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Opinião

O preço do impeachment e o valor do STF, por Jeferson Miola

O preço do impeachment e o valor do STF

por Jeferson Miola

Lúcio Funaro adicionou novas informações sobre o preço que Cunha, Temer, Padilha, Geddel e outros golpistas peemedebistas e tucanos pagaram para a aprovação doimpeachment fraudulento.

O operador da organização criminosa revelou que Eduardo Cunha lhe pediu R$ 1 milhão para comprar o voto de alguns deputados a favor da fraude, quando o processo já tramitava na Câmara.

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A quem serve a Justiça Nacional, por Pedro Augusto Pinho

A quem serve a Justiça Nacional

por Pedro Augusto Pinho

Há sempre um poder e seu representante ou operador. Nos times esportivos, os cartolas e os capitães; nas Igrejas, os bispos e os párocos ou pastores; nas empresas, os acionistas e os chefes executivos e assim por diante. Mas há um Poder que conduz a sociedade e que também tem seus executivos. Este Poder pode levar à fome, ao meio da abundância de víveres, fazer irmãos de etnia e fé se odiarem e se combaterem até a morte, provocar a destruição e a guerra. Este Poder foi dos senhores feudais, dos Papas, dos Imperadores. Hoje ele é do sistema financeiro internacional, que abrevio "banca", muito mais complexo e invisível, mas nem por isso menos perigoso e cruel.

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Vamos falar de nossa história cultural?, por Carlos Ernest Dias

Vamos falar de nossa história cultural?

por Carlos Ernest Dias

Não parece haver mais dúvida de que o processo em curso de dominação política, econômica, tecnológica, climática e cultural porque o Brasil passa desde o impeachment de Dilma Rousseff em 31/08/2016 foi ampla e longamente planejado pelas forças que o implantaram. Também não parece haver dúvida de que este processo conta mais uma vez com a ingerência de forças políticas e de inteligência de outros países, mas também com o indisfarçado patrocínio econômico e moral das elites brasileiras, as mesmas que historicamente se associaram com as elites internacionais ao longo de toda a história do país, desprezando as classes populares e não se preocupando em dividir com elas os frutos e a riqueza gerada com o trabalho e com a exploração dos valiosos recursos naturais presentes no território brasileiro.

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Por que podemos acreditar que agora o Temer cai?, por Alexandre Tambelli

Montagem com fotos de Lula Marques

Por que podemos acreditar que agora o Temer cai?

por Alexandre Tambelli

O caminho para derrubarem Temer está aberto, penso eu.

Temer já entregou tudo o que pôde e foi combinado com os patrocinadores da "ponte para o futuro" e não tem mais como se sustentar no Poder com 3% de popularidade, na margem de erro das pesquisas, para que o Golpe não faça água antes de 1 de janeiro de 2019, início de um novo mandato presidencial, que as pesquisas atuais apontam para a vitória de Lula, candidato de oposição, mesmo com um grande aparato midiático-judicial na sua perseguição diariamente. A cada perseguição mais Lula cresce em intenção de votos. Pelo fracasso retumbante da "ponte", que Maia governe até lá, é a nova senha dos patrocinadores do Golpe.

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De Didico a Imperador, de Imperador a Didico: a trajetória de um herói, por Rita Almeida

Este texto foi escrito em janeiro deste ano, após uma entrevista de Adriano-Imperador-Didico dada ao Portal R7. Decidi resgatá-lo aqui por causa da repercussão e dos comentários que li sobre outra entrevista dele na semana passada, desta vez ao Pedro Bial. 

De Didico a Imperador, de Imperador a Didico: a trajetória de um herói

por Rita Almeida

Adriano Leite Ribeiro – jogador de futebol – foi descoberto nas categorias de base do Flamengo, oriundo da comunidade carioca de Vila Cruzeiro, onde era conhecido como Didico. Adriano jogava na posição de centroavante. Fez sucesso por causa de sua força física e presença na área, além do chute forte com a perna esquerda; era canhoto. Aos 18, o atleta já garantia sua vaga na seleção brasileira de futebol. Aos 19 seguiu para carreira internacional na Itália, carreira que o levou ao sucesso e a riqueza e lhe concedeu o título de Imperador (em alusão ao imperador romano Adriano).

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Imagens

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De ditabranda em ditabranda, a Folha em sua ciranda, por Sergio Saraiva

De Caracas à Barcelona, passando por Brasília, os fantasmas e a incoerência da Folha de São Paulo.

ditabranda

De ditabranda em ditabranda, a Folha em sua ciranda

por Sergio Saraiva

A partir de agosto de 2017, o jornal a Folha de São Paulo tomou uma decisão que tem o poder de mudar os rumos, se não da América Latina, pelo menos, da política externa brasileira. Em relação à Venezuela, passou a chamar de ditador a Nicolás Maduro – o presidente eleito do país vizinho e, por via de consequência, de ditadura o seu governo.

Que não existam dúvida, isso é determinação do dono do jornal, que já chamava Hugo Chaves - o presidente antecessor de Maduro - de caudilho.

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Da violência incessante contra Lula e sua família, por Eduardo Ramos

Da violência incessante contra Lula e sua família

por Eduardo Ramos

Reza a lenda que os mafiosos antigos respeitavam apenas uma coisa mesmo nas suas guerras contra os inimigos: a família! O mafioso que matasse um inocente na guerra, um membro da outra família não envolvido nos "negócios", era execrado por toda a "comunidade", seu fim era ser morto.

Nesse aspecto, membros de nossas polícias, do Ministério Público e do Judiciário conseguem ser mais sádicos, desumanos, COVARDES!

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A Era da Desumanidade, por Fernando Horta

A Era da Desumanidade

por Fernando Horta

Uma das mais sórdidas ferramentas que o ser humano tem contra outro é a desumanização.

Toda a nossa sociedade foi erigida dentro da perspectiva que somos todos humanos. Todos oriundos dos mesmos descendentes. Todos feitos da mesma matéria, com mesmos cromossomos e – depois do século XVIII – admitimos que temos todos os mesmos direitos. Não vou fingir que desconheço a realidade, ou a luta que houve para que os pressupostos humanistas do século XVIII viessem a se transformar nos “Direitos Humanos”. Não vou desaver toda a luta atual para incrementar e defender a humanidade no século XXI. É claro que no mundo real as pessoas não são iguais. Nem no nascimento e em nenhum momento deste caminho até a morte. Mas a pergunta é: deixam de ser humanas?

A desumanização do outro é uma ferramenta comum do ser humano. Normalmente, colocamos pessoas dentro de substantivos coletivos e adjetivamos de forma pejorativa: corja, bando, cambada e por aí vai ... usamos adjetivos substantivados como os terroristas, os aproveitadores, as putas, os canalhas ... Usamos neologismos com o mesmo efeito, as bixas, os lgbt, os petralhas, os evanjegues ... A língua desumaniza antes que os olhos possam verificar o que, de fato, é aquilo.

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A hora do reentulho, por Luís Felipe Miguel

A hora do reentulho

por Luís Felipe Miguel

Quando terminou a ditadura militar e uma nova Constituição foi escrita, uma das tarefas principais que se colocaram para as forças democráticas foi a remoção do chamado "entulho autoritário", isto é, de toda a legislação ordinária vinculada à ordem ditatorial.

Tarefa difícil, inconclusa, já que cada item do entulho encontrava protetores, seja nos grupos beneficiados, seja nos inconformados com a democratização. Uma vitória particularmente importante foi o fim do julgamento de militares pela Justiça Militar quando cometem crimes contra civis, o que ocorreu apenas na metade dos anos 1990.

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A Globo perdeu espaço político, social e de mídia com o Golpe, por Alexandre Tambelli

A Globo perdeu espaço político, social e de mídia com o Golpe

por Alexandre Tambelli

A Sociedade que nasceu do estilo processual Lava-Jato na dobradinha com velha mídia capitaneada pela Rede Globo fez o feitiço virar contra o feiticeiro para os golpistas e sobrou a tentativa Alckmin para a família marinho.

Tentando entender o Brasil em 11 de outubro de 2017, uma visão pessoal. 

Pesquisas levam aos factoides diários contra Lula e Dilma, bem sabemos.

Lula vence todos os candidatos em segundo turno e até Moro pode perder dele. Lava-Jato tem seu menor índice de aprovação neste mês.

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O "discurso dos inocentes" foi mais ultrajante do que o silêncio deles, por Eduardo Ramos

O "discurso dos inocentes" foi mais ultrajante do que o silêncio deles

por Eduardo Ramos

Nas últimas 24 horas acabei escrevendo dois textos sobre as últimas notícias referentes ao suicídio do reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier.

O primeiro, indignado com a notícia veiculada no post "Padres denunciam: PF impediu reitor de receber ajuda religiosa, por Raquel Wandelli" - quando tomei conhecimento do absurdo que foi mais essa violência GRATUITA contra o reitor, a negação do conforto que representa aos que creem, da assistência espiritual.

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A Fortaleza da Solidão, por Régis Mubarak

 

A Fortaleza da Solidão

por Régis Mubarak 

O antropólogo, político e escritor mineiro Darcy Ribeiro (1922-1997) certa feita cunhou uma frase que considero uma espécie de mantra altamente recomendável para qualquer circunstância de desassossego de uma mente criativa e inquieta: “Mais vale errar se arrebentando do que poupar-se para nada.” Notável em várias áreas de atuação, Darcy Ribeiro deixou legado admirável a gerações futuras e exemplo de vida sem comparativos. Homem corajoso, fiel aos seus princípios, ético e acima de tudo um desbravador de todos os caminhos possíveis no campo da educação ainda que estes, na época que militou, fossem às vezes rascunhos em sua imaginação exuberantemente fértil. Morreu vitimado por um câncer, mas lutou bravamente como só os fortes o fazem até o momento final de sua passagem, para uma nova jornada rumo ao desconhecido.

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País à deriva e destruição a galope, por Paulo Kliass

do Portal Vermelho

Paulo Kliass: País à deriva e destruição a galope

O final da primeira quinzena de outubro marca 18 meses desde a fatídica sessão em que a Câmara dos Deputados, à época comandada por Eduardo Cunha, votou pela continuidade do processo de impedimento de Dilma Rousseff. Naquela noite de 16 de abril de 2016 teve início a largada para a consolidação desse verdadeiro festival de vale-tudo em que se transformou ainda mais a forma tradicional de se fazer política em nosso País.

Por Paulo Kliass*

Desde então, aquele sonho político em que as elites do financismo jogaram todas as suas fichas converteu-se pouco a pouco no esperado pesadelo fisiológico. A retirada da presidenta sem que houvessem sido apresentadas provas a respeito de qualquer ilícito de responsabilidade durante o mandato operou como uma senha para que fossem deixados de lado os requisitos mínimos de respeito à legalidade e à institucionalidade a partir de então. Leia mais »

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A crise e a classe média, por Fábio de Oliveira Ribeiro

A crise e a classe média

por Fábio de Oliveira Ribeiro

Irritada em razão de apoiar candidatos que foram derrotados pelo PT, a classe média foi às ruas e conseguiu derrubar Dilma Rousseff. O governo do usurpador, porém, não foi capaz de administrar a crise de identidade e consciência dos inimigos da democracia. De fato ninguém jamais conseguirá fazer isto.

Os membros da classe média brasileira sonegam impostos e exigem serviços públicos de primeiro mundo. Curiosamente, eles pagam escolas e planos de saúde. Portanto, eles não pretendem desfrutar os serviços públicos dos quais reclamam.

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Arte, religião, direitos & outros desconfortos, por Pedro Augusto Pinho

Arte, religião, direitos & outros desconfortos

por Pedro Augusto Pinho

A sociedade humana e cada uma das pessoas vivem, simultaneamente, diferentes épocas, vários tempos.

Há o tempo mais veloz e contemporâneo da técnica e da economia e o tempo mais lento, que está às vezes um século distante, da arte e do direito.

Procuraremos refletir sobre estes tempos e suas consequências na sociedade contemporânea.

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