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Romério Rômulo é professor de Economia Política da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), em Minas Gerais. Entre seus livros de poesia publicados estão "Tempo Quando", "Matéria Bruta" e "Per Augusto & Machina". É um dos fundadores do Instituto Carlos Scliar, com sede no Rio de Janeiro.

como morrer se o corpo chega em samba / e tudo fala em redenção da vida?
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são grossos, terminais e arredios / todos amores que armei de vê-los / estradas seminais, meus desmantelos
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se não nos vermos ; saiba que te amei e te odiei / como todo poeta bandido faz.
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procuradora senhora, os meus enredos / de metalúrgica estrada, toda então: / a vida só me ataca nos segredos.
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eu acabo de morrer / de tanto amor que me dá / eu só volto se viver / lá onde maria está.
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tantos corpos eu vi, estilhaçados / pela fome que os come, adormecidos / que meus olhos se viram fracassados
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se a vida me escolhesse e me matasse / eu beberia a água do teu olho.
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bibi, beatriz, abelha / dodó de caymmi, dora / uma, na ponta da telha / outra, na pele da aurora; por romério rômulo
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traço que me fala / em mão e mágoa
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se acaso a tua dor em mim doesse / e eu, vão, na tua pele então ficasse / e um tiro de paixão me derretesse.
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