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Energia

Energias renováveis empregam 9,8 milhões de pessoas no mundo, diz IRENA

Enviado por Almeida

Não tem mais volta, não há mais espaço para o retrocesso, a opção pelas fontes renováveis não é uma escolha ideológica, mas baseada no realismo político e econômico: as renováveis geram empregos e negócios.

As fontes fósseis e físseis não são renováveis, portanto, por definição não têm futuro.                                        
 
da Abeólica
 
 

Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) divulgou, em seu relatório “Renewable Energy and Jobs – Annual Review 2017”, que as energias renováveis empregavam mais de 9,8 milhões de pessoas em 2016. Excluindo-se as grandes hidrelétricas, este número é de 8,3 milhões de trabalhadores em todo o mundo em 2016. A maior parte dos empregos se concentra na China e o Brasil é o segundo País com mais empregos em renováveis no mundo, como mostra a ilustração abaixo do relatório.

Relatório da IRENA traz os dados mais recentes sobre empregos e análises detalhadas sobre os fatores que afetam o mercado de trabalho nos variados tipos de energias renováveis ao redor do mundo.

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Governo quer leiloar quatro hidrelétricas no segundo semestre

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Imagem: Cemig
 
Jornal GGN - No segundo semestre deste ano, o governo federal deverá leiloar as usinas hidrelétricas de Miranda, São Simão, Jaguará e Volta Grande. Estas unidades já estavam sob concessão e voltaram para o controle do governo após o fim dos contratos. 
 
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o objetivo é realizar a disputa em setembro, com expectativa de render entre R$ 10 bilhões e R$ 11 bilhões para o governo. As quatro usinas eram de concessão da Cemig, que, após o fim do contrato, chegou a continuar controle as unidades através de uma liminar, que depois seria revogado no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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Eletrobras encerrou 2016 com lucro após quatro anos de prejuízos

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Jornal GGN - Em 2016, a estatal Eletrobras registrou lucro líquido de R$ 3,4 bilhões, o primeiro desde 2011, apesar do prejuízo de R$ 6,26 bilhões no último trimestre do ano passado.
 
O resultado da Eletrobras foi ajudado pelo reconhecimento de indenizações que a empresa receberá pela renovação de contratos de concessão no final de 2012, que teve efeito líquido de R$ 18,88 bilhões.
 
De acordo com o balanço enviado para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os principais impactos negativos no ano passado estão relacionados aos prejuízos das empresas de distribuição que chegaram a R$ 6,9 bilhões.

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Reatores nucleares a água leve completam 60 anos de geração elétrica, por Leonam Guimarães

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Usina de Shippingport

Do Clube de Engenharia

Reatores nucleares a água leve completam 60 anos de geração elétrica

Por Leonam dos Santos Guimarães

Diretor de Planejamento, Gestão e Meio Ambiente da Eletrobrás Eletronuclear e membro do Grupo Permanente de Assessoria do Diretor-Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Leia mais »

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Petrobras encerra mais quatro ações nos EUA

Companhia aprovou acordos com investidores encerrando ações individuais movidas contra ela naquele país


Jornal GGN - Em um comunicado oficial divulgado na última sexta-feira (24), a Petrobras anunciou que fechou novos acordos com investidores em ações individuais nos Estados Unidos, encerrando quatro ações abertas naquele país contra a estatal brasileira.

Desde que estourou a Lava Jato e, portanto, as denúncias de corrupção na Petrobras, até então a segunda maior empresa de energia do mundo e detentora de inúmeros recordes de exploração de petróleo em águas profundas, uma série de ações individuais foram abertas contra a empresa nos Estados Unidos, colocando ainda mais em risco o capital material da companhia brasileira.

Com o novo anúncio sobre os acordos, a gerência de comunicação da empresa diz que a Petrobras alcança acordo em dezenove ações individuais, do total de vinte e sete, que foram consolidadas com a class action.

"No momento, não é possível para a Petrobras fazer estimativa confiável sobre o desfecho da class action. Esses acordos, cujos termos são confidenciais têm como objetivo eliminar incertezas, ônus e custos associados à continuidade dessas disputas e não constituem qualquer reconhecimento de responsabilidade por parte da Petrobras, que continuará se defendendo firmemente nas demais ações em andamento", concluem na nota.
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A nova manipulação da Globo e do governo Temer sobre a conta de luz

A nova manipulação da Globo e do governo Temer sobre a conta de luz, uma explicação de Leonardo Stopa, via Programa Cafeína

Sugestão de José Carlos Lima

de O Cafezinho

A nova manipulação da Globo e do governo Temer sobre a conta de luz

por Miguel do Rosário

O subsídio da energia elétrica não foi um ‘erro do governo’ anterior para mais de 200 milhões de pessoas. Pode até ter sido para os marajás que sonegam impostos e são contra a redistribuição de renda. Se você não faz parte desse grupo que não chega a 1% da população, você certamente teve benefícios com o subsídio.

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A interdependência entre energia e água, por Leonam Guimarães

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Do Clube de Engenharia

A Interdependência entre Energia e Água

por Leonam dos Santos Guimarães

O tema desenvolvido neste esclarecedor artigo de Leonam dos Santos Guimarães reflete uma preocupação mundial. Cresce o número de países que buscam com a urgência necessária garantias, parcerias e recursos para o desenvolvimento de projetos de utilização de tecnologia nuclear para dessalinização da água, já implementados na Argentina, Canadá, Paquistão e Rússia. No Brasil, o DES-SAL, proposto em 2016 pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), prevê nos dois primeiros anos em curso os projetos conceituais do reator nuclear de pequeno porte e de uma usina de dessalinização. 

A produção de energia depende da água, principalmente para o resfriamento de usinas termelétricas, mas também na produção, transporte e processamento de combustíveis fósseis. Além disso, cada vez mais a água é usada na irrigação de culturas para produção de biomassa de uso energético. Por outro lado, a energia é vital para o funcionamento de sistemas que coletam, transportam, distribuem e tratam a água, garantindo seu fornecimento para seus diversos usos. Leia mais »

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Em 2016, investimentos mundiais em energia limpa caíram 18%

 
Jornal GGN - No ano de 2016, os investimentos em energia limpa caíram 18% na comparação com 2015, a maior queda em mais de uma década. No total, foram investidos US$ 287 milhões em parques eólicos, parques solares e outros sistemas de energia limpa, de acordo com a Bloomberg New Energy Finance. 
 
Para os analistas do mercado, o resultado foi influenciado pela desaceleração da China, além de cortes de investimentos no Japão. A China está tentando renovar suas redes elétricas, além de fazer reformas para otimizar a geração renovável.

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Belo Monte é autorizada a iniciar operação de mais uma turbina

 
Jornal GGN - Nesta sexta-feira (6), a hidrelétrica de Belo Monte teve autorização da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para começar a operar mais uma turbina. 
 
Em construção no Pará, a usina agora conta com nove unidades em operação, com mais de 2,6 gigawatts de capacidade de geração de energia. Deste modo, Belo Monte já figura entre as dez maiores hidrelétricas em capacidade instalada no país. 

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Consumo de energia em janeiro deve aumentar 3,7%, diz ONS

 
Jornal GGN - O consumo de energia em janeiro deve aumentar 3,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo previsões do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), chegando a 67.845 megawatts (MW) médios. 
 
O aumento será causado pelas temperaturas maiores neste mês em relação a 2016, de acordo com especialistas. Meteorologistas também apontam para um volume de chuva menor do que no ano passado, resultando em queda dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas em uma época considerada importante para recuperar o volume dos lagos das usinas. 
 
Segundo a ONS, a previsão é de um volume de chuvas de 72% da média histórica para o mês no Sudeste/Centro-Oeste, que produz 70% de toda a energia armazenável em reservatório de hidrelétricas no país. 

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Cancelamento de leilão adia investimentos em energia solar

 
Jornal GGN - Os investimentos na produção de equipamentos de energia solar deverão ser adiados, principalmente em razão do cancelamento do único leilão de energia de reserva que contrataria este tipo de fonte de energia. 
 
Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), afirmou que o cancelamento veio de maneira abrupta e foi preocupante para setor. “Isso gera perda de credibilidade, pelo fato de o anúncio ter sido feito dessa forma", disse para o jornal Valor Econômico.

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Ano começa com bandeira verde na conta de luz

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Jornal GGN - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária para o mês de janeiro é verde, sem custo adicional para os consumidores.
 
O relatório mensal do Operador Nacional do Sistema (ONS) aponta para uma condição hidrológica favorável, determinando o acionamento de usinas térmicas com "Custo Variável Unitário abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora (R$/MWh)".

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Eletronuclear procura chineses para concluir Angra 3

 
Jornal GGN - Para tentar concluir a usina nuclear de Angra 3, a Eletronuclear assinou um memorando com a China National Nuclear Corporation (CNNC) para realizar estudos para retomar as obras da unidade. 
 
Devido ao abandono das obras pelas empreiteiras que foram contratadas e são investigadas pela Operação Lava Jato, o projeto está parado desde 2015.

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BNDES libera R$ 1 bilhão para complexo eólico no Nordeste

 
Jornal GGN - Nesta sexta-feira (22), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou que sua diretoria aprovou financiamento no valor de R$ 1,043 bilhão para  Complexo Eólico Ventos do Araripe 3, nos municípios de Simões e Curral Novo, no Piauí, e no município de Araripina, em Pernambuco.
 
Segundo o banco, o complexo tem 14 parques com capacidade total de 357,9 megawatts (MW). Esta energia é suficiente para abastecer 1,14 milhão de residências, levando em consideração a média do consumo na região. 

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Energias renováveis: a opção mais barata

Ilustração - blog Energia

Enviado por Almeida

Não são mais escolhas ideológicas, são opções econômicas de fato. As fontes de energia fósseis têm altos custos , dependem cada vez mais de custosas atividades econômicas e seus graves e onerosos impactos ecológicos, enquanto os custos dos fluxos naturais de energia, as chuvas, os ventos, o calor geotérmico e a atividade solar são gratuitos, com impactos ambientais menores e mais controláveis. O conhecimento tecnológico do século XXI tornou o aproveitamento das fontes naturais renováveis, mais baratos, além de serem mais racionais, inesgotáveis e, portanto, favoráveis à causa da humanidade.

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