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Opinião

Estelionato golpista, por Manoel Dias

Estelionato golpista

por Manoel Dias

Um dos maiores argumentos que as forças retrógradas que aplicaram o golpe no Brasil usam é que arrumariam a economia do país, e que uma nova era de desenvolvimento chegaria aos lares brasileiros.

Acusavam o governo constitucional e legítimo de Dilma Rousseff de promover a falência do Estado e as ruínas das finanças.  Chamaram então um dos papas do mercado para resolver tamanho desafio, Henrique Meirelles.

O resultado desta equação revelou-se um dos maiores estelionatos contra a sociedade brasileira. Programas sociais de vital importância foram abandonados, créditos foram suprimidos, impostos foram aumentados, e o discurso de austeridade se desvenda como um grande embuste.

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Um Ano de Usurpação: "O Golpe em festa e o Brasil em coma", mas é preciso esperançar, por Franklin Jr

Um Ano de Usurpação: "O Golpe em festa e o Brasil em coma", mas é preciso esperançar

por Franklin Jr

Olhando para os 365 dias anteriores, desde que mergulharam o Brasil no abismo do imponderável com o sequestro da soberania popular, a ruptura do pacto constitucional de 1988 e o atentado frontal à democracia que caracterizou o Golpe de Estado (e de mercado) de 2016, disfarçado de impeachment (flagrantemente ilegal, pois sem crime de responsabilidade, nem culposo e muito menos doloso), se confirma o antevisto cenário escatológico e desolador de desintegração acelerada do país.

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Cria corvos..., por Fernando Horta

Cria corvos..., por Fernando Horta

Há um ano se dava o famigerado golpe na democracia brasileira. Creio que já podemos avançar sobre a antiga discussão que indagava se houve golpe ou não. Temer e seu grupo de criminosos organizados na política brasileira fizeram esta discussão não ser mais necessária. Mesmo quem apoiou a farsa do impeachment, seja por ignorância, ódio ou esperança de que algo melhorasse, hoje já forma fileiras contra a máfia que cortou as amarras que lhe impunha Dilma Rousseff, para transformar o Brasil numa quitanda. Vende-se tudo, desde que no pagamento estejam incluídos votos para salvamento dos – hoje já – notórios corruptos que assaltaram o poder.

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Baques, golpes e a morte das almas, por Carlos Motta

Fotomontagem feita com original de Nicolaiewsky

Baques, golpes e a morte das almas, por Carlos Motta

Todos nós, humanos, sofremos, em algum período de nossas vidas, baques que machucam, desesperam, nos fazem perder a esperança, são capazes de arrancar lágrimas e soluços, ou, ao contrário, despertam a ira, o ódio, a violência.

Pode ser a morte de um parente, a perda de um emprego, a descoberta de uma traição, a derrota do time do coração, pode ser tanta coisa, pode ser apenas uma sensação indescritível de desconforto sem causa definida.

Cada um de nós é diferente do outro.

Cada um tem valores diversos, reage de modo distinto às situações que defronta no cotidiano.

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A Cara de uma Nação, por Por Lionel C. Bethancourt

A Cara de uma Nação, por Lionel C. Bethancourt

As eleições de 2018 serão altamente messiânicas.

Todos esperando um "Salvador" com 4 anos de soluções diárias para problemas eternos.

De um lado o extremo Bolsonaro e o populismo de Lula. Entre os dois, a ignorância, a desfaçatez e a preguiça de, finalmente, tomar nas mãos, as rédeas da própria vida. Todas temperadas pela ganância provocada pela mídia e sua visão distópica, distorcida.

E do outro, por teóricos de gabinete, burocratas, que brincam de xadrez com as vidas dos outros... estatísticas, planilhas e gráficos.

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Sergio Moro e a vida como ele é, por Sergio Saraiva

A Lava Jato acaba por se parecer com uma daquelas novelas para as quais ainda não está pronta a atração que a substituirá e, assim, o roteirista introduz novos personagens e passa a criar reviravoltas na história.

a vida como ela é

Sergio Moro e a vida como ele é, por Sergio Saraiva

O roteiro original

Já mostramos há algum tempo que Lula foi condenado no Caso do Tríplex com base em uma reportagem do jornal O Globo e em uma declaração de Leo Pinheiro – ex-presidente da OAS e condenado na Lava Jato - dando aval ao que a matéria do jornal dizia. O tríplex era de Lula. Nenhuma prova foi apresentada, nem pela reportagem nem por Leo Pinheiro.

Leo Pinheiro inocentara Lula anteriormente. Mas sua delação premiada, onde acusava José Serra e Aécio Neves, tinha sido recusada pelo PGR e, agora, Leo via pela frente muitos anos de prisão. Mudou, então, de versão e passou a acusar Lula. Sua pena foi reduzida pelo juiz Moro, em reconhecimento por sua colaboração à condenação do ex-presidente.

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Sobre polícias, funções e carreiras, por Roger Franchini

Sobre polícias, funções e carreiras

por Roger Franchini

Encontrei um amigo dos antigos plantões da polícia. Disse-me que, na Capital (DECAP), os delegados agora inventaram uma meta mensal de flagrantes para os investigadores cumprirem. Espanto.

Quem entende minimamente de segurança pública sabe o que isso significa: a PC-SP arregou. Jogou a toalha. Reconheceu que não tem mais condições de investigar (função para a qual foi constitucionalmente criada), e agora se esconde na sombra da polícia militar, fazendo de modo improvisado o patrulhamento ostensivo que a PM faz com excelência.

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Lula, um improvável novo Príncipe, esta a unir o Brasil, por Sergio Medeiros

Lula, um improvável novo Príncipe*, esta a unir o Brasil

por Sergio Medeiros

Lula não explicita claramente qual seu objetivo, mas ele é ou deveria ser de tal forma visível, que se poderia dizer, de uma clareza solar.

Quando ele se propõe em sua caravana a reaglutinar o setor oposicionista para preservar o que resta de soberania ao país, resta claro que este não será composto exclusivamente pela chamada esquerda, mas sim de todos que, neste momento, de alguma forma compartilham uma visão que privilegia a proteção social e o respeito ao patrimônio público.

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Ciro Gomes e seus amigos, por Francy Lisboa

Foto BBC

Ciro Gomes e seus amigos, por Francy Lisboa

A amizade dizem por aí é algo para ser conquistado. Há quem goste de diferenciar amigos e colegas, frequentemente evidenciando o caráter seleto do primeiro grupo. Tenho acompanhado as entrevistas de Ciro Gomes por todas as mídias possíveis. Sim, dá gosto ouví-lo e saber que ele elevará o nível das próximas Eleições (mesmo que eu tenha perdido a fé no sufrágio). Contudo, muito além do seu reconhecido ar arrogante, há algo que Ciro tem deixado transparecer até demais. Sua quantidade de amigos de ambos os lados da chamada polarização.

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Estrangulamento total: o admirável mundo novo da Banca, por Pedro Augusto Pinho

Estrangulamento total: o admirável mundo nova da Banca

por Pedro Augusto Pinho

A banca, designação que dou ao sistema financeiro internacional que se apossou do poder, a partir dos anos 1990, em grande parte do mundo, não é uma construção meramente financeira ou econômica.

Ela verificou, no interregno de seu domínio, aproximadamente da I Grande Guerra até os anos 1960, que os poderes militares e econômicos, usados com êxito no século XIX, não eram mais suficientes para manter a ampla conquista que teve com o Império Britânico.

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Capitalismo: o custo da ganância, por Marcio Valley

Capitalismo: o custo da ganância, por Marcio Valley

Existem muitas definições possíveis para a palavra trabalho. Certamente a mais primitiva, aquela que compartilhamos com os demais animais, é a que o conceitua como a atividade de natureza física voltada à obtenção, no ambiente natural, dos elementos necessários à sobrevivência. Os leões, por exemplo, “trabalham” em média quatro horas diárias, passando o resto do dia convivendo com os demais membros do bando ou simplesmente dormindo (1). Alguns animais necessitam “trabalhar” bem mais. Os pandas gigantes costumam passar doze horas diárias colhendo e comendo bambu (2).

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Desastre à espreita, por José Roberto de Toledo

Jornal GGN – Se privatização tem mérito ou não é uma questão que passa longe de Temer, pois que está querendo vender o que não lhe pertence. Assumindo o governo via golpe, tirou de Dilma a procuração dada pelos proprietários dos bens deste país. Via voto. Segundo José Roberto de Toledo, em seu artigo no Estadão, são esses proprietários que têm o poder de dizer se querem a venda do patrimônio público. Junte-se a isso a desaprovação crescente de Temer, que já bate 93%, faltando muito pouco para ser uma unanimidade, o que o desautoriza mais ainda.

Para Toledo, Dilma pelo mesmo motivo que Collor, por prometer algo em palanque e fazer o oposto. Temer, por seu turno, não prometeu nada, mas herdou cargo, compromisso e promessas de Dilma, a titular do cargo.

Mas não é isso que vem ao caso. O que vem é uma “Ponte para o futuro”, que não foi referendada por votos. E, num Congresso questionável, ninguém condicionou seu voto à venda da Eletrobras e a entrega da Reserva Nacional do Cobre.

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Direita, esquerda... O brasileiro quer mesmo é sossego, por Carlos Motta

Direita, esquerda... O brasileiro quer mesmo é sossego

por Carlos Motta

As pesquisas eleitorais mostram que uma parcela da sociedade brasileira gostaria que o deputado fascista fosse o presidente da República.

Se ele vai ganhar são outros quinhentos.

Mas o fato é que existe um monte de concidadãos que adoram o sujeito e tudo o que ele representa, e muitos dizem abertamente que, ou têm saudade dos tempos da ditadura, ou que os militares é que vão dar jeito no país.

Eu tenho um palpite sobre o por quê dessa gente pensar assim.

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Basta!, por Ion de Andrade

Basta!, por Ion de Andrade

A privatização da Eletrobrás, da Casa da Moeda e a extinção de Reserva na Amazônia grande como a Dinamarca, premeditada com mineradoras estrangeiras, materializam agressão à Soberania Nacional nunca experimentada pelo país desde Dom João VI. Tais medidas estão sendo tomadas por um governo não somente ilegítimo como rejeitado por mais de 95% dos brasileiros, governo esse que precedendo a isso congelou os gastos sociais por 20 anos, fez aprovar uma Reforma Trabalhista e uma terceirização da mão de obra que arruinam os trabalhadores, além de inúmeras outras medidas que nenhum governo democrático consentiria permitir.

Esses fatos não podem mais passar em brancas nuvens e devem ser susceptíveis de produzir novas formas de luta capazes de exprimir a sua rejeição pela nação.

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No caminho da manada não há espaço para reflexão, por Pedro Augusto Pinho

No caminho da manada não há espaço para reflexão

por Pedro Augusto Pinho

É um motivo de perplexidade e inquietação o desplante com que o governo golpista de 2016 vem atuando. Retira direitos consagrados há quase cem anos, doa a estrangeiros bens e riquezas naturais brasileiras, provoca a humilhação da nossa nacionalidade no exterior, enfim, é um verdadeiro provocador que não encontra quem o revide com efetividade.

Aqui e ali, um discurso, uma artigo, mais ou menos veemente, uma denúncia, muitas vezes cheia de ressalvas, parece que a ameaça de Aécio Neves, gravada pelo corruptor, de matar o denunciante, intimidou todo mundo.

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