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Petróleo e Gás

Os desafios das novas tecnologias e o enfraquecimento do conteúdo local, por Paola Azevedo

Os desafios das novas tecnologias e o enfraquecimento do conteúdo local

por Paola Azevedo

O setor de Petróleo e gás no Brasil enfrenta desafios tecnológicos, em virtude de características das atividades de petróleo offshore, por isso, progredir nas explorações e na produção em águas profundas depende de novos conhecimentos e da inovação. As inovações de processo e os avanços nas atividades do setor, como exploração e produção de petróleo offshore, se diferenciam de outros setores da economia, por conta da especificidade e diversidade exigidas em termos de inovações tecnológicas, assim, é essencial a existência de uma Política Industrial bem estruturada que possibilite a superação dos obstáculos inerentes ao setor.

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Medida do governo em tributos do pré-sal trará prejuízos trilionários


Fotos: Agência Brasil e Agência Câmara/ Montagem: Brasil247
 
Jornal GGN - A Medida Provisória 795, proposta do governo Michel Temer que tramita em comissão mista no Congresso, busca reduzir tributos do setor pretolífero: o impacto disso para os bolsos da União será de R$ 1 trilhão a menos de arrecadação. 
 
Estes foram os cálculos de estudos da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados, publicados nos últimos dias. Os consultores legislativos Paulo César Ribeiro Lima, da área de Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos, e Bruno Alves Rocha, de Orçamento e Fiscalização Financeira, chegaram a essa estimativa.
 
Somente para o ano de 2018, se a Medida Provisória for instaurada, "a renúncia de receita estimada será de R$ 11,14 bilhões", apontou Bruno Rocha. "Em resumo e grosso modo, o conjunto das medidas adotadas pela MP 795, de 2017, acarretarão renúncias de aproximadamente R$ 16,37 bilhões em 2018, de R$ 5,83 bilhões em 2019 e R$ 7,78 bilhões em 2020 em tributos federais", completou.
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Gás de cozinha está 12,9% mais caro

Jornal GGN – O gás para uso residencial, vendido em botijões de até 13 quilos (GLP P-13), o gás de cozinha, sofrerá, a partir de hoje, aumento de 12,9% em média. A decisão foi do Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras.

Segundo a estatal, o aumento foi calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho deste ano, refletindo a variação das cotações no mercado internacional. Disse, ainda, que a legislação brasileira “garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados” e que essas revisões podem ou não refletir sobre o preço final ao consumidor. Isso vai depender das distribuidoras e revendedores.

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Botijão de gás está mais caro

Jornal GGN – A Petrobras, através do Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) resolveu reajusta os preços do botijão de gás de até 13 kg para uso residencial. O aumento será, em média, de 6,9% e entra em vigor hoje, terça-feira, dia 26. Segundo a Petrobras, o reajuste será somente do botijão de gás. Este é o segundo aumento no mês de setembro e o terceiro em menos de dois meses.

De acordo com a Petrobras, o ajuste foi aplicado sobre os preços sem incidência de tributos. Assim, segundo suas estimativas, se o aumento for repassado integralmente ao consumidor, o preço do botijão de GLP-13 pode ter alta média de 2,6% ou cerca de R$ 1,55 por unidade. Segundo a empresa, o cálculo será este mesmo, caso sejam mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

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Política de conteúdo local na cadeia de petróleo e gás é motor de desenvolvimento

do Clube de Engenharia

Política de conteúdo local na cadeia de petróleo e gás é motor de desenvolvimento

“Fazemos uma revisão da política de conteúdo local no pior momento da história brasileira, de queda do PIB e desemprego recorde”. “Só vamos conseguir desenvolver o Brasil se tivermos o know-how, Engenharia e construção de máquinas e equipamentos no país. O que traz desenvolvimento é a indústria”. As afirmações são, respectivamente, do diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, em 22 de setembro, quando o Clube de Engenharia sediou, em auditório lotado, uma Audiência Pública proposta pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ) à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Se nado Federal. Em pauta, O conteúdo local na cadeia de petróleo e gás.

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A substituição da Política de Conteúdo Local pelo conteúdo internacional

Ilustração do Clube de Engenharia

A substituição da Política de Conteúdo Local pelo conteúdo internacional

por Rodrigo Pimentel Ferreira Leão e Caroline Scotti Vilain

A partir da descoberta do pré-sal em 2007, o governo brasileiro estruturou um conjunto de políticas visando ancorar à imensa descoberta de petróleo o desenvolvimento da indústria nacional. Em outras palavras, aproveitando-se das oportunidades e das necessidades de longo prazo criadas pela descoberta do pré-sal, o governo elaborou duas grandes iniciativas a fim de fortalecer e impulsionar o crescimento da indústria nacional.

Em primeiro lugar, foram criadas novas medidas setoriais a fim de de subsidiar a atuação de empresas nacionais fornecedoras de petróleo e gás (P&G). Um exemplo foi a criação de mecanismos especiais de financiamento a partir do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Dentre esses, cabe mencionar o estabelecimento de taxas de juros e participações diferenciais nos financiamentos com recursos no Fundo da Marinha Mercante (FMM) – uma linha de crédito específica para a indústria naval -, bem como a criação do Fundo de Garantia à Construção Naval (FGCN), a fim de minimizar o risco de crédito com as operações de financiamento das construções de embarcações. Além do apoio do BNDES, também foi fundamental a determinação de um percentual mínimo de conteúdo local nas rodadas de licitações realizadas desde 2003, visando o fornecimento de equipamentos e materiais utilizados nas fases de exploração e de desenvolvimento dos blocos de petróleo e gás.

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Petróleo continuará a ter papel central por muitos anos, diz Gabrielli

Foto Agência Senado

do Vermelho

Petróleo continuará a ter papel central por muitos anos, diz Gabrielli

O ex-presidente da Petrobrás e professor da Universidade Federal da Bahia, Sergio Gabrielli, realizou na manhã de hoje, no XVII Confup (Congresso da Federação Única dos Petroleiros), exposição que demonstra como a política atual do governo federal parte de premissas equivocadas sobre o papel do petróleo na economia.

Para ele, o setor petróleo no Brasil está passando por mudanças em três grandes áreas: na exploração e produção, na política de gás natural e no refino e abastecimento. Em todos os casos há redução do controle do estado brasileiro e abertura para empresas estrangeiras.

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Botijões de gás terão reajuste de 6,9% em média

Jornal GGN – Desde zero hora de hoje o botijão de 13 kg (GLP P-13) para uso residencial terá reajuste de, em média, 6,9%. A informação foi dada pela Petrobras e foi feita com base na política de preços divulgada em 6 de junho.

Na nota, a Petrobras informa que, como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, o preço reajustado nas refinarias poderá ou não refletir no preço final ao consumidor. Joga a responsabilidade aos repasses que serão feitos por distribuidoras e revendedores.

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Pela primeira vez, produção do pré-sal ultrapassa a do pós-sal

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Foto: Geraldo Falcão/Agência Petrobras
 
Jornal GGN - Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em junho, a produção de petróleo na região do pré-sal superou do pós-sal pela primeira vez.
 
No total, a produção do país em junho chegou a 2,675 milhões de barris por dia, um aumento de 0,8% na comparação com o mês anterior e de 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
 
A produção no pré-sal chegou a 1,352 milhão de barris por dia, enquanto a do pós-sal atingiu 1,321 milhão de barris diários. O pré-sal é uma camada de reservas situadas abaixo de uma profunda área de rocha salina no litoral, e o pós-sal está acima dessas camadas e em profundidade menor.
 
Foram produzidos 111 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d) de gás natural em junho, um crescimento de 6,1% em relação a maio e de 7,4% na comparação com junho de 2016. 

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EUA assumem controle de 83% da importação brasileira de óleo diesel, por Miguel do Rosário

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Desde muito tempo, o óleo diesel figura em primeiro lugar no ranking das nossas importações. Foto: Divulgação

Do Cafezinho

EUA assumem controle de 83% da importação brasileira de óleo diesel

por Miguel do Rosário

Em agosto de 2015, o juiz Sergio Moro estava em plena campanha em favor do golpe. Dava palestras onde quer que lhe chamassem e suas decisões seguiam uma agenda estritamente conectada às forças de oposição que conspiravam para derrubar o governo Dilma.

No dia 31 daquele mês, Moro proferiu uma palestra com o tema “Corrupção sistêmica: as lições da operação Mãos Limpas”, num evento organizado pela editora Abril, em São Paulo.

O juiz responsável pela operação Lava Jato, então no auge de sua popularidade, explicava aos executivos que se dispuseram a pagar R$ 1.800 por um ingresso, o que, na sua opinião, eram investimentos não baseados em razões de “ordem econômica e racional”.

Como exemplo, ele cita a refinaria Abreu e Lima, lembrando que o custo inicial da obra, estimado em 2 bilhões de dólares, passara para 18 bilhões de dólares.

Moro conta que alguns “colaboradores” capturados pela Lava Jato lhe disseram que a obra jamais se pagaria.

Trajando seu tradicional terno preto, com uma expressão aflita no rosto, o juiz de Curitiba conclui que tudo isso “leva a uma natural suspeição: será que o fator de recebimento de propina não foi o agente motivador dessas decisões de investimento mal sucedidas?”

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ANP tenta permitir regras novas do conteúdo local em contratos antigos

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) tenta permtir que as novas regras de conteúdo local do setor de petróleo sejam adotadas em contratos antigos. 
 
Décio Oddone, diretor-geral da ANP, afirma que os contratos de concessão de áreas de petróleo e gás assinados desde 2005 poderiam seguir as novas determinações, adotados neste ano. "Acreditamos que a nova alternativa irá destravar investimentos, atraindo capital e gerando novas contratações, novos empregos e arrecadação”, disse Oddone.
 
As novas regras da política de conteúdo nacional reduziram, na média, em 50% a  exigência de equipamentos e serviços produzidos no país. As alterações foram criticadas por sindicatos e por empresários do setor,  que afirmam que elas irão provocar um aumento no desemprego, ao contrário do que disse Oddone. 

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Pré-sal alcança novo recorde mensal de produção em junho

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Foto: Geraldo Falcão/Agência Petrobras
 
Jornal GGN - De acordo com dados divulgados pela Petrobras, a produção de petróleo no pré-sal operada pela estatal, incluindo a parcela própria e dos parceiros, alcançou um novo recorde mensal, chegando a 1,35 milhão de barris por dia (bpd) em junho. 
 
Outro recorde atingido no pré-sal foi o da produção diária, no dia 19 de junho, com 1,42 milhão de barris. A produção de petróleo e gás natural também alcançou um novo recorde de 1,69 milhão de barris de óleo equivalente por dia (boed).
 
Segundo a estatal, o início da produção da plataforma P-66, no campo de Lula, contribui para o resultado de junho. Além disso, ao longo de 2017, também houve a entrada em produção de novos poços produtores conectados ao FPSOs Cidade de Caraguatatuba, Cidade de Ilhabela, Cidade de Maricá, Cidade de Mangaratiba e Cidade de Saquarema, todos na Bacia de Santos. 

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Conselho da Petrobras aprova abertura de capital da BR Distribuidora

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - A Petrobras informou, por meio de nota, que seu Conselho de Administração aprovou a abertura de capital da subsidiária Petrobras Distribuidora (BR) nesta terça-feira (11). 
 
A operação será realizada através de oferta pública secundária de ações, e a estatal disse que pretende aderir ao segmento especial do mercado de ações da B3 (antiga BM&FBOVESPA) denominado Novo Mercado, “em linha com as melhores práticas de governança corporativa”.
 
A BR é líder no mercado brasileiro de combustíveis, com cerca de 8 mil postos de combustíveis. Sua abertura de capital é considerada como uma das mais importantes operações dentro do plano de venda de ativos da estatal, que pretende levantar US$ 21 bilhões no biênio 2017-2018.

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Petrobras faz reajuste combustíveis pela quarta vez em uma semana

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Foto: Alexandre Carvalho/A2img
 
Jornal GGN - Nesta sexta-feira, a Petrobras anunciou uma nova revisão no preço dos combustíveis nas refinarias, menos de 24 horas após o último reajuste. Esta é quarta alteração dos preços desde o dia 30 de junho, quando foi adotada uma nova política que permite reajustes diários do diesel e da gasolina. 
 
A partir de amanhã, a gasolina terá redução de 0,7% e o óleo diesel de 0,2% nas refinarias. Das últimas revisões, três foram para diminuir os preços dos combustíveis, sendo, que na noite de ontem, a Petrobras a redução de 0,5% tanto para a gasolina quanto para o diesel. 

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Petrobras divulga venda de ativos no Paraguai e cessão de campo no pré-sal

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Foto: Tania Rego/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Por meio de notas para a imprensa, a Petrobras anunciou o início da etapa de divulgação da venda de ativos na Paraguai e  a cessão da totalidade de sua participação no Campo de Maromba, na Bacia de Campos, no pré-sal.
 
No país sul-americano, a estatal pretende vender toda sua participação nas empresas Petrobras Paraguay Distribución Limited (PPDL UK), Petrobras Paraguay Operaciones y Logística SRL (PPOL) e Petrobras Paraguay Gas SRL (PPG). 
 
A Petrobras atua no mercado de distribuição e comercialização de combustíveis, GLP e lubrificantes no Paraguai, com uma rede de 197 estações de serviços e 113 lojas de conveniência. 
 
A petrolífera brasileira, que é a maior distribuidora de combustíveis do Paraguai,  também trabalha no segmento de aviação, operando em três aeroportos, no setor de grandes consumidores e também possui um terminal próprio de distribuição, na cidade de Villa Elisa. 

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