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Crise

Janot recebe aluguel pago com benefício que ajudou a criar em Brasília

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Assim que tomou posse na Procuradoria-Geral da República, em 2013, Rodrigo Janot estendeu o auxílio-moradia da classe aos membros do Ministério Público Federal em Brasília, e ainda hoje se beneficia da locação de um apartamento na capital federal ao secretário-geral do Ministério Público da União, Blal Dalloul, pago com a ajuda de custo.
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Mais uma forma de interferir no sorteio de processos, por Leandro Arndt

Foto Faculdade de Segurança

Mais uma forma de interferir no sorteio de processos

por Leandro Arndt

Comentário ao post "Xadrez dos sorteios do Supremo Tribunal, por Luis Nassif"

Existe outra maneira, mais difícil de investigar e mais fácil de programar: se o sistema de processos usar webservices, basta alguém ter uma chave reconhecida pelo sistema de processo eletrônico para simular o sistema oficial e definir o relator que quiser. 

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A faculdade de Direito da UERJ como moeda de troca na crise do Estado, por Vinícius Alves

Foto Tânia Rego/Agência Brasil

do Justificando

A faculdade de Direito da UERJ como moeda de troca na crise do Estado

por Vinícius Alves

A elite jurídica fluminense tem sido a camada da burocracia do Rio de Janeiro mais eficiente em se imunizar dos efeitos da crise econômica que assola os fundos do Estado. Essa constatação não é em si uma novidade, já que suas remunerações e privilégios na forma de auxílios – por vezes ultrapassando o teto constitucional – seguem incólumes. Novidade talvez seja a explicitação dos contornos que atravessam toda essa eficiência. O caso da faculdade de Direito da UERJ pode ser a cereja no bolo dentre as manobras e barganhas realizadas que permitam uma boa compreensão do funcionamento da atuação política de atores jurídicos; e ainda em benefício próprio.

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Vida longa a Lula, réu que será o Rei do Brasil

O usurpador Michel Temer e seus esbirros Rodrigo Maia,  Eunício Oliveira, José Serra, Gilmar Mendes, etc… é longa a lista de políticos que querem substituir o presidencialismo pelo parlamentarismo. A vontade popular para eles é irrelevante. Eles sabem que as oligarquias controlam a Câmara dos Deputados e o Senado e que a única forma do povo chegar ao poder é elegendo um presidente que não seja comprometido com o neoliberalismo.

Lula e Dilma Rousseff não foram pontos fora da curva. Eles foram a curva fora da reta que liga o Estado brasileiro ao seu passado colonial excludente e escravocrata. O ideal das oligarquias estaduais é preservar o país e suas riquezas nas mãos dos herdeiros da Casa Grande e dos seus aliados, mantendo à distância da política o restante da população brasileira (mestiços, brancos pobres, índios e negros). Leia mais »

Sem votos

Além de senadores, Maia defende transição a parlamentarismo


Rodrigo Maia, Michel Temer e Geraldo Alckmin participam da abertura de congresso promovido pela Fenabrave em São Paulo - Foto: Alan Santos/PR
 
Jornal GGN - Para valer nas eleições de 2018, a reforma política precisa ser aprovada até agosto, um ano antes do registro eleitoral de candidatos que irão disputar os pleitos. Por isso, os parlamentares pressionam para que a matéria seja analisada o quanto antes. 
 
Nesta terça-feira 08), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, comprometeu-se a levar o tema à votação até o final deste mês. E na temática já será inserida a possibilidade de um sistema distrital misto: uma transição para o parlamentarismo [leia mais].
 
A ideia do sistema seria introduzi-la nas eleições municipais de 2022 e um tipo de transição para o voto distrital misto já no próximo ano. Senadores e deputados governistas vêm defendendo a proposta.
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Temer avança na articulação para mudar sistema de governo no país

 
Jornal GGN - Desgastado pelo seu governo e com o histórico enraizado na atividade legislativa, Michel Temer é o mandatário ideal para tomar frente à ideia de mudança para um sistema parlamentarista no Brasil. Conforme adiantou o GGN, Temer foi a oportunidade encontrada por parlamentares como José Serra (PSDB-SP) para comandar a articulação como saída para a permanência no poder dos que hoje dominam o Congresso Nacional.
 
Após os movimentos do senador tucano José Serra com Temer, na última quinta-feira (03), e do mandatário peemedebista com o ministro Gilmar Mendes, no domingo (06), angariando em dois encontros o apoio de caciques dos Três Poderes da República, expostos em reportagem do GGN, o presidente assumiu a estratégia.
 
Durante evento de abertura do 27º Congresso & Expo Fenabrave, em São Paulo, nesta terça-feira (08), Michel Temer defendeu o parlamentarismo como mudança de governo no país. "Em várias oportunidades, o Legislativo era tido como um apêndice do Executivo. No meu governo, não. O Legislativo é parceiro do Executivo. Temos trabalhado juntos", confirmou, continuando: "de alguma maneira, estamos fazendo quase um pré-exercício do parlamentarismo".
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Exclusivo: As suspeitas desapropriações da Linha 5 do Metrô pelo governo Serra

Nem só de formação de cartel e fraude em licitação vive a Linha 5 do Metrô paulista. Quando anunciado por José Serra, o projeto de expansão previa a construção de 4 poços de ventilação e saída de emergência em bairros ricos de São Paulo. Após despender milhões em desapropriação, o Metrô decidiu não construir nada nesses espaços e entregá-los à iniciativa privada

Foto: Divulgação

Jornal GGN - No governo de José Serra (PSDB), o Metrô de São Paulo desapropriou, em caráter de emergência, 4 lotes de terrenos em bairros nobres da capital para construir postos de ventilação e saída de emergência, os chamados VSEs, previstos no projeto básico da expansão da famigerada Linha 5. Porém, anos depois de gastar milhões com as desapropriações, a companhia decidiu não utilizar os espaços para sua finalidade original, com a desculpa de que esses postos não eram mais necessários. 

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Imagens

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A auto implosão deliberada da estratégia neo-liberal, por José Luis Oreiro

Imagem: Salvador Dali

A auto implosão deliberada da estratégia neo-liberal da equipe econômica

por José Luis Oreiro

em seu blog

A combinação de ajuste fiscal com aperto monetário e redução do tamanho do BNDES no meio de um recessão não poderia produzir outra coisa se não a continuidade/aprofundamento do quadro recessivo.

Se a economia brasileira ainda não engatou uma trajetória de crescimento a culpa não é da nova matriz macroeconômica, mas do fato de que a atual equipe econômica está DELIBERADAMENTE E ESTRATEGICAMENTE tomando medidas que mantêm/agravam o atual quadro recessivo para criar o clima de “urgência” que leve os deputados e senadores a aprovar medidas que, em outras circunstâncias, jamais seriam aprovadas. 

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Armínio Fraga diz que não "enxergava" lado de Aécio revelado pelo escândalo da JBS

Imagem: Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - Economista e guru de Aécio Neves (PSDB) na eleição de 2014, quando o tucano foi derrotado pela presidente deposta Dilma Rousseff (PT), Armínio Fraga disse em entrevista à Folha que foi "desagradável" ver o lado do tucano revelado pelo escândalo da JBS. Vociferando os interesses do mercado, Armínio ainda defendeu que Lula fique fora da disputa de 2018 e projetou a eleição de um presidente que dará continuidade à agenda Temer na economia.
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Temer tem usado Gilmar Mendes como estrategista contra Janot

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Um dos verdadeiros motivos do encontro fora da agenda oficial entre Michel Temer e Gilmar Mendes, no último domingo (6), foi revelado nesta terça (8): o ministro do Supremo Tribunal Federal tem ajudado o presidente da República a criar uma estratégia para se livrar das denúncias feitas por Rodrigo Janot a reboque da delação da JBS.
 
Segundo informações da Folha, Temer "tem tratado do tema com integrantes de sua defesa e discutiu o assunto (...) com o ministro do STF Gilmar Mendes, em jantar no domingo (6)".
 
À imprensa, Gilmar mandou dizer que o encontro tinha como objetivo discutir a reforma política. A desculpa é recorrentemente utilizada pelo ministro sempre que precisa entrar no Palácio do Jaburu.
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Serra, Temer e Gilmar articulam o parlamentarismo

 
Jornal GGN - A defesa do parlamentarismo já conta com o apoio de líderes dos três Poderes da República. O senador José Serra (PSDB-SP) visitou o presidente Michel Temer na última quinta-feira (03), para convencê-lo da ideia. O encontro do mandatário com o ministro Gilmar Mendes, neste domingo (06), provou que Temer já articula em favor da mudança no sistema de governo brasileiro.
 
De acordo com o blog de Andréia Sadi, do G1, Temer conseguiu o apoio de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), para a instalação do parlamentarismo no país. À jornalista, o ministro contou que o assunto do encontro extraoficial foi a reforma política. Entretanto, sabe-se que o tema era mais específico: 
 
"Eu acho que é a chance de promovermos uma mudança profunda no sistema político. Talvez, pensar um semipresidencialismo, uma mistura de presidencialismo com parlamentarismo. Precisamos também ver como vai ser a distribuição pelos partidos do dinheiro público do fundo novo a ser criado", disse Gilmar ao jornal.
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Após se encontrar com Temer, Gilmar ataca Janot


Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - "Janot, eu o considero o procurador-geral mais desqualificado que já passou pela história da Procuradoria. Porque ele não tem condições, na verdade não tem preparo jurídico nem emocional para dirigir algum órgão dessa importância", afirmou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. O ataque do ministro do Supremo foi feito durante uma entrevista à Rádio Gaúcha, nesta segunda-feira (07), quando questionado sobre o atual comandante do Ministério Público Federal (MPF), Rodrigo Janot.
 
A crítica ocorreu quando o ministro falava sobre a Operação Lava Jato e o avanço das investigações que incidem agora sobre o atual presidente da República, Michel Temer. Na noite deste domingo (06), o mandatário reuniu-se com Gilmar em encontro fora da agenda oficial. Além do ministro, também estava presente o secretário-geral da Presidência e outro dos acusados na Lava Jato, Moreira Franco (PMDB-RJ).
 
Questionado pela jornalista Andréia Sadi, o ministro do Supremo afirmou que o encontro ocorreu para se discutir a reforma política. "Eu acho que é a chance de promovermos uma mudança profunda no sistema político. Talvez, pensar um semipresidencialismo, uma mistura de presidencialismo com parlamentarismo. Precisamos também ver como vai ser a distribuição pelos partidos do dinheiro público do fundo novo a ser criado", disse.
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Temer faz reunião por aprovação da reforma da Previdência

Foto Valter Campanato/Agência Brasil

Jornal GGN – O domingo foi de trabalho para Michel Temer. Ele reuniu Rodrigo Maia, Eunício Oliveira, Henrique Meirelles, Anônio Imbassahy e Moreira Franco para discutir a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 287, que trata da reforma da Previdência. Juntando os presidentes das duas Casas, o ministro da Fazenda e os detentores das pastas Secretaria de Governo e Secretaria-Geral da Presidência, Temer tenta delinear os próximos passos para conseguir a aprovação da PEC.

Para conseguir a aprovação da reforma da Previdência, 308 deputados, dos 513, deverão dar seu voto a favor. Os governistas acreditam ser agora o tempo de reorganizar a base para perseguir este quórum, que consideram alto.

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Existe uma "nova direita" que rejeita Bolsonaro e não traz novidade alguma, por Pedro Zambarda de Araújo

do Storia

Existe uma "nova direita" que rejeita Bolsonaro e não traz novidade alguma

por Pedro Zambarda de Araújo

Sobre Partido NOVO, Spotniks e uma nova onda de liberais que não traz novidade alguma, mas que tentam se vender por textões de Facebook e mensagens travestidas de isentas no debate político.

Filho do economista Eduardo Giannetti, ex-guru de Marina Silva nas eleições, o filósofo Joel Pinheiro da Fonseca deu uma entrevista à revista Época em 10 de junho de 2016 se vendendo como uma novidade dentro da direita política brasileira. De fato ele é representante de um grupo político novato, mas as ideias que defende são liberais e clássicas.

Bacharel em Ciências Econômicas pelo INSPER (antigo Ibmec-SP), ele também se graduou e fez mestrado em Filosofia na FFLCH-USP. Com 31 anos, sua formação acadêmica mistura-se com a militância política. Criou, em 2008, a revista Dicta & Contradicta, de debate de alto nível no espectro liberal de direita, semelhante à Serrote, com publicação semestral. Embora tenha recebido financiamento da Febratel (Federação Brasileira de Telecomunicações), o projeto não foi pra frente. A publicação inclusive tentou se promover com ajuda de Olavo de Carvalho e não deu certo.

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As más relações entre o denunciado Temer e escrúpulos, por Janio de Freitas

Foto Agência Pública

Jornal GGN – O Tesouro está sendo rapinado para que se salve Michel Temer das denúncias de Rodrigo Janot. Bilhões são empenhados por ele na compra de votos e os deputados se unem, esfregando as mãos e abrindo os bolsos, e preparados para salvá-lo novamente. Quem afirma isso é Janio de Freitas, em sua coluna na Folha deste domingo.

Esses bilhões empenhados para a salvação do denunciado contribuem ativamente ao rombo estimado nas previsões de Meirelles. R$ 4,1 bi foram empenhados dentro de um rombo estimado de R$ 10 bi pela pasta. Esse toma-lá-dá-cá continua enquanto houverem denúncias a serem votadas no Congresso. E o rombo aumenta.

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