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Crise

O fascismo vai bem, obrigado, por Carlos Motta

O fascismo vai bem, obrigado

por Carlos Motta

Um entre quatro eleitores brasileiros pretendem votar num fascista para a Presidência da República no ano que vem, dizem as pesquisas.

Para esses eleitores não tem a menor importância não se saber, até agora, o que pensa esse candidato sobre questões prioritárias para o futuro da nação, como o que fazer com a Previdência Social, ou sobre o funcionamento do SUS e da saúde pública em geral, onde arranjar dinheiro para a educação e programas sociais - se eles forem mantidos -, como ficará a concessão de crédito via bancos oficiais, se haverá reformas política e tributária, o que fará para deter o desemprego, onde arranjará dinheiro para investir em infraestrutura - é tanto por fazer que a lista parece interminável.

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Doria usa jato de amigo de Temer para fazer campanha, por Joaquim de Carvalho

Doria chega a Palmas no avião do escritório de Nélson Willians e é recebido como candidato a presidente (Foto: Carlos Amastha/Facebook)

do Diário do Centro do Mundo

Jato usado por Doria para campanha é de advogado com contrato milionário sem licitação no governo Temer

por Joaquim de Carvalho

 

Esta reportagem é fruto de projeto de crowdfunding do DCM 

O avião utilizado pelo prefeito João Doria para ir a Palmas, no Tocantins, pertence ao escritório de Nélson Willians, advogado com ligações muito próximas de Michel Temer e o PMDB.

O escritório de Nélson Willians foi contratado, no ano passado, pela diretoria do Porto de Santos, antigo feudo político de Temer, para arbitrar uma disputa com a empresa Libra, uma das arrendatárias do porto para operações de contêineres, ao qual a empresa estaria devendo R$ 2,3 bilhões.

Não houve licitação para a escolha do escritório e sua contratação chamou a atenção também porque a Libra tem ligações com Temer.
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Raquel Dodge é distração articulada na suspensão do acordo de Cunha

Há sentido na responsabilização da futura procuradora-geral pelo fracasso do acordo de Eduardo Cunha, sendo este gesto proposital ou não, articulado com os donos do poder ou não?
 
 
Jornal GGN - Mesmo sem ter assumido ou tomado qualquer decisão no posto maior do Ministério Público Federal (MPF), membros da Operação Lava Jato responsabilizam a futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelo fracasso da delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pela atual suspensão do acordo. E grandes jornais que os têm como fontes endossam o coro.
 
Eduardo Cunha estava negociando há quase dois meses o acordo de delação premiada com os procuradores da República da Lava Jato em Brasília. A força-tarefa acabou perdendo a paciência com o peemedebista, pelas informações "inconsistentes e omissas" que o político entregou.
 
O ex-parlamentar teria feito, até agora, acusações genéricas e entregado poucos documentos que sustentassem suas declarações. Diante disso, os investigadores decidiram suspender o acordo. A informação foi divulgada nesta terça-feira (15) pelo Valor.
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Mais uma rodada da conta do golpe sendo paga, por Luis Felipe Miguel

Foto Tijolaço

Mais uma rodada da conta do golpe sendo paga

por Luis Felipe Miguel

O "Estado inchado" é outra das tantas mentiras que, repetidas à exaustão, ganham foros de verdade no Brasil. Os dados mostram que, em comparação com outros países, o funcionalismo público brasileiro é pequeno e a carga tributária é pequena. Apesar dos casos aberrantes amplamente divulgados pela mídia, até mesmo o salário médio do funcionalismo público é pequeno.

O que há são distorções: inchaços localizados da máquina administrativa quando há carências grandes de pessoal em muitos outros lugares, juízes com vencimentos nababescos, uma carga tributária que é muito maior para os pobres do que para os ricos (a porção da renda familiar que é consumida em tributos pelas famílias que ganham mais de 30 salários mínimos mensais é praticamente a metade daquela das famílias com renda de até dois salários mínimos).

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Parlamentarismo e "Distritão": o projeto Temer-Cunha ataca a soberania, por Roberto Amaral

O projeto Temer-Cunha abrirá as portas do Legislativo para as corporações políticas e econômicas (Foto Carta Capital)

Parlamentarismo e "Distritão": o projeto Temer-Cunha ataca a soberania

por Roberto Amaral

Nesta fase do golpe, o objetivo é impedir que um novo Congresso eleito ouça a voz das ruas e remova as 'reformas' do governo ilegítimo

Uma vez mais, e jamais suficientemente, é preciso pôr à luz do sol o caráter do golpe em curso, como forma de antever seus próximos passos, e a eles nos anteciparmos. Jamais será excessivo destacar seu caráter oligárquico, antinacional e antipopular, autoritário e desconstrutor da ordem republicana. Mas agora é preciso, também, denunciar as maquinações contra a política e a democracia representativa que, após o hiato dos 21 anos imposto pela última ditadura, nosso povo vem, aos trancos e barrancos, tentando reconstruir.

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Universidades federais dizem que só têm dinheiro para manutenção até setembro

Da Agência Brasil

Universidades federais dizem que só têm dinheiro para manutenção até setembro

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil*

Renegociação de contratos, redução nos cardápios em restaurantes universitários, falta de recursos para manutenção, atraso no pagamento de contas. Essa é a realidade de algumas universidades federais, que reclamam da falta de verbas e do contingenciamento de recursos feito pelo governo federal.

O presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Emmanuel Tourinho, diz que os valores de custeio previstos para este ano para as universidades não são suficientes nem mesmo para as despesas regulares com energia, vigilância, limpeza, bolsas para os alunos de baixa renda e serviços de manutenção das instalações.

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Força-tarefa fortalece estratégia de Temer para tentar se salvar

Procurador cobra "consequências" de visita de futura PGR à Temer e dá recado à Raquel Dodge por não interferência em Curitiba
 
 
Jornal GGN - Se a divulgação do encontro da futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, com Michel Temer fora da agenda oficial do presidente foi uma estratégia articulada pelo próprio mandatário para endossar a tese de que seu encontro com o empresário Joesley Batista é da natureza de suas funções, a imprensa e a própria equipe de procuradores da Lava Jato vêm fortalecendo a teoria.
 
Desta vez, um dos líderes da força-tarefa do Paraná, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, afirmou publicamente que a subprocuradora-geral da República que assumirá em setembro o posto de Rodrigo Janot deve ser cobrada pelas consequências da visita a Temer no Palácio do Jaburu, no dia 8 de agosto.
 
"Nós temos agora que avaliar as consequências dentro da política que o Ministério Público vai ter a partir da gestão dela", afirmou.
 
"É claro que ela tem que se explicar, ela deu uma explicação, ela que deve, então, ser cobrada das consequências desse ato. Infelizmente, não há como fugir da responsabilização das pessoas perante a sociedade", disse Carlos Fernando, completando: "Todo funcionário público é responsável pelos atos que têm".
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O jogo sujo do golpe persiste, mas o que importa é Lula e a Venezuela, por Armando Coelho Neto

O jogo sujo do golpe persiste, mas o que importa é Lula e a Venezuela

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Notícia recente veiculada no jornal Folha de S. Paulo dá conta de que a Polícia Federal encontrou falhas nas delações da Odebrecht, as quais “dificultam e comprometem as investigações das informações passadas à Procuradoria-Geral da República”, sobre suspeitos com foro privilegiado. Há queixas quanto exagerado número de delatores e mudança de versões apresentadas sobre fatos relevantes. A PF reclama da falta de acesso aos sistemas de planilhas que comprovaria repasses de dinheiro a parlamentares. Além de constatar que alguns crimes já estariam prescritos, há notas sobre falta de documentos que dariam suporte às delações feitas.

Os vícios apontados recairiam sobre delações que envolvem oito ministros, 39 deputados e 24 senadores. Mas, na prática, o imbróglio vem a se somar as trapalhadas promovidas pelo Ministério Público Federal na Farsa Jato e nos contorcionismos jurídicos praticados pelo juiz Sérgio Moro, servindo aqui de mero exemplo as condenações baseadas exclusivamente em delações (proibidas por lei). Ao mesmo tempo, acentua a briga de bastidores entre delegados da PF e procuradores da República, que de há muito trabalham com dentes trincados, mesmo tendo estado unidos na consolidação do golpe.

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Temer derruba desculpa de Gilmar para encontro à noite no Jaburu

Foto: Anderson Riedel/VPR

Jornal GGN - Michel Temer enviou uma nota à imprensa tentando desviar das críticas à reforma política que acabou derrubando o álibi de Gilmar Mendes para manter encontros extraoficiais com o presidente no Jaburu.

No domingo passado, o ministro do Supremo Tribunal Federal foi jantar na residência de Temer e, no dia seguinte, a imprensa publicou que ele vem servindo como um conselheiro jurídico do peemedebista implicado com o escândalo da JBS. Procurado, Gilmar disse que só discutiu com Temer algo que diz respeito ao Tribunal Superior Eleitoral: a reforma política.

Temer, em nota, afirmou que não debate nada sobre reforma política, porque é uma atribuição exclusiva da Câmara.

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A destruição de um país, por Fernando Brito

Sugerido por Webstern Franklin

A destruição de um país

Por Fernando Brito

No Tijolaço

Os indivíduos em geral e a as coletividades, quase sempre, movem-se em função de desejos e objetivos. Por uma década, reaprendemos a acreditar que o caminho para alcançá-los eram o Brasil em desenvolvimento e o nosso próprio desafio de, neste ambiente, alcançarmos o progresso pessoal: o “fazer um curso” ou graduar-se, “abrir um negócio”, comprar uma casa, um automóvel e assim por diante.

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Candidatura de Lula tem que ser resultado da absolvição, diz Zanin

Jornal GGN - O advogado Cristiano Zanin disse em entrevista ao Brasil 247 e ao Diário do Centro do Mundo que a candidatura de Lula em 2018 deverá ser decorrente de sua absolvição, na segunda instância, em função do caso triplex. No processo que tramitou em Curitiba, Lula foi condenado a 9 anos e meio de prisão mais pagamento de multa de R$ 16 milhões pelo juiz Sergio Moro.
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Lula: "Nós nos precipitamos ao achar que 2013 foi uma coisa democrática"

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - O ex-presidente Lula disse, na noite de sexta (11), que a Rede Globo ajudou a inflar os protestos de rua que marcaram junho de 2013 com o objetivo de forjar pressão popular sobre o governo Dilma Rousseff. Na visão do petista, foi "precipitado" considerar que aquelas manifestações foram essencialmente democráticas, já que parte das massas teria sido manipulada pela grande mídia."

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Temer vai congelar salários e cortar benefícios de servidores para poupar R$ 9 bi

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Após gastar bilhões em emendas parlamentares para se salvar de uma denúncia da Procuradoria Geral da República e admitir a revisão da meta fiscal para 2017 e 2018, Michel Temer pretende congelar o salário de servidores e cortar gastos com benefícios como auxilio-moradia, para economizar ao menos R$ 9,8 bilhões no próximo ano. É o que informa a Folha de S. Paulo deste sábado (12).

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"Tudo que eles fizeram contra nós foi parir o Bolsonaro", diz Lula

Foto: Mídia Ninja

 
Jornal GGN - O ex-presidente Lula disse, em evento com juristas no Rio de Janeiro, que a esquerda precisa "juntar" os casos e se unir na eleição de 2018, para rivalizar contra os adversários políticos que ajudaram a viabilizar a extrema-direta, hoje espelhada na figura de Jair Bolsonaro. "Tudo que eles fizeram no país contra nós foi parir o Bolsonaro", disparou Lula.
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As consequências desastrosas da Lava Jato para a economia, por Eugênio Aragão


Foto: GIBRAN MENDES / FOTOS PÚBLICAS

 
Aragão: Lava Jato teve 'consequências desastrosas' para economia e instituições
 
Ex-ministro apontou o que chamou de ilegalidades no processo e promiscuidade entre MP, PF e Judiciário
 

O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão afirmou hoje (11) que a força-tarefa da Operação Lava Jato constituiu, por si só, uma violação ao princípio da separação de poderes. Durante júri popular fictício para "julgar" a operação, o ex-ministro e procurador aposentado disse que houve "promiscuidade" entre Ministério Público, Polícia Federal e Judiciário. Para ele, todo o processo teve "consequências desastrosas para as instituições e para a economia" e "acabou afetando enormemente o interesse nacional". Por falta de conhecimento técnico, disse Aragão, indústrias inteiras "quebraram".

O ex-ministro foi o advogado escalado para apresentar a acusação contra a Lava Jato, em evento promovido pelo grupo Advogadas e Advogados pela Democracia e Frente Brasil de Juristas pela Democracia. Não por acaso, o julgamento ocorre em Curitiba, onde atua o juiz federal Sérgio Moro. Na defesa, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, ironizou a operação, afirmando, por exemplo, que a força-tarefa contribui para a economia processual. "Aqui em Curitiba, o processo já chega com a sentença."

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