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Internacional

Com US$ 18 bi a bandeiras progressistas, Soros estende adeptos de seu império liberal


Foto: Bloomberg
 
Jornal GGN - O noticiário dos Estados Unidos estampou nesta semana que o bilionário investidor George Soros doou 18 bilhões de dólares à instituição filantrópica Open Society Foundation, que carrega a bandeira de promover a democracia e direitos humanos pelo mundo. 
 
As transferências, que equivalem a mais da metade da fortuna do empresário, foram feitas ao longo dos últimos anos, mas estavam protegidas por sigilo, sendo reveladas nesta terça-feira (17). 
 
O montante é um dos maiores repasses de riquezas de um doador privado a uma única instituição e foi responsável por transformar a Open Society na segunda maior organização filantrópica dos Estados Unidos, ficando atras apenas da Fundação do fundador da Microsoft, Bill e Melinda Gates.
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Vladimir Putin: muito além de uma caricatura grosseira, por Léa Maria Aarão Reis

Sugestão de Ricardo Cavalcanti-Schiel

no Conversa Afiada

Vladimir Putin: muito além de uma caricatura grosseira

por Léa Maria Aarão Reis

Quando o apresentador da CBS, Stephen Colbert, entrevistou o cineasta Oliver Stone, há três meses, procurando desqualificá-lo com ironias baratas e criticando-o pela primorosa série de quatro episódios, Putin’s Interviews, que acabava de estrear nos Estados Unidos, a ignorância americana foi desafiada e exposta em um dos seus momentos mais ridículos.

Bastante semelhante ao que ocorre aqui com a audiência controlada dos programas de auditório tipo hulks, faustos, silvios et caterva locais: indivíduos rindo histericamente, sem saber exatamente do que gargalham. Leia mais »

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Novas provocações na península coreana, por Gustavo Gollo

Novas provocações na península coreana

por Gustavo Gollo

Na segunda-feira, reiniciarão as provocações americanas na península coreana, na forma de exercícios conjuntos com a Coreia do sul. Tais atividades simularão a invasão da RDPC, a Coreia do Norte, ação que costuma enervar os norte-coreanos, por razões óbvias, e que os têm feito responder com manifestações de força, como o lançamento de mísseis ou a detonação de bombas nucleares.

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Jogos de guerra, por Gustavo Gollo

Jogos de guerra, por Gustavo Gollo

Uma guerra contra a Coreia do Norte, RDPC, seria diferente de outros massacres cometidos pelos EUA, em virtude do poder de retaliação do adversário. Por essa razão, o eventual ataque ao país não será precedido de aviso, ocorrerá de surpresa, em uma tentativa de arrasar completamente o rival, inviabilizando, desse modo, sua contraofensiva, neutralizando o mais que consiga o seu poder de fogo.

Os coreanos sabem disso, razão pela qual, ao pressentir o cerco, se anteciparão ao ataque americano, atacando primeiro, garantindo assim que o fogo de suas armas seja disparado contra o inimigo.

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Guerra mundial: no olho do furacão, por Gustavo Gollo

Guerra mundial: no olho do furacão, por Gustavo Gollo

“Talvez seja a calma antes da tempestade”, disse o presidente americano, fato que, daqui, um profeta também pressentia.

Uma guerra contra a RPDC, a Coreia do Norte, seria catastrófica, não pode acontecer. Centenas de milhões de mortes, riscos intensos de generalização do conflito, uma completa loucura. Seria o apocalipse.

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Vestígios de uma guerra, por Felipe A. P. L. Costa

Vestígios de uma guerra

por Felipe A. P. L. Costa

Nas últimas décadas, o Oriente Médio – termo comumente utilizado para uma região localizada a leste do mar Mediterrâneo, envolvendo ao mesmo tempo duas zonas de transição entre três continentes: Europa e Ásia, ao norte, e África e Ásia, ao sul – tem se caracterizado pela instabilidade política e pelos conflitos bélicos. É compreensível, portanto, que se levantem dúvidas sobre a presença humana na região.

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O sistema internacional da liquidez infinita e acumulação selvagem, por Bruno Lima Rocha

Por Bruno Lima Rocha

O exercício de hegemonia da Superpotência vem do monitoramento e punição discricionária sobre a arquitetura financeira mundial através da qual sua oligarquia, retroalimentada por um sistema de portas giratórias entre os aparelhos de Estado e os componentes do Sistema do BIS e complementares, elege alvos de forma discricionária, atuando a partir do interesse direto de grupos de pressão dos EUA.

É urgente interpretar tanto a situação do capitalismo financeiro em sua etapa contemporânea, como as formas não militares de exercício da hegemonia – hoje desafiada – da Superpotência no Sistema Internacional (SI). Precisamos analisar a perda de perspectivas da semiperiferia em termos da promoção de um desenvolvimento capitalista autônomo num ambiente de economia globalizada com dominância financeira e gestão hegemônica da potência principal da arquitetura do Sistema Monetário Internacional.

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Catalunha quer referendo para independência da Espanha hoje

Em protestos, grupo segura a bandeira catalã pró-independência na cidade de Pamplona
Em protestos, grupo segura a bandeira catalã pró-independência na cidade de Pamplona - Foto: Lusa/EPA/JDIGES

Da ABr

Por Marieta Cazarré 

Apesar de a decisão do Tribunal Constitucional espanhol ter sido pela ilegalidade do referendo, o governo autônomo catalão (Generalitat) continua convocando as pessoas para neste domingo (1º). O referendo, caso aconteça, pode levar a Catalunha a se tornar independente da Espanha. Os que defendem a separação, apesar da oposição do governo nacional e do risco de atos violentos, insistem que o referendo acontecerá.

Nos últimos dias, o governo espanhol enviou para a região mais de 10 mil agentes das forças de segurança, apreendeu milhões de cédulas de voto e 45 mil notificações que conovocavam membros das mesas eleitorais.

De acordo com o jornal espanhol El País, o governo catalão apresentou, durante entrevista ontem (29), novas urnas compradas para o pleito e afirmou que 2.315 colégios eleitorais estarão abertos na Catalunha, com 7.235 mesários.

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Estados Unidos ataca população civil da Síria com fósforo branco

No RT Noticias

Estados Unidos ataca população civil da Síria com fósforo branco

Tradução de Ricardo Cavalcanti-Schiel

A coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos realizou ataques aéreos nesta quarta-feira (27/09)  na região de al-Suwar, província de Deir ez Zor, Síria, utilizando munição de fósforo branco, proibida pelas convenções internacionais. O ataque aéreo foi realizado sobre uma zona residencial dessa província síria.

Nesse ataque morreram três civis e outros cinco ficaram feridos. Além disso, propriedades públicas e privadas sofreram danos significativos.

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Coreia do Norte diz que Trump declarou guerra por twitter

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Fotos: AP Photo e Evan Vucci
 
Jornal GGN - O ministro do Exterior norte-coreano, Ri Yong Ho, afirmou nesta segunda-feira (25) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou guerra a seu país e que, por isso, o país tem o direito de adotar contramedidas, como abater aviões norte-americanos, ainda que não estiverem em seu espaço aéreo.
 
Para Ri Young Ho, o tweet de Trump publicado neste sábado (23), em um tipo de ameaça contra o chaceler e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, de que "não estarão por perto muito mais tempo" pode signifcar uma declaração de guerra.
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Forças especiais dos EUA estão combatendo juntas com o Daesh

Sugestão de Ricardo Cavalcanti-Schiel

na Sputnik News

Moscou revela fotos de material bélico dos EUA nas posições do Daesh

O Ministério da Defesa da Rússia publicou na sua conta no Facebook fotos aéreas de posições do Daesh (Estado Islâmico), perto da cidade de Deir ez-Zor, nas quais se vê material bélico dos EUA.

"Graças às fotografias aéreas captadas entre 8 e 12 de setembro de 2017, junto das posições do Daesh foi detectado um grande número de veículos blindados norte-americanos Hummer que estão a serviço das forças especiais dos EUA", informou o ministério. Leia mais »

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Será que o show não pode parar?, por Gustavo Gollo

Será que o show não pode parar?

por Gustavo Gollo

Na semana passada, o bufão líder da nação mais poderosa do planeta subiu à tribuna da assembleia geral das nações unidas para disparar ameaças tresloucadas, recebidas como desrespeitosas e altamente provocativas pelos líderes citados. Ganharam relevo a referência ao líder coreano, como “fogueteiro”, junto à ameaça bombástica de destruir completamente a Coreia.

Os coreanos responderam de maneira ainda mais contundente, especialmente considerando-se a diferença de idade dos querelantes. Assim, o mundo presenciou o jovem líder coreano ralhar com o “senil e mentalmente perturbado” presidente americano, alertando o septuagenário a “ter em conta com quem fala”, colocando o bufão, desse modo, em seu devido lugar.

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A nova geopolítica russa do petróleo

Enviado por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Por F. William Engdahl, no New Eastern Outlook. Tradução do Coletivo Vila Vudu para o blog do Alok


Desde o Acordo Linha Vermelha de 1928 entre as gigantes britânicas, francesas e norte-americanas do petróleo para dividir as riquezas do Oriente Médio para o mundo do pós-1ª Guerra Mundial, o petróleo, ou mais precisamente, o controle sobre o petróleo passou a constituir a tênue linha vermelha da moderna geopolítica. Durante o período soviético, as exportações russas de petróleo visavam a maximizar a renda em dólares em todos os mercados possíveis. Hoje, com as ridículas sanções de EUA e União Europeia contra a Rússia, e as guerras instigadas por Washington no Oriente Médio, a Rússia está desenvolvendo novo quadro estratégico para sua geopolítica do petróleo.
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Coreia do Norte: Quem fala o que quer..., por Gustavo Gollo

Quando presidente, em seu estilo interiorano, José Sarney costumava se referir ao que chamava “liturgia do cargo”, uma espécie de autorrestrição, ou impedimento autoimposto para a execução de ações que envolvessem aspectos indignos. A restrição tinha o propósito de conferir ao presidente uma aura de magnanimidade, uma certa nobreza que, em contrapartida, obrigava seus interlocutores a manterem certa condignidade ao se dirigirem a ele. Havia sabedoria nesse procedimento, que certamente lhe poupou inúmeros constrangimentos.

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Quem se sente ameaçado pela Coreia do Norte?, por Gustavo Gollo

Quem se sente ameaçado pela Coreia do Norte?

por Gustavo Gollo

A Coreia fica de um lado do mundo, os EUA do outro, bem oposto. Não tem o menor sentido ir lá do outro lado do mundo encrencar com quem está quieto, só os EUA têm essa mania. Creio que ninguém se sente realmente ameaçado pelos norte-coreanos, pelo simples fato de que eles são muito mais fracos que os inimigos, razão pela qual não atacarão, a menos que atacados previamente. Acredito que todos concordam com isso.

Mas, sendo assim, qual é o problema? Por que dar atenção à Coreia do Norte?

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