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A Odebrecht conseguiu 6 meses de prazo, a partir das delações, com sigilo das informações de corrupção em outros países
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Seminário, realizado no Teatro Aliança Francesa, analisará crise dos valores republicanos
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É impossível dizer onde o PT chegaria se não tivesse optado pela conciliação. Mas é possível constar que ela fracassou
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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Ao vivo: Singer, Haddad e Avritzer discutem democracia e sistema político no Brasil

Jornal GGN - Acompanhe agora, ao vivo, do Teatro Aliança Francesa, aula pública sobre a crise da democracia e dos valores republicanos, com o professor dr. Leonardo Avritzer, coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, o ex-prefeito de São Paulo e professor na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, Fernando Haddad, e o cientista político da USP, André Singer. 

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Impopularidade de Temer no Congresso e nas ruas

Manifestação em São Bernardo do Campo, no dia 15 de março - Foto: Adonis Guerra/SMABC
 
Jornal GGN - Se as reivindicações contra o governo de Michel Temer se intensificam a cada dia, o reflexo da insatisfação popular no Congresso também deixa registros. Desde o fim do último ano, a aprovação das medidas políticas como saídas econômicas vem caindo, com uma porcentagem de menos 12 pontos desde julho de 2016 até abril deste ano.
 
A informação foi contabilizada pelo Basômetro, do Estadão, fazendo um balanço das votações nominais realizadas na Câmara, em comparação com as orientações formais do governo. O ápice da modificação visível nos apoios ocorre em paralelo à tentativa das aprovações das reformas previdenciária e trabalhista.
 
Se nas primeiras vinte votações colocadas em pauta pelo Planalto, 92% dos parlamentares seguiram a orientação de Temer, nas últimas vinte, foram apenas 68% dos deputados. Dessa forma, a falha na principal estratégia para condução do governo - a extensão da governabilidade do peemedebista na Câmara e no Senado - mostra uma real crise política.
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PSOL vai ao STF contra urgência da reforma trabalhista

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Foto: Lula Marques/AGPT
 
Jornal GGN - O PSOL protocolou, nesta segunda-feira (24), um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a decisão do plenário da Câmara dos Deputados, que aprovou a tramitação de urgência para o Projeto de Lei 6787, da reforma trabalhista, na última quarta (18).
 
Um dia antes, o plenário havia rejeitada outro requerimento de urgência. O PSOL alega que a apresentação de um novo requerimento com o mesmo teor foi uma manobra do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para reverter o resultado da votação.
 
O partido da oposição afirma que Maia desrespeitou o regimento interno da Câmara, ao deixar de considerar como prejudicada matéria que já foi deliberada pelo plenário. 

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Como as delações seletivas seriam julgadas em Atenas?, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Como as delações seletivas seriam julgadas em Atenas?

por Fábio de Oliveira Ribeiro

No princípio da Lava Jato, as prisões eram decretadas para obter delações que resultariam em novas prisões com a finalidade de que outros delatores em potencial fossem encontrados. Os desvios no instituto da prisão preventiva, evidentes, foram amplamente debatidos pela comunidade jurídica.

Outro desvio pelo qual operou a Lava Jato foi a exagerada exposição pública do Juiz Sérgio Moro. Ele foi fotografado com candidatos a cargos eletivos (Doria Jr.), com sonegadores de impostos (os donos da Rede Globo) e até com investigados por crimes financeiros cometidos no âmbito da operação que ele conduz (Aécio Neves e José Serra). A conduta dele, que poderia ser considerada repreensível à luz da Lei Orgânica da Magistratura, jamais foi repreendida pelo CNJ.

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Em SP, trabalhadores do transporte coletivo confirmam adesão à greve geral

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Foto: Paulo Iannnone/Sindicato dos Metroviários

Da Rede Brasil Atual

 
Motoristas, cobradores, metroviários e ferroviários de várias cidades da região metropolitana confirmam adesão à paralisação do próximo dia 28. Alguns ainda farão assembleias

Trabalhadores do transporte coletivo municipal e intermunicipal da região metropolitana de São Paulo confirmaram ao longo desta semana a adesão à greve geral do dia 28, contra o projeto de reforma da Previdência, contra a reforma trabalhista e a lei da terceirização, todas propostas pelo governo de Michel Temer. Vão ser paralisados os sistemas de transporte de 21 cidades, durante 24 horas.

Da mesma forma, os condutores da Baixada Santista, os ferroviários de quatro linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e os metroviários também vão cruzar os braços neste dia. Os motoristas e cobradores da capital paulista e outras duas linhas da CPTM vão decidir sobre a paralisação no começo da próxima semana.

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Para membros do MP e juízes, parecer de Maia tem retrocessos injustificáveis

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Foto: Lula Marques/AGPT

Jornal GGN - Por meio de nota, associações de juízes e de membros do Ministério Público organizadas na Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público (FRENTAS) afirmam que as alterações propostas na Comissão Especial da Reforma da Previdência pelo deputado Arthur Maia (PPS-BA) apresentam “injustificáveis retrocessos”, além de manter diversos equívocos graves.

A Frente diz que o discurso de diminuição do déficit da Previdência é ilusório, e que as mudanças apresentadas não demonstram “fundamentadamente a efetiva redução de gastos”.

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Reforma da Previdência: punindo os inocentes, por Juliano Giassi Goularti

A PEC 287, proposta sob a justificativa da tara do ‘déficit’, tem como objetivo redirecionar o orçamento público da Previdência ao sistema financeiro, para que este extraia super lucro. Sua tendência será agravar em ritmo acelerado as desigualdades no Brasil (Foto - Divulgação INSS)

do Brasil Debate

Reforma da Previdência: punindo os inocentes

por Juliano Giassi Goularti

Que país a Reforma da Previdência projeta para meados do século XXI? Numa perspectiva crítica e de comprometimento social com a coletividade, o ajuste estrutural na Previdência Social delineado pelo governo está de costas para o futuro. Responsável por assegurar a renda dos trabalhadores e de seus dependentes quando da perda da capacidade de trabalho, o que está por trás da Reforma (Proposta de Emenda Constitucional N° 287) é retirar o mínimo de justiça social definido pela Constituição Federal de 1988.

No debate constitucional, o legislador constituinte estabeleceu um sistema de seguridade social universal, solidário e baseado em princípios redistributivos. No texto da Carta Magna, os trabalhadores rurais passaram a ter os mesmos direitos previdenciários que os trabalhadores urbanos, foi instituído o programa seguro-desemprego e introduzido o piso de aposentadoria equivalente ao salário mínimo para evitar a corrosão real dos benefícios. Não por menos que hoje as transferências da Previdência são uma das principais fontes de movimentação da economia local de 70% dos municípios brasileiros, principalmente daqueles afastados dos centros urbanos.

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Rico que gritava “vai para Cuba” foi para Portugal, por Sérgio Saraiva

Burguês endinheirado se protege da crise no Brasil indo morar em país de governo socialista. E você coxinha, ainda achando que prender o Lula é a solução para o Brasil?

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Rico que gritava “vai para Cuba” foi para Portugal – coxinha trouxa ficou no Brasil

por Sérgio Saraiva

Duas notícias, neste mês de abril, complementares com uma distância de três semanas, mostram como pensam as classes dominantes neste país: “farinha pouca, meu pirão primeiro”.

No início de abril, a BBC-Brasil, repercutindo a The Economist, trazia uma notícia que ia contra a corrente do que se prega no Brasil para sairmos da crise.

”Portugal está superando a crise econômica sem recorrer a fórmulas de austeridade, diz Economist”.

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As crianças que não contam na Síria, por Robert Fisk

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Foto: Omar haj kadour/AFP

Do Outras Palavras

Robert Fisk: as crianças que não contam

Duas semanas depois de curioso ataque com gás sarin, terroristas financiados pelo Ocidente explodiram camboio de refugiados, matando 126 sírios, entre os quais 80 crianças. Desta vez, ninguém chorou

Por Robert Fisk, The Independent | Tradução Roberto Pires Silveira

Essa foi a mãe de todas as hipocrisias. Algumas crianças sírias mortas importam, penso. Outras não. Um assassinato em massa duas semanas atrás matou crianças e bebês e levou nossos governantes à mais justa indignação. Mas o massacre deste final de semana na Síria matou ainda mais crianças e bebês – e mesmo assim não gerou mais que silêncio daqueles que antes bradaram pela salvaguarda de nossos valores morais. Por que desta vez não?
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Doce, doce amor ♥ ♪

R.I.P.

Enviado por Vânia

Doce, doce amor onde tens andado

Diga por favor doce, doce amor
Doce, doce amor que eu vou te encontrar
Meu bem seja onde for

com Raul Seixas

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Tem Alemão no Choro!

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Doria e os milionários que estão transformando SP em uma empresa privada, por Fred Giacomo

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Foto: Cesar Ogata/Secom

Do Medium

Dória, Cosac e os milionários que estão transformando São Paulo em uma empresa privada.

Fred Giacomo

Acho que existem diferenças na boa gestão pública e na boa gestão privada. Diferenças que passam pela simples conceituação do que é público (pertencente ou relativo ao povo, que é de todos) e privado (que não é público; particular, o que não pertence ao Estado). Algumas coisas que podem fazer sentido na gestão privada, não fazem na pública. Por exemplo: uma empresa privada como a editora Cosac Naify fazia livros lindos, caros, elitizados e voltados para um público pequeno. Tanto que não vendiam muito, mas ela tinha um dono, que bancava o investimento. A coisa era dele, ele podia fazer o que quisesse, não se importando com o “gosto do povo”. Se a mão invisível do mercado levasse seus livros a serem sucessos comerciais, maravilha. Se os livros encalhassem, tudo bem, ele salvava a seara com um pouco do dinheiro privado da sua família. Eu, como leitor, adorava e comprava os livros da editora sempre que podia (ou sempre que eles entravam em promoção). A maior parte dos meus conhecidos nem fazia ideia do que era a Cosac.

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