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Crise

O resgate financeiro dos Estados, por J. Carlos de Assis

Por Jose Carlos de Assis

Em livro a ser lançado na próxima terça-feira, 17, na Biblioteca do Senado Federal, sob o título “Acerto de Contas – A dívida nula dos Estados”, o jornalista e economista José Carlos de Assis sustenta a tese de que a dívida de origem mobiliária de Estados e Municípios, no montante em sua origem de R$ 111 bilhões em moeda de dezembro de 2017, é tecnicamente nula, sendo a principal responsável pelo estrangulamento de serviços públicos essenciais.

A dívida foi consolidada em 1977, sob pressão do FMI e em função da aplicação da draconiana da Lei de Responsabilidade Fiscal. Gerou pagamentos já feitos de R$ 277 bilhões, restando a pagar, incrivelmente, R$ 476 bilhões. A restituição aos Estados dos valores que lhes foram subtraídos ao longo do tempo possibilitará uma verdadeira regeneração dos serviços públicos na esfera estadual como saúde, educação, segurança e infraestrutura.

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Dia da criança, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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Provável carta testamento de Lula pós Lava Jato, por Laurez Cerqueira


Foto: Agência Brasil

Por Laurez Cerqueira

Provável carta testamento do ex-presidente Lula após Lava-Jato

De seu blog

Para meu filho Fábio deixo um Triplex no Guarujá, que apesar da escritura em nome da Caixa Econômica Federal, o Ministério Público e o juiz Sérgio Moro dizem ter convicção de que o apartamento é propriedade minha.

Por isso me condenou, sem nenhuma prova, com base apenas na vontade pessoal.

Para Sandro deixo um imóvel de propriedade da DAG Construtora, conforme escritura comprobatória, que, se comprado, teria sido destinado à construção da sede do Instituto Lula,

Mas que o Ministério Público diz ter convicção de que o terreno é meu.

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Terra arrasada, no Brasil de Temer, por Nilto Tatto

Terra arrasada, no Brasil de Temer

por Nilto Tatto

Sociólogos, economistas e historiadores terão, no futuro próximo, um rico acervo para análises, avaliações e registro do que terá representado para o Brasil esse curto período de governo Temer. Na hipótese de chegar até o final de 2018, o que é uma incógnita, deverá deixar um triste legado para o Brasil e para o povo brasileiro. Por qualquer ângulo que se olhe, o quadro é de devastação, degradação e deterioração do país sob os aspectos, econômico, social, político e mesmo moral, do ponto de vista do respeito às instituições e entre elas.

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"Daria golpe no mesmo dia", disse Bolsonaro sobre o que faria ao chegar ao poder

Jornal GGN - Bernardo Mello Franco resgatou em sua coluna na Folha, nesta terça (10), uma entrevista em que Jair Bolsonaro fala livremente sobre como o governo brasileiro deveria ser, na sua visão. À época no terceiro mandato de deputado, Bolsonaro disse que daria um golpe se assumisse a presidência da República, defendeu a tortura e uma guerra civil para limpar a sociedade, apontou Fernando Henrique Cardoso como o primeiro a ser fuzilado e ainda disse que o voto dos eleitores não muda nada.
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Uma solução, por Fernando Horta

Uma solução

por Fernando Horta

O pensamento conservador nunca teve apelo para as massas. Sempre precisou de um veículo no qual imbutido conseguia tornar-se palatável para aqueles – maioria – que não recebem do mundo material nenhum indicativo de facilidade e nenhuma ideia de melhora para sua vida. Há uma maioria de pessoas para as quais as benesses do capitalismo nunca chegaram e nunca chegarão. Qualquer ideal conservador (que procura manter as coisas como estão) não atende, pois, minimamente os interesses deste grupo.

Daí que sempre o Estado precisa de uma força coercitiva física. Para lidar com os descontentes de forma direta. Tanto maior é este aparato quanto maior a diferenciação social de um país ou de um local. Se a polícia gasta em spray de pimenta, bala de borracha e cacetete, fica claro que não é uma policia contra o criminoso que está em oposição à lei. É uma polícia contra o cidadão que quer mudança política. Está em oposição ao grupo que governa.

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Emendas, por Leo Villanova

por Leo Villanova

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Homenageado deixa Bienal do Livro de Pernambuco durante discurso do ministro da Cultura

do Marco Zero Conteúdo

Homenageado deixa Bienal do Livro de Pernambuco durante discurso do ministro da Cultura

Por Sérgio Miguel Buarque

O fato mais relevante da cerimônia de abertura da XI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco foi uma ausência. Na sexta-feira (6), o escritor e cineasta Fernando Monteiro, um dos homenageados do evento, retirou-se do auditório no exato momento em que o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, começou a discursar. Antes de deixar o local, o homenageado já havia passado pelo constrangimento de, mesmo tendo sido previamente convidado, não ser chamado para compor a mesa que conduziu a cerimônia.

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Imagens

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Lula quer desculpas de Moro e ameaça ser cabo eleitoral em 2018

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O ex-presidente Lula usou um evento do PT que discutia os retrocessos na área da Educação para atacar a Lava Jato e tecer comentários sobre a disputa eleitoral de 2018. O petista disse que não espera ser absolvido por Sergio Moro, mas quer um pedido de desculpas pela perseguição da Lava Jato. Segundo Lula, a empreitada dos procuradores para tirá-lo da próxima corrida presidencial, se bem sucedida, não vai impedí-lo de funcionar como um cabo eleitoral.

"Eles agem todo santo dia para me tirar da disputa. Juntam meia dúzia de juiz e votam. Não me deixam ser candidato e pronto. Se eles acham que, me tirando da disputa, está resolvido o problema deles, façam e vamos ver o que acontece no País. Se acham que não vou ter força para ser cabo eleitoral, testem”, disse.

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Gilmar diz que está trabalhando com governo para implantar semipresidencialismo


Foto: Divulgação/TSE
 
Jornal GGN - Publicamente defensor da transição do sistema político ao parlamentarismo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, admitiu que está trabalhando de forma acadêmica para se instalar o semipresidencialismo.
 
"Estamos tentando fazer um desenho de uma proposta e em algum momento esta proposta será submetida ao Congresso como emenda constitucional", afirmou, na tarde desta segunda-feira (09) a jornalistas. Gilmar, que é próximo da cúpula de governo de Michel Temer, entre eles com políticos como o senador José Serra e o próprio mandatário, afirmou, ainda, que já conversou com Temer sobre o assunto. 
 
Em encontro recente com o presidente da República, o ministro reafirmou que conversaram sobre a possibilidade da transição e, além de defender a mudança política, disse que está trabalhando, junto com o governo Temer, para modificar ao semipresidencialismo.
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Depoimento de Coutinho em CPI motiva outra investigação contra a JBS

Jornal GGN - O depoimento de Luciano Coutinho, ex-presidente do BNDES, à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura escândalos envolvendo a JBS acabou criando um novo braço de investigação. Deputados suspeitam que uma Medida Provisória de 2008 recebeu uma emenda destinada a beneficiar a empresa dos irmãos Batista.

Segundo o Painel da Folha desta segunda (9), o subrelator da CPI da JBS, Hugo Leal vai investigar se a MP 451, sobre a legislação tributária, previa a dispensa da apresentação de certidão negativa de empresas interessadas em obter crédito firmadas de instituições financeiras públicas.

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Escola brasileira de homens-bomba, por Élder Ximenes Filho

do Coletivo Transforma MP

Escola brasileira de homens-bomba

por Élder Ximenes Filho

Ao contrário do que imaginavam os iluministas mais felizes, séculos após a Revolução Francesa pouco sobrou da “Deusa Razão”. Muito pelo contrário, o excesso de informação torna-nos cegos de tanta luz e sujeitos aos interesses daqueles que produzem e filtram os dados pixelizados. Cada vez mais conflitos por motivação religiosa e separação Estado-Igreja aparenta não ser mais um pálio comum ao republicanismo ocidental. Ordenamentos jurídicos marcantemente laicos, como o francês e o alemão, sofrem pressões políticas para adoção de normas de feição religiosa, racista e xenófoba. O Estado turco sofre hoje forte influência muçulmana – ali, onde as forças armadas já deram golpes contra governos que tentavam permitir as orações islâmicas nos quartéis. Bem pior, desborda do oriente médio a difusa guerra religiosa-petrolífera, contrapondo além, de interesses econômicos, visões de mundo inconciliáveis geopoliticamente. A economia e o conflito de classes tudo perpassam, como sempre, mas nem tudo explicam. Noutro compasso, Estados com legislação predominantemente religiosa ignoram as prescrições da ONU e continuam executando penas corporais ou de morte contra pessoas LGBT, fiéis doutros credos ou ateus. Tudo isto com base em leis divinas aplicadas por mãos demasiado humanas.

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Brasil nunca mais, por Hildegard Angel

Brasil nunca mais

por Hildegard Angel

em seu blog

Compartilho com vocês minha dificuldade de agora, ela paralisa e asfixia. Houve tempos em que minha inconsciente juventude permitia que eu colorisse com festas a mais feiosa das vidas. O mais cinzento dos tempos. Não sei o tipo de patologia, mas eu floria exuberâncias onde poucas flores tinham, pintava beleza onde ligeiro traço havia, enaltecia elegância havendo leves sugestões. E todos resplandeciam, e os cenários preciosos emolduravam casamentos, festas, jantares, em que todos almejavam estar, e a vida se tornava mais perfeita para os frequentadores daqueles ambientes ou os apenas leitores de minhas páginas de jornal. Eu tinha o dom.

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Constituição sim, béééééébria não

Um pastor criminoso tem defendido transformação do Brasil numa teocracia http://www.conjur.com.br/2017-out-04/biblia-sim-constituicao-nao-prega-pastor-condenado-preconceito.

Suponhamos que ele consiga o que deseja.  Quais serão as consequencias?
A primeira e mais evidente seria o conflito pelo controle deste território onde vivem dezenas de milhões de pessoas que não se sujeitarão pacificamente a horda de bárbaros que explora a credulidade popular para obter lucro e poder político. Os intolerantes defensores da béééééébria teriam que enfrentar uma intolerancia igual ou maior. Leia mais »

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Brasil: projeto de nação x projeto de destruição nacional, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Brasil: projeto de nação x projeto de destruição nacional

por Fábio de Oliveira Ribeiro

Em texto publicado aqui mesmo no GGN, Fernando Horta questiona os planos da extrema direita para o Brasil.

Tenho a impressão de que ele se esqueceu de algo importante: o projeto da direita norte-americana para nosso país.

Durante o império, a direita norte-americana tentou fragmentar o território nacional. Refiro-me obviamente Confederação do Equador. Episódio sangrento da história brasileira, a conspiração separatista de 1824-1831 foi apoiada pelos EUA e resultou na prisão e execução de um norte-americano no Rio de Janeiro. Duas décadas depois, os EUA cogitaram roubar a Amazônia do Brasil.

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