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Eleições

Candidato Eduardo Campos morre em acidente aéreo em São Paulo

Foto: O Globo

Jornal GGN - O candidato Eduardo Campos morreu, na manhã desta terça (13), em um acidente aéreo em São Paulo. A aeronave que o levava a uma agenda no litoral paulista caiu em uma rua da cidade de Santos, por volta das 10h. Segundo a Aeronáutica, outros seis passageiros, incluindo os dois pilotos, não sobreviveram. O motivo do acidente ainda é investigado. O Corpo de Bombeiros afirma ter dificuldade para encontrar os restos mortais, espalhados pelo impacto da queda. 

Consta na lista de vítimas divulgada pela Infraero Alexandre Gomes e Silva, Carlos Augusto Leal Filho, Geraldo da Cunha (piloto), Marcelo Lyra (fotógrafo), Marcelo Matos (piloto) e o ex-deputado Pedro Valadares Neto.

A candidata a vice-presidente, Marina Silva (Rede), não acompanhava Campos na aeronave. Seguno o PSB, a família de Campos encontrava-se em Recife no momento do acidente. A mãe do candidato, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União, ficou sabendo da tragédia em Brasília, e partiu para Pernambuco logo em seguida.

Poucas horas depois do acidente, o Corpo de Bombeiros informou que sete pessoas ficaram feridas e pelo menos três casas foram atingidas no acidente. As vítimas estão em atendimento em um hospital próximo.

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Da série "Não sei, só sei que foi assim ..."

Em 16 de dezembro de 1935, Getúlio Vargas apresentou ao Congresso a emenda n. 1, que autorizava o presidente a “declarar comoção intestina grave” e, com isto, colocar o país em Estado de Sítio. Caso precisasse, poderia, em seguida, converter esta medida em “Estado de Guerra”. Em 24 de dezembro do mesmo ano, Vargas prorrogava o Estado de sítio por mais 90 dias, fechando o congresso. Sem que “ninguém” imaginasse, quando o Estado de Sítio expirou, o presidente usou a lei anterior para declarar “Estado de Guerra” em 21 de março de 1936.

Vargas permaneceu no poder até 1945 com o Estado Novo. A lei de dezembro de 35, aprovada mais de ano antes, certamente abriu a porta para o aumento do mandato do presidente-ditador.

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Doria muda discurso e diz que PSDB escolhe aquele que "a população desejar"


Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil
 
Jornal GGN - Já absorvendo os boatos de que uma candidatura ao Planalto em 2018 guarda lugar para os nomes emergentes, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), mudou discretamente o seu discurso ao ser questionado sobre a disputa presidencial. Em Nova York, ao invés de manter o tom de apoio a Geraldo Alckmin, governado do Estado, como o escolhido pelo partido, disse que o postulante que concorrerá pelo PSDB será "aquele que a população desejar".
 
Dessa vez, o padrinho político Geraldo Alckmin não foi mais a prioridade do empresário que governa a capital paulista. O nome do governador foi abafado como o potencial nome do PSDB para 2018, desde que as delações da Odebrecht recaíram sobre ele e outros caciques do partido em São Paulo, por acusações de recebimento de propinas e caixa 2.
 
E as pesquisas mostram que 3 ponto percentuais são decisivos no contexto de uma pequena minoria. Enquanto João Dória atinge 9% das intenções de votos, Alckmin obtem apenas 6%.
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Para Ciro, Lula é responsável por fortalecer Temer e 'lado podre' do PMDB

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Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - Em entrevista para a BBC Brasil, Ciro Gomes, ex-governador do Ceará e “quase candidato” à presidência, falou sobre a crise política, as eleições de 2018 e seus possíveis adversários, fazendo diversas críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Para Ciro, Lula é o responsável pelo “momento político trágico” vivido atualmente pelo país, já que “foi ele quem botou o Michel Temer na linha de sucessão”. O ex-ministro diz que o petista fortaleceu o “lado podre” do PMDB, também afirmando que avisou o ex-presidente da biografia do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
 
O virtual candidato do PDT também afirma que não gostaria de disputar a presidência contra Lula, argumentando que o ex-presidente, se for candidato, “racha o país em bases odientas, rancorosas, violentas”. “O Brasil precisa desesperadamente de um projeto novo”. 

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Macron é novo presidente da França, admite Frente Nacional

Apesar da derrota, comitês que representam Le Pen celebram resultado e afirmam que “luta da FN só está começando”Comitês da Frente Nacional, que representam Le Pen, já admitiram derrota informando o alcance de apenas 35% dos votos
 
Jornal GGN - O candidato centrista Emmanuel Macron é eleito presidente da França com 65% dos votos, segundo projeções divulgadas neste domingo, 7 de maio, quando acontece o segundo turno da disputa entre do movimento Em Marcha! contra a candidata da Frente Nacional, representando a extrema direita, Marine Le Pen. As informações são do El País.
 
Todas as pesquisas de opinião aplicadas na França apontam vitória de Macron, candidato liberal, europeísta e ex-ministro da Economia de Franços Hollande, sobre sua oponente, que apoia o fechamento das fronteiras contra a entrada de imigrantes e que a França saia da União Europeia. Nas televisões do país, a vitória de Macron já está repercutindo com a celebração de políticos como o líder centrista François Bayrou e a socialista Ségolène Royal. 
 
Os comitês da Frente Nacional, que representam Le Pen, já admitiram derrota informando o alcance de apenas 35% dos votos para o seu partido, entretanto considerando uma vitória, tendo em vista que a porcentagem é 15 pontos superior a registrada pelo pai de Le Pen, nas eleições de 2002, respondendo aos opositores que "a luta da FN só está começando”.
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Eleição na França transparece rachadura global

Classe média não quer mais pagar a conta da “globalização”, fazendo surgir nova onda populista 
 
Classe média não quer mais pagar a conta da “globalização”, fazendo surgir nova onda populista
 
Jornal GGN - O resultado do primeiro turno das eleições na França, levando para um segundo turno onde os partidos tradicionalmente eleitos nas últimas décadas ficaram de fora, aponta para uma cisão da sociedade daquele país. 
 
Na reportagem a seguir, de Marc Basset para o El País, traduzida pela IHU-Unisinos, se verifica que as cidades periféricas "desconectadas da globalização" estão decidindo os rumos da França. São dessas localidades que chegam críticas da queda da qualidade de vida e desemprego postas na conta da "mundialização" que muitos franceses da classe média não querem mais pagar. 
 
O geógrafo Christophe Guilluy, autor de La France Périphérique (A França Periférica) considera o fenômeno como uma "nova onda populista", cujo modelo está se replicando em países desenvolvidas, daí a procura por novos rostos na política, desconectados dos partidos tradicionais, como Macron, Le Pen, Trump e, porque não, o fenômeno Dória em São Paulo.
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Os desafios de Macron, por Mario Vargas Llosa

"Europeísmo de Macron é uma de suas melhores credenciais; União Europeia é o mais admirável projeto político da nossa época"
 
"Europeísmo de Macron é uma de suas melhores credenciais; União Europeia é o mais admirável projeto político da nossa época"
Foto: Colagem com imagens de divulgação
 
Jornal GGN - O político peruano e escritor vencedor do Nobel de Literatura, de tendências liberais, Mario Vargas Llosa, avalia a repercussão do segundo turno na França, que está sendo decidido hoje entre o centrista Emmanuel Macron e a ultradireitista Marine Le Pen, temendo a vitória desta última, representando a Frente Nacional, o que significaria "o ressurgimento do nacionalismo destrutivo", disse em coluna para o El País.  
 
Por outro lado, as pesquisas apontam vantagem de Macron. Sua vitória, pondera Llosa, poderá ser contabilizada como "um milagre na França", tendo em vista a fragilidade acumulada das "correntes universalistas e libertárias" naquele país, fazendo uma crítica o Estado Francês que não se modernizou suficientemente ao longo de sua história. 
 
"Macron está consciente de que a construção de uma Europa unida, democrática e liberal não só é indispensável para que os velhos países do Ocidente, berço da liberdade e da cultura democrática, continuem desempenhando um papel primordial no mundo de amanhã, mas também que, sem ela, eles ficariam cada vez mais marginalizados e empobrecidos, em um planeta no qual Estados Unidos, China e Rússia, os novos gigantes, disputariam a hegemonia mundial". 
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Lula - somente preso não ganha em 2018, por Sergio Saraiva

Por Sergio Saraiva

Lula é hoje o maior risco e a única esperança para a retomada da normalidade democrática no Brasil. A resolução desse paradoxo está nas ruas.

Datafolha3 30 abr 2017

A manchete da Folha de 30 de abril de 2017, sobre a pesquisa de intenção de voto para as eleições presidenciais de 2018 no Brasil traz dois erros. Um jornalístico e outro de análise estatística.

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Datafolha: Lula aumenta liderança para 2018, com Marina e Bolsonaro em segundo lugar

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Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - Divulgado neste domingo (30), pesquisa Datafolha sobre as eleições presidenciais de 2018 mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em primeiro lugar nas intenções de voto no primeiro turno, em diversos cenários avaliados.
 
Na segunda colocação, aparecem a ex-ministra Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). 
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Eleições e plebiscito revogatório Já, por Roberto Requião

Estamos sendo escravizados por um governo fraco que cede a toda e qualquer exigência do capital estrangeiro
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Marcos Oliveira/Agência Senado
 
Eleições e plebiscito revogatório Já
 
Por Roberto Requião
 
Para se mudar uma realidade, é preciso que a conheçamos em profundidade. A realidade do Brasil, hoje, que é exposta nas redes de televisão, nos jornais e nas rádios é terrível.  Mas ela não é uma realidade completa e fielmente representada por essa mídia.
         
A mídia presta serviços a setores da sociedade. A mídia está a serviço, dos banqueiros, do capital financeiro e dos rentistas. A mídia quer realizar uma involução no Brasil, em favor do livre mercado, do Estado Mínimo e do fim do Estado Social.
 
Vou dar um exemplo para deixar mais claro.
      
Temer dá uma entrevista à TV Bandeirantes, e durante esta entrevista diz, com todas as letras e absoluta clareza, que a ex-presidente Dilma foi cassada porque o PT se recusou a vender três votos favoráveis a Eduardo Cunha na Comissão de Ética.
         
Eduardo Cunha é velho conhecido e parceiro de Temer. Foi uma marionete do processo de impeachment, admitindo-o somente por terem negado sua absolvição, o que era esperado, visto se tratar de um notório criminoso. Cunha foi o principal instrumento do impeachment de Dilma Rousseff. 
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Rivais temem retorno de Lula, diz Financial Times

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Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - Em matéria assinada pelo correspondente John Leahy, o jornal britâncio Financial Times analisa as possibilidades de um retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à disputa eleitoral em 2018, afirmando que o “regresso do populista Lula da Silva é uma nova dor de cabeça para o Sr. Temer”.
 
Leahy afirma que, em vídeo onde critica as reformas propostas pelo governo Temer, Lula deu o início daquela que pode se tornar “uma das mais notáveis tentativas de retomada política do país”. 
 
O FT comenta o aprofundamento das investigações da Operação Lava Jato com a autorização de mais de 70 investigações políticos, incluindo oito ministros do governo de Michel Temer. O jornal diz que Lula tenta capitalizar os problemas políticas enfrentados pelo peemedebista.

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PT pensa em lançar Haddad ou Suplicy ao Senado, após delações da Odebrecht

Foto: Facebook/Eduardo Suplicy

Jornal GGN - O impacto da delação da Odebrecht sobre a classe política, principalmente sobre lideranças tucanas no Senado, faz o PT repensar a decisão de lançar Fernando Haddad e Eduardo Suplicy à Câmara apenas, abrindo mão de disputar uma cadeira no Senado com um dos dois nomes.

Segundo informações da jornalista Mônica Bergamo (Folha), "a divulgação dos depoimentos dos delatores da Odebrecht reanimou o PT a estudar o lançamento de um candidato ao Senado em São Paulo em 2018. Os nomes mais fortes são o do ex-prefeito Fernando Haddad e o do vereador Eduardo Suplicy."

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O 3 marcos de Lula no Ibope: maior potencial de voto, eleitorado cativo e queda na rejeição

Foto: Roberto Stuckert Filho
 
 
Jornal GGN - Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta (20) mostra entre 9 nomes testados para a presidência da República em 2018, Lula é o único que conseguiu atingir três marcos: reúne maior potencial de voto entre os concorrentes, é o único que conseguiu reduzir o índice de rejeição e tem o maior eleitorado cativo.
 
A sondagem foi feita antes da divulgação da chamada lista de Fachin, que inclui uma série de pedidos de abertura de inquéritos assinados pela Procuradoria Geral da República, no âmbito da Lava Jato.
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Setores do PT acham que Supremo garantirá candidatura de Lula em 2018

 
Jornal GGN - É destaque na coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha desta segunda (18), que parte do PT está confiante de que a candidatura de Lula a presidente da República, em 2018, será garantida pelo Supremo Tribunal Federal.
 
Condenações de Lula em primeira e segunda instância são "dadas como certa", mas um setor da legenda confia que o STF vai dar aval à presente do ex-presidente na cédula eleitoral com o argumento de que ainda faltaria o "posicionamento das cortes superiores para a condenação definitiva dele".
 
Uma outra parcela do PT acredita que embora Lula possa ser condenado por Sergio Moro até junho, no caso triplex, a decisão em segunda instância não deve sair antes da campanha eleitoral começar.
 
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Painel: Só Lula tem "couraça grossa" o bastante para duelar com quem nega a política

 
Jornal GGN - O impacto da delação da Odebrecht sobre caciques de partidos de todos os naipes fará a classe política se realinhar naturalmente projetando Lula como o único candidato capaz de bater outsiders na eleição de 2018. É o que diz a coluna Painel, da Folha deste domingo (16).
 
Segundo o jornal, irradia "para além da esquerda a tese de que a candidatura do ex-presidente Lula em 2018 é vital para evitar o extermínio da política. Com o lodaçal lançado sobre diversas siglas, há um trabalho para atrair desde já legendas de centro para a órbita do petista — a começar por caciques do PMDB, que teriam 'senso de sobrevivência'. Tudo sob a premissa de que só Lula teria a couraça grossa o suficiente para travar uma batalha campal contra a Lava Jato."
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