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Eleições

Candidato Eduardo Campos morre em acidente aéreo em São Paulo

Foto: O Globo

Jornal GGN - O candidato Eduardo Campos morreu, na manhã desta terça (13), em um acidente aéreo em São Paulo. A aeronave que o levava a uma agenda no litoral paulista caiu em uma rua da cidade de Santos, por volta das 10h. Segundo a Aeronáutica, outros seis passageiros, incluindo os dois pilotos, não sobreviveram. O motivo do acidente ainda é investigado. O Corpo de Bombeiros afirma ter dificuldade para encontrar os restos mortais, espalhados pelo impacto da queda. 

Consta na lista de vítimas divulgada pela Infraero Alexandre Gomes e Silva, Carlos Augusto Leal Filho, Geraldo da Cunha (piloto), Marcelo Lyra (fotógrafo), Marcelo Matos (piloto) e o ex-deputado Pedro Valadares Neto.

A candidata a vice-presidente, Marina Silva (Rede), não acompanhava Campos na aeronave. Seguno o PSB, a família de Campos encontrava-se em Recife no momento do acidente. A mãe do candidato, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União, ficou sabendo da tragédia em Brasília, e partiu para Pernambuco logo em seguida.

Poucas horas depois do acidente, o Corpo de Bombeiros informou que sete pessoas ficaram feridas e pelo menos três casas foram atingidas no acidente. As vítimas estão em atendimento em um hospital próximo.

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"Lula é um entre candidatos em 2018", afirma Dilma

Presidente discursou na inauguração popular da transposição do Rio São Francisco, alertando para um segundo golpe que é impedir a candidatura de Lula 

 
Jornal GGN - A presidente Dilma Rousseff fez um discurso emocionado, nesta tarde de domingo (19), durante a inauguração popular da transposição das águas do Rio São Francisco, realizada no município de Monteiro, no interior da Paraíba, reunindo milhares de pessoas. 
 
Ela aproveitou a ocasião para criticar a equipe de Michel Temer pela inauguração oficial, que aconteceu no dia 10 de março, pedindo para a população não esquecer que foi no governo Lula que a obra, há décadas no papel, foi finalmente colocada em ação. "Esta é uma obra que estava praticamente concluída quando eu saí do governo", pontuou. 
 
"Campina Grande vai, por essa chegada da transposição, abastecer uma população de um milhão, os primeiros um milhão dos 12 milhões de pessoas que ela vai beneficiar, geralmente as pessoas mais pobres, aquelas que mais precisam". 
 
Dilma também criticou a reforma da previdência, avaliando que, para conseguir se aposentar com o benefício integral, os jovens vão ter que iniciar a vida no trabalho aos 16 anos, ou, ainda na infância. 
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Entenda: Michel Temer tentará, mas não pode separar julgamento de Dilma

 
Jornal GGN - Em estratégia de desvincular os esquemas de corrupção e de caixa dois para o financiamento de campanha de Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014, o atual presidente e peemedebista retoma a tática de isolar a responsabilidade sobre Dilma. O GGN apurou que Temer contará com o auxilio das brechas de uma legislação não clara quanto à prestação de contas pelos comitês financeiros.
 
A Lei que trata do tema é a 9.504, de 30 de setembro de 1997, chamada Lei das Eleições. O artigo que regulamentava o funcionamento dos comitês financeiros era o 19, que estabelecia a exigência do grupo responsável pela arrecadação, aplicação, contabilização e prestação de contas da campanha eleitoral.
 
Art. 19. Até dez dias úteis após a escolha de seus candidatos em convenção, o
partido constituirá comitês financeiros, com a finalidade de arrecadar recursos e 
aplicá-los nas campanhas eleitorais.
 
§ 1º Os comitês devem ser constituídos para cada uma das eleições para as quais
o partido apresente candidato próprio, podendo haver reunião, num único comitê, 
das atribuições relativas às eleições de uma dada circunscrição
 
§ 2º Na eleição presidencial é obrigatória a criação de comitê nacional e facultativa
a de comitês nos Estados e no Distrito Federal.
 
§ 3º Os comitês financeiros serão registrados, até cinco dias após sua constituição,
nos órgãos da Justiça Eleitoral aos quais compete fazer o registro dos candidatos

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Lula deve convidar Ciro para vice ou apoiá-lo em 2018, aponta Kennedy Alencar

 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Lula (PT) deve convidar Ciro Gomes (PDT) para ser seu parceiro numa chapa rumo ao Palácio do Planalto, em 2018. Ou, se inviabilizado pela Lava Jato, Lula deve apoiar o nome de Ciro como o candidato das esquerdas. É o que avalia o jornalista Kennedy Alencar diante da notícia de que os dois irão viajar ao Nordeste, nos próximos dias, em função da inauguração de obras da transposição do Rio São Francisco. A viagem é um sinal de aproximação e abertura para discutir a aliança.
 
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Sobre a união das esquerdas, por Guilherme Scalzilli

União das esquerdas

Por Guilherme Scalzilli

No cenário eleitoral de 2018, há dois setores relevantes do campo progressista: os grupos que orbitam ao redor de Lula e aqueles antipáticos à sua proeminência. Ambos os flancos são inconciliáveis, pois têm como diferencial privilegiado a figura do ex-presidente e as posturas antagônicas que ele provoca.

Essas divergências espelham narrativas opostas sobre fenômenos decisivos da política brasileira recente. Uma delas envolve a natureza golpista do impeachment e o papel do PT no processo. Outra, a ideologização do Judiciário e as “excepcionalidades” da Lava Jato, incluindo o justiciamento ideológico de Lula.

O conflito de versões é inevitável, assim como a cizânia resultante. A esquerda antipetista vê tantas dificuldades em se afastar dos seus apoios velados ao golpe e aos inquisidores judiciais quanto o PT em coadunar com as forças que tentam destruí-lo. Especialmente porque a discórdia está inserida numa dinâmica de responsabilização mútua pela tragédia administrativa e moral que acomete o Poder Executivo.

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Para Pedro Rossi, eleições resgatarão debate sobre importância do Estado

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Da Rede Brasil Atual

 
Para Pedro Rossi, do Instituto de Economia da Unicamp, tendência já é clara no mundo: ideias neoliberais são desastrosas e serão enterradas, até mesmo pela própria direita. Risco é o nacionalismo extremo
 
por Eduardo Maretti

"Acredito que em 2018 as ideias neoliberais serão enterradas no debate público. Não sobrevivem diante do desastre que estão promovendo. Acho que em 2018 o debate vai ser anti-neoliberal. Seja pela esquerda, seja pela direita. Esse modelo que estão aplicando está fadado ao fracasso." A opinião é do professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Pedro Rossi.

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Pela 1ª vez, Alckmin fala em candidatura a presidente em 2018

Jornal GGN - Após uma onda de notícias negativas para Aécio Neves, líder nacional do PSDB e último candidato tucano à presidência da República, o governador Geraldo Alckmin falou, pela primeira vez, sobre seu desejo de concorrer ao Palácio do Planalto em 2018.

Durante um evento organizado pelo grupo Lide, em São Paulo, nesta segunda (6), Alckmin disse: "Se eu disser que não quero [ser candidato], que não pretendo, não é verdade. (...) Mas candidatura a cargo majoritário não é vontade pessoal. Ela é fruto de um desejo coletivo."

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Carta de intelectuais vira petição pública em favor de Lula presidente

Jornal GGN - Uma carta lançada nesta semana por intelectuais e artistas brasileiros virou petição pública que já conta com quase 10 mil assinantes apoiando um pedido para que o ex-presidente Lula lance o quanto antes sua candidatura, pelo PT, ao Palácio do Planalto em 2018.

Segundo o texto de apoio ao petista, alvo de pelo menos cinco processos em trâmite na Justiça - a maioria relacionada à operação Lava Jato -, Lula tem compromisso com "a soberania do País e todos os direitos conquistados nas últimas décadas".

A petição solicita que Lula "considere a possibilidade de, desde já, lançar a sua candidatura à Presidência da República no próximo ano, como forma de garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam."

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Manifesto de artistas e intelectuais pede candidatura de Lula, por Paulo Moreira Leite

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Jornal GGN - Assinado por nomes como Leonardo Boff, Fernando de Morais, Eugênio Aragão e Chico Buarque, um manifesto pede que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera “a possibilidade de,desde já, lançar sua candidatura a Presidência da República”.
 
O documento diz que o país precisa de Lula para “garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam”. O manifesto afirma que ainda é necessário incluir e também reincluir muitos brasileiros, assegurar a soberania sobre o pré-sal e suas riquezas e retomar um papel ativo no cenário internacional. 
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O risco de Bolsonaro se tornar a zebra de 2018

Candidato é o único, entre os nomes conhecidos à direita, a crescer na pesquisa de intenção de votos


Jornal GGN - As série das últimas pesquisas de intenção de voto espontânea apontam para o risco da uma possível vitória inusitada nas eleições presidenciais de 2018, com a ascensão do deputado de extrema direita, Jair Bolsonaro que saiu de 3,3% para 6,5% das intenções de voto.

O alerta é do jornalista Maurício Dias, no artigo à seguir, para a Carta Capital. Saindo dos extremos, ele aponta que as pesquisas de opinião também apontam para dificuldades dos candidatos da direita, com Aécio Neves caindo de 3,1% para 2,2%; Temer de 3% para 1,1%; Alckmin de 1,9% para 0,7% e Marina Silva de 2,4% para 1,8%.

"Somente Bolsonaro está fortalecido. Ele passa a ser a expressão da direita com a qual, no entanto, tem divergências. Uma delas é sobre a venda da Petrobras. É a boa herança da caserna. Em contrapartida, tem posições insuportáveis à luz da democracia", pondera, como o apoio a tortura.  

Por outro lado, à esquerda, o nome de Lula liderou pulando de 11,4%, em outubro de 2016, para 16,6% agora, nas pesquisas espontâneas de intenções de voto.
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Lula é o novo preto, por Sérgio Saraiva

O ex-presidente Lula voltou à moda e deve ser a tendência deste alto verão - as capas de revistas semanais e primeiras páginas de jornais transbordam de Lula.

Por Sérgio Saraiva

Após a capa da Isto É, que nos renderá ainda boas risadas por algum tempo, a Folha on line, deste domingo, 19 de fevereiro de 2017, é Lula de ponta a ponta.

As manchetes seguem o modelo “o maior escândalo de todos os tempos da última semana”. O conteúdo das matérias, no entanto, é fraco, na base do “é o que temos para o momento”. E ainda que o jornalismo sempre tenha se apoiado em manchetes, o jornalismo atual parece tentar viver apenas delas – como memes de internet.

Odebrecht bancou treinamento empresarial para filho caçula de Lula

“Um dos favores feitos pela Odebrecht para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi pagar um orientador de carreira para ajudar seu filho Luís Cláudio a colocar de pé a empresa Touchdown Promoções e Eventos Esportivos, que organizava um campeonato de futebol americano. A informação consta da delação premiada da empresa, que ainda está sob sigilo”.

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Dilma diz que segundo golpe seria impedir Lula de se eleger

 
Jornal GGN - "Atividade política eu nunca vou deixar de fazer", disse a ex-presidente Dilma Rousseff, que completa: "eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada...".
 
A declaração foi dada em entrevista exclusiva à agência francesa AFP, nesta sexta-feira (17), em Brasília, onde participou de uma mesa redonda sobre o papel da mulher na política. À plateia, disse: "o golpe ainda não acabou". 
 
"O segundo golpe que esse País pode sofrer é que impeçam Lula de ser candidato (à Presidência da República em 2018)", completou a frase no Encontro Nacional de Mulheres Eleitas pelo PT, na capital.
 
Mas na entrevista exclusiva, quando foi questionada, Dilma Rousseff foi direta: "Eu não serei candidata a presidente da República, se é essa a sua pergunta. Agora, atividade política, nunca vou deixar de fazer (...) Eu não afasto a possibilidade de eu me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada, esses cargos".
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Se Lula disputar Presidência em 2018, Ciro Gomes não deve entrar, dizem analistas

Por Eduardo Maretti

Para analistas, Ciro Gomes não vai para eleição se Lula estiver na disputa

Em evento do PDT realizado em Brasília, ex-governador do Ceará disse que, se partido quiser, vai abraçar "com entusiasmo de jovem a causa de servir o Brasil como presidente"

Da RBA 

Se depender do que disse nesta quinta-feira (16), em evento do PDT em Brasília, o ex-governador do Ceará (1991-1994) Ciro Gomes (PDT) certamente será candidato a presidente da República em 2018. Sua candidatura está lançada por ele próprio. “Vou cumprir a missão que o partido determinar que eu cumpra. E se for a de servir o Brasil como seu presidente, é com entusiasmo de jovem que vou abraçar essa causa”, afirmou ele, ministro da Integração Nacional no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006).

Ciro chegou a alimentar a curiosidade de jornalistas, dando um perfil do nome que escolheria para ministro da Fazenda. Disse que será “um empresário da produção” e que não poderia falar mais nada. “Senão dou até o nome. Mas está desenhado. E o meu presidente do Banco Central será um acadêmico. Nada de executivo de banco na economia”, prometeu.

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Sobre a sondagem eleitoral para 2018, por Roberto Bitencourt da Silva

Fontes das imagens: respectivamente, webpágina do ex-presidente Lula e O Cafezinho

Sobre a sondagem eleitoral para 2018

por Roberto Bitencourt da Silva

Os números apresentados pela CNT/MDA, a respeito das intenções de voto para presidente da República, oferecem algumas informações que podem ser consideradas alvissareiras. Contudo, especialmente o perfil do acolhimento desses números – nas redes sociais, no jornalismo dos conglomerados e mesmo alternativo – requer maior prudência e reflexão. Senão, vejamos.  

A sondagem confere liderança folgada para o ex-presidente Lula. Os números poderiam ser ainda maiores, considerando o poder dos meios de comunicação na moldagem da opinião pública e a característica maior das sondagens, que tradicionalmente buscam mensurar a capacidade de influência da pauta e dos enquadramentos dos conglomerados de mídia.

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Imagens

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Lula venceria eleições 2018 em todos os cenários, diz CNT/MDA

 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as eleições de 2018, em todos os cenários expostos pela pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta quarta-feira (15). O nome de Lula é o que mais aparece, tanto nas respostas espontâneas de intenções de votos, quanto nas perguntas estimuladas.
 
Lula recebeu 16,6% das intenções de voto, quando não foram oferecidas opções para os entrevistados selecionarem. Já na preferência do eleitor brasileiro, quando dadas as opções, Lula desponta como o preferido de 30,5% da população consultada.
 
Depois do ex-presidente, ainda na pergunta espontânea, o segundo que é mais lembrado vem da extrema direita: Jair Bolsonaro (PSC-RJ) recebeu 6,5% das intenções. Já Aécio Neves (PSDB-MG) ficou em terceiro lugar, com apenas 2,2% das escolhas. Marina Silva (Rede) veio em seguida, com 1,8%.
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