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Al Jazeera critica parcialidade da Globo na greve geral

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Foto: Roberto Parizotti
 
Jornal GGN - Em reportagem sobre a greve geral no Brasil, realizada no dia 28 de abril, a rede de notícias Al Jazeera analisou a diferença entre a cobertura da Rede Globo em relação aos protestos contra as reformas de Temer e as manifestações que pediam o impeachment de Dilma Rousseff.
 
A matéria afirma que a emissora carioca talvez não tenha considerado a greve tão “atraente” quanto as outras manifestações, ressaltando o apoio da imprensa às medidas de austeridade impostas pelo governo peemedebista e dizendo, também, que o governo Temer estaria usando o dinheiro do contribuinte para convencer a mídia a apoiar sua agenda conservadora.

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Rede Globo se retrata, após embarcar na onda do Estadão

Jornal GGN – A Rede Globo embarcou na onda do Estadão e deu, seu horário nobre, que Joesley Batista teria aberto conta em nome de Lula e Dilma no exterior. A conta no nome de Joesley, movimentada por Joesley e serviria para adoçar quem Joesley definisse. Não era de Lula nem de Dilma.

E o Jornal Nacional, da Rede Globo, se explicou. Disse que foi dito somente por Joesley e não tinha nenhuma comprovação, diferente de Temer e Aécio Neves.

Leia a nota da defesa de Lula a seguir e veja o desmentido do Jornal Nacional.

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Para atrasar processo, Temer sustenta que grampo é "clandestino e manipulado"


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em novo pronunciamento diante das recentes acusações, Michel Temer deteve-se em seguir com o discurso de que é "alvo" de uma "conspiração", e criticou o grampo de Joesley Batista, dono da JBS, como "gravação clandestina, manipulada e adulterada com objetivos nitidamente subterrâneos". Temer, contudo, não respondeu sobre os comprovantes e notas fiscais de que recebeu diretamente R$ 3,540 milhões, "mensalinho" de R$ 100 mil por um ano e que fechou acordo de R$ 50 milhões de propina para este ano.
 
A defesa do atual presidente da República irá seguir a estratégia, adiantada aqui pelo Jornal GGN, de atrasar as investigações, agora em inquérito autorizado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Diante dos detalhes das delações prestadas pelos executivos do grupo J&F, sobretudo pelos irmãos Wesley e Joesley Batista, donos do frigorífico JBS, e das evidências entregues aos procuradores da República, Temer enxerga na suposta "manipulação" ou "edição" do áudio como uma das poucas possibilidades de questionar na Justiça as acusações.
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A prisão de Andrea Neves e a imprensa mineira, por Maíra Vasconcelos

A prisão de Andrea Neves e a imprensa mineira

por Maíra Vasconcelos

A prisão de Andrea Neves, irmã de Aécio (PSDB), teve particular repercussão em Belo Horizonte. Conhecida como “mãos de tesoura”, Andrea vigiou de perto a redação dos principais jornais da capital, cuidou de vetar informações e dirigir reuniões de pauta. Manteve as publicações jornalística seguras em mãos de cabresto, durante os anos de governo do hoje senador afastado Aécio Neves (2003-2007 / 2007-2010).

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJP-MG), reservou-se o direito de decretar o dia 18 de maio, quando Andrea foi presa em Belo Horizonte, e levada a penitenciária de mulheres, como o “dia da liberdade de imprensa em Minas Gerais”.

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A Globo é incompatível com um ideal de Nação democrática, por Jeferson Miola

A Globo é incompatível com um ideal de Nação democrática

por Jeferson Miola

O Jornal Nacional e a Globo News demoliram Temer, que é um cadáver em estágio terminal na UTI.

Mas a guerra da Globo é contra os subalternos: eleição indireta + continuação das reformas selvagens + destruição do Lula em seguida.

O negócio deles é a continuidade do golpe.

É guerra!!

As armas são conhecidas: os canalhas que deram o golpe, desmascarados como líderes de quadrilha, possuem contra si filmagens, números de contas bancárias, gravações escatológicas, malas de dinheiros, paraísos fiscais, mesadas, roteiros rastreados etc.

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A imprensa e a tragédia, por Carlos Motta

​A imprensa e a tragédia

por Carlos Motta

Uns poucos parágrafos para entender como funciona a imprensa brasileira, que teve - e tem - um relevante papel nesta tragédia que se abateu sobre a nação:

@ Não existe jornalismo imparcial. Todos os jornalistas, sem exceção, têm lado, têm time, têm preferências, têm preconceitos, porque são humanos, não robôs;

@ Todos os jornalistas que cobrem política sabem, há muito tempo, que esse bando que tirou a presidenta Dilma do Palácio do Planalto é formado por escroques da pior espécie. Se ninguém nunca fez uma mísera reportagem, escreveu uma linha sequer sobre as negociatas desses parlamentares é porque, de certa forma, estiverem aliados a eles, e não porque desconhecessem os crimes;

@ O mercado financeiro pauta o noticiário econômico, "sugerindo" pautas, colocando profissionais 24 horas à disposição dos repórteres, divulgando "análises" e convidando a moçada para cafés da manhã, almoços e jantares nos lugares mais em moda;

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Delações da JBS deixam nu o jornalismo da Globo, por Wilson Ferreira

por Wilson Ferreira

Ao vivo repórteres e apresentadores nervosos, consternados, engolindo seco em uma profusão exponencial de gafes e atos falhos poucas vezes vista. Os jornalistas da Globo parece que foram pegos de surpresa: depois de diariamente martelar a narrativa da governabilidade e do “ruim com ele, pior sem ele”, de repente (como se fosse virada alguma chavinha seletora) o discurso mudou radicalmente. Tudo após a explosão nuclear das delações premiadas dos donos da JBS (terceiro maior anunciante da Globo) reveladas em suposto “furo” do jornal “O Globo”. E ainda com direito a cobertura com imagens estilo “black bloc” mostrando rolos de fumaça subindo diante do Palácio do Planalto em noite de protestos. Por que a surpresa consternada dos jornalistas globais, tidos como os mais bem informados e conhecedores dos bastidores do País,  como diz marketing da emissora? Mais do que provocar um terremoto político, as delações da JBS deixaram nu o jornalismo global: revelou profissionais alheios à realidade e que apenas repetem discursos ao sabor da mudança dos interesses corporativos da Globo. Mas isso traz um custo psíquico aos incautos jornalistas da emissora.

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Globo entrega os anéis e espera salvar os dedos, por Fernando Horta

Globo entrega os anéis e espera salvar os dedos

por Fernando Horta

Muitos estão perguntando o porquê da Globo fazer o que fez. Vou tentar lançar luz aqui.

Quem trabalha com publicidade em SP sabe que há anos a Globo vem no vermelho. Seus custos são muito altos e desde que surgiu google, facebook e netflix ela não recebem mais quase 80% da verba de publicidade. A verba destinada à Globo vem caindo e cada vez mais rápido toda vez que se mostra que as pessoas ficam mais tempo no computador do que vendo televisão.

A JBS é a terceira maior anunciante da Globo. Sem o dinheiro da JBS a globo não paga as contas do mês. Quando da operação a "Carne é Fraca" a JBS perdeu algumas centenas de milhares de dólares e seu dono percebeu que estaria correndo risco. Secretamente ele foi à procuradoria fazer delação sabendo que com Moro ele não a teria.

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A esquerda nunca soube pra que serve a comunicação, por Israel do Vale

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Foto: Roberto Parizotti

Da Mídia Ninja

A esquerda nunca soube pra que serve a comunicação, que sempre negligenciou

por Israel do Vale

3º ENDC: antídoto contra a miopia da esquerda no campo da comunicação.

Quando muito, faz dela certo uso instrumental, não mais que pontual, como um apêndice de tudo o mais. Com a ilusão, talvez, de que os atos e os fatos falam por si.

Não falam. Porque os atos, no campo da política (não só a partidária) ou dos ativismos em geral, têm outro foco e outro papel; e os fatos, ora ora: quem conta um conto, aumenta (ou subtrai) um ponto –que o diga o contexto atual, na selvageria da mídia corporativista que se vive no Brasil.

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As manipulações e expectativas da crise econômica na imprensa, por Paulo Kliass

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Foto: Reprodução

Da Carta Maior

 
A cada dia, formadores de opinião vinculados ao financismo garimpam arduamente alguma notícia para tentar comprovar que a bonança está logo ali na esquina
 
por Paulo Kliass

As forças políticas e os interesses econômicos que se articularam e conspiraram abertamente para o êxito do movimento que provocou o golpeachment estão em estado de alerta. Afinal, sonhavam com um futuro bem mais róseo e um pouco menos problemático do que a realidade que vivemos atualmente em nosso País.
 
As recomendações que sussurravam nos ouvidos dos liberais e dos conservadores ainda hesitantes em apoiar a solução ilegal e carente de base constitucional poderiam ser resumidas em um mantra sedutor: ‘Não se preocupe não. É fácil. Primeiro a gente tira a Dilma. Depois, tudo o mais se acerta”.

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Ato Falho de São Paulo, por Sergio Saraiva

Freud poderia construir sua obra sobre o inconsciente apenas lendo as matérias dos jornais brasileiros sobre Lula.

Por Sergio Saraiva

Ato falho - também conhecido como lapso freudiano, é um erro na fala, na memória, na escrita ou numa ação física que seria supostamente causada pelo inconsciente. Freud evidenciou que o ato falho era sintoma da constituição de compromisso entre o intuito consciente da pessoa e o reprimido. Através do ato falho o desejo do inconsciente é realizado.

Lula já está condenado há anos, em quilômetros de folhas de papel-jornal e tonéis de tinta de impressão. As provas é que não têm colaborado.

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É preciso fulanizar o recheio do câncer, por Rui Daher

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Imagem: Reprodução

Por Rui Daher

Não acham que estamos lhes dando muita folga? Vou à banca de jornais pegar charutos caribenhos menos puros. “Los puros” só os têm Fernando Morais, com todo respeito e mérito. Enquanto converso com o dono, torcedor do Peixe como eu, noto as manchetes dos diários e as capas das semanais, linhas auxiliares do Poder Judiscricionário. Sem exceção, condenam Lula.   

Despeço-me do “peixeiro” da Praça Pan-americana e, qual Baby do Brasil, alucino, “reviro os olhinhos”, e chamo a “preta, pretinha” alma de todas as mães.

Vem a ideia. Quem está lá dentro? Quero saber, conhece-los, ouvi-los explicar o porquê de aceitarem tal papel. Passariam fome, sendo honestos? Pouco se importam, pois vivemos a despersonalizá-los. Centramos fogo em carnes de vacas fracas e podres. Marcas onde diluem seus venenos. São Veja, IstoÉ, Época, Globo, Folha, Estadão.

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Para quê serve a astrologia de massas?, por Wilson Ferreira

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Imagem: Reprodução

Por Wilson Ferreira

Na década de 1950 o alemão Theodor Adorno (pelo olhar sócio-psicanalítico) e o francês Roland Barthes (pelo ponto de vista da semiologia) empreenderam pesquisas sobre as colunas de astrologia, respectivamente do Los Angeles Time e do semanário Elle. Ambos chegaram à mesma reposta: a astrologia de massas serve para exorcizar o real. A astrologia deixa de ser uma abertura para o Oculto, o Onírico e o Imaginário para se transformar num espelho realista e disciplinador da própria rotina diária dos leitores. Será que essa resposta pode ser aplicada à astrologia de massas atual, mais de cinquenta anos depois dessas análises?

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Jornalismo da PUC-SP repudia revista Veja

Jornalismo da PUC-SP repudia revista Veja

"O Departamento de Jornalismo da PUC-SP repudia, nos termos mais veementes e inequívocos, a capa da edição 2.530 (17.mai.2017) da revista semanal Veja.

A capa traz a reprodução de uma foto em preto e branco de dona Marisa Letícia, ex-primeira-dama e esposa do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, morta em 3 de fevereiro de 2017, com a manchete “A morte dupla” e uma legenda “explicativa”: “Em seu depoimento ao juiz Moro, Lula atribui as decisões sobre o tríplex no Guarujá à ex-primeira-dama, falecida há três meses”.

O que há de errado em atribuir à própria esposa e companheira uma decisão qualquer que afete a vida da família? Nada, absolutamente nada – a menos, é claro, que a revista parta da premissa de que as supostas “decisões” atribuídas a dona Marisa tenham envolvido ações ilegais, e que Lula tenha se aproveitado do fato de que sua mulher está morta para jogar-lhe o peso da responsabilidade por tais supostas ações.

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Petry ou Alcantara, Veja não escapa da síndrome do esgoto

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