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Opinião

Buscando razões para o desembarque da Globo do Governo Temer/Aécio, por Alexandre Tambelli

​Buscando razões para o desembarque da Globo do Governo Temer/Aécio

por Alexandre Tambelli

O Golpe patrocinado pelo Mercado, pelo Imperialismo Norte-Americano, por parte do grande empresariado nacional, ancorados na Globo & velha mídia + a Lava-Jato pretendia ser (era o discurso) a grande retomada no rumo do crescimento da economia, do PIB e do emprego e nada disto aconteceu, certo?

Com Temer & Cia. e o neoliberalismo radical não se chegará jamais a uma retomada dos níveis de crescimento econômico-social e de emprego dos tempos de Lula e primeiro mandato de Dilma, pré-Lava-Jato. Esta afirmação não é controversa, a realidade não mente.

Apesar de ser um desejo do Mercado, a mais usual voz nos microfones da Globo e parceiro de negócios, vamos ser sinceros, segurar a opinião pública com este Governo e as suas reformas neoliberais, Governo que é o mais corrupto da nossa História não dá.

Está se tornando um custo muito alto, financeiro e de imagem, a manutenção desse sistema corrupto e incompetente por parte do Capital apoiador do Golpe.

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Esqueletos no armário, por Fernando Horta

 

Esqueletos no armário, por Fernando Horta

A verdade é que tem muita gente falando pelo Exército. O senador símbolo do governo Temer, Romero Jucá, foi gravado dizendo que “estava conversando com comandantes militares” e que eles “dizem que vão segurar”. E nada mais lhe foi perguntado, colocando uma enorme dúvida na cabeça de todo cidadão brasileiro sobre quem disse e sobre segurar o quê? A falta de interpelação do próprio senado às falas de Jucá mostra o quanto o Brasil ainda é um país cujas instituições de poder atuam nas sombras, longe do olhar claro do cidadão.

Ao assumir, Temer nomeia o simbólico general Sérgio Etchegoyen para o “estratégico” cargo da GSI (Gabinete de Segurança Institucional que comanda a ABIN) e os relatos em Brasília dão conta de uma perseguição sem igual, usando-se meios físicos e digitais, sobre funcionários de carreira que haviam servido no governo Dilma. Muitas pessoas tiveram suas vidas devassadas, foram removidas abruptamente de seus locais e foram até vigiadas por suas “supostas conexões”. O General já havia protagonizado momentos tristes de destempero ao atacar a Comissão da Verdade que declarou o pai do general (o também general Leo Etchegoyen) “responsável por violações de direitos humanos durante a ditadura”.

Em 2015, o General Mourão (outro nome que desperta desconforto), do comando militar do Sul, premia o torturador Ustra e pede o “despertar de uma luta patriótica”, defendendo a ditadura. Segundo o “brilhante” general o termo “período autoritário” usado para identificar o momento entre 64 e 85 estaria errado. Mourão foi imediatamente afastado pelo comandante do exército. Na prática diz-se que Mourão foi “promovido”, eis que foi para Brasília, mas a verdade é que o comandante do exército recomendou que declarações como esta “fossem evitadas por todos”.

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Michel Temer, o verdadeiro Hannibal Lecter de Pindorama, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Michel Temer, o verdadeiro Hannibal Lecter de Pindorama

por Fábio de Oliveira Ribeiro

As informações sobre o célebre personagem literário e cinematográfico são abundantes https://pt.wikipedia.org/wiki/Hannibal_Lecter. Ele se distingue dos psicopatas mais famosos do cinema por sua sofisticação intelectual e invejável frieza.

Nada é capaz de deter Hannibal Lecter. Preso, ele induz outro presidiário a se matar (O silêncio dos inocentes-1991). Solto ele facilmente convence um médico respeitável a matar seu repugnante paciente (Hannibal Lecter-2001). Ele é capaz de praticar atos violentos sem demonstrar qualquer emoção.

As vítimas de Hannibal Lecter são quase sempre pessoas desagradáveis, competitivas, prepotentes, indelicadas, desonestas e repulsivas. Em virtude disto, o público é levado a nutrir um sentimento ambíguo em relação ao vilão. Assim como fica enojado ao ver Paul Krendler devorar pedaços do próprio cérebro (Hannibal Lecter-2001), os espectadores raramente deixam de imaginar que ele mereceu seu infortúnio.

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Os Brasis: um glossário, por Arkx

Os Brasis: um glossário, por Arkx

crise

- já não se pode falar de uma crise do Capitalismo, e sim de um Capitalismo de crise. incapaz de se auto regenerar e submetido a crises periódicas cada vez mais destrutivas, o Capitalismo incorporou a crise como um modo de governar.

- a “crise” é uma oportunidade de reestruturação dos mercados. as medidas tomadas para superar a “crise” não servem para combatê-la. ao contrário, a “crise” é desencadeada como pretexto para aplicar tais medidas.

Crise de 2008

- sob o padrão Dólar-Ouro, o capitalismo experimentou seus “anos dourados”, com intensa industrialização, inovações tecnológicas, Guerra Fria e o Welfare State; no padrão Dólar, prevaleceu a financeirização, a revolução digital, a globalização e o “Estado mínimo”.

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Confissão de culpa indireta de Michel Temer, por J. Carlos de Assis

Confissão de culpa indireta do presidente Michel Temer

por J. Carlos de Assis

De acordo com a revista IstoÉ desta semana, o presidente Michel Temer não se diz inocente. Textualmente, segundo a capa da revista, ele diz: “Duvido que o Rocha Loures vá me denunciar”. Alguém que fosse realmente inocente não falaria dessa forma. Diria mais ou menos assim: “Não temo o que venha a declarar Rocha Loures porque não tenho nada a esconder”. Se ele duvida que o homem da mala preta, com aquele jeito um tanto sonso e perdido, vai denunciá-lo, é porque Rocha Loures tem o que denunciar. 

Não sendo esta a primeira vez que Temer, segundo a Procuradoria Geral da República, tenta burlar a Justiça, é muito provável que tenha feito chegar a Loures sua declaração que, bem analisada, soa como ameaça. “Duvido que Rocha Loures vá me denunciar” significa o seguinte: Aguenta a mão aí, meu camarada, pois, do contrário, acertarei as contas com você no futuro. Este seria o elemento equilibrador de um jogo político no qual, do outro lado, há um sistema judicial implacável, disposto a arrancar delações à custa de altas penas.

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O papel do educador “se nada der certo”..., por Fernando Horta

O papel do educador “se nada der certo”...

por Fernando Horta

Sou professor desde 1996. Lá se vão mais de 20 anos. Neste tempo todo eu sempre vi a profissão de educador como um barco furado. Um barco furado ainda navega, mas precisa de trabalho constante. Precisa que lhe retirem o peso, e este peso insiste em retornar. Ser professor é, antes de tudo, ser um eterno aluno. Estar disposto a aprender com todos e com tudo o tempo todo. Quando você acha que já sabe, deixou de ser professor. De alguma forma, não somos professores (ou educadores), estamos sendo. A ideia da continuidade tem que ser jogada sempre e para a existência.

Neste tempo todo sempre disse aos meus alunos que não trocassem um punhado de boas dúvidas por pilhas de certezas. Saber duvidar, saber perguntar é saber. Ter certeza é apenas reconhecer em algo um reflexo do seu próprio pedantismo. Quando se tem certeza do saber, ele deixou de ser saber para ser algo próximo ao dogma. E é mais difícil discutir e questionarmos a nós mesmos do que aos outros. Somos muito convincentes quando o interlocutor é o espelho ou o travesseiro.

No fundo, o papel do professor é cultivar boas dúvidas. A dúvida incomoda, desconcerta, causa estranhamento. E é disso que se trata viver. Quanto menor for o punhado de certezas que temos que ter como obrigação para o viver, tanto melhor. A educação que entrega certezas é sempre uma pregação. É uma profissão de fé, fantasiada de um racionalismo raso. No fim, se temos certeza não precisamos experimentar. Nem testar. Nem criticar. Basta arrumar os dados ou fatos numa narrativa que me faça sentido e surge a verdade. Ou a “pós-verdade”.

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Delenda, Brazil!, por Assis Ribeiro

Delenda, Brazil!

por Assis Ribeiro

A democracia brasileira ficou órfã, em busca de pais adotivos.

O que a rede Globo fez em parceria com os outros servos de interesses escusos e estrangeiros foi tornar o Brasil órfão.

A mídia, a reboque do que determina o mercado (de matriz americana), não teve o mínimo compromisso com as consequências da sua cobertura. A repetição exaustiva sobre os casos de corrupção suplantam qualquer cobertura de fundo construtivo, seja na área cultural, esportiva, social ou o que de bom essas mesmas empresas fazem para o país. Qualquer análise quantitativa e qualitativa sobre este tema concluirá que a mídia não visou apenas o seu compromisso informativo, ela foi muito além. O objetivo destrutivo da imagem das nossas empresas ficou claro.

Na outra ponta os nossos juízes e procuradores que cuidam da "ordem e defesa do capital", os chamados togados anticorrupção, se submetem à doutrinação em solo americano. Nem mesmo percebem que onde fazem seus cursos as empresas pátrias são protegidas pelo sistema, como visto no crash de 2008 e nos vários escândalos de suas empresas no estrangeiro e o envolvimento de bancos americanos em lavagem de dinheiro.
Ver mais em: http://assisprocura.blogspot.com.br/2016/07/escolas-americanas-e-doutrin...

Alinhe - se a estas duas situações acima, a cultura da "doutrina do mal", de Bush.

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O mesmo, o mais e o nada, por Fernando Horta

Foto Ricardo Stuckert

O mesmo, o mais e o nada, por Fernando Horta

O professor Luis Felipe Miguel escreveu claríssimo texto sobre o que se pode esperar de um novo mandato de Lula. Quem não leu, por favor está aqui. Luis Felipe Miguel além de referência na área de Ciência Política no Brasil, é um sólido pensador de esquerda ancorado em um profundo conhecimento acadêmico. Nada poderia ser melhor para todos nós do que a presença crítica de sua voz ante às incertezas que rondam o país. Também é preciso reconhecer que tanto Miguel quanto eu militamos no mesmo lado, temos um compromisso inarredável com valores como igualdade social, ampliação da participação política e conscientização do indivíduo e do seu papel na sociedade e economia.

O texto do professor é dirigido ao texto anterior que publiquei “Pode Lula fazer mais?. E agrega importante crítica ao primeiro texto. Basicamente Miguel afirma que o “lulismo” é caracterizado por uma proposta de conciliação de classes que teria se esgotado em algum momento entre 2010 e 2014 pela ruptura bilateral do acordo. Tanto o “grande capital” teria se enfastiado dos termos da barganha (que previa redução das vulnerabilidades sociais dos mais pobres em troca da manutenção dos ganhos financeiros) quanto os “setores populares” teriam também demonstrado seu inconformismo com os limites que o lulismo teria a oferecer. O recado das ruas, para o professor, teria sido claro a partir das “jornadas de junho” de 2013. Miguel ainda afirma que a Lava a Jato deve aumentar os custos do fisiologismo e diminuir a possibilidade de uma “conciliação” por “compra” ou “aluguel” de maioria no congresso e conclui que as ruas devem ter peso forte num novo governo Lula, direcionando o ex-presidente a fazer mais. Caso contrário, Lula não teria nada a oferecer.

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A movimentação desesperada, e inconsistente, por Assis Ribeiro

A movimentação desesperada, e inconsistente

por Assis Ribeiro

Amplo debate se trava sobre os escândalos que enlameiam a política e a iminente queda de Temer.

Alguns defendem para a escolha do substituto de Temer eleições diretas ou indiretas, outros eleições​ diretas​ amplas​.

Trata-se de uma manifestação sem consistência e inócua.

Parece que esquecemos todo o conhecimento adquirido, com amplo gasto de energia, da impossibilidade de se governar neste modelo de coalizão que temos, e a conclusão da necessidade premente da reforma institucional brasileira.

Para os que querem mudanças nas ações praticadas pelo atual governo e que defendem eleições diretas para presidente, fica a pergunta: - o que o novo mandatário poderia fazer com esse congresso que aí está?

Conseguirá o novo governante reformar o que o Congresso e Temer aprovaram?

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Diretas já?, por Guilherme Scalzilli

Diretas já?, por Guilherme Scalzilli

Desconfio ser inviável qualquer caminho para a eventual substituição de Michel Temer que fuja ao voto indireto. Sim, há medidas jurídicas e legislativas que poderiam dar substância constitucional à proposta. O problema é que ela não interessa às únicas esferas capazes de viabilizá-la.

O Legislativo jamais abriria mão do controle da agenda sucessória, em véspera eleitoral, amargando o descrédito generalizado perante a classe política. E o Judiciário dificilmente aceitará tamanha responsabilidade, comprando uma briga intervencionista, sob o desgaste do seu endosso ao próprio golpe parlamentar que originou todo o imbróglio.

Mas, acima de qualquer prurido de legalismo tardio, a ideia de eleições imediatas parece natimorta porque embute chances imensas de tornar Lula presidente. Ainda mais numa campanha curta, fustigada pelo radicalismo e pela insatisfação, com os demais candidatos disputando a tapa o eleitorado antipetista.

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O último surto psicótico do Dr. Mesóclise, por Carlos Motta

O último surto psicótico do Dr. Mesóclise

por Carlos Motta

Seja pela pessoa ética e moral que é, ou pelo fato de, em apenas um ano ter destruído a economia brasileira e provocado o caos político, o minúsculo Temer precisa ser interditado de suas funções o mais rapidamente possível, sob o risco de o país simplesmente ser arruinado.

Talvez por causa das pressões que vem sofrendo para que deixe a presidência e se enfie na mais próxima lata de lixo da história que encontrar, devido às recentes revelações de suas, lembrando o poeta, "tenebrosas transações", o usurpador tem dado demonstrações públicas da mais aguda esquizofrenia - outro motivo para que sofra o tratamento que o prefeito paulistano, mais um da sua laia, oferece aos dependentes químicos que zanzam pelas ruas da metrópole.  

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De volta a Hobbes, por Antonio Dornas

De volta a Hobbes, por Antonio Dornas

No mundo em geral, os movimentos de direita avançam sobre as instituições. No Brasil, especificamente, naquilo que se relaciona ao modus operandi, nada de novo. Uma intervenção do sistema judiciário na política, um aparelhamento do estado a serviço da elite, que, em muitos aspectos, retoma práticas políticas da velha república. Práticas estas que nunca deixaram de se fazer presentes, mas cujo grau se intensifica absurdamente. Interesses de natureza corporativos se organizam no poder judiciário, tradicionalmente o menos aerado dos poderes, em conchavos e conluios que alimentam os folhetins. Apresenta sua versão como fato e, ao serem confrontados, adotam máximas do tipo: “Todo político é corrupto” para justificar atitudes abusivas.

Nisto, o sistema judiciário assume um papel semelhante ao dos antigos coronéis. Interpõem-se entre os interesses da elite e a revolta do povo para servir de uma forma muito mal disfarçada aos primeiros e conter à base de logro quando possível, do porrete quando necessário, aos últimos.  

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Os Brasis: no tempo das “Diretas Já!”, por Arkx

Os Brasis: no tempo das “Diretas Já!”, por Arkx

naquele Domingo 28-MAI, quando Milton Nascimento começou a cantar “Coração de Estudante”, um dos hinos da campanha das “Diretas Já!” em 1984, já escurecia e a noite se misturava à névoa, que tomara por completo a orla da praia de Copacabana.

com a voz cristalina atravessando um cenário onírico, era impossível não sentir uma estranha força no ar. o tempo presente correndo ao redor daquela multidão, criando um poderoso redemoinho para conectar dois momentos históricos. separados por 33 anos, ali flutuavam lado a lado, suspensos na bruma e numa dobra do tempo: 2017 e 1984.

a História narrava a si mesma, nos desafiando a decifrá-la, como uma profecia instantaneamente realizada. para nos fazer compreender que a vida nada mais é do que as histórias que vivemos. e que as vivemos para serem contadas. e mais uma vez serem recontadas, como parte de outras histórias. compondo uma história sem fim.

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Diretas Já. A regra do jogo é a democracia, por Sergio Medeiros

Foto Maia Rubim/Sul21

Diretas Já. A regra do jogo é a democracia

por Sergio Medeiros

A falsa polêmica, articulada pela Globo e seus serviçais, de que a única saída constitucional é a eleição pela via indireta,  não resiste a breves considerações.

No caso, a premissa fundamental, a qual se busca restaurar, é o alicerce básico da Constituição, ou seja, primeiro é preciso retomar a democracia.

Neste sentido, é certo dizer que a democracia e as instituições brasileiras, notadamente o parlamento, foram tomadas de assalto por grandes empresas corruptas e corruptoras que assim o fazendo sequestraram o país.

Deste modo, para que se restaure a democracia, primeiro é preciso tirar estas empresas,  e seus agentes instalados no Congresso Nacional,  do controle do Estado Brasileiro.

E ai surge a primeira questão, numa eleição indireta - que serviria para que fosse resgatado o status constitucional democrático -, os atuais componentes do Congresso Nacional  é que  elegeriam o novo Presidente.

Pois bem.

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Obrigado Joesley, por Rui Daher

Obrigado Joesley, por Rui Daher

Sim, os açougueiros Batista podem ser uns crápulas, como os Odebrecht, Andrade, Cerveró, Paulo Roberto Costa, Palocci, outros, mas foram eles que catapultaram o movimento pelas “Diretas Já”, como visto ontem na Princesinha do Mar, e que a cada dia poderá ganhar mais força e até mesmo vingar contra as constitucionalidades indiretas, agora usadas, embora esquecidas quando no impeachment de Dilma Rousseff.

Daí meu agradecimento, envergonhado é verdade, ao Doutor Joesley, sempre recomendado para a lateral-direita do Atlético ou do Cruzeiro.

O Rio de Janeiro sempre se caracterizou pela inconformidade. Desde Negrão de Lima, na época da ditadura militar. Para lá, foram Brizola e Darcy. Saturnino e Marcelo Alencar lá estiveram, como hoje estão Lindberg Farias, Jandira Feghali e Marcelo Freixo, artistas-pitangas que não têm medo da Rede Globo.

Para nós, em São Paulo, contam mais CUT, MTST, MST, e seus líderes clássicos. Ao Brasil afora caberá se manifestar de forma crescente, como aconteceu ontem no Rio de Janeiro, pela convocação imediata de eleições diretas.

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