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Crise

Os retrocessos nas democracias europeias

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Carta Maior

UE: A democracia se encontra cada vez pior

Em matéria de corrupção e de respeito ao Estado de direito, a Hungria e a Grécia, assim como a Itália são os que mais retrocederam em relação com o ano 2000. Em matéria de direitos fundamentais, a Hungria (separação de poderes), a Itália (liberdade de imprensa) e a Espanha (brecha salarial homem/mulher) sofrem o maior retrocesso geral, afirma relatório sobre situação da democracia na União Europeia.

“O aumento de partidos populistas e xenófobos, as baixas taxas de participação nas eleições, o aumento da corrupção e a desconfiança com as elites políticas [...] mostram um mal-estar democrático na Europa, agravado pela crise socioeconômica”.

A Libre Belgique resume assim o relatório sobre a democracia na União Europeia encarregado pelos deputados europeus socialistas e democratas ao laboratório de ideias britânico Demos e publicado no dia 26 de setembro. Leia mais »

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A alternativa da China para a crise global

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Carta Capital

 
Ao investir em infra-estrutura e serviços públicos, e estimular aumento expressivo dos salários, país sugere caminho oposto à “austeridade” europeia.

Por Antonio Martins

Ao escrever, na semana passada, sobre o sistema chinês de trens de alta velocidade, a correspondente do New York Times, Keith Bradsher, não escondeu sua admiração. Apenas cinco anos depois de inaugurada, relatou, a rede já tem quase dez mil quilômetros. Serve mais de cem cidades. O número de passageiros transportados — 54 milhões por mês — já é duas vezes maior que o de usuários dos aviões. As viagens são confortáveis, silenciosas, extremamente pontuais. O serviço atrai tanto executivos quanto operários. O preço das passagens não oscila ao sabor do mercado: políticas públicas definiram que elas deveriam custar, desde o início, no máximo metade das tarifas aéreas. Não sofreram reajustes, desde então. Como os salários industriais duplicaram, o serviço tornou-se cada vez mais popular. Os trens trafegam quase sem assentos vazios. Em Changsha, metrópole emergente no sudeste do país, de onde a repórter escreveu, a estação já tem 16 plataformas, e está sendo duplicada.

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FMI Aponta Problemas na Economia da África do Sul

JOHANNESBURGO (AFP) - O Fundo Monetário Internacional advertiu nesta terça-feira que a África do Sul está ficando para trás em relação a outros mercados emergentes e precisa implementar, rapidamente, reformas para evitar a crise .

O relatório anual do FMI apontou o alto desemprego e uma infinidade de outros problemas econômicos que atrapalham o país.

"O crescimento da África do Sul tem sido pequeno e as vulnerabilidades aumentaram consideravelmente," relata o FMI, prevendo um "crescimento lento e contínuo" de 2% este ano e 2,9% em 2014.

"Com a ausência de reformas estruturais, o crescimento será insuficiente para reduzir o desemprego inaceitavelmente alto", prevendo uma economia "cada vez mais vulnerável a choques."

Oficialmente o desemprego está em 25%, mas incluindo aqueles que desistiram de procurar trabalho esse número chega a 35%. Cerca de 50% dos jovens estão desempregados.

Embora a África do Sul tenha feito "progressos importantes" corrigindo as disparidades causadas por décadas de regime do apartheid, a instituição com sede em Washington afirmou que problemas sistêmicos "afloraram" nos últimos anos. Leia mais »

Crise: Desabrochando as Pétalas do Capital de Karl Marx

Para ler O CapitalO Capital de MarxTexto de Friedrich Engels, escrito para publicação em um semanário socialista alemão em março daquele ano. Leia mais »

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Crise: Os EUA Nunca Deixam O Programa Guerra e Paz

Do derrubamento de Mossadegh à ofensiva contra a Síriapor Miguel Urbano Rodrigues

Mohammed Mossadegh.Recordar os acontecimentos do Irão há 70 anos ajuda a compreender a atual estratégia dos EUA para o Médio Oriente. 

O discurso em que Obama anunciou que decidira bombardear a Síria inseriu-se numa política de dominação universal concebida no final da II Guerra Mundial. 

Inseguro quanto à atitude do Congresso e ciente de que a maioria do seu povo condenava um ataque militar à Síria, o presidente recuou. Mas seria uma ingenuidade acreditar numa viragem da estratégia agressiva dos EUA para a Região. Nesta, o derrubamento do governo de Bashar al Assad é somente uma etapa do projeto que tem por alvo numa segunda fase o Irão, o grande país muçulmano que não se submete ao imperialismo norte-americano. 
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Governo Dilma: O Leilão Lesa-pátria do Petróleo Brasileiro

Leilão do petróleo: governo Dilma prepara novo crime de lesa-pátriaArtigo de Zé Maria sobre o maior leilão das reservas de petróleo da história do país, anunciado pelo governo Dilma para outubro.

 

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Síria: Americanos e Russos São Dois Lados da Mesma Moeda

“Americanos e russos são dois lados da mesma moeda”, diz ativista síria

Sara Al -Suri Leia mais »

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Quando Será o Fim do Euro

Dissolver o Euro: uma ideia que se imporápor Jacques Sapir [*]

Desde o fim da Primavera, chega-nos dos países do Sul da Europa um concerto de "boas notícias". O crescimento estaria a retornar em Portugal, na Espanha e até mesmo na Grécia. As taxas mantêm-se a um nível considerado como "razoável". Em resumo, a crise da zona Euro estaria nas nossas costas. Contudo, ao olhar melhor, pode-se seriamente duvidar da realidade destas afirmações. 

Será que saímos da Crise? 
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Economista grego defende regulação mais forte do sistema financeiro

Do Brasil Econômico
 
 
Ana Paula Grabois
 
Dimitri Papadimitriou defende uma regulação do sistema financeiro mais forte: “A vigente não foi capaz de evitar o colapso de 2008.”
 
Pesidente do Instituto Levy Economics, de Nova York, Dimitri Papadimitriou, é um crítico feroz da autorregulação do mercado financeiro. O economista grego, radicado há 45 anos nos Estados Unidos, dirige o instituto que elabora pesquisas sobre os mercados financeiros e sobre o que se pode fazer para evitar crises, como a de 2008. Papadimitriou defende uma regulação financeira mais forte que se antecipe aos choques. "Precisamos re-regular o sistema financeiro. Porque a regulação vigente não foi capaz de evitar o colapso de 2008".
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Mais um impresso indo para o saco!

Autor: 

Depois de 280 anos, jornal + antigo do mundo anuncia o fim de sua ediçao impressa  Notícias de jornais abrindo mao de suas ediçoes impressas estao longe de ser novidade, mas quando estamos falando do jornal mais antigo do mundo, difícil deixar passar sem fazer um registro. O Lloyd’s List, fundado em Londres em 1734, identificado pela CNet como o jornal publicado há mais tempo sem interrupçao – 280 anos – anunciou que, a partir de dezembro, estará presente apenas no meio digital. O principal motivo que levou a essa decisao foi identificado por uma pesquisa recente – menos de 2% dos leitores da publicaçao, que é especializada no mercado marítimo, contam exclusivamente com a ediçao impressa para ter acesso ao conteúdo do jornal. http://www.bluebus.com.br/280-anos-jornal-antigo-mundo-anuncia-edicao-impressa/ 

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Documentário mostra como migrantes sobrevivem à crise grega

Os baixos salários e os elevados índices de pobreza na Alemanha

Sugerido por Gunter Zibell - SP

Da RFI

Modelo contra a crise, Alemanha tem baixos salários e pobreza elevada

Lúcia Müzell
 
Atrás do título de maior economia da Europa e quarta maior potência mundial, a Alemanha esconde uma realidade muitas vezes difícil sob o ponto de vista social: o país tem índices elevados de pobreza e os baixos salários foram um dos principais temas da campanha eleitoral para as eleições legislativas do último domingo. Os social-democratas queriam instaurar um salário-mínimo na Alemanha, algo que não existe no país.
 
De acordo com o Instituto Federal de Estatísticas da Alemanha Destatis, 15,8% dos alemães correm o risco de ficar pobres, contra 14% na França ou na Suécia. A média europeia é de 16,9%. Os aposentados são os mais atingidos pelo problema, muitos deles com rendas mensais que não chegam a 952 euros, considerada a linha de pobreza no país. A queda da demografia alemã só piora situação, por mais que o país tenha se aberto à imigração profissional.

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Analisando a natureza da crise econômica

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Resistir.info

A natureza da actual crise capitalista

por Prabhat Patnaik 

Toda a gente concorda em que o capitalismo está a atravessar uma crise grave, mas diferentes pessoas lêem esta crise diferentemente. A visão mais comum, mantida mesmo por economistas progressistas como Paul Krugman e Joseph Stiglitxz, é de que a crise é inteiramente uma consequência do colapso da "bolha" habitacional. Uma vez que nesta situação de crise é improvável que a despesa privada (tanto em consumo como em investimento) aumente no futuro previsível, uma revitalização só é possível através de um aumento da despesa do Estado, o que significa que tanto nos Estados Unidos como na Europa, ao invés de adoptarem medidas de austeridade, o Estado deveria pelo contrário estar a aumentar a sua despesa.
 
O facto de esta panaceia para a crise não estar a ser adoptada é então explicado pela "má teoria económica" dos formadores de opinião, a "má fé" dos republicanos, a insensibilidade da direita e assim por diante. Esta visão, em suma, encara a crise como um fenómeno isolado, único, uma situação difícil na qual a economia dos EUA, e portanto a economia mundial, aconteceu ter caído devido ao colapso de um boom baseado na "bolha", a qual a anterior política monetária irresponsável do Federal Reserve Board sob a presidência de Alan Greenspan coniventemente estimulou.

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Quebra do Lehmann Brothers em 2008 foi usada como terrorismo financeiro

Sugerido por Assis Ribeiro

Da Carta Maior

Terrorismo financeiro
 
Quando o secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, e o presidente do FED, Ben Bernanke, chamaram uma reunião de emergência com lideranças do Congresso em setembro de 2008, eles já haviam estabelecido uma estratégia para extorquir US 700 bilhões do governo dos EUA e beneficiar Wall Street.
 
Por Mike Whitney
 
A quebra do Lehmann Brothers em 15 de setembro de 2008 foi o maior incidente de terrorismo financeiro na história dos EUA. Quando o secretário do Tesouro, Henry Paulson, e o presidente do FED, Ben Bernanke, chamaram uma reunião de emergência com lideranças do Congresso em 18 de setembro de 2008, eles já haviam estabelecido uma estratégia de “quebrar o vidro em caso de emergência” para extorquir US 700 bilhões do governo dos EUA, para compensar as perdas de trilhões de dólares em bens “subprime” tóxicos, que estavam no centro do esquema predatório de empréstimos de Wall Street.
 
O plano era jogar com uma catástrofe financeira tão grande que os prepostos eleitos acabariam por concordar com as demandas de Wall Street, como foram apresentadas por Paulson, antigo CEO da Goldman Sachs. Para isso dar certo, Bernanke alertou os congressistas de que se eles se recusassem a cumprir com as extorsões que demandavam US 700 bilhões de “salva-vidas” sem nenhuma garantia de retorno, poderia “nem haver mais uma economia na segunda-feira”. Isso era uma mentira deslavada, com o intuito de coagir o Congresso. De fato, o Programa de Auxílio a Bens com Problemas (na sigla em inglês, TARP) só foi implementado um mês depois (14 de outubro). A economia ainda estava intacta, apesar de os mercados e os amigos de Bernanke em Wall Street terem sofrido perdas pesadas.
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Grevistas da USP Leste exigem acesso a documentação

Jornal GGN - Professores, funcionários e alunos da USP (Universidade de São Paulo) Leste, em greve há quase uma semana em protesto ao risco a que foram expostos por conta da contaminação do solo onde foi construída a EACH (Escola de Artes, Ciências e Humanidades) divulgaram pauta unificada de reivindicações nesta quinta-feira (19).  O texto é uma sugestão de carta que será encaminhada ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e ao reitor da USP, João Grandino Rodas, conforme decisão aprovada em assembleia deliberativa realizada pela manhã. 
 
O grupo exige “acesso irrestrito a toda a documentação associada às questões ambientais da EACH”, além do afastamento imediato do diretor-geral da instituição, José Boueri Filho e do vice-diretor, Edson Leite. Leia mais »
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