda não foi definida.
 
Após deixar a sessão de abertura dos trabalhos do segundo semestre no STF, Marco Aurélio, que é relator do novo pedido, disse que continua convencido do acerto de sua decisão que determinou a volta de Aécio às atividades parlamentares e rejeitou pedido de prisão preventiva do parlamentar.
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Gilmar se irrita com 3º pedido de prisão de Aécio e dispara contra Janot

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O terceiro pedido do procurador-geral da República Rodrigo Janot para prender o senador Aécio Neves por recebimento de propina e lavagem de dinheiro da JBS motivou uma reação espinhosa do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. 
 
O magistrado chegou a dizer que Janot tirou a decência e sobriedade do Ministério Público e admitiu que o Supremo também errou em não colocar freios ao uso desenfreado das delações premiadas.
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Janot pede, de novo, prisão de Aécio ao STF

Jornal GGN – Rodrigo Janot, procurador-geral da República, entrou nesta segunda-feira, dia 31, com novo recurso pedindo a prisão de Aécio Neves (PSDB-MG) ao Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pretende anular a decisão do ministro Marco Aurélio, que negou outro pedido de prisão e reenviou Aécio às suas atividades no Senado.

Este é o terceiro pedido feito pela PGR para prender Aécio Neves. Dois foram rejeitados quando da homologação da delação premiada da JBS. Este novo pedido será analisado pela Primeira Turma da Corte, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luiz Fux e Luís Roberto Barroso, e mais o relator.

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Mídia usa estilo Lava Jato para condenar a Lava Jato, por Luis Nassif

Hoje, na Folha, ficou nítida a nova forma de desqualificação dos trabalhos da Lava Jato. Trata-se do pente fino da Polícia Federal sobre as inconsistências das denúncias do MPF e das delações premiadas.

O que garantia a blindagem da Lava Jato, até agora, era o forte espírito corporativo do Ministério Público Federal, a coesão do grupo de Curitiba e o apoio incondicional da mídia, enquanto os alvos fossem adversários políticos.

A forte blindagem da opinião pública, o espírito de manada, inibia todas as críticas. As avaliações sobre a falta de experiência da banda brasiliense da Lava Jato, sobre os exageros da quantidade de delatores de Curitiba, tudo isso ficava entre quatro paredes. No máximo, eram sussurradas críticas do Ministro Teori Zavascki sobre a inconsistência técnica de muitas das denúncias, o estilo panfletário substituindo a apresentação escassa de provas documentais. Leia mais »

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Ambos delatados, Temer se encontra com Aécio para reaproximação


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A três dias para a votação da Câmara dos Deputados sobre autorizar a denúncia contra Michel Temer no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente reuniu-se com o senador também alvo da Operação Lava Jato, Aécio Neves (PSDB-MG). Temer o convidou para um jantar no Palácio do Jaburu, neste sábado (29).
 
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o convite de Temer a Aécio foi um gesto de "manter o PSDB como aliado". Entretanto, se a tentativa é se reaproximar do partido, o mandatário peemedebista, por outro lado, não adota cautelas em associar seu nome a de outro alvo das acusações do grupo J&F. Temer e Aécio foram delatados por Joesley Batista, dono da JBS, que integra o grupo.
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Jornal divulga trecho da delação de Marcos Valério que cita Aécio

Foto: Geroge Gianni/PSDB
 
 
 
Jornal GGN - O jornal O Tempo teve acesso a alguns anexos da delação premiada de Marcos Valério que contam com um pouco mais de detalhe como Aécio Neves teria se beneficiado de esquemas de corrupção que podem ter envolvido o Banco Rural e a Codemig. Ciente do vazamento, Aécio já saiu pela tangente e respondeu que a denúncia apenas trata de transações "privadas", não de desvios de verba pública.
 
Um dos trechos expõe que o ex-governador de Minas Gerais teria sido beneficiado por um empréstimo fraudulento que envolvia, além do hoje senador tucano, o ex-presidente da Assembleia Legislativa Mauri Torres, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, e o ex-secretário de governo Danilo de Castro. Os dois são do PSDB.
 
De acordo com a delação, Mauri, antes do mensalão de 2005 estourar na mídia, solicitou ao sócio de Valério nas agências SMPB e DNA Propaganda (Ramon Hollerbach Cardoso) um empréstimo de "valor muito alto" que seria usado para comprar um apartamento na região centro-sil de Belo Horizonte. 
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Vaza depoimento que Aécio deu à Polícia Federal, sem alarde na grande mídia

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - Sem espetáculo midiático, o senador Aécio Neves prestou depoimento à Polícia Federal, no início de maio de 2017, no inquérito em que é suspeito de receber propina de esquemas em Furnas. Mas toda a discrição não evitou que o conteúdo do interrogatório fosse vazado ao público nesta segunda (10), por meio um jornal da grande mídia.

Na reportagem em que informa que Gilmar Mendes concedeu mais 60 dias para a PF concluir o inquérito contra Aécio, o Estadão divulgou um arquivo onde consta o relatório do delegado Alex Rezende sobre o depoimento do tucano.

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Gilmar Mendes estende prazo de investigação contra Aécio por propina em Furnas

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu à Polícia Federal mais 60 dias para concluir um inquérito contra Aécio Neves (PSDB) por corrupção em Furnas. O pedido foi feito a Gilmar pela Procuradoria Geral da República, capitaneada por Rodrigo Janot. A decisão foi tomada no dia 23 de junho, mas só no último dia 6 é que foi divulgada.

Janot sustentou que a extensão do prazo era necessária "tendo em vista que algumas das diligências necessárias à elucidação dos fatos investigados não puderam ser realizadas no prazo anteriormente definido."

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O golpe está nu, mas Dallagnol e Moro ainda estão de bermudas, por Armando Coelho Neto

O golpe está nu, mas Dallagnol e Moro ainda estão de bermudas

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Depois do “Caso Aécio”, quem me chamou de doutrinado virou pó. Este seria o título daquilo que seria o texto de hoje, movido por mais um controvertido capítulo daquela que, não se sabe a razão, ainda chamam de Corte Suprema. Seria sobre o retorno de Aécio Neves (PSDB) ao senado, de onde, por princípio constitucional, não deveria ter saído. Pelo menos no que diz respeito à forma, devido à clara invasão de poderes. Bom lembrar que há pouco tempo, a mesa diretora do Senado ignorou ordem do ministro Marco Aurélio Melo e não afastou Renan Calheiro (PSDB), que não arredou o pé e nem foi arredado de onde estava. Sim, Marco Aurélio, que monocraticamente queria afastar Renan, mandou monocraticamente Aécio voltar, porque a decisão de afastar foi monocrática, entre outros argumentos.

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Aécio é blindado no Senado, mas ameaçado no Judiciário


Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - O Conselho de Ética do Senado arquivou o pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), por uma grande maioria de 16 senadores. Assim, a Casa Legislativa sequer investigará se o tucano recebeu por meio de seu primo R$ 2 milhões do dono da JBS, Joesley Batista. Se o parlamentar conseguiu a blindagem no Congresso, no Judiciário o contexto é um pouco diferente: ele é alvo de 8 inquéritos e uma denúncia.
 
Foram 16 votos contra 4 que salvaram temporariamente o senador Aécio e um afastamento de suas atividades legislativas por quebra de decoro parlamentar. Segundo o senador Lasier Martins (PSD-RS), se Aécio queria provar que era inocente, agora não tem mais a opção e perdurará "a dúvida".
 
"Não estivemos agora julgando a cassação, e sim a admissibilidade ou não da representação. Sempre defendi que o processo seria saudável para Aécio provar que é inocente. Da maneira que ficou, perdura a dúvida", disse o parlamentar.
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Geddel, o caso de impunidade mais assombroso de nosso tempo, por Janio de Freitas

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Foto: Beto Barata
 
Jornal GGN - Preso nesta semana, Geddel Vieira Lima, um dos aliados mais próximos do presidente Michel Temer, é um dos casos mais assombrosos de impunidade e de imunidade na política nos últimos tempos.
 
A opinião é do jornalista Janio de Freitas, que lembra que Geddel fez parte do escandâlo dos Anões do Orçamento, onde sete deputados caíram em uma CPI, em 1993, com exceção do ex-ministro de Temer. 
 
Para o jornalista, a imunidade conseguida por Geddel na época revela claramente o “compadrio inescrupuloso que rege grande parte das relações e das decisões parlamentares”. 

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