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Música

Tem Alemão no Choro!

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Shows para ajudar o clarinetista Alexandre Ribeiro

Aos 34 anos, músico enfrenta problemas de saúde e amigos marcam show para pagar tratamento 

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Clarinetista Alexandre Ribeiro Imagem: Youtube

Por Augusto Diniz 

Um dos maiores clarinetistas da nova geração, Alexandre Ribeiro, 34 anos, está enfrentando problemas de saúde e amigos músicos estão marcando uma série de shows para ajudá-lo no tratamento.

O primeiro deles está agendado para os dias 7, 8 e 9 de julho, na Galeria Olido, em São Paulo, e refere-se a apresentações do grupo Luceros de dança flamenca com coreografias para músicas do acordeonista Toninho Ferragutti – o próprio comandará a banda de músicos nas apresentações. Mais detalhes aqui.

Alexandre Ribeiro consta na lista dos instrumentistas brasileiros em franca ascensão. Começou seus estudos na música aos 12 anos de idade. Fez curso de bacharelado em instrumento – clarinete na Unesp. Leia mais »

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Wilson das Neves comemora aniversário se apresentando neste domingo em SP

Um dos maiores nomes da MPB, o baterista, cantor e compositor realizará participação especial ao lado do coletivo Sindicato do Samba

Wilson das Neves Foto: Darlan
Wilson das Neves Foto: Darlan

Jornal GGN - Neste domingo (25), a partir das 17h o baterista, cantor e compositor Wilson das Neves segue as comemorações dos seus 81 anos realizando uma participação especial ao lado do Coletivo Sindicato do Samba, no Z Palco, em Pinheiros - São Paulo.

Com mais de 60 anos de carreira, Wilson fez história com as suas baquetas, desenvolvendo melodias doces e colecionando parcerias ao lado de craques como Chico Buarque, Paulo César Pinheiro, Luiz Carlos da Vila e Aldir Blanc. Ele nasceu no Rio de Janeiro, em 1936 e começou a vida como baterista profissional aos 18 anos. Já acompanhou 700 artistas em toda a sua vida como baterista, entre eles Elis Regina, Elizeth Cardoso e Jair Rodrigues.

Em 1994, lançou seu primeiro disco solo, “O Som Sagrado de Wilson das Neves”, que apresentou Wilson como compositor e intérprete para o grande público. De lá para cá, o currículo só aumenta: já são 4 trabalhos solos e mais de 200 composições, além de trabalhos e projetos paralelos.
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Keith Moon tocava mais ou menos assim...

O genial adoravel louco varrido Keith Moon (The Who) conseguia enfiar uma nota da bateria em um espaço as vezes quase impossivel de ser preenchido.

Sua técnica era essa, 'praticamente' solar com os outros instrumentos o que, nem sempre, foi bem visto por alguns bateristas mais escolados!

Os dois moleques abaixo resgatam velharias do Who que fizeram parte da minha adolescência num estilo muito semelhante a 'Moon The Loon'

Isso me faz sentir menos velho!

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Dia Estadual do Choro ganha programação em Santos

Foto: Divulgação

Jornal GGN -  Em comemoração ao Dia Estadual do Choro, 28 de junho, a população de Santos poderá participar de diferentes atividades gratuitas, que irão homenagear o compositor e multi-instrumentista Aníbal Augusto Sardinha, entre os dias 29 e 30 de junho e também no dia 1 de julho. O projeto, promovido pelo Clube do Choro de Santos, será realizado na sede do Clube e no Teatro Guarany, centro de Santos.

A programação contará com um workshop musicado; show do Quarteto Villaninos; Roda de Choro; além do lançamento da Revista Cultural do Clube do Choro de Santos - edição comemorativa aos 15 anos da fundação. Confira:  

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Antonio Adolfo: O som de um craque, por Aquiles Rique Reis

antonio_adolpho.jpg

Foto: Divulgação

O som de um craque

por Aquiles Rique Reis

Dentre mil e uma qualidades, Antonio Adolfo tem outra que o caracteriza e realça: a sua fidelidade ao som contemporâneo e virtuoso de alguns instrumentistas que, costumeiramente, a cada gravação, dividem os estúdios com ele. E isso desde há muito tempo.

Nesse novo trabalho, Hybrido – From Rio to Wayne Shorter (AAM Music), voltam a tocar com ele Jorge Helder (baixo acústico), Rafael Barata (bateria), André Siqueira (percussão), Jessé Sadoc (trompete), Marcelo Martins (sax e flauta), Serginho Trombone (trombone) e o violão do norte-americano Claudio Spiewak. Desta vez, a guitarra ficou nas boas mãos de Lula Galvão.

Juntando seu talento ao desses cobras, tendo a garantia de que suas concepções sonoras seriam interpretadas exatamente como as concebeu, Antonio partiu para criar os nove arranjos do CD. Assim como em seus discos anteriores, cada improviso, cada levada, cada riff, brotam cristalinos, tatuados que estão na alma do grande arranjador que ele é.

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Crowdfunding angaria fundos para CD com choros de Dominguinhos

Projeto apresenta pernambucano como um grande compositor de choros, lado pouco conhecido pelo público amplo do artista 

Projeto apresenta pernambucano como um grande compositor de choros, lado pouco conhecido pelo público amplo do artista
 
Jornal GGN – O projeto "O Choro do Sertão", organizado pelo cavaquinista e bandoneonista Henrique Araújo, acompanhado pelo grupo Regional Imperial e pelo percussionista Alfredo Castro, reúne choros de Dominguinhos, alguns deles inéditos.
 
O grupo lançou uma campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) para angariar os recursos de produção e lançamento do trabalho pelo portal Partio. Eles esperam reunir R$ 20.608. Há 23 dias no ar, a campanha termina no dia 30 de junho e, até esta quinta-feira (22), a arrecadação foi de 32% do valor, totalizando R$ 6.745, portanto faltam oito dias para completar o valor restante de R$ 10.863,00. O apoio mínimo é de R$ 15, e 103 pessoas já ajudaram no projeto. Para participar clique aqui
 
Henrique Araújo explica que a ideia de criar o CD O Choro do Sertão, interpretando apenas choros de Dominguinhos, nasceu em 2015. "Muita gente conhece o Dominguinhos como um compositor de canções e de forró, só que pouca gente sabe que o Dominguinhos é um grande compositor de Choros". Em uma das entrevistas que deu, Dominguinhos declarou que o que mais gostava de tocar, na verdade, eram os choros, completando: "Me criei com Orlando Silveira, Luiz Gonzaga, todos tocando choro...Altamiro Carrilho. E aí eu ia passar em branco? Tem que tocar, né?!".
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Um dos grandes cavaquinhistas do País lança choros autorais, por Augusto Diniz

Um dos grandes cavaquinhistas do País lança choros autorais

por Augusto Diniz

Não é raro ler em um encarte de CD de música brasileira o nome de Márcio Almeida relacionado na ficha técnica. Afinal, trata-se de um dos maiores cavaquinhistas do País.

Agora, Hulk, como é chamado, lança seu primeiro álbum instrumental com todas as composições de sua autoria. São ao todo 11 músicas no ritmo do maxixe, um tipo musical incorporado pelo choro quando o gênero ainda engatinhava no País, na virada do século XIX para o XX – não à toa o álbum se intitula “Maxixe carioca”.

Márcio Hulk Almeida é fiel nesse resgate, revelando um instrumentista criterioso e aplicado – associado ao seu inegável talento em tocar cavaquinho.

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Coro Pio XI da Matriz do Carmo - Com Flores a Maria - Tantum Ergo

Seleção de Luciano Hortencio

Coro Pio XI da Matriz do Carmo - direção do maestro Oswaldo Antonio Urban - COM FLORES A MARIA - TANTUM ERGO.

Disco  D. S. D.  044-B.

Disco constante do Arquivo Nirez.

Coisas que o tempo levou.

Célia Siqueira Farjallat

Campinas possui muitas realizações admiráveis. Uma delas é o Coral Pio XI. Surgiu no Dia de Reis de 1948, quando foi fundado por um grupo de universitários, de ex-seminaristas, de marianos e, ainda, de estudantes e operários. Este Coral, só de vozes masculinas, continua cumprindo seu objetivo: o de cantar as glórias do Senhor e de divulgar as composições do imortal compositor Carlos Gomes.

Seu repertório foi ampliado com músicas de todos os gêneros: popular, lírico e folclore de diversas nações. Outro aspecto, que também o distingue, é o fato de ser construído por homens de todas as idades, raças e condições sociais. O professor doutor Oswaldo Antônio Urban assumiu a regência deste Coral três meses após a sua fundação, e sempre esteve presente com seu entusiasmo e competência.

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Façamos, por Chico Buarque e Elza Soares

O ótimo vídeo é uma idealização de Márion Strecker, desenhos de Angeli e direção de Mara Gama. A animação e edição é de Geórgia Costa Araújo.

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Tem Alemão no Choro!

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Fala Bandolim, pedem o piano e o violão!

Garimpagem de Luciano Hortencio

Carolina Cardoso de Menezes e Garoto  (piano e violão) - FALA BANDOLIM - José Augusto Gil.

Disco Victor 80-0207-B - matriz S-078011.

Gravação de 30.06.1944.

Disco constante do Arquivo Nirez.

Coisas que o tempo levou.

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Meiga Flor

Seleção de Luciano Hortencio

Francisco Alves – MEIGA FLOR – samba-canção de Henrique Vogeler e Freire Jr.

Disco  Parlophon 12.909-A – matriz 2215.

Janeiro de 1929.

Disco constante do Arquivo Nirez.

Coisas que o tempo levou.

Essa composição de Henrique Vogeler, além da belíssima melodia, possui três letras diferentes: a primeira, de Freire Júnior, versão aqui interpretada por Francisco Alves. A segunda, de Cândido Costa, com a denominação de LINDA FLOR, gravada por Vicente Celestino e  ainda a letra com versão que ficou consagrada através da interpretação de Aracy Cortes, denominada IAIÁ e conhecida como AI IOIÔ, da lavra de Luís Peixoto  que, segundo consta, foi escrita de improviso no palco do Teatro Recreio.

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Hoje, choro homenageia os 77 anos de Zé da Velha

Festa também irá comemorar seus 30 anos de carreira na dupla Zé da Velha e Silvério Pontes 

Zé da Velha Imagem EBC Rádio

Imagem: EBC Rádio

Jornal GGN - Em homenagem a um dos maiores solistas de choro do Brasil, Zé da Velha, importantes músicos do choro carioca organizam para hoje, domingo, 18 de junho, a partir das 12h, uma apresentação na Praça Ramos Figueira, no bairro Olaria, Zona Norte do Rio.

A festa irá comemorar os 77 anos do solista e os 30 anos da dupla Zé da Velha e Silvério Pontes, formando a "menor big band do mundo". Dentre os nomes aguardados para a festa estão Ronaldo do Bandolim (do Época de Ouro e do Trio Madeira Brasil), Rogerinho, Paulão 7 cordas, Daniela Spielman, Dudu Oliveira, Alexandre Maionese, Charlies do Violão, Netinho do Pandeiro, Bebê Kramer e Marcelo Caldi, além de Dirceu Leite e Henrique Cazes.

José Alberto Rodrigues Matos, o Zé da Velha, vive em Olaria desde que chegou criança de Sergipe com a família. O músico começou sua carreira profissional tocando com Pixinguinha, Donga e João da Baiana, este último um dos responsáveis pelo apelido "Zé da Velha". 

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Boogie Woogie: Descarregando uma semana pesada

Enviado por Antonio Carlos Silva

Bom fim de semana pra todos!

Boogie Ooguie Ooguie - A Taste Of Honey

Boogie Woogie - Silvan Zing (piano), William Mauvais & Maeva Truntzer (dançando)

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