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Meio Ambiente

De cara com o lixo do Programa Nuclear Brasileiro, por Zoraide Vilasboas

Lixo nuclear da primeira mineração de urânio ocupa uma área correspondente a 100 Maracanãs, em Poços de Caldas (MG)!

Enviado por Adir Tavares

do EcoDebate

De cara com o lixo do Programa Nuclear Brasileiro

por Zoraide Vilasboas

Pela primeira vez, com imagens inéditas e surpreendentes, reportagem em cadeia nacional de TV colocou a sociedade brasileira frente a frente com a assustadora questão do lixo nuclear. A produção de resíduos radioativos em toda cadeia de geração de energia nuclear é o principal impacto ambiental do uso desta tecnologia. O grande desafio global hoje é justamente como lidar com o “beco sem saída” do lixo atômico para o qual, em mais de 70 anos, nenhum cientista –entre os “gênios” que povoam o mundo nuclear– encontrou solução definitiva, e ameaça a Vida no planeta. Por esta razão, a tendência mundial é abandonar a fonte nuclear por fontes renováveis de energia, como a solar, eólica e biomassa. No Brasil ocorre o oposto. Apesar de todos os senões, o governo segue tentando impor a conclusão da usina atômica Angra 3 (RJ). A obra está no epicentro das investigações de corrupção e lavagem de dinheiro na Eletronuclear e, por sua própria essência, envolve riscos enormes e sérios para a natureza e a humanidade. https://globoplay.globo.com/v/6154036/

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O resgate do lúdico no bojo do processo, por Felipe A. P. L. Costa

O resgate do lúdico no bojo do processo

Por Felipe A. P. L. Costa

Pelo mundo afora, profissionais e voluntários leigos estão envolvidos em ações que visam proteger a vida selvagem. As iniciativas incluem uma vasta e diversificada rede de empreendimentos, desde obras de melhoria nas instalações de antigos jardins botânicos até a implantação efetiva de unidades de conservação (e.g., reservas e parques). Esses esforços, ao contrário do que comumente é divulgado, não representam tão somente uma aposta em direção às futuras gerações, estando também intimamente associados a possíveis melhorias e benefícios imediatos para as gerações atuais.

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Caatinga: desproteção e indiferença, por Felipe A. P. L. Costa

Caatinga: desproteção e indiferença

por Felipe A. P. L. Costa

A paisagem nativa ‘original’ do território brasileiro (8,5 milhões km2) incluía 61 por cento de florestas fechadas (47% floresta amazônica e 14% floresta atlântica), compostas por árvores altas, que crescem próximas entre si e em geral sustentam folhas o ano inteiro; outros 37 por cento de florestas abertas (24% cerrado, incluindo o pantanal, e 13% caatinga), compostas por árvores baixas, retorcidas (cerrado) ou espinhentas (caatinga), que crescem afastadas e em geral perdem todas as folhas na estação seca do ano; e 2 por cento de vegetação essencialmente herbácea (campo limpo), onde árvores são naturalmente raras. Existem diversas complicações, claro, como zonas de transição entre dois ou mais biomas e mesmo manchas isoladas de um bioma dentro dos domínios de outro.

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Clima e desenvolvimento em sintonia, por Nilto Tatto

Clima e desenvolvimento em sintonia

por Nilto Tatto

Aprovado, por unanimidade, na Comissão de Minas e Energia da Câmara, Projeto de Lei 3280/15, de minha autoria, que propõe alterações na lei 12187, de dezembro/2009, que institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima – PNMC. Este PL visa atualizar o compromisso nacional de ações de mitigação das emissões de Gases de Efeito Estufa - GEE.

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Perdigotos não apagam incêndios, por Felipe Costa

Perdigotos não apagam incêndios

por Felipe Costa

O clima da região Sudeste do Brasil se caracteriza por um verão (dezembro a março) quente e chuvoso, com máximos de temperatura e pluviosidade em janeiro, e um inverno (junho a setembro) frio e seco, com mínimos de temperatura e pluviosidade em julho. Em certos lugares, esses períodos podem estar ligeiramente deslocados (e.g., temperatura média mais alta em fevereiro), mas esse é o padrão geral para a região.

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Temer recua e revoga decreto da extinção da Renca

Jornal GGN – Deu grita. E uma grita mundial. Então Michel Temer pegou a caneta e postou novo Decreto, o de número 9.159, que revoga o de número 9.147, que extinguia a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). O novo decreto que extingue o outro foi publicado hoje no Diário Oficial da União. E a Renca permanece.

A história não é longa e não é bonita. O governo determinou que Renca atrapalhava os negócios e resolveu tirar do caminho. Foi uma comoção. Quando a grita começou, o governo determinou a suspensão da medida, no começo de setembro. Como explicação, o Planalto disse que “houve falta de clareza sobre os efeitos da extinção”. Mas o tema não saiu da pauta, ao contrário, está ali para ser reeditado a qualquer momento.

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Após repercussão negativa, Temer volta atrás e revoga extinção do Renca


Foto: Agência Pará

Temer cede a pressões e revoga extinção da Renca

Da RBA

Com tamanho desgaste, o Congresso Nacional já defendia aprovar o projeto de decreto legislativo proposto por Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que susta o decreto original

O presidente Michel Temer (PMDB) assinou nesta segunda-feira (25) decreto que revoga a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). O ato será publicado amanhã no Diário Oficial da União.

Ontem (24), o site Direto da Ciência já havia adiantado que Temer deveria mesmo revogar a extinção. Segundo a página, antes de viajar a Nova Iorque para assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU), ele recebeu o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que o alertou. Caso não recuasse, entraria em votação o projeto de decreto legislativo proposto por Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que susta o decreto de extinção.

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Amazônia patrimônio do Brasil, por General Miotto

Sugerido por Kevin Artsu

A Amazônia não é patrimônio da humanidade, a Amazônia é patrimônio do Brasil. Belíssima explanação do @geraldomiotto:
 
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Furacão Irma avança nos EUA e Brasil aciona embaixadas


O avanço do furacão e as últimas previsões
 
Jornal GGN - O furacão mais forte já registrado no oceano Atlântico, Irma, avança pelo litoral sul dos Estados Unidos, tocando a terra nas ilhas da Flórida pela manhã deste domingo (10) e já causando a morte de três pessoas no estado.
 
A Flórida recebeu o impacto do olho do ciclone em suas ilhotas no extremo sul dos Estados Unidos nesta madrugada. O país está em alerta e já evacuou cerca de 6,3 milhões de pessoas no estado. O governador Rick Scott alertou que "não sobreviverão a essa tormenta".
 
No sábado (09), um homem morreu quando a caminhonete que conduzia sofreu um acidente com a perda do controle do veículo, após um golpe de vento, na altura do condado de Monroe, perto das ilhas. Outras duas pessoas faleceram no condado de Hardee, interior da Flórica, com as fortes chuvas.
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Congresso Latino-americano apresenta plataforma que mapeia Agroecologia

 
 
A plataforma Agroecologia Saberes e Práticas é uma ferramenta que permite o mapeamento e registro de iniciativas, experiências e práticas em Agroecologia em todas as suas vertentes. A agroecologia é o estudo dos agroecossistemas abrangendo todos os elementos humanos e ambientais e a proposta desta plataforma é potencializar estes aspectos através de interações entre os diversos fomentadores destes sistemas agroecológicos.
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O ar que nos aquece e o precipício, por Felipe Costa

O ar que nos aquece e o precipício

por Felipe A. P. L. Costa

Em 1957, o geólogo estadunidense Roger Revelle (1909-1991) e o físico-químico austríaco Hans Suess (1909-1993), ambos então no Instituto Scripps de Oceanografia (SIO, na sigla em inglês), em San Diego (Califórnia), publicaram um artigo que ajudaria a mudar de vez o nosso modo de ver a química atmosférica. Nesse artigo, tratando do comportamento em larga escala do CO2 antropogênico, eles mostraram como e por que os oceanos não seriam um pronto-escoadouro para o excesso de CO2 na atmosfera.

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Processos sobre Renca são paralisados, por enquanto

Jornal GGN – A Justiça Federal em Brasília suspendeu os efeitos do decreto de Temer que extinguiu a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). No dia seguinte, dia 31 de agosto, o governo Temer decidiu paralisar os trâmites relativos a eventuais direitos de mineração na área da reserva, que fica entre os estados do Pará e do Amapá.

Em nota, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse que será providenciado um “amplo debate” para buscar alternativas de proteção da região. Afirma que a paralisação se deve ao “respeito” que se dá às “legítimas manifestações da sociedade e a necessidade de esclarecer e discutir as condições que levaram à decisão de extinção da Renca”.

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Contra o Brasil, contra os brasileiros, por Nilto Tatto

Contra o Brasil, contra os brasileiros

por Nilto Tatto

No início deste segundo semestre, entre as tantas Medidas Provisórias do governo Temer, três delas traziam propostas de mudanças no Código da Mineração. Agora, com o decreto de extinção da RENCA (Reserva Nacional de Cobre e Associados), localizada nos Estados do Pará e Amapá, fica evidente que, mais do que regular essa atividade, há nessas MPs interesses que vão além de questões técnicas sobre a extração de minérios

A MP 791, institui a Agência Nacional de Mineração, em substituição ao Departamento Nacional de Produção Mineral. Já a 790 propõe alterações no Decreto Lei 227/1967 e Lei 6567/1978, sobre o Regime Especial para Exploração. E, por fim, a 789, que traz alterações na Lei 7990/1989, bem como na Lei 8001/1990, que tratam de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais.

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Temer extinguiu reserva na Amazônia para "combater atividades ilegais", diz ministro

Foto: Agência Brasil

Por Helena Martins

Da Agência Brasil

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmou hoje (25) que a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), por meio de decreto publicado na última quarta-feira (22), objetiva promover o combate a  atividades ilegais na área.

Em entrevista coletiva realizada na noite desta sexta-feira, ele disse que o ministério tem conhecimento de 28 pistas de pousos clandestinas e que há mais de mil pessoas praticando atividade de garimpo ilegal.

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Retrocesso e desordem na Amazônia setentrional, por Daniel Chaves

Foto Agência Pará

Os riscos do fim da RENCA: retrocesso e desordem na Amazônia setentrional

por Daniel Chaves

Não é segredo para nenhum observador bem posicionado no debate público nacional – e, desde a Guerra Fria, global – a respeito do aproveitamento dos recursos minerais abundantes na Amazônia como mais uma das riquezas tidas como intermináveis na Região Norte do Brasil. O que persiste (e tende a persistir!) em decorrência disto é a profunda polemica sobre a capacidade dos governos, nacionais ou regionais, em administrar a exploração destas riquezas de modo sustentável; ou seja, conciliando a mais valia da extração com os mínimos impactos ambientais e uma conduta consciente com relação às necessidades sociais urgentes de comunidades cujas condições de vida são absolutamente precárias. Os problemas que Bertha K. Becker, um dos mais brilhantes cérebros brasileiros, descreveu como a ‘floresta urbanizada’ são uma presença infeliz: duvidoso acesso à saúde, educação, segurança, energia elétrica e água potável são alguns dos problemas capilares persistentes para as populações, para além dos grandes núcleos metropolitanos. Adicione-se a isto o problema do histórico desrespeito às comunidades tradicionais remanescentes e originárias, que convivem com os reiterados e renovados despojos de um processo de colonização e espoliação interminável – muitas vezes compreendendo, paradoxalmente, os seus próprios governos como invasores e colonizadores tardios.

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