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Justiça

Moro e o método da máfia, por Jeferson Miola

Moro e o método da máfia

por Jeferson Miola

O jornal Zero Hora noticiou que numa palestra na UNISINOS, em 21/9/2017, o juiz Sérgio Moro fez um "parêntesis cinematográfico" [segundo suas próprias palavras] para citar o filme O Poderoso Chefão.

Ele quis, com isso, exemplificar como determinado procedimento adotado pela máfia – que não é encontrável nas regras do Estado de Direito – pode ser empregado para alcançar objetivos na Lava Jato.

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Sergio Moro e o cristal partido, por Sergio Saraiva

O que se quebrou entre Moro e os brasileiros?

Sergio Moro e o cristal partido

Sergio Moro e o cristal partido

por Sergio Saraiva

A pesquisa do Instituto Ipsos divulgada pelo Estadão em 24 de setembro de 2017 não traz boas notícias para o juiz Sergio Moro. Seus índices de desaprovação pela população nunca estiveram tão altos – 45%.

Ainda que quando comparado com os índices de outras personalidades pesquisadas, o índice de Moro pode não parecer tão ruim. Por exemplo, o malvado preferido de Moro – o ex-presidente Lula – tem um índice de rejeição, que mesmo em queda, é de 59%.

E Michel Temer é rejeitado por 94%. Mais do que o dobro do índice de Moro.

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Dallagnol afronta PGR: “Ninguém pode mandar dizer o que a gente faz em Curitiba”

Foto: Reprodução/O Tempo

Jornal GGN - O procurador palestrante Deltan Dallagnol, líder da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, usou um de seus eventos para afrontar a suposta ideia de Raquel Dodge, nova procuradora-geral da República, que teria indicado mudanças no comportamento dos membros do Ministério Público Federal no Paraná.

Segundo relatos do jornal O Tempo, Dallagnol mandou o seguinte recado para Dodge: “Ninguém pode mandar dizer o que a gente faz ou deixa de fazer em Curitiba."

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Procuradores agora querem criar manual de "boas práticas" em delação premiada

 
Jornal GGN - O escândalo da delação da JBS agora é usado por procuradores da República como argumento para transformar em permanente uma comissão criada em 2016 para editar uma espécie de manual de "boas práticas" em delação premiada.
 
O caso JBS escancarou que procuradores da República podem ter cometido irregularidadades nas fases iniciais de negociação com o empresário Joesley Batista e outros. Há suspeita de que os delatores foram orientados a gravar inúmeras conversas, inclusive contra Michel Temer.
 
Embora seja o mais falado na imprensa atualmente, este não é o único caso envolvendo as obscuridades nos acordos de delações premiadas da Lava Jato.
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Ciro Gomes promete anistiar o Almirante Othon, se chegar à presidência em 2018

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Em video divulgado pelo canal do Brasil 247 no Youtube, Ciro Gomes aparece falando da política internacional brasileira e comenta, por volta dos 3 minutos, que pretende anistiar o almirante Othon Pinheiro, responsável pelo programa nuclear nacional, da sentença imposta pela Lava Jato.

Ciro disse que "o almirante está hoje com a pena quase perpétua, algo muito estranho. Se eu chegar à presidência da República, vou mandar examinar esse assunto. E vou pensar em anistiá-lo, porque é o grande cérebro do programa nuclear brasileiro. Eu vou substituir a pena dele por serviços comunitários, se ele tiver feito merda, mas esse cérebro o Brasil quer de volta pelo seu esforço."

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Ex-presidente do STJ pede investigação sobre vazamentos da Lava Jato

Foto: STJ/Divulgação
 
 
Jornal GGN - Ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha enviou à procuradora-geral da República Raquel Dodge, na última semana, um pedido para que a Polícia Federal instaure um inquérito para apurar os vazamentos seletivos da Lava Jato.
 
Asfor foi alvo de um vazamento a partir do suposto acordo de delação de Antonio Palocci. A imprensa publicou que o ex-presidente da Corte teria recebido R$ 5 milhões para ajudar a enterrar as investigações da Castelo de Areia, segundo possíveis relatos de Palocci.
 
O ex-ministro tentou obter, pelas vias formais, a confirmação de que Palocci, de fato, disparou tais denúncias, mas sem nenhum sucesso. Decidiu, então, contratar o ex-procurador-geral da República Aristides Junqueira como advogado na causa e pressionar Dodge a fazer o que Rodrigo Janot nunca fez: investigar e coibir os vazamentos. 
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Aragão diz que Janot acusou Dilma e ministro Navarro apenas para forçar impeachment

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-ministro Eugênio Aragão disse, em artigo publicado pelo DCM, que Rodrigo Janot acusou Dilma Rousseff e Marcelo Navarro, do Superior Tribunal de Justiça, para jogar lenha na fogueira do impeachment. Segundo Aragão, Janot sabia que a base da denúncia era frágil (a delação de Delcídio do Amaral), mas mandou investigar Dilma e o ministro do STJ mesmo assim, intensificando a crise do governo derrubado.

O Conjur fez um resumo dos principais pontos abordados por Janot. Aragão apontou que o ex-procurador-geral da República "preferiu esconder sua fraqueza no moralismo tacanho que faz sucesso no país dominado pela falta de ideias e de ideais, lamenta Aragão. Como o impulso era seguir a manada no seu estouro contra as instituições, passou a fustigar a presidente que o nomeou no esforço de pacificação nacional, diz. Ele também lembra quando o juiz Sérgio Moro, responsável pela lava jato em primeira instância, divulgou gravações da então presidente sem autorização judicial, em flagrante ilegalidade, e Janot nada fez."

 

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O erro grosseiro de Veja em reportagem que trata Zanin como "chicaneiro"

Jornal GGN - Não se sabe se por ma fé ou apenas desconhecimento sobre o assunto, mas o fato é que a revista Veja cometeu um erro grosseiro na reportagem em que trata Cristiano Zanin, advogado de Lula na Lava Jato, como um "chicaneiro".

A publicação atribuiu a Zanin uma fala disparada contra Sergio Moro que, na verdade, foi dita por outro advogado: o jurista Juarez Cirino, um dos mais renomados docentes de Direito Penal do País. Professor da Universidade Federal do Paraná, Cirino deixou a defesa de Lula muito antes da sentença do caso triplex.

O bate-boca entre a defesa de Lula e Moro marcou as primeiras audiências do processo em que o petista foi acusado de receber vantagens indevidas da OAS. O episódio envolvendo especificamente a discussão entre o juiz da "região agrícola deste País" e Cirino ocorreu no depoimento do ex-senador Delcídio do Amaral, um dos delatores do ex-presidente. O duelo foi marcante por ter demonstrado que não haveria a menor possibilidade dos abusos e erros de Moro passarem em branco ao longo do julgamento.

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Governo Temer dificulta investigação internacional contra Serra

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O G1 divulgou neste sábado (23) uma reportagem informando que Rodrigo Janot queixou-se que o governo Temer tem dificultado a criação de uma força-tarefa internacional para investigar José Serra (PSDB).
 
Segundo o portal, em 15 de fevereiro deste ano, Janot encontrou-se com Michel Temer e pediu o encaminhamento de uma cooperação internacional para apurar pagamentos irregulares à campanha do político na Espanha. Uma semana depois, em 22 de fevereiro, Serra pediu demissão do cargo de ministro das Relações Exteriores. À época, ele alegou "problemas de saúde".
 
De acordo com a matéria, Janot disse a Temer que, no cargo de ministro, Serra teria condições de intervir na intestigação. 
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Janot usou contra Temer provas onde Tacla Duran apontou fraude

Jornal GGN - Rodrigo Janot inseriu na segunda denúncia contra Michel Temer e o chamado quadrilhão do PMDB provas que Rodrigo Tacla Duran apontou como falsas.

Segundo a coluna Radar deste sábado (23), entre essas provas estão extratos de uma conta da Odebrecht no Meinl Bank, em Antígua.
 
"Entre os problemas, datas em português num documento em inglês e movimentação da conta depois de encerrada. Na denúncia, Janot utiliza extratos do mesmo banco, com as mesmas inconsistências, para acusar Temer, Eduardo Cunha e Henrique Alves", publicou o Radar.
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Deputados do PT querem investigar indústria da delação premiada em CPI

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - Os deputados Wadih Damous e Paulo Pimenta, ambos do PT, querem investigar a indústria da delação premiada na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) da JBS. A informação é da Agência PT de Notícia.
 
Segundo o site, Damous e Pimenta citaram as delações feitas pelos procuradores de Curitiba como acordos que concedem benefícios não previstos na lei que regulamenta o instituto. 
 
O mesmo, segundo Damous, se repete em relação ao caso JBS. “A relação que se estabelece entre investigadores e delatores é algo que deve ser investigado”, disse Damous. ­­­Segundo ele, há indícios de coação, e promessas a partir do acordo que não têm previsão legal. “Muitas vezes os investigadores sobretudo os de Curitiba fazem promessas para conseguirem delações das quais a lei não autoriza que sejam feitas”, afirmou.
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Gilmar pergunta quando vão mudar nome do Espírito Santo para "espírito de porco"

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters
 
 
Por Severino Motta
 
No BuzzFeed
 
O ministro do STF Gilmar Mendes ironizou, na tarde desta quinta-feira, uma ação do Ministério Público Federal que questiona o ensino religioso confessional nas escolas.
 
Segundo ele, a onda de questionamentos pode desaguar em pedidos para se retirar o Cristo Redentor do Morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, e até mesmo a mudança do nome de Estados, como o Espírito Santo que, de acordo com o ministro, poderia se chamar “Espírito de Porco”.
 
Disse Gilmar:
 
"Em algum momento [vamos] chegar ao ponto de discutir a retirada da estátua do Cristo Redentor do morro do Corcovado, por simbolizar a influência cristã em nosso país?
Ou a extinção do feriado nacional de Nossa Senhora da Padroeira, Nossa Senhora Aparecida?
A alteração dos nomes dos Estados? São Paulo passaria a chamar Paulo?
Santa Catarina passaria a chamar Catarina?
Espírito Santo… poderia se pensar num Espírito de Porco?”
 

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Vereador pede CPI para investigar relação da Prefeitura de SP com grupo Lide

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - É destaque na coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha deste sábado (23), que o vereador Toninho Vespoli (PSOL) protocolou um requerimento demandando a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar o envolvimento de empresas associadas ao Lide, fundado por João Doria (PSDB), em parcerias com a Prefeitura. 

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Conselho Federal de Psicologia recorre da decisão judicial que permite "cura gay"

Foto: Divulgação

 

 

Do CFP

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) interpôs, na tarde desta quinta-feira (21/9), no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, agravo de instrumento contra a liminar concedida parcialmente, em 15 de setembro, pelo juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da Seção Judiciária do Distrito Federal, relacionada à Resolução CFP 01/99.

A decisão liminar, proferida a partir de uma ação popular, manteve a integralidade do texto da Resolução 01/99 – norma que orienta os profissionais da área a atuar nas questões relativas à sexualidade –, mas determinou que o CFP a interprete de modo a não proibir que psicólogas (os) façam atendimento de (re) orientação sexual. “Entendemos que esta liminar não agrega nenhum benefício para a discussão da causa e ainda traz graves prejuízos à população LBGT. Consideramos que, neste caso, a interferência extrapola a competência do Judiciário, ao dizer como um conselho profissional deve interpretar a sua própria norma”, afirmou Rogério Giannini, presidente do CFP.

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Criminalista Eduardo Pizarro Carnelós assume defesa de Temer

Foto: Agência Brasil

Do Conjur

O presidente Michel Temer (PMDB) escolheu nesta sexta-feira (22/9) o advogado Eduardo Pizarro Carnelós para defendê-lo em nova denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República. O criminalista assume vaga deixada pelo colega Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que anunciou sua saída por já ter defendido o financista Lúcio Funaro, que acusa o peemedebista de ter recebido propina.
 
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o novo defensor foi escolhido em uma lista de quatro pessoas sugerida pelo antigo advogado. De acordo com O Estado de S. Paulo, Mariz recebeu Temer e Carnelós em seu escritório na Avenida Paulista, em São Paulo, nesta sexta.
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