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Opinião

O fim de Temer, por Jandira Feghali

 
O fim de Temer
 
por Jandira Feghali
 
Com um discurso cínico e nada convincente, Michel Temer expôs esta semana sua pequenez e desafiou o país ao menosprezar as denúncias da Procuradoria Geral da República (PGR) por corrupção passiva. Com trejeitos artificiais e expressões de mafioso, o ilegítimo tentou defender o indefensável e aparentar força reunindo alguns poucos parlamentares, que não pouparam o povo de uma cena patética e desrespeitosa em cadeia nacional de TV. De nada resolveram as urgentes chamadas de vice-líderes por telefone aos aliados horas antes do pronunciamento. Sua base aliada está sendo forçada a responder, mas muitos já não conseguem dar o abraço de afogados.
 
A denúncia contra Temer chegou à Câmara. Aquele que se diz orgulhoso de ser presidente, mesmo lá estando com os 54 milhões votos de Dilma, e que fez questão de trair junto com a Constituição Brasileira.

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Ninguém se cerca de Moreiras e Geddeis se não por afinidade, por Janio de Freitas

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Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - No meio da corrosão de uma crise que continua se agravando, a Câmara que deu início ao impeachment contra uma presidente por truques contábeis é a mesma com a óbvia disposição de negar licença para o impedimento de outro presidente, cercado de denúncias.
 
A opinião é do jornalista Janio de Freitas, que pontua que, em sua defesa, o presidente Michel Temer implicitamente negou qualquer relação com a mala de Joesley Batista para Rodrigo Rocha Loures, colocando o  amigo "de total confiança" no papel de único achacador e recebedor da propina.
 
Para o colunista, ninguém se cerca de gente como Geddel Vieira Lima e Moreira Franco “se não tiver o mesmo propósito pelos mesmos meios”, ressaltando que, mesmo assim, Temer ainda tem apoio do Congresso e daqueles que “empurraram o país para o buraco, pela ninharia de uma contabilidade inútil, e hoje calam sua responsabilidade, felizes no elitismo e trêmulos de medo da polícia e da Justiça”. 

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Para entender o crescimento, queda e novo crescimento do PT, por Alexandre Tambelli

Para entender o crescimento, queda e novo crescimento do PT

por Alexandre Tambelli

Lendo o texto Rezaram a missa sem o corpo presente do Fernando Horta resolvi fazer uma análise histórica colocando em contraposição à narrativa do real (os fatos concretos dos governos petistas e da realidade) X a narrativa virtual da velha mídia oligopólica (Globo, Veja, Folha, Estadão, Band, Jovem Pan, Zero Hora/RBS e poucas mais)  e seus fatos fabricados.

Coloco aqui:

Penso eu que uma análise histórica do crescimento, queda e novo crescimento do apoio social e da representação efetiva do PT nos parlamentos e governos municipais, estaduais e federais parta de um Sistema de análise de pesos e contrapesos de narrativas: virtual da velha mídia e a do PT no Poder (a realidade concreta); mais ilustrativo Sistema de análise para mim, e, talvez, sem a necessidade de uma compilação de base estatística de aumento e decréscimo de votos, militantes e parlamentares/governantes eleitos pelo partido.

A disputa por narrativas do Brasil, a virtual da velha mídia e a do mundo concreto dos governos petistas pelos fatos do cotidiano são centrais para crescimento, queda e crescimento da intenção de voto no PT.

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Algo acontece no reino da Lava Jato, por Luis Felipe Miguel

Algo acontece no reino da Lava Jato

por Luis Felipe Miguel

O fato político mais importante de ontem não foi o discurso com as bravatas de Michel Temer, que simplesmente seguiu o script. Foi a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, revertendo o veredito de Sergio Moro e absolvendo João Vaccari.

Quatro elementos tornam a decisão memorável. Primeiro, Vaccari não é personagem secundária da história. Se a Lava Jato tem apenas um alvo prioritário, que é o ex-presidente Lula, Vaccari certamente vem logo depois, no segundo batalhão. Trata-se de um revés importante para Moro, ainda mais porque (e este é o segundo elemento) a condenação anulada é a mais pesada das cinco que o juiz do PSDB paranaense aplicou a Vaccari.

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Rezaram a missa sem o corpo presente, por Fernando Horta

Rezaram a missa sem o corpo presente

por Fernando Horta

“A explosão de vontade popular que o Partido dos Trabalhadores prometia ficou apenas na vontade. (...) Lula ficou muito aquém da expectativa. Esse malogro relativo complica bastante o futuro dessa legenda; se todo o carisma do líder metalúrgico não lhe trouxe o suporte que se esperava em São Paulo, como será a organização nos demais estados, onde não há Lulas disponíveis?”

O texto acima foi veiculado na Folha de São Paulo no dia 16 de novembro de 1982. Lula ficou em terceiro colocado, com pouco mais de 10% para o governo do estado. O PT fez 8 deputados federais e 12 estaduais no Brasil inteiro. Nenhum governador, nenhum senador. Os comentaristas políticos afirmavam que seria uma legenda “natimorta”. Se em dois anos que teve para se organizar o PT não tinha colhido bons frutos, a verdade é que nada ali indicava – segundo a mídia – que o partido “vingaria”.

Em 1989, Lula recebeu quase 12 milhões de votos para a presidência, fazendo pouco mais de 17% do total. Em 1994, Lula recebia 17 milhões de votos (27% do total) e em 1998 – antes de FHC liberar a crise do real – Lula recebia 21,5 milhões de votos perfazendo quase 32% do total do eleitorado. O PT, que havia recebido 3,1 milhão de votos para governador em 1986, recebeu 5,3 milhões em 1990 (elegendo seu primeiro senador) e em 1994 recebia 6,7 milhões de votos para governador, elegendo os dois primeiro governadores da sigla.

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As sentenças da justiça doida, por Carlos Motta

As sentenças da justiça doida

por Carlos Motta

Quando soube que o ex-presidente Lula estava sendo processado por causa de um apartamento no Guarujá e um sítio em Atibaia, que, na cabeça dos acusadores, eram produtos de propina, achei que tudo se resolveria em questão de alguns dias, pois pensava que uma simples ida ao cartório de registro de imóveis seria suficiente para determinar a posse dos ditos cujos.

Tolo engano.

O caso do triplex e do sítio tomou proporções gigantescas, virou uma novela, e fez com que tudo aquilo que eu sabia sobre o direito da propriedade - e sobre a justiça do meu país - desaparecesse.

Com o passar do tempo percebi que a rapaziada do Paraná, tal a ousadia em aplicar métodos para lá de estranhos, misturando alhos com bugalhos, botando fé na palavra de dedos-duros, implicando apenas com gente de determinados partidos político, preservando tipos mais que suspeitos de outros, e usando métodos do tempo em que os animais falavam, para arrancar confissões, ou estava lelé da cuca ou então atendia interesses que não têm nada a ver com justiça.

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Vidas paralelas: Júlio César x Lula, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Vidas paralelas: Júlio César x Lula

por Fábio de Oliveira Ribeiro

Júlio César nasceu numa das mais proeminentes famílias de Roma. Lula nasceu pobre. O romano sofreu a vida toda de epilepsia, o brasileiro sempre foi um homem relativamente saudável.

Ambos foram atraídos para a vida política por razões distintas. Em razão da proeminência de sua família, Júlio César estava fadado a ocupar os cargos mais importantes da república romana. Lula ingressou na vida pública depois de ter se tornado o mais célebre e combativo líder sindical do Brasil.

Na juventude, Júlio César foi obrigado a fugir de Roma para não cair nas mãos de Sila. Capturado por piratas nas proximidades da ilha de Farmacussa, ele aguardou o pagamento do resgate. Após ser libertado, César voltou para se vingar ferozmente de seus captores. Lula foi preso durante a Ditadura Militar, mas nunca fez qualquer coisa para se vingar dos policiais federais que o mantiveram no cativeiro.

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Troca de comando e autonomia da PF são factoides da Folha, por Armando Coelho Neto

Troca de comando e autonomia da PF são factoides da Folha

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Os ataques à Presidenta Dilma Rousseff por parte dos delegados da PF deixaram claro o alinhamento ideológico daquela categoria. Sem filtros ou escrúpulos aderiram ao discurso falso moralista, seja por ignorância ou má fé. Ignorância por conta do expressivo contingente de desinformados, muitos dos quais afiados em leis, repletos de diplomas, fartos em arrogância, mas com conhecimento zero da história do Brasil. A propósito, não conhecem bem sequer a história da própria instituição a que servem. Esse contingente sequer lê Diário Oficial. Se o fizesse, saberia quem lhe deu salário, instrumentos legais e materiais para trabalhar. A má fé fica por conta daqueles que sabendo de tudo isso, se entregaram à aventura golpista.

A PF está com a credibilidade arranhada e os mais recentes ministros da Justiça, quando conveniente, ignoram o eficiente papel instrumental dela como capitã do mato do golpe, via Farsa Jato. Preferem incensar, por medo, a Procuradoria da República - farta de convicções e contradições, que de forma direta ou indireta alimenta futrica eterna entre instituições.

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O pacifismo hipócrita dos bem-pensantes, por Aldo Fornazieri

O pacifismo hipócrita dos bem-pensantes

por Aldo Fornazieri

No Brasil basta que um político, um jornalista ou um intelectual seja xingado num aeroporto ou num restaurante para que os bem-pensantes liberais e de esquerda se condoam com o "insuportável clima" de radicalização e de ódio. Todos derramam letras e erguem vozes para exigir respeito e para deplorar as situações desagradáveis e constrangedoras. Até mesmo a nova presidente do PT e parlamentares do partido entram na cruzada civilista para exigir o respeito universal, mesmo  que para inimigos. Os bem-pensantes brasileiros, cada um tem seu lado, claro, querem conviver pacificamente nos mesmos aeroportos, nos mesmos restaurantes e, porque não, compartilhar as mesmas mesas. Deve haver um pluralismo de ideias e posições, mas a paz e os modos civilizados devem reinar entre todos e a solidariedade e os desagravos precisam estar de prontidão. As rupturas na democracia e no Estado de Direito não devem abalar este convívio.

Trata-se de um pacifismo dos hipócritas. O fato é que no Brasil, a paz é uma mentira, a democracia é uma falsidade e a realidade é deplorável, violenta e constrangedora. Deplorável, violenta e constrangedora para os índios, para os negros, para as mulheres, para os pobres, para os jovens e para a velhice. A paz, a cultura e a ilustração só existem para uma minoria constituída pelas classes médias e altas que têm acesso e podem comprar a seguridade social, a educação, a cultura e o lazer. O Estado lhes garante segurança pública.

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PMDB: nascido do ventre do MDB, sempre será o velho PSD, por Maria Fernanda Arruda

Foto Guito Moreto/O Globo
 
PMDB: nascido do ventre do MDB, sempre será o velho PSD
 
por Maria Fernanda Arruda
 
Por repetição, usos e costumes, e a imprensa especializada ensina assim, o cenário político brasileiro é entendido como sendo de longa data dominado pelas disputas entre dois partidos, o PT e o PSDB, sempre mirando a Presidência da República. Mas eis que, de repente, não mais que de repente, surge o PMDB e nos impõe um presidente, nascido de um limbo, onde se arquivam os que foram feitos para uma vice-presidência sem brilho e sem graça?
 
PMDB: nascido do ventre patriota do MDB, sempre foi, é e será o velho e sempre vivo PSD, o partido criado por Vargas, para que pudesse depor Vargas e depois convidá-lo ao suicídio, o antro das “raposas da politica brasileira”. Enquanto a UDN produzia oradores com vozes barulhentas, o PSD produziu silêncios conspiratórios, aceitando-se amigo oculto dos golpes de 1945, 1954, 1961 e 1964. De Benedito Valadares, aquele que Vargas escolheu por ser o mais improvável, e que mais adiante criou duas figuras, Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves, até Michel Temer, o PSD produziu conspiradores.
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O jovem e as velhas ideias, por Carlos Motta

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Foto: Reprodução

Por Carlos Motta

Dia desses conversei com um jovem publicitário, bem informado, que vive, como muitos ligados a esse segmento profissional, de frilas, pequenos trabalhos, que, como disse, lhe pagam a gasolina e a cerveja. 

Em certo ponto da conversa, não lembro por que, ele fez a seguinte observação, que suscitou um interessante debate entre nós:

- Estou percebendo que você é um liberal...

Como neguei de imediato e com veemência, o papo enveredou para a política, tema geralmente limitado, atualmente, a algumas poucas, breves e ofensivas frases: " Você não passa de um petralha" e "fora, Temer" são as mais usuais.

Nós, porém, começamos a falar sobre a política em geral, e mais especificamente, sobre determinados aspectos da sociedade brasileira. 

O jovem perguntou se eu conhecia o Partido Novo.

"Já ouvi falar", foi a minha resposta.

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Porque chamar de supremos e superiores tribunais que assistem o Brasil ir ladeira abaixo?, por Paulo Endo

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Foto: Fellipe Sampaio/STF

Porque chamar de supremos e superiores tribunais que assistem o Brasil ir ladeira abaixo?

por Paulo Endo

A lei permite muitas coisas, inclusive inexoráveis injustiças. Não é preciso gastar muita tinta e papel para, numa olhadela, perceber que os operadores do direito no Brasil são frequentemente flagrados, à luz do dia, cometendo brutais injustiças, envolvidos em corrupções escandalosas, apaniguando e sendo apaniguados por personalidades políticas suspeitas.

Podemos relembrar fatos anteriores à miríade de atitudes, ações e julgamentos que sobrevieram ao impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff, inteiramente capitaneados por um criminoso profissional, hoje na cadeia, que mandou e desmandou como quis no projeto de impedimento de uma presidente eleita diretamente nas barbas da justiça brasileira. Onde estava  o supremo tribunal  do país para evitar que o mais decisivo e, nesse caso, mais controverso processo de nossa história recente tivesse o desfecho que teve, colocando o governo do país nas mãos de personagens suspeitos de gigantescos esquemas de corrupção e lavagem, que tornam risíveis as acusações sobre pedaladas fiscais contra o governo Dilma Roussef? Vimos o STF assistir tudo de camarote, enquanto atrasava o julgamento de Eduardo Cunha, e permitia que um criminoso julgasse uma presidenta em relação à qual não foi comprovado nenhum crime, nenhum enriquecimento ilícito, nenhum desmando.

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Diálogo amplo e irrestrito para garantir as Diretas Já, por Carlos Zarattini

Diálogo amplo e irrestrito para garantir as Diretas Já

por Carlos Zarattini

A condição para o Brasil superar a profunda crise econômica, política e social em que está imerso passa, primeiramente, pela saída do presidente ilegítimo Michel Temer, responsável direto pelo aprofundamento da turbulência que está levando o país para o abismo. Em seguida, pela convocação de eleições diretas, ainda neste ano, para os cargos de presidente da República, vice-presidente, senadores e deputados federais.

Para curar uma democracia enferma, nada mais saudável do que eleições diretas. A única fonte real de legitimidade na democracia vem do voto popular. É o povo que tem de eleger um presidente da República para ter a legitimidade de implementar políticas públicas que possam fazer o Brasil voltar a crescer de forma autossustentável e com justiça social.

O governo Temer é antipopular, executa um plano antinacional e não tem mais condições de governar diante de denúncias gravíssimas e por ser controlado por uma gang que tomou de assalto o Palácio do Planalto. É uma quadrilha que executa um programa econômico que aumenta a exploração do povo e retira direitos sociais, trabalhistas e previdenciários duramente conquistados ao longo de décadas.

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O destino do Brasil e o próximo Procurador Geral da República, por Sergio Medeiros

O destino do Brasil e o próximo Procurador Geral da República

por Sergio Medeiros

A esquerda parece que ainda não aprendeu a pensar conforme os movimentos da direita, e se antecipar a eles, ou, ao menos, se contrapor tempestivamente.

Esta questão de quem vai ser o próximo Procurador Geral da República (em setembro se dará a substituição) é fundamental para toda a articulação dos golpistas (leia-se governo Temer e sua base de sustentação), bem como, a composição a ser feita para atingir tal objetivo.

E, não é por acaso que a grande mídia, em particular a Rede Globo, passou, decididamente  a atuar de forma explícita em tal escolha.

No caso, em razão das atribuições acometidas ao cargo de Procurador Geral da República, tem-se que, ao desempenho de seu titular, estará inevitavelmente atrelado o futuro da nação, ou seja, pelos seus atos e omissões é que se definirá o quadro político institucional brasileiro, notadamente se for mantida a prerrogativa de foro em seu atual modelo.

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Não existe sangue igual ao nosso, por Régis Mubarak

Não existe sangue igual ao nosso

por Régis Mubarak

Não é sobre o orgulho de ser gaúcho. Não é sobre nosso sangue gaudério, metade Chimango, metade Maragato. Metade Gremista, metade Colorado. Não é sobre as raízes da Bacia do Prata que abraçam na memória vastas extensões do Pampa Rio Grandense e nos mesclam aos nossos meio irmãos Argentinos, ora do lado da mãe, ora do lado do pai, derrubando fronteiras num ritmo tão contagiante quanto ao do chamamé. Pois no íntimo, alguns de nós, os fronteiriços, por sermos “meio bastardos” nos desafiamos a todo instante uns aos outros por insignificâncias, justamente por carregar esse peso, da falta de reconhecimento dessa paternidade atávica sob nossos ombros!

Não é sobre nossos primos Catarinenses e suas praias abençoadas. E também não é sobre nossos primos mais distantes, os simpáticos Paranaenses. É sobre o sangue vermelho, ora tinto como o mais excitante dos vinhos envelhecidos, ora marrom e arrebatador como a terra sagrada, onde nossos antepassados pisaram aqui séculos atrás.

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