Revista GGN

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Desde criancinha revelou inúmeros talentos para o exercício do poder, por Sebastião Nunes
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Ouvi um toc-toc-toc no vidro da janela e lá estava ele: meu papagaio verde do bico dourado, por Sebastião Nunes
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Toda pimpona, a galinha passou a ser paparicada por todos; por Sebastião Nunes
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Comiam uma carniça enorme, fedorenta como ela só. Talvez a carniça da Previdência ou da Educação; por Sebastião Nunes
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Perderia sem dúvida o lugar no Guinness book como recordista mundial. Mas só acreditaria vendo; por Sebastião Nunes
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Vai enxergar o mundo azul? Não. Na República-das-Bananas não tem, nem verde ou amarelo. Só cinza. Por Sebastião Nunes
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"Foi convivendo com as nossas elites que garimpei matéria para meus livros"; por Sebastião Nunes
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E lá estava o castelo do nigromante terrível, polvilhado de jaburus, urubus, murundus e ladrões; por Sebastião Nunes
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Com a enxada no ombro, o jovem Bob Dylan palmilhava a tórrida estrada que levava ao algodoal; por Sebastião Nunes
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Infelizmente, o idealizador, principal mecenas e responsável pelo que ali se via, batera as botas; por Sebastião Nunes
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