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Crise

É "remota" a chance de Lula ser candidato mesmo condenado em 2ª instância

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - É destaque na coluna de Mônica Bergamo, na Folha desta sexta (14), que as chances de Lula ser candidato a presidente mesmo condenado em 2ª instância foram consideradas "remotas" por ministros do Supremo Tribunal Federal.

A jornalista divulgou apenas a fala de Marco Aurélio Mello, afirmando que a Lei da Ficha Limpa é bem clara sobre a inelegibilidade após condenação em segunda instância. O magistrado disse ainda que, "por esse ser um efeito 'extrapenal', e não de 'execução da pena', não caberia a discussão" no Supremo. Assim, dificilmente Lula conseguiria uma decisão em caráter liminar que o permitisse entrar na disputa.

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Oposição espera que Temer seja "alvejado por novos tiros" antes da votação na Câmara

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Jornal GGN - Após a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara votar contra o relatório que pede que Michel Temer seja invetigado por corrupção passiva, a esperança da oposição ao governo reside na possibilidade de Rodrigo Janot apresentar uma segunda denúncia contra o presidente, o que dê publicidade à delação de Eduardo Cunha.

"Com a votação da denúncia marcada para 2 de agosto, entusiastas da queda do governo esperam que, até lá, Temer seja alvejado por novos tiros, como a delação de Eduardo Cunha ou mesmo uma segunda denúncia de Rodrigo Janot [procurador-geral da República", informa o Painel da Folha desta sexta (14).

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Paulo Endo: Sem surpresas, mas infame

Foto Lula Marques

do Psicanalistas pela Democracia

Sem surpresas, mas infame; esperado, mas escatológico; previsível, mas vergonhoso.

por Paulo Endo

Saber antecipadamente dos acontecimentos não nos livra da estupefação. Não porque algo nos faria supor que uma decisão diferente da que foi divulgada ontem viria. Mas porque a esperança de que um instante de sanidade, senso moral e coragem cívica, de repente perturbassem um soldadinho de chumbo que se utiliza do direito como meio para alçar-se ao egrégio lugar do representante mor da extrema direita no país. Não aconteceu, mas torcer não é pecado.

Muitos agora estão ambicionando o cargo do líder da extrema direita no país: Bolsonaro, Dória e Moro. Joaquim Barbosa ensaia alguns passos, Jobim foi descartado e Gilmar Mendes está atualmente sobre suspeita.

A direita se mexe e se articula e já apresenta seus candidatos para a sucessão de Temer pós Maia.

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Advogado do diabo em defesa da ‘desindustrialização’, por Fernando Nogueira da Costa

O capitalismo industrial, em suas linhas de montagem alienantes, não era melhor do que o capitalismo contemporâneo, ‘desindustrializado’ e ‘financeirizado’. Nesse ‘admirável mundo novo’ devemos dirigir esforços para a conquista de direitos e o exercício de deveres da cidadania

do Brasil Debate

Advogado do diabo em defesa da ‘desindustrialização’

por Fernando Nogueira da Costa

Os “fortes e não oprimidos” necessitam de defesa?! Evidentemente, dispensam-na. No entanto, a postura científica exige seguidas tentativas de falsear hipóteses para verificar se elas se sustentam. Senão, trocamos por outra. Não há fidelidade no mundo da Ciência.

Iconoclasta é nome dado ao membro do movimento de contestação à veneração de ícones religiosos que surgiu no século VIII denominado Iconoclastia. Este termo significa literalmente “quebrador de imagem”. Engloba os indivíduos que não respeitam tradições e crenças estabelecidas ou se opõem a qualquer tipo de culto ou veneração seja de imagens ou outros elementos. O termo abrange ainda aqueles que destroem monumentos, obras de arte e símbolos. Principalmente, rejeita a veneração de imagens religiosas por considerar o ato como idolatria.

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Lula diz que não desistirá de eleições em 2018


Foto: Nacho Lemus

Jornal GGN - "Não sei se é para o bem ou para o mal, mas você vai ter um pré-candidato com problema jurídico nas costas e eu tenho que fazer várias brigas, primeiro brigar juridicamente para ganhar o direito de ser candidato. Segundo, brigar dentro do PT para ganhar o apoio do PT. Terceiro, brigar a boa briga, a luta democrática, nas ruas, para convencer a sociedade", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, usando o espaço para se manifestar contra a sentença para também reivindicar oficialmente ao partido o desejo de se candidatar à Presidência em 2018.

Mostrando-se tranquilo com o resultado do despacho de Sérgio Moro, Lula escancarou as mesmas críticas que ele e sua defesa vem apontando contra a investigação que mira não somente o ex-presidente, mas a sua candidatura ao governo. "Eu não sei como alguém consegue escrever quase 300 paginas para não dizer absolutamente nada de prova. Vocês vão ouvir muito de processos igualzinho a esse", disse.
 
Diante de uma grande plateia na sede nacional do PT em São Paulo, Lula mostrou-se esperançoso, já calejado dos desgastes que vem sofrendo desde o início da mira da Lava Jato em seu nome. "Os tucanos não aguentaram um capa da Veja, que já caiu todo mundo. A próxima [capa da revista] deve ser minha também, com mais 5 horas de Jornal Nacional. Só da Globo foram 20 horas, eu disse a eles, vocês já me condenaram, a imprensa já me condenou. (...) Estão condenados a me condenar, porque se não me prenderem serão desmoralizados diante da opinião pública", disse.
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Moro confirmou seu papel no golpe, por Jeferson Miola

Imagem utilizada EBC
 

por Jeferson Miola

A condenação do ex-presidente Lula pelo justiceiro Sérgio Moro não surpreende. 

establishment desencadeou a Lava Jato em março de 2014 para interromper o ciclo de governos petistas e facilitar a eleição presidencial de Aécio Neves, recentemente flagrado arrecadando propina do dono da JBS para repassar ao proprietário de um helicóptero usado para transportar 450 kg de pasta base de cocaína – nesta semana, apesar disso tudo, o presidente licenciado do PSDB foi brindado com a autorização do STF para exercer o mandato e com o arquivamento do processo de cassação na Comissão de Ética do Senado.

Foram necessários poucos meses de funcionamento da Lava Jato para ficar claro que a força-tarefa da Lava Jato, dirigida por procuradores e policiais federais messiânicos [e tucanos] de Curitiba e pelo próprio Moro, pretextava o suposto combate à corrupção na Petrobrás para, na realidade, dar curso a um plano que tinha como objetivo estratégico destruir o PT e liquidar o ex-presidente Lula.

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PSDB agora diz que deixará Temer após sanção da reforma trabalhista

Foto: Beto Barata/PR
 
 
Jornal GGN - Há semanas em cima do muro, o PSDB agora diz que só está esperando a sanção presidencial da reforma trabalhista, aprovada na terça (12), para desembarcar de fez do governo Michel Temer. A informação consta no portal 360, em reportagem sobre o jantar que o governador Geraldo Alckmin ofereceu ao tucanato, com participação de figuras como Aécio Neves.
 
Segundo o portal, Alckmin teria pedido desculpa aos correligionários por ter afirmado publicamente que aguardaria as reformas impopulares para abandonar Temer.  “Fiz confusão. Era para falar da reforma trabalhista. Nem sei se Temer conseguirá aprovar a Previdência neste ano”, disse.
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Reformas, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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Muito alto, muito perto, por Fernando Horta

Muito alto, muito perto

por Fernando Horta

No dia 1º de maio de 1951, Getúlio Dornelles Vargas discursava para os trabalhadores após voltar a presidência, desta vez por meio de eleição. O último mandato de Vargas não seria terminado em função de seu suicídio e é marcado pela aproximação do presidente das massas trabalhadoras. No texto original do pronunciamento, Vargas faz apelos à sindicalização e ao apoio a ele, pois sabia que o parlamento tinha a maioria nas mãos da oposição. A UDN (partido de oposição bastante violenta na época) tinha conquistado a maior quantidade de cadeiras e Vargas tinha consciência de que além desta oposição interna, também experimentaria a internacional. Afora a linguagem da época, o conteúdo do discurso é bastante atual:

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No RJ, universidade federal empresta salas de aula de escola

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Foto: João Henrique Oliveira/UFRRJ
 
Jornal GGN - Além da crise do governo do estado do Rio de Janeiro, que atrasa o salário de servidores e prejudica o calendário acadêmico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), as instituições federais fluminenses também sofrem com os cortes de verbas.
 
Um dos casos é a Universidade Federal Rural do Rio (UFRRJ), na Baixada Fluminense, que teve redução de mais de 50% nos repasses e sofre com falta de conservação e de energia. Outras instituições, como a UFRJ, UniRio e a UFF, têm de lidar com a diminuição das bolsas, demissão de terceirizados e fuga de pesquisadores. 
 
Segundo reportagem da rádio CBN, a falta de energia elétrica e de serviços de conservação obrigou a UFFRJ a remanejar parte de suas aulas para uma escola estadual vizinha da instituição, na cidade de Seropédica.
 
O reitor Ricardo Berbara diz que a situação é dramática e que a universidade tem utilizado emendas parlamentares para lidar com as dívidas. Entretanto, até 40% dos terceirizados poderão ser demitidos até o final do ano. 

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Cultura está há um mês sem ministro, alerta Sergio Mamberti

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Foto: AGPT

Da Rede Brasil Atual

 
Para o ator, produtor e diretor teatral, governo Temer sempre trabalhou para relacionar a "cultura com a marginalidade"

"Estamos há um mês sem ministro da Cultura e ninguém fala nada", questiona o ator, produtor e diretor teatral Sergio Mamberti. Para ele, a ausência de um titular da pasta no Executivo mostra que o governo de Michel Temer, desde seu começo, trabalha para marginalizar a cultura no país. "O Ministério da Cultura, que durante o governo Lula, foi respeitado internacionalmente, hoje é um arremedo. O dono da maior livraria de São Paulo disse que não precisaria ter o ministério. Vivemos contradições bastante cruéis", critica, em entrevista ao Linha Direta PT.

Desde o início de junho, o MinC está sem um ministro, quando o interino João Batista de Andrade pediu demissão, após o vazamento das gravações de Temer com o empresário Joesley Batista

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Para Meirelles, não há evidências de que a crise política afeta a economia

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Na tentativa de lidar com uma economia que dá poucos sinais de recuperação em meio à possibilidade do Brasil ter seu terceiro presidente em menos de dois anos, Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, repete o discurso de que a crise política não influencia na economia.
 
Durante evento do Banco do Brasil que anunciou o financiamento para a safra 2017/2018, o ministro disse que “não há evidências” de que a crise que atinge o presidente Michel Temer afete a economia. “Evidência é o que interessa na economia. Números e fatos”, afirmou. 
 
Para Meirelles, os indicadores econômicos de junho mostram crescimento, citando a produção de papel ondulado, usado pela indústria para embalar a produção e considerado um indicativo da produção fabril. 
 
“O ciclo de crescimento é para valer. Não é um crescimento artificial, baseado em uma bolha de crédito, é um crescimento sustentável”, disse o ministro. 
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Opinião do Nassif: avanço da direita contra mídia, PT, PSDB e instituições

Como os conspiradores do golpe conseguiram colocar petistas, tucanos e mídia em um mesmo lado e aglutinar extremistas pró Bolsonaro de outro 
 
 
Os conspiradores do golpe acabaram colocando o país e eles mesmos em uma armadilha. Por questões políticas e ideológicas deram corda para que a Lava Jato atropelasse princípios legais e constitucionais, com o endosso de Ministros do Supremo, como o Luis Roberto Barroso, achando que conseguiriam varrer o PT e o Lula do mapa e impor goela abaixo uma reforma trabalhista e uma reforma previdenciária contra a opinião massacrante da população.
 
As legislações trabalhistas e previdenciárias precisam, de fato, serem adaptadas, mas de uma forma negociada, como vinha sendo feito através de conselhos. Mas os conspiradores do golpe acharam que iriam conseguir impor essas reformas sem a necessidade de passar pela aprovação do voto. Mas, o que acontece, é que essa possibilidade acabou com a desmoralização do Temer que, mundialmente, é reconhecido como um presidente envolvido em falcatruas, corrupção comandando por um fio. Ou seja, a tentativa de dar alguma legalidade ao golpe que tirou Dilma Rousseff da presidência morreu. 
 
Mas, nesse ínterim, eles tentaram também trazer de volta à Lava Jato o mesmo poder que foi dado à operação anteriormente, que criou toda a estrutura de combate à corrupção e insuflou a população, alimentando uma massa crítica de público em favor do penalismo e da própria Lava Jato. Gradativamente, à medida que a Lava Jato começou a crescer a avançar sobre Aécio Neves, José Serra, os aliados dos grupos que apoiaram o golpe, houve um refluxo da exposição dos feitos da operação. O Estadão, por exemplo, tentou criar aquela lógica do caixa dois do bem, e caixa dois do mal , e o jornal O Globo entrou nessa também. Como recuar agora? 
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Entre sair ou ficar do governo, PSDB escolhe o muro

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - É destaque no Painel da Folha desta terça (11) mais uma informação qu confirma que o tucanato decidiu subir no muro em relação ao governo Michel Temer. Enquanto uma ala ameaça com debandada há semanas e reforça esse discurso nos últimos dias, sinalizando apoio a Rodrigo Maia, Fernando Henrique Cardoso decidiu ligar para Temer e prometer que o PSDB não deixaria a base aliada. Pelo menos por enquanto.

Ontem, os tucanos se reuniram em Brasília, mas não selaram a saída do governo mesmo diante da derrota inicial de Temer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. "Fernando Henrique Cardoso garantiu a Temer, por telefone, que a reunião do PSDB desta segunda (10) não selaria o desembarque dos tucanos do governo", publicou o Painel.

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Maia mudou lealdade a Temer após encontro com representante da Globo


Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Rodrigo Maia (DEM-RJ) vem confirmando que sua postura discreta guarda por trás as articulações para os próximos passos da política nacional: deve abandonar de vez a sua fidelidade a Michel Temer em nome de manter certa estabilidade para os próprios aliados, que hoje dominam o Congresso Nacional.
 
Além do apoio de grande parte dos que se consideravam aliados de Temer no mundo político, a concordância de Maia para a queda do presidente contou com o aval de representantes do mercado e da Globo. Desde um encontro que o deputado teve com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet, no último domingo, o diagnóstico passou a ser certeiro: a queda do atual presidente é irreversível. 
 
O que está em jogo agora é como se dará essa transição até as eleições 2018, quando os próprios parlamentares precisam estar munidos de força política, alianças e, sobretudo, apoio do mercado para as campanhas eleitorais. 
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