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Mídia

TV Globo e a santificação dos X9 e seu valor sentencial, por Armando Coelho Neto

TV Globo e a santificação dos X9 e seu valor sentencial

por Armando Rodrigues Coelho Neto

É fundamental assumir a condição de desinformado em meio à turbulência frenética do noticiário, sobretudo pela seletividade dos assuntos. Um velho policial paulista costumava dizer que a imprensa sobrevive do que não publica e ganha notoriedade pelo inverso. A isso se soma a ideia de que em tempos de guerra a primeira vítima é a informação. Isso vale para golpes de estado. Erros de avaliação decorrem da desinformação, da manipulação, das verdades e pós-verdades impostas pela mídia. Há vícios de interpretação na leitura de atos e fatos sobre Farsa Jato, nas esferas policial, do ministério Publico ou Judicial. Tudo consequência do quadro seletivo apresentado, da amostra exibida em manchetes de jornais, revistas, da tal escandalização no rádio, televisão.

São tempos de farsa, informação dirigida, de destruição de partidos e reputações de pessoas. Isso não é privilégio da emissora dos Marinhos. É aplicável a todas as demais partícipes da formação do pensamento único nacional. Desse modo, o título desse texto invocando a TV Globo é mero simbolismo, devido ao alcance na corrosão de mentes indefesas, desarmadas de senso crítico e discernimento por ela imprimido. Mas foi ela a apoiadora de primeira hora da ditadura militar, manipulava o noticiário econômico, propalando altos índices da poupança fruto da inflação alta (verdade que escondia). Foi ela que boicotou as eleições diretas e entre suasmaldadesque vieram à tona estão o escândalo Proconsul. Décadas depois reconheceu o erro no qual reincide.

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Por que a Globo tem obsessão por Lula atrás das grades

Para entendermos o que está sendo jogado é preciso dar mais de atenção aos ex-ministro Antônio Palocci 
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Colocar Lula atrás das grades é uma obsessão não só do juiz Sérgio, mas também – e prioritariamente – das Organizações Globo. A delação fajuta do empreiteiro Leo Pinheiro, da OAS, vem ocupando espaços preciosos nos principais telejornais do conglomerado da família Marinho. Entre os dias 19 e 22, o PT e o ex-presidente mereceram quase três horas na programação global.
 
O massacre não se limitou aos meios eletrônicos, o jornal O Globo, na edição de sábado (dia 22), cravou em um editorial de meia página que “Lula é o chefe” de uma organização criminosa.
 
As tênues evidências apresentadas pelo delator Pinheiro foram apontadas como provas absolutas no jornalão dos Marinhos. São: o registro de que um carro do “Instituto Lula” teria se deslocado seis vezes, entre os anos de 2012 e 2014, ao Guarujá (cidade onde foi construído o tal tríplex) e a agenda pessoal do empreiteiro, na qual foram anotados encontros dele com o ex-presidente e seus familiares.
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Carta aberta do advogado Cristiano Zanin a Merval Pereira

"Avalio, Merval, que o senhor jamais conseguirá esconder um outro verdadeiro “segredo de polichinelo” — o mal que a Globo faz ao País e à democracia"
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Jornal GGN - O advogado de defesa do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins, divulgou uma carta aberta ao jornalista do Jornal O Globo, Merval Pereira, rebatendo sua última coluna publicada na sexta-feira (21), denunciando a aliança entre a empresa de comunicação e os agentes públicos que integram a Lava Jato para inviabilizar a atuação política de Lula.
 
"As afirmações de Pinheiro, que é corréu na ação e por isso depôs sem o compromisso de dizer a verdade, foram, no entanto, suficientes para que sua coluna concluísse que “Lula é o verdadeiro dono do tríplex e do sítio de Atibaia”. E o senhor foi além: fez ataques diretos e levianos a mim e ao advogado Roberto Teixeira", destacou Zanin, arrematando em seguida que, muito provavelmente, o jornalista da Globo jamais se dispôs a assistir o vídeo da audiência que o ex-diretor da OAS deu à Lava Jato na última quinta-feira (20).
 
"Se tivesse assistido, saberia que Léo Pinheiro respondeu às minhas perguntas dizendo que Lula jamais teve as chaves ou usou o imóvel; jamais manteve qualquer pertence pessoal no local; jamais usou ou teve qualquer título da propriedade do apartamento. Ou seja, Pinheiro ao responder às minhas questões — independentemente da versão que havia combinado para ter sua delação premiada aceita — reconheceu que o ex-Presidente jamais praticou qualquer ato que pudesse indicar posse, uso ou gozo do apartamento, que são os atributos necessários para a configuração da propriedade segundo o artigo 1.228, do Código Civil", completou. 
 
A seguir, a carta na íntegra:
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A campanha de imprensa que levou Getulio ao suicídio, por André Araújo

A campanha de imprensa que levou Getulio ao suicídio

por André Araújo

A crise politica que levou o Presidente Vargas ao suicídio em 24 de agosto de 1954 foi em grande parte montada pela imprensa carioca, naquela época a mais importante do Pais pela quantidade e peso dos jornais, pela alta qualificação dos colaboradores, parte deles grandes escritores da nata da literatura brasileira do século passado. Os donos e diretores dos jornais estavam no centro da elite social e econômica do Pais e sua influencia era proporcionalmente maior que hoje, havia uma interpenetração da politica no jornalismo e vice-versa.

A linha de frente da imprensa carioca era anti-Vargas por uma serie de razões históricas, o terceiro tempo desse grande estadista da politica brasileira era voltado para uma linha que poderia se chamar de centro esquerda, nacionalista e desenvolvimentista, que desagradava aos chamados “setores conservadores” da sociedade e da politica brasileiras, que curiosamente apoiaram fortemente o mesmo Vargas nos quinze anos entre 1930 e 1945 e o temiam especialmente no período ditatorial do Estado Novo, quando Vargas era reverenciado.

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O Brasil sob a ditadura Globo-Lava Jato, por Jeferson Miola

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O Brasil sob a ditadura Globo-Lava Jato
 
Por Jeferson Miola
 
É difícil aceitar a dolorosa realidade, mas o Brasil está, efetivamente, sob um regime ditatorial. O golpe de 2016 e o regime de exceção evoluíram para a ditadura jurídico-midiática da Rede Globo com a Lava Jato e setores da PF, judiciário e STF. Assim como na ditadura instalada com o golpe de 1964, a engrenagem desta ditadura também contou com a participação decisiva da Rede Globo.
 
O editorial do jornal O Globo deste 22 de abril, por ironia o dia que marca 517 anos da descoberta do Brasil pelos dominadores portugueses, revela a simbiose estratégica entre a Globo e a força-tarefa da Lava Jato. Ambos, a serviço de interesses estrangeiros, adotam idêntica linguagem, empregam os mesmos métodos, e partilham do mesmo ódio fascista aos seus inimigos.
 
No editorial “Cerco de depoimentos confirma Lula como o chefe”, o Globo conclui existir “estridente evidência de que Lula não poderia desconhecer aquilo tudo”. No dicionário do regime de exceção, “estridente evidência” é sinônimo de “não temos provas, mas temos muita convicção”.
 
A imputação da Globo – “Lula como o chefe” – é variante daquela acusação leviana, apresentada no power-point do fanático procurador Deltan Dallagnol: “Lula é o comandante máximo do esquema de corrupção”.
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Deus joga dados em não-acontecimento da Champ Élysées, por Wilson Ferreira

por Wilson Ferreira

Nas imagens da CNN estranhamente a câmera parece dar a deixa para as ações na Champs Élysées: quando veem a câmera bombeiros e paramédicos começam a correr não se sabe para onde, enquanto cruza a cena policiais antimotim com escudos, capacetes fortemente armados em fila – para onde estão indo se a área foi isolada e o atirador já  está morto? Inúmeras anomalias marcaram mais um não-acontecimento às vésperas das eleições presidenciais na França. E como sempre (Londres, Berlim, Nice, Bataclan, Charlie Hebdo etc.) mais recorrências e sincronismos. Enquanto a Ciência tenta compreender a realidade a partir de fenômenos recorrentes e eventos sincrônicos, o Jornalismo ainda crê em acidentes, no acaso e nas fatalidades. Para a grande mídia, fora desse mundo no qual Deus parece jogar dados com os acontecimentos, estão à espera os paranoicos teóricos da conspiração. Mas dessa vez a “coincidência” entre os tiros no boulevard mais famoso do mundo e o debate eleitoral num estúdio de TV foi além da conta...

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TV Cultura pede menos discurso de ódio, após participação de Villa

Decisão da entidade que administra o canal público ocorreu exatamente um dia após a participação espalhafatosa do historiador 

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Jornal GGN - A participação do comentarista Marco Antonio Villa no Jornal Da Cultura levou o Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta a emitir nova orientação os programas e telejornais para reduzir "discurso de ódio" e procurar favorecer mais pluralidade. É o que conta Mauricio Stycer em sua coluna na Folha de S.Paulo.
 
A decisão da entidade que administra o canal público do Estado de São Paulo ocorreu exatamente um dia após a participação espalhafatosa do historiador que fez diversos comentários atacando de frente vários políticos durante a edição do dia 3 de abril do Jornal da Cultura, usando frases como "Dá nojo! Nojo da gente ver, como brasileiro que tem sangue nas veias, que um bandido, um ladrão como Lula", ou "desembargadores ladrões", e ainda: "Eu sei até o nome do ministro que ele [Sérgio Cabral] comprava quando era do Tribunal de Justiça e que hoje tá lá em Brasília. É bom lembrar: um carioca que tem um cabelo com topete".
 
Trechos de sua participação, inclusive, onde ataca de forma violenta outros políticos como o Senador Roberto Requião (PMDB-PR), foram cortados da edição.  
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A rede globo flutua entre a permissividade e a crueldade para vender seus programas, por Paulo Endo

Imagem - Pragmatismo Político

do Psicanalistas pela Democracia

Os episódios envolvendo o ator José Mayer e os participantes do programa BBB não são desconexos. Eles são efeito e produto da mesma lógica da maior emissora de televisão brasileira. Beneficiária de concessão pública mal fiscalizada e oligopolista, há mais de 50 anos, o conglomerado influencia eleições, determina rumos de governos e depõe presidentes (https://www.cartacapital.com.br/sociedade/radio-e-tv-no-brasil-uma-terra-sem-lei-8055.html). O domínio é quase absoluto. Chega à quase totalidade dos lares brasileiros.

Não fosse o fenômeno das mídias sociais e livres, nascidas há poucos anos, não haveria acesso algum do grande público àquilo que esse conglomerado quer ocultar, escamotear e maquiar. E são muitas coisas.

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A falsa moralidade da mídia e do MPF e a impunidade do capital, por Sergio Medeiros

A falsa moralidade da mídia e do MPF e a impunidade do capital

por Sergio Medeiros

Em nome da moralidade(falsa) o Judiciário e o MPF, precipuamente, colocaram no poder a nata da corrupção no país, que esta destruindo todos os direitos sociais e trabalhistas - reforma da previdência, terceirização, reforma trabalhista -, e entregando de forma clara, todo o patrimônio nacional, notadamente da Petrobrás (a venda da Vale do Rio Doce, a preço de banana, chega a passar vergonha perto do que esta se fazendo com os ativos da Petrobrás).

A economia foi destruída, e ao contrário do que dizem os ilibados Procuradores, quem vai ocupar o lugar das empresas nacionais, não serão outras empresas nacionais puras, mas sim as corruptas empresas multinacionais, com seu vasto currículo de destruição e exploração, através da mais desenfreada corrupção possível que emerge das negociatas internacionais do grande capital rentista e mesmo do capital produtivo e exploratório.

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Mainardi não é uma anta, por Sergio Saraiva

Mainardi deveria processar o ex-vice-presidente da Odebrecht. Esse foi quem o citou. A Revista Forum, no entanto, apenas fez jornalismo.

Mainardi não é uma anta, por Sergio Saraiva

Nessa história toda envolvendo o jornalista Diogo Mainardi e as delações da Lava-Jato, o que menos me estranha é Mainardi estar em um jantar na companhia de Aécio Neves e Alexandre Accioly.

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Mídia internacional “enterra” Temer, por Altamiro Borges

do Blog do Miro

Mídia internacional “enterra” Temer

por Altamiro Borges

Enquanto a mídia brasileira – em especial, a TV Globo – distorce a cobertura sobre a “Lista de Fachin”, dando maiores espaços às acusações contra o ex-presidente Lula, a imprensa internacional já percebeu que as bombásticas delações dos chefões da Odebrecht inviabilizaram de vez o covil golpista de Michel Temer. Nesta quinta-feira (13), os principais veículos estrangeiros registraram que as novas denúncias de corrupção devem paralisar a já capenga economia nativa, dificultar as contrarreformas dos golpistas e abalar ainda mais a já baixa popularidade do usurpador. Alguns deles inclusive já preveem o enterro do Judas.
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Por que as delações da Lava Jato chocam tanto a Globo?, por André Araújo

Nesse mundo puríssimo, os políticos brasileiros realmente chocam uma das maiores parceiras do esquema CBF-FIFA

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Por Andre Araujo
 
GLOBONEWS EM FESTA - Programas de uma hora duram duas, o Jornal das Dez triplicado, a Globonews está em estado de graça com a lista da Odebrecht e os vídeos divulgados para irritar a população. O besteirol é infinito, Camarotti como um Noviço Chocado com a política brasileira, que não é diferente da política dos grandes países democráticos: muito dinheiro, sacanagens, corrupção, jogo de interesses, lobismo. Ele conhece bem a política do Vaticano, e lá deve ser uma política santa.
 
As "Globetes" se chocam porque algum deputado recebeu 200 ou 300 mil Reais pra campanha: "Ah, mas é caixa 2! Que horror, é chocante!”. Algo nunca visto no mundo, porque não somos iguais aos EUA, onde Presidentes beatos, como Kennedy e Johnson, nunca puseram a mão em dinheiro em todas suas carreiras. 
 
A família Kennedy enriqueceu com contrabando de whisky durante a Lei Seca e Johnson foi bancado a vida toda pela empreiteira texana Brown & Root. Ele começou a vida com uma calça e uma camisa e deixou a viúva Lady Bird multimilionária, tendo sido exclusivamente político a vida inteira. Já a viúva Kennedy, uma filha de Maria, casou-se em segundas núpcias com Aristóteles Onassis, o maior gangster da história da navegação, com um contrato pré-nupcial onde a parte mais importante era a mesada que o magnata deveria dar à nova esposa. 
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Um espetáculo midiático que põe em risco a democracia, por Gleise Hoffman

Foto: Wilson Pedrosa/ Agência PT
Foto: Wilson Pedrosa/ Agência PT
 
Gleise Hoffman 
 
Ao ser perguntada sobre me manifestar em nota a respeito da citação ao meu nome na lista da delação premiada de executivos da empresa Odebrecht, ilegalmente vazada em tempo real, depois entregue oficialmente pelo STF à imprensa e publicada em seu site‬, respondi que não o faria até ter acesso ao conteúdo oficial das informações.
 
O procedimento, que além de ilegal é irresponsável, é feito de tal modo espetaculoso que a condenação pública vem antes de qualquer apuração. ‪Não importam os fatos, mas as versões sistemática e diuturnamente repassadas pelos grande meios de comunicação, em especial pelo grupo Globo e seus comentaristas, que se arvoram em donos da verdade, da moral e dos bons consumes; que julgam a todos em seus comentários e vomitam regras indistintamente. ‬ ‪
 
Após ter acesso aos vídeos em que se referem a mim e aos demais, concluo que a operação Lava Jato segue à risca a intenção de ser a grande farsa de apelo midiático que vem sendo desde que se desviou do que se propunha ao início de investigar um esquema de corrupção. ‪
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Mainardi pedirá direito de resposta à Odebrecht? por Ivanisa Teitelroit

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Jornal GGN - Diversas vezes caluniada pelo editor do site O Antagonista e ex-colunista da Veja, Diogo Mainardi, a psicanalista Ivanisa Teitelroit, esposa de Franklin Martins, vem a público relembrar do parco direito de resposta que a revista da Abril e seu ex-representante deram à ela, apontando que a recente notícia de que Mainardi é citado na delação do ex-vice-presidente da Odebrecht, Henrique Valladares, envolvendo também Aécio Neves, corrobora sua inocência, ao contabilizar como mais uma prova da falta de credibilidade que Mainardi carrega.   
 
Por Ivanisa Teitelroit
 
Diogo Mainardi é citado por Henrique Valladares em depoimento na Operação Lava Jato. Diogo Mainardi desmente os fatos. 
 
Diogo Mainardi me caluniou em cinco colunas em 2006 e 2007 na Revista Veja por eu ter trabalhado na liderança do governo no Senado (Senador Aloizio Mercadante) e depois na Casa Civil ( ex Ministra chefe da Casa Civil Dilma Rousseff) no governo Lula, requisitada ao Ministério do Planejamento. Cada coluna alcançou pelo menos 20 milhões de leitores. A Revista Veja não me deu o direito de resposta. Fui literalmente destruída profissionalmente. Desejo que a ele seja dado o direito de resposta. Não o processei à época acima de tudo por ser psicanalista e ter me sensibilizado pela história de seu filho Tito que tinha 8 anos e sofreu uma parada respiratória ao nascer. Nossa primeira filha Anita também sofreu uma parada respiratória ao nascer mas para nossa tristeza veio a morrer.
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Lapso de Trump previu ou antecipou agenda do atentado na Suécia?, por Wilson Ferreira

por Wilson Ferreira

Em fevereiro, Donald Trump citou um atentado inexistente na Suécia, para justificar suas medidas anti-imigratórias. A grande mídia tratou o episódio como “gafe” de um presidente “desequilibrado”. Dois meses depois ele jogou dezenas de mísseis na Síria e em seguida um atentado ocorreu em Estocolmo, Suécia. Coincidência? Ato falho de um presidente que sem querer antecipou a agenda? Ou mais sincronismos como ocorreu antes e durante “não-acontecimentos” como os de Nice, Berlim e Londres? Mais sincronismos ocorreram horas antes dos ataques à Síria, à bordo do avião presidencial, dessa vez envolvendo Trump e o filme “Star Wars Rogue One”. O fato é que agora tudo mudou: a grande mídia trata o presidente dos EUA como estadista e até humanitário. Como sempre, esses atos falhos e sincrônicos levantam a suspeita da existência de um script pré-estabelecido. São verdadeiros “espasmos da realidade” pelos quais passamos despercebidos.

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