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Memória

Ricardo Zarattini, presente!

Jornal GGN – Ricardo Zarattini, um dos líderes históricos da resistência à ditadura, um militante obstinado da democracia, morreu neste domingo, aos 82 anos.

Pai do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), Ricardo nasceu em Campinas, onde foi presidente da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE) e participou da campanha “O Petróleo é Nosso”, além de ter sido militante do PCB, do PCBR e da ALN.

Engenheiro, Zarattini filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista onde se junto às lutas e greves dos trabalhadores pelo 13º salário. Foi um militante perseguido pela ditadura militar, tendo sido preso político.

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O “Ano Pavarotti”, por Walnice Nogueira Galvão

O “Ano Pavarotti”

por Walnice Nogueira Galvão

Este foi o “Ano Pavarotti”, decretado por sua pátria, a Itália: faz dez anos que o grande cantor morreu. No calendário de celebrações, a maior ocorreu na Arena de Verona. Entre outros lances, o Grupo da Fundação Luciano Pavarotti de Modena, sua cidade natal, saudou a data com a ária “Libiami”, de La Traviata, ópera de Puccini. Também se exibiu o vídeo de uma homônima, a Fundação Luciano Pavarotti da Guatemala, apresentado por Rigoberta Menchú (Prêmio Nobel da Paz), a militante dos direitos dos indígenas maias, país onde há uma escola de música criada sob os auspícios dele.

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Gracias a la vida: Violeta Parra nasceu há 100 anos

Enviado por Almeida

no Esquerda.net

Violeta Parra nasceu há 100 anos

A mais relevante e amada cantautora da cultura chilena nasceu no dia 4 de outubro de 1917. No Chile, multiplicam-se as iniciativas para comemorar o centenário do seu nascimento. Hoje, em Lisboa, A Voz do Operário recebe um concerto de homenagem.

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István Mészáros, presente!

da Página do MST

MST lamenta o falecimento de István Mészáros

Mészáros deixa uma vasta obra - ferramentas de nosso tempo nas mãos dos militantes sociais pelo mundo todo

Nesta segunda-feira (02), a militância Sem Terra em todo Brasil acordou triste com a notícia da partida física do filósofo marxista, gênio de seu tempo, István Mészáros, que faleceu na noite deste domingo (01).

Nascido na Hungria, a obra de Mészáros é parte do pensamento socialista contemporâneo e foi traduzida em diversas línguas, sendo referência na formação político-filosófica de muitos militantes da esquerda em todo o globo.

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Trivial por Célia

Jornal GGN – Aos 70 anos, morre a cantora Célia. A cantora, revelada por Flávio Cavalcanti em seu ‘Um instante Maestro!’, em idos dos anos 1970, lutava contra um câncer. Estava internada no Hospital Sancta Maggiore, em São Paulo, onde ficou por cerca de um mês em tratamento. Agora se vai, e deixa sua arte e sua voz!

Célia nasceu em 8 de setembro de 1947, em São Paulo, e ganhou o Brasil após sua apresentação no programa de Flávio Cavalcanti, em 1970. Em 1971 gravou seu primeiro LP ‘Célia’, que arrebanhou vários prêmios.

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Aldous Huxley em entrevista em 1958

Enviado por Jackson da Viola

1958...

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Morre Paulinho da Aba, referência na arte de tocar pandeiro, por Augusto Diniz

Morre Paulinho da Aba, referência na arte de tocar pandeiro

por Augusto Diniz

Sambista onipresente no bairro de Vila Isabel, reduto do samba na Zona Norte do Rio, o carioca Paulinho da Aba morreu nesta terça-feira (26/9), aos 72 anos, após sofrer um AVC no último sábado. O músico é referência no País na arte de tocar pandeiro com absoluto domínio do instrumento.

Paulinho da Aba chegou a lançar um CD solo, o “Onde o samba mora”, em 2015, com composições de sua autoria em parceria com Agrião, Claudio Jorge e Mart’nália – todos músicos ligados a Vila Isabel como ele.

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Imagens

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Laudir, presente! Por Washington Luiz Araújo

Por Washington Luiz Araújo
 

Laudir de Oliveira fez a passagem, encantou-se

Do Bem Blogado

Laudir, presente!
 

Guimarães Rosa dizia que as pessoas não morriam,  encantavam-se. Laudir de Oliveira, grande músico, grande amigo, dono de uma paz das maiores, se encantou em 17 de setembro. Amigo meu como poucos, Laudir estava preparando comigo o livro que contava a sua história de mais de 60 anos na música.

laudir a

Laudir foi percussionista do maestro Moacir Santos, Sérgio Mendes e depois do Chicago, banda americana que imperou na música mundial nos anos 60 e 70. Neste grupo, Laudir tocou durante nove anos. E tocou também com Joe Cocker, Michael Jackson, Chick Corea, Wainer Shorter Carlos Santana entre muitos outros. No Brasil, o grande percussionista foi fundador do som Imaginário, de Milton Nascimento, ao lado e Wagner Tiso, Robertinho Silva e Zé Rodrix.  O músico tocou muito tempo com Paulo Moura, pessoa a quem devotava imenso carinho.

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Livro mostra como violão superou desprezo das elites, por Alvaro Costa e Silva

O cantor, compositor e violonista Paulinho da Viola, em foto de 1972

Sugestão de Gilberto Cruvinel

da Folha

por Alvaro Costa e Silva

O violão é carioca de adoção. Aquele sujeito de fora que, em contato apaixonado com a cidade, logo se torna íntimo. Mais até: um nativo, mesmo que nascido longe.

Filho da viola, também com seis cordas, surgiu na Europa na segunda metade do século 18. Chegou ao Brasil com a família real em 1808 e, ao trocar os salões da corte pelas ruas do Rio, foi de início desprezado, por andar em mãos de mulatos, malandros e personagens como Policarpo Quaresma, o protótipo do nacionalista exaltado cujo triste fim Lima Barreto narra em seu romance.

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40 anos sem Maria Callas?

 

40 anos sem Maria Callas?

por Gilberto Cruvinel

Transcorre hoje o quadragésimo aniversário do desaparecimento daquela que foi a expressão máxima da ópera do século XX. Ela reunia em si mesma a impressionante técnica de bel canto, ampla extensão vocal e grandes dons dramáticos, talentos que lhe deram o nome “A Divina”. Sua arte, por isso, sobrevive, cada vez com maior vigor, muitos anos depois do silêncio final, de seu adeus definitivo na cena do grande teatro da vida.

“Não demorou muito, após sua morte, em setembro de 1977, para que o mito começasse a ser construído. Seus biógrafos se apressaram em estabelecer paralelos entre vida e obra. De que outra maneira, afinal, seria possível explicar a intensidade que ela exibia no palco? A infância difícil, o início da carreira em cabarés do porto de Atenas, a traição de Onassis, que a trocou por Jacqueline Kennedy... Sua trajetória era digna das heroínas trágicas da ópera. Callas não interpretou a cortesã Violeta, em La Traviata - ela foi Violeta; foi abandonada, como Butterfly; foi vítima da paixão, como Tosca.“ (em Revista Donna)

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Fernando Pacheco Jordão, presente!

Jornal GGN – O jornalista Fernando Pacheco Jordão, morreu hoje aos 80 anos, em São Paulo. A morte se deu por pneumonia, parte das consequências de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorrido há 15 anos. Pacheco Jordão estava internado há 40 dias.

Pacheco Jordão teve uma longa trajetória na profissão. Foi diretor de jornalismo e de programação da TV Cultura, correspondente da BBC em Londres, editor de economia da Veja e correspondente da Abril em Paris.

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Seu Miquelino, o Brasil é nosso!

Resgate de Luciano Hortencio

 

A vida é boa, a vida é bela,

Seu Miquelino, dá um jeito nela (bis)

 

Voa, voa , voa, não para de voar.

Tudo sobe, sobe, quando é que vai parar?

Seu Miquelino, assim eu não posso.

Seu Miquelino, o Brasil é nosso.

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Relembrando "Operação Abafa" em 1997

Enviado por Webster Franklin

Publicação de José Carlos Almeido

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Só lembrando, para aqueles que ainda insistem que a corrupção é um adolescente de 12, 13, 14 anos...

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Guiomar Novaes e a obra de Gottschalk sobre o Hino Nacional, por Alfeu

Guiomar Novaes e a obra de Gottschalk sobre o Hino Nacional

por Alfeu

O piano desde sempre foi seu companheiro; no início da adolescencia a obra de Louis Moreau Gottschalk (1829-1869) "Grande Fantasia Triunfal Sobre o Hino Nacional Brasileiro" já fazia parte do seu repertório pessoal e mais tarde do profissional, além de marcar momentos e etapas da sua vida.

Uma delas foi quando a jovem Guiomar Novaes com aproximadamente 15 anos vai à França para estudar música no Conservatório de Paris e logo é convidada para uma audição por quem Gottschalck havia dedicado essa obra; era a Princesa Isabel em seu exílio.

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Sarau inédito com Jacob do Bandolim, por Laura Macedo

por Laura Macedo

Sarau inédito com Jacob do Bandolim, Avena de Castro e Regional, Arnoldo Veloso, Marlui e Ana Miranda, e outros na residência de Neusa e Oswaldo França em Brasília, em 06/10/1968. Acervo de Neusa França. Gravação não-comercial realizada por seu esposo Oswaldo França em fita-rolo, digitalizada pelo Instituto Piano Brasileiro.

Agradecimentos especiais a seus filhos Magda França, Denise Bandeira e Leonardo França, que gentilmente autorizaram a divulgação deste material pelo IPB. O Regional que acompanhava Avena de Castro era composto por diferentes combinações músicos, e não é possível saber ao certo quais estavam presentes nesta gravação.

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