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Comércio e Serviços

Gasolina teve aumento recorde após elevação de impostos, aponta ANP

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço da gasolina teve um crescimento médio de 8,22% na primeira semana depois do aumento dos impostos sobre os combustíveis.
 
Este é a maior elevação registrado pela ANP desde o início do levantamento de preços, em 2004. O etanol teve a segunda maior alta da série histórica, com 8,86%, e o diesel, o quarto maior aumento, de 5,05%.
 
A pesquisa divulgada na última sexta (29) pela agência apontava que o preço médio da gasolina foi de R$ 3,749 por litro na semana passada, R$ 0,285 a mais do que o cobrado na semana anterior. 
 
Antes, o maior aumento verificado pela agência, em termos percentuais, foi na semana de 17 de setembro de 2005, com 7,85%. 

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Empresas inadimplentes devem mais de R$ 119 bilhões, diz Serasa

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
 
Jornal GGN - Levantamento da Serasa Experian aponta que o número de empresas inadimplentes no país atingiu 5,1 milhões em maio, chegando ao maior número desde o início da pesquisa, em março de 2015. 
 
No total, as dívidas das empresas foi de R$ 119,2 bilhões. Cada empresa tem, em média, 11 dívidas, em valor médio de R$ 23 mil.  Em relação a maio de 2016, houve um crescimento de 15,9% nas companhias endividadas. 
 
A pesquisa da Serasa mostra que a maior parte das empresas inadimplentes é do setor de serviços (46,7%), um aumento de 1,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. O comércio teve queda de 1,3%, sendo que o setor corresponde a 43,7% do total. Já a indústria responde por 8,7% da inadimplência, uma redução de 0,2% na comparação com maio de 2016. 

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Confiança do consumidor recua 5% em junho e chega ao menor nível desde janeiro, aponta SPC

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Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que a confiança do consumidor caiu 5% em junho, recuando de 41,5 pontos em maio para 39,4 pontos, o menor nível desde janeiro deste ano. 
 
A pesquisa mostra que 82% dos consumidores têm uma avaliação negativa das condições atuais da economia brasileira. Outros 17% classificam o desempenho como regular e somente 1% acham que o cenário é positivo. 
 
Para estes entrevistados, a explicação para o clima econômica ruim são os  escândalos de corrupção e o mau uso dos recursos públicos, citados por 51% desses consumidores. Eles também apontam os sintomas da crise como o desemprego (21%) e a inflação (15%), apesar de sua recente desaceleração. 
 
Em outro ponto, 45% dos entrevistados afirmaram que sua própria situação financeira é ruim ou péssima. Outros 45% consideram a situação regular e 9% afirmam que o momento é bom. 

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Demanda por crédito teve aumento de 2,1% no primeiro semestre, aponta Serasa

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
 
Jornal GGN - De acordo com o Indicador Serasa Experian, divulgado nesta terça (11), a demanda de consumidores por crédito subiu 2,1% entre janeiro a junho deste ano, na comparação com o primeiro semestre do ano passado. No mês de junho, o aumento na procura por crédito foi de 2,2% em relação a maio. 
 
Apesar da alta registrada na comparação com o mesmo período do ano passado, a Serasa diz que o indicador mostra um enfraquecimento, tendo em vista o crescimento de 3,2% registrado entre o primeiro semestre de 2016 na comparação com 2015. 
 
Para a entidade, a desaceleração no crescimento foi causado pelo aumento do desemprego, pelas altas taxas de juros e também em razão da queda da confiança dos consumidores nos primeiros meses do ano. 

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Taxas de juros nas operações de crédito têm queda em junho

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
 
Jornal GGN - Dados da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC) mostram que as taxas de juros das operações de crédito tiveram queda em junho de 2017, a sétima redução consecutiva e a oitava em dois anos.
 
Foram pesquisadas seis linhas de crédito voltadas para a pessoa física, sendo que duas tiveram elevação de suas taxas em junho (cartão de crédito rotativa e cheque especial) e as outras quatro tiveram suas taxas reduzidas: juros do comércio, CDD-bancos-financiamento de veículos, empréstimo pessoal-bancos e empréstimo pessoal-financeiras.
 
Na média geral, os juros para pessoa física tiveram redução de 0,01 % no mês e de 0,27% no ano. As taxas passaram de 7,65% ao mês (142,20% ao ano) em maio para 7,64% ao mês (141,93% ao ano) em junho, a menor desde dezembro de 2015.

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Número de inadimplentes chega a 61 milhões e bate recorde histórico, aponta Serasa

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
 
Jornal GGN - De acordo com dados do Indicador Serasa Experian, o número de consumidores inadimplentes no Brasil atingiu 61 milhões em maio deste ano, o maior número da série histórica desde 2012. 
 
Entre abril e maio deste ano, 900 mil brasileiros entraram no cadastro de inadimplência, sendo que, no mesmo mês do ano passado, 59,5 milhões de pessoas estavam na lista. A Serasa crê que a continuidade da recessão e do aumento do desemprego são as principais causas para o alto número de inadimplentes no país. 
 
Dados do Banco Central (BC) divulgados na semana passada mostram que a inadimplência voltou a subir e chegou a 4% em maio. Nos últimos 12 meses, a alta foi de 0,3 %, sendo que parte do aumento foi provocada pela falta de pagamento de empresas, mas a inadimplência das famílias também cresceu. 

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Caixa volta a suspender financiamento de imóveis da linha Pró-Cotista

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Foto: Bruno Peres/Ministério das Cidades
 
Jornal GGN - A Caixa Econômica Federal voltou a suspender as novas operações da linha de crédito Pró-Cotista, que utiliza recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), pouco mais de um mês depois da liberação de R$ 2,5 bilhões adicionais para esta linha de financiamento.
 
A Caixa justificou a medida afirmando que a suspensão foi adotada  “em razão do comprometimento total do orçamento disponibilizado pelo Conselho Curador do FGTS para o exercício de 2017”. O financiamento já havia sido suspenso em maio, também por falta de recursos, mas retomado após a liberação do Ministério das Cidades.
 
A linha Pró-Cotista é a mais barata depois do Minha Casa, Minha Vida, com juros de 7,85% a 8,85% ao ano. 

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Fim da desoneração da folha passa a valer no dia 1º de julho


Dyogo Oliveira e Henrique Meirelles - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A Medida Provisória que acabou com a desoneração da folha de pagamento para grande parte dos setores da economia começa a valer a partir do próximo dia 1º de julho. Considerada uma das principais políticas do governo de Dilma Rousseff para estimular a economia, a desoneração voltará para diversas empresas.
 
Setores de tecnologia da informação, teleatendimento, hoteleiro, comércio varejista e alguns segmentos industriais, como automóveis e vestuário, terão que contribuir com a alíquota de 20% a partir do próximo mês.
 
A desoneração instituída pelo governo Dilma substituía a contribuição sobre a folha de pagamento por uma contribuição sobre a receita bruta, destinada ao financiamento da Seguridade Social. Mas o governo de Michel Temer acabou com a política e buscou recuperar parte do déficit primário de R$ 139 bilhões do país com a retomada da arrecadação.
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Movimento no comércio tem queda de 1% em abril

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
 
Jornal GGN - De acordo com dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), o movimento do comércio cai 1% no mês de abril. No acumulado de 12 meses, entre maio do ano passado e abril de 2017, a redução foi de 3,4% na comparação com o período anterior. Em relação a abril do ano passado, o recuo foi de 5,2%. 
 
Na avaliação da Boa Vista, o indicador do varejo está em uma recuperação gradual desde novembro de 2016, mesmo que em ritmo menor do que o esperado. A expectativa é que os próximos meses tenham resultados melhores, influenciada pela redução na taxa de juros, entre outros fatores. 

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Apesar de queda, número de inadimplentes ainda representa 39% da população

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
 
Jornal GGN - Divulgados divulgados nesta quarta-feira (10) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que, apesar da queda, o número de consumidores inadimplentes ainda representa 39,19% da população com idade entre 18 e 95 anos, com uma estimativa de 59 milhões de pessoas físicas negativadas no Brasil. 
 
O indicador teve redução de 1,6% na comparação com abril do ano passado. Entre março a abril deste ano, a inadimplência teve queda de 0,35%. No ano passado, o indicador teve recuos mensais depois da alta entre o fim de 2015 e o começo de 2016. 

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Lotéricas sofrem com repasses defasados, enquanto governo prepara privatização de apostas

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Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - O governo do presidente Michel Temer pretende privatizar as loterias na expectativa de duplicar o valor arrecadado com impostos sobre as apostas. O objetivo da equipe econômica é atrair investidores para o mercado brasileiro, acreditando que as receitas de tributos sobre as loterias pode aumentar de R$ 6 bilhões para ao menos R$ 12 bilhões. 
 
Atualmente, o setor é um monopólio da Caixa Econômica Federal, e o governo dividiu o conjunto de loterias em duas empresas que irão à leilão: a Lotex, das loterias instantâneas, como a raspadinha, e a “SportingBet”, de apostas esportivas.

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Rotativo do cartão de crédito bate novo recorde em janeiro

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Jornal GGN  - No mês de janeiro, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito aumentou e bateu novo recorde. Segundo o Banco Central, a tarifa subiu 2,2% na comparação com dezembro, atingindo 486,8% ao ano e chegando ao maior nível da série histórica iniciada em 2011. 
 
A taxa do crédito parcelado também teve aumento, ficando em 161,9% ao ano em janeiro, com alta de 8,1% em relação ao mês anterior. O BC registrou uma pequena redução na taxa de juros do cheque especial, que chegou a 328,2% ao ano, caindo 0,3% na comparação com dezembro. 
 
Segundo a pesquisa do Banco Central, a taxa média de juros para as famílias subiu 1% em janeiro, ficando em 72,7% ao ano. A inadimplência do crédito, que leva em consideração os atrasos com mais de 90 dias, se manteve estável em 6%. 

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Setor de serviços recua 5% em 2016, pior resultado desde 2012

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Jornal GGN - Em 2016, o setor de serviços teve queda de 5%, influenciado pelas fortes perdas na atividade de transporte. O resultado é o pior da série história iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
 
Dados divulgados nesta quarta-feira (15) mostram que o setor teve crescimento de 0,6% em dezembro do ano passado, na comparação com o mês anterior, e recuou de 5,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

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Desde começo da reestruturação, Banco do Brasil já fechou 217 agências

 
Jornal GGN - 217 agências bancárias do Banco do Brasil foram fechadas desde o anúncio da reestruturação da instituição, que pretende encerrar as atividades de 402 unidades até março.
 
O plano de reestruturação foi anunciado em novembro do ano passado e também prevê a transformação de 379 agências em postos de atendimento, além da extinção de 31 superintendências regionais. 
 
O objetivo do banco é economizar em torno de R$ 750 milhões, que deverão ser investidos no atendimento digital, já que, segundo o BB, cada vez mais correntistas usam computadores e celulares para realizar suas operações bancárias. Também é planejado a abertura de 255 escritórios e agências de atendimento digital. 

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Vendas no varejo caíram 6,2% em 2016, pior resultado da série histórica do IBGE

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Jornal GGN - Em 2016, as vendas no varejo caíram 6,2% na comparação com 2015, quando a queda foi de 4,3%. O resultado é o pior da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2001. 
 
O varejo brasileiro tem sido fortemente afetado pelo aumento do desemprego, sendo que, em dezembro, o recuo foi de 2,1% na comparação com novembro, o pior resultado mensal desde janeiro.
 
Para Isabella Nunes, economista do IBGE, acredita em uma leve melhora no cenário em razão da desaceleração da inflação e da queda dos juros, mas ressalta que o mercado de trabalho continua fragilizado. 

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