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Crise

A promiscuidade entre a prefeitura de SP e a empresa da família Doria, por João Filho

Foto: Folhapress
 
 
Por João Filho
 
 
EM JUNHO, o prefeito de São Paulo colocou Luiz Fernando Furlan no comando da Conselho Deliberativo da SP Negócios, empresa de economia mista vinculada à prefeitura de São Paulo. Furlan é um dos donos da Sadia e foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do primeiro governo Lula. Até aí tudo bem, o problema é que ele também é chairman do Lide e Presidente do Lide Internacional, grupo empresarial  de propriedade da família do prefeito. A SP Negócios é presidida por Juan Quirós, que já foi presidente do Lide Campinas e o homem forte do comitê financeiro da campanha do prefeito. Antes de ser nomeado por Doria, Quirós teve seus bens bloqueados pela Justiça após ser acusado de usar uma rede de offshores para ocultar ser dono de uma firma que faliu.
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Base de Temer encolhe e seu destino está nas mãos de Rodrigo Maia

Foto: Agência Brasil

Por Eduardo Maretti

Na Rede Brasil Atual

Após a decisão do Supremo Tribunal Federal, que na quinta-feira (21), por 10 a 1, decidiu enviar à Câmara dos Deputados a nova denúncia do agora ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Michel Temer, a principal questão desse final de 2017 é se o plenário da Câmara vai autorizar a abertura do processo contra o presidente. Temer corre riscos de cair? Sua base se mantém estável, aumentou ou diminuiu?

Há hoje em Brasília duas correntes sobre o destino da segunda denúncia de Janot na Câmara. Segundo o cientista político Ricardo Caldas, professor da Universidade de Brasília (UnB), a corrente majoritária acredita que a votação será mais fácil para Temer do que a anterior. Em 2 de agosto, os deputados rejeitaram a denúncia por 263 votos a 227. Para essa corrente, os questionamentos sobre a credibilidade das deleções envolvendo a JBS tornaram a denúncia mais frágil.

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Cresce popularidade de Lula e rejeição a Moro e Bolsonaro, diz pesquisa

Jornal GGN - Mesmo após a delação informal de Antonio Palocci alegando que Lula tinha um "pacto de sangue" com a Odebrecht, a aprovação ao ex-presidente cresceu de novo segundo pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos na primeira quinzena de setembro.

De acordo com o Ipsos, a taxa positiva do petista subiu 32% para 40% e está no maior patamar registrado nos últimos 2 anos de levantamento. Ao mesmo tempo a desaprovação a Lula caiu de 66% para 59%.

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PT decide afastar Palocci do partido após depoimento contra Lula

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O PT decidiu afastar Antonio Palocci da legenda após o ex-ministro depor ao juiz Sergio Moro acusando Lula de conhecer os esquemas de corrupção na Petrobras e aceitar vantagens indevidas da Odebrecht. Segundo a nota do diretório de Ribeirão Preto, onde Palocci foi filiado, um procedimento disciplinar para avaliação ética do comportamento do petista será aberto. Isso porque Palocci teria mentido e seguido o roteiro da Lava Jato, colocando-se a serviço da perseguição contra Lula.

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Em discurso no Twitter, Temer está confiante que Câmara arquivará denúncia

 

 

Jornal GGN - Michel Temer usou as redes sociais para se defender da segunda denúncia por obstrução à Justiça e organização criminosa, de autoria do ex-procurador-geral Rodrigo Janot. Confiante de que a segunda peça será também arquivada pela Câmara, o peemedebista disse que tem "convicção de que os parlamentares submeterão essa última denúncia aos critérios técnicos e legais".

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Lula propõe que militância financie o PT nas eleições

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ex-presidente Lula propôs nesta sexta (22) que a militância financie do próprio bolso os gastos do PT em eleições. Segundo Lula, a ideia evitaria a busca por financiamento empresarial numa época em que a iniciativa é vista como "negociata" imoral pela opinião pública.
 
"Quem tem que financiar as nossas armas somos nós mesmos. Nós precisamos voltar a ter, junto com a campanha de filiação, uma campanha de convencimento de que uma pequena contribuição de cada companheiro pode ajudar o PT a não precisar de dinheiro empresarial e não ficar fazendo negociata atrás de um fundo que a sociedade compreenda que possa ser imoral para o partido", disse Lula, segundo relatos da Folha.
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Intervenção militar já!, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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A Globo, os militares e a psicologia reversa, por Fernando Horta

A Globo, os militares e a psicologia reversa

por Fernando Horta

É preciso sempre atentar para os contextos. As palavras, os sentidos dependem totalmente dos contextos e é um erro muito comum tomarmos os discursos fora do seu tempo, dos seus agentes ou sem compreendermos completamente os momentos em que foram proferidos. Há uma semana o Brasil voltou a ter pesadelos, deitado em seu berço esplêndido. Como o trauma da noite de 21 anos não fora propriamente tratado, os assombros continuam. Ocorre que a causa do medo não está sendo corretamente detectada.

O General Mourão deve ter seus méritos para ter chegado ao generalato. O sobrenome inspira cuidados, mas o comandante o chamou de “bom soldado” e “gauchão”. Para quem não conhece os meandros do Exército as falas do general Villas Boas na entrevista para a Globo podem ser mal interpretadas. Chamar um general de “soldado” é um imenso elogio. Um elogio que remonta às lendas espartanas, quando comandantes se ombreavam aos soldados nos campos de batalha, diferindo destes pela sua maior técnica. O próprio patrono do Exército, o Duque de Caxias, se dizia sempre, “um soldado, apenas”. É uma espécie de humildade verde-oliva. É claro que o general continua comendo com os oficiais (onde a comida é muito melhor) e os soldados na cantina dos soldados. Mas Villas Boas ao chamar Mourão de “bom soldado” diz, com todas as letras, que ele tem algum apoio da tropa.

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O Febeapá está mais vivo do que nunca, por Carlos Motta

O Febeapá está mais vivo do que nunca

por Carlos Motta

Baratas infestam o Palácio do Planalto.

Ministro da Saúde acha que o Brasil tem hospitais demais.

Governo discute o fim do horário de verão.

General ameaça com intervenção militar - e "juristas" debatem se ela é constitucional.

Deputado que obrigar rádios a executar músicas "religiosas".

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O suicídio como arma política

Em São Paulo o TJSP, Tribunal que já havia legitimado o extermínio em massa de prisioneiros por policiais militares, decidiu que a tortura não é tortura quando não é usada para obter informações. Nenhuma novidade, os Tribunais nazistas também não consideravam tortura a tortura imposta aos judeus. Porque os brasileiros judiados pela polícia deveriam ser considerados mais humanos do que as vítimas da Gestapo?

Proibida pela CF/88, a tortura foi judicialmente legitimada. Ninguém deve ficar surpreso se num próximo julgamento o TJSP admitir que a tortura não é tortura quando o depoimento da vítima foi tomado por outro policial e não aquele que brutalizou a vítima. A lógica do TJSP seria a mesma se os torturados fossem Desembargadores ou Juízes? Duvido muito, pois eles não são os “outros”.

A lógica do TJSP parece informar a decisão do STF no caso do ensino religioso. É óbvio que num Estado laico as crianças de religiões diferentes devem ser doutrinadas por um pastor evangélico. Leia mais »

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O fim da recessão e o candidato ideal, por Carlos Motta

O fim da recessão e o candidato ideal

por Carlos Motta

Então, segundo as últimas notícias, está tudo resolvido, o mundo é cor-de-rosa e no Brasil está tudo azul:

1) O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse, em Nova York, que o Brasil saiu da “pior recessão da história” e que este é o momento de investir no país. “Agora é o momento que a economia vai começar a crescer, mas os preços ainda não refletem essa retomada”, disse. 

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A Divisão do Exército do general Mourão, por Sergio Saraiva

O Exército parece estar dividido. Isso não é exatamente novidade, para quem conhece a história da nossa República.

generais

A Divisão do Exército do general Mourão

por Sergio Saraiva

A posição do general Antonio Hamilton Mourão defendendo a possibilidade de uma intervenção militar no cenário político brasileiro causa espanto não somente relação ao aparente pouco cuidado para com óbvio efeito perturbador que teria no quadro de desgoverno nacional. Causa espanto principalmente por ser diametralmente oposta a posição expressa por seu superior hierárquico – o general Villas Bôas – comandante do exército.

Em 29 de julho de 2017, o Comandante do Exército - general Eduardo Villas Bôas - deu uma entrevista à Folha onde estabelece uma linha de conduta muito clara para a atuação do Exército, e por conseguinte, das Forças Armadas, em relação a atual crise.

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Base aliada, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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Lei de investimento estrangeiro na saúde pode ter sido comprada, por Conceição Lemes

Por Conceição Lemes

 

Do VioMundo

Em 2014, uma emenda de Manoel Júnior, fiel escudeiro da então tropa de choque de Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados, já não cheirava bem.

Agora, parece que fedeu de vez. A lei do capital estrangeiro na saúde pode ter sido “comprada”.

Em delação premiada, o doleiro Lúcio Funaro revelou que o ex-presidente da Câmara e deputado cassado, preso em Curitiba desde outubro de 2016, cobrou propina da empresa de planos de saúde Amil e da Rede D´Or (comanda hospitais no Rio de Janeiro), para aprovar a emenda que escancarou todo o setor saúde para o capital internacional.

Funaro era o operador de propina para Cunha e a cúpula do PMDB.

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Crise: do pesadelo criado pela imprensa ao verme fantástico

A crise política e econômica, que em breve explodirá numa crise social e militar, é um pesadelo criado pela imprensa brasileira financiada com dinheiro norte-americano. Os meus pesadelos noturnos ninguém precisa financiar.

Estou andando por uma rua terra lamacenta. Do meu lado esquerdo há uma cerca de madeira clara. Sinto uma fisgada na palma da mão direita. Com cuidado retiro uma farpa de madeira próxima do dedo indicador e jogo fora. Não lembro quando e onde o objeto se estranhou na minha carne.

Sigo adiante, mas não sei exatamente que rumo tomar. Nova agulhada na palma da mão direita. Retiro a outra farpa maldita que me incomoda. Mas desta vez não a jogo fora. Coloco-a na palma da mão e o observo. Leia mais »

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