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Literatura

Bastidores do romance "O filho renegado de Deus"

Comecei a escrever o livro em 10 de janeiro de 2011, em letrinha miúda nas páginas de um caderno de capa vermelha, numa escrita quase hieroglífica. Quando se tornou legível na digitação do micro, o livro se concluiu em 3 de fevereiro de 2012. Mas até agora não consigo ter distância crítica de “O filho renegado de Deus”.

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Resenha: “ Em busca de um final feliz”, de Katherine Boo.

01. BEHIND THE BEAUTIFUL FOREVERS: Life, Death, and Hope in a Mumbai Undercity, de Katherine Boo, 256 pages. Random House. 2012(*)

 

Katherine  Boo não é uma romancista. Ela é uma jornalista nascida e criada em Washington/DC, já laureada com nada menos que um Pulitzer Prize, e um talento excepcional para transformar um documentário em uma hipnotizante obra de ficção.

De 1993 a 2003, K. Boo trabalhou no Washington Post , sempre obcecada pelo tema dos menos privilegiados, a quem acompanhou de perto, em seus diversos sofrimentos.

Sua série de reportagens sobre  deficientes mentais , em 2000, lhe rendeu as honrarias máximas do jornalismo yankee,  e a aclamação pública pela seriedade e preciosismo com que executou suas pesquisas.

Sendo ela própria vítima de severos efeitos colaterais de uma artrite reumática,  que lhe aflige desde a adolescência, e lhe deformou as mãos, a autora entende um bocado das dores e limitações que podem acometer o ser humano. Leia mais »

Resenha- “ O silêncio das montanhas”, de Khaled Hosseini.

“ O silêncio das montanhas”, de Khaled Hosseini. Ed.Globo Livros, 2013

 

"Dizem que a gente deve encontrar um propósito na vida e viver este propósito. Mas, às vezes, só depois de termos vivido reconhecemos que a vida teve um propósito, e talvez um que nunca se teve em mente." Leia mais »

História da literatura de Prudente no Matarazzo

 

 

Rubens Shirassu Júnior

 

 

 

Quatro escritores e um divulgador literário estarão reunidos na próxima terça-feira (11.06) às 19h30, na Sala de Cinema Condessa Filomena Matarazzo, do Centro Cultural Matarazzo, de Presidente Prudente, para discorrer sobre a trajetória da literatura na cidade. Leia mais »

Crédito da Imagem

james kochnline
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Os 10 maiores poemas brasileiros de todos os tempos

Sugestão do blog de Assis Ribeiro no Brasilianas.org Leia mais »

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O que Da Vinci, Dickens e Hemingway tinham em comum?

 

Leonardo da Vinci, Benjamin Franklin, Thomas Jefferson, Charles Dickens, Lewis Carroll, John dos Passos, Virginia Woolf, Ernest Hemingway e Vladimir Nabokov tinham pelo menos uma rotina profissional em comum: escreviam em pé.

De acordo com texto originalmente publicado no blog Luis Nassif, Mmuitas vezes, utilizando-se de um mobiliário improvisado que lhes servissem de escrivaninha.
Uma entrevista com Hemingway, publicada no Paris Review, em 1958, inclui esta descrição sobre o escritor:

"Um hábito de trabalho que Hemingway tem desde o início de sua carreira: ele escreve em pé, sobre um par de mocassins de couro desgastado de kudu (de um antílope africano que ele provavelmente matou), em sua máquina de escrever posicionada à altura do peito."

 

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Dicionário de palavrões vira sucesso na França

Um dicionário de palavrões publicado por um linguista francês se tornou sucesso de vendas no país. A primeira edição do Pequeno Dicionário de Palavrões, de dez mil exemplares, lançada no início de maio, já se esgotou. Uma nova tiragem de três mil exemplares está sendo realizada, segundo a Editora First, que publicou a obra do professor de letras modernas da Universidade de Lorient, na Bretanha, Gilles Guilleron.

O linguista explica que seu objetivo é mostrar como a linguagem essencialmente oral – que não é ensinada nas escolas nem utilizada na vida social – é transmitida entre gerações e consegue manter sua vitalidade, apesar de ser algo “subterrâneo e marginal, que geralmente exprime tabus, como o sexo”. “O palavrão é uma palavra crua, indelicada, obscena, escatológica, que ofende o pudor, a moral, os códigos de educação”, diz. “É por isso que 80% dos palavrões e grosserias estão ligados ao sexo e às funções vitais, como as fezes”, explica.
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Seleção traz 40 livros para ler antes de morrer

 

Jornal GGN - Lista elaborada pela Revista Bula a partir de indicações recolhidas por meio das redes sociais traz uma seleção com 40 títulos da literatura nacional e mundial que todos deveriam ler. Confira o texto:

 

40 livros para ler antes de morrer

Carlos Willian Leite Leia mais »

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Autor Costa Senna destaca a importância da leitura na vida das pessoas
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Luis Serguilha, poeta português, lança livro em São Paulo

O poeta e escritor português Luis Serguilha já está em São Paulo para o lançamento, na próxima segunda-feira (20), a partir das 19h30, de mais um livro de poesias. “Kalahari”, que faz referência ao imenso deserto de 900 mil quilômetros quadrados localizado no Sul da África, traz novamente a linguagem única do poeta, que já rendeu prêmios e reconhecimentos internacionais e, ainda, “ódios e amores” em Brasil em Portugal, segundo explica o próprio escritor. O evento de lançamento acontece na livraria Martins Fontes da Avenida Paulista.
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O Perseguidor de Julio Cortázar / José Muñoz


UM ENCONTRO DE GÊNIOS

"O Perseguidor" é uma das maiores realizações literárias de Julio Cortázar e um clássico da literatura do século XX. Desde a sua publicação, em 1959, esta homenagem ao grande Charlie Parker, Cortázar tem conhecido o fervor de muitos leitores. O grande ilustrador José Muñoz joga com profundidade extraordinária de talentos esta ficção onde o jazz, as noites sem dormir e Paris dos anos 50 fazem parte de uma história única.

DICA:
Livro: O PERSEGUIDOR
Autor: Julio Cortázar
Ilustração: José Muñoz
Tradução: Sebastião Uchoa Leite
Idioma: Português
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Prêmio Off Flip 2013 abre inscrições até 2 de maio

A edição 2013 do Prêmio Off Flip de Literatura, evento que acontece de forma paralela à Festa Literária Internacional de Paraty (RJ), está com inscrições abertas para os gêneros contos e poesias. As inscrições vão até o próximo dia 2 de maio (quinta-feira). Poderão participar autores a partir de 16 anos e residentes em países de língua portuguesa, como Brasil, Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Brasileiros residentes no exterior também podem participar.

O edital do prêmio exige que os textos inscritos sejam inéditos. O tema, no entanto, é livre. O valor da inscrição é de R$ 75 para ambos os gêneros. Interessados em participar com contos e poesias deverão fazer inscrições independentes. Informações e detalhes sobre os procedimentos para envio dos originais podem ser conferidos no site oficial do evento. Leia mais »

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