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Arte Popular

Fora Temer, Carnaval 2017

por Mara L. Baraúna

Uma seleção das marchinhas para este carnaval

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Maioria das pichações em SP registra nome do pichador, por Paulo Henrique Fernandes Silveira

Intervenções apontam para a necessidade de expressão entre jovens da periferia silenciados pelo sistema

 
 
A maior parte das pichações de SP não trazem frases e ideias inspiradoras. Elas apenas registram o nome do pichador
 
Paulo Henrique Fernandes Silveira*
 
Como foi amplamente debatido pela imprensa e pelas redes sociais, uma das primeiras ações do programa “São Paulo Cidade Linda”, da atual administração municipal, foi passar tinta cinza nos grafites e pichações, a exemplo do painel criado por artistas e ativistas na Avenida 23 de Maio. O prefeito de São Paulo colocou em prática uma das propostas defendidas em sua campanha eleitoral.
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Monobloco deve arrastar 70 mil foliões em SP neste domingo

Cantora Emanuelle Araújo se apresenta como Rainha da Bateria junto do cantor B Negão

 
Jornal GGN - O grupo carnavalesco Monobloco, que reuniu no ano passado 60 mil pessoas no pré-carnaval da capital paulista, promete juntar neste domingo (19) 70 mil foliões.
 
O bloco, fundado há 17 anos no Rio de Janeiro, iniciou a concentração na região do Parque do Ibirapuera, na zona sul, e este ano homenageia os blocos de rua com a participação da cantora Emanuelle Araújo como Rainha da Bateria e do cantor B Negão.
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Douglas Germano: Bateria é o 'RG' da escola de samba e bloco não é prestação de serviço, por Augusto Diniz

Douglas Germano: Bateria é o 'RG' da escola de samba e bloco não é prestação de serviço

por Augusto Diniz

Com os blocos nas ruas e as escolas de samba fazendo os últimos ajustes para entrar na avenida, Douglas Germano, 48 anos, um dos mais profícuos compositores da atual geração do samba de São Paulo, fala sobre o carnaval.

“A ala das baianas e a bateria são o 'RG' (carteira de identidade) da escola. Motivo de orgulho e respeito”, diz no alto de quem convive com isso faz tempo. “A rigor são alas da comunidade. A comunidade é um seleto grupo ali de algumas centenas de pessoas que se conhecem pelo nome e frequentam a quadra o ano inteiro, não necessariamente do bairro”, conta.

Em 1982, aos 13 anos, Douglas desfilou pela primeira vez na bateria da Nenê de Vila Matilde – com ajuda do pai que era percussionista de conjunto de baile -, ficando por lá alguns anos. A partir de 1989, tocou cavaquinho na Águia de Ouro, fez samba-enredo para a escola e tornou-se mestre de bateria. Depois disso, passou a servir as duas escolas.

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Sarau das marchinhas de carnaval


Aproveitando o renascimento das marchinhas de carnaval, o GGN irá realizar, no próximo sábado, dia 18, o Sarau das Marchinhas de Carnaval.
Será a partir das 14 horas no Olaria Grill, na rua Apeninos 637, Liberdade, São Paulo – o mesmo local onde houve nosso Sarau de fim de ano.

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Festival de marcha-rancho ocorre em meio à banalização do carnaval, por Augusto Diniz

por Augusto Diniz

Enquanto muitos blocos este ano em São Paulo devem se desgarrar de vez dos gêneros musicais que escreveram a história do carnaval (basta dar uma olhada na relação de blocos a desfilar na cidade), o Festival de Marcha-Rancho do Ó do Borogodó se mantém como um dos bastiões da tradição da manifestação popular. Em meio à crescente banalização da festa de Momo (com algumas exceções), o estilo que impulsionou por décadas multidões às ruas nos quatro dias de folia ganha fôlego nesse evento.

O 3º Festival de Marcha-Rancho do Ó deste ano conta com 18 músicas selecionadas na lista de apresentações. A grande ausência de 2017 entre os intérpretes das músicas compostas será a de João Borba, falecido ano passado, baluarte do samba paulista e de vozeirão inconfundível.

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Hoje tem pré-carnaval no Traço União

Jornal GGN – Conhecido por animar as ruas da Vila Mariana, o bloco Turma do Funil se une aos músicos do Espaço Uirapuru em um pré-carnaval, nesta noite, 9 de fevereiro. A festa, no Traço União, embala o público com famosas marchinhas brasileiras, cantadas e tocadas ao vivo, em São Paulo. O “Grito de Carnaval no Traço” acontece a partir das 20h.

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Marchinhas do golpe... viva o carnaval!

Seleção de José Carlos Lima

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União e Olho Vivo comemora 50 anos e promove série de ações

Jornal GGN – Celebrando 50 anos, o Teatro Popular União e Olho Vivo (TUOV) abre as portas de sua sede, no Bom Retiro, para uma série de ações que irão relembrar sua trajetória. As atividades gratuitas, contemplado com a 28ª edição do Programa de Fomento ao Teatro, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, começa no dia 28 de janeiro e se estenderá pelos próximos cinco meses. O público poderá participar da revitalização da sede do TUOV, além de oficinas artísticas, que irá resultar no próximo espetáculo do grupo.

O União e Olho Vivo, criado em 1966, é um dos grupos de teatro brasileiros mais antigos e conhecido por promover a arte além dos palcos, sobrevivendo à época da ditatura. A programação de 50 anos começa com uma oficina de dramaturgia, coordenada pelo diretor e dramaturgo Cesar Vieira e pelo ator Neriney Moreira, que será composta com um uma sequência de movimentos: música, figurino, cenografia, vídeo e roteiro teatral.

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Sarau Pretas Peri no Sesc Belenzinho

Foto: Dilvugação/Facebook

Jornal GGN – Integrando a programação da mostra "Motumbá: Memórias e Existências Negras”, as Pretas Peri ocupam a comedoria do Sesc Belenzinho nesta quarta-feira, 18 de janeiro, em São Paulo. O sarau, das 20h às 22h, apresenta quatro mulheres que trazem para debate temas como machismo, racismo, empoderamento feminino, além de muita poesia.

As Pretas Peri desenvolvem ações que promovem a arte periférica, espalhando empoderamento e cultura negra em diversas áreas da cidade, com oficinas, debates e mostras artísticas.

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Cultura negra, teatro e dança no Sesc Belenzinho

Foto: Neander Heringer

Jornal GGN – Desde novembro, o público do Sesc Belenzinho, de São Paulo, teve oportunidade de apreciar as atrações da mostra "Motumbá: Memórias e Existências Negras”. Em janeiro, o projeto contará com uma mescla do contemporâneo e tradicional, com espetáculos teatrais, apresentações e oficinas de dança. Com curadoria do Sesc e João Nascimento, a mostra destaca a produção de matrizes africanas sobre suas trajetórias de vida, posicionamentos sociopolíticos e estéticos, celebrando o protagonismo negro. A mostra vai até março de 2017.

A programação apresenta, de 13 e 22 de janeiro, o espetáculo “Namíbia, Não! ”, dirigido por Lázaro Ramos, que já passou por diversos estados brasileiros e chegou a Portugal. A comédia-dramática apresenta o diálogo profundo entre dois amigos, que se trancam dentro de um apartamento enquanto, do lado de fora, negros são pegos pelo governo brasileiro para serem enviados à África, numa espécie de revés da diáspora vivida pelos africanos no Brasil na escravidão.

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Raio X dos Ritmos: Catira ou Cateretê

Jornal GGN - Conhecida como Cateretê ou Catira, vem da época colonial, surgida na zona rural do Sul do país. Duas colunas de homens sapateiam e batem palmas ritmadas, comandadas por um violeiro.

De origem híbrida, com influências indígenas, africanas e européias, a catira tem coreografia executada por boiadeiros e lavradores, e pode ser formada por seis a dez componentes, mais uma dupla de violeiros, que tocam e cantam a moda.

Típica do interior do Brasil, tem muita influência da cultura sertaneja no Mato Grosso, Goiás, norte do Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Tocantins e, principalmente, São Paulo.

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Raio X dos Ritmos: Carimbó

Jornal GGN - O Carimbó é típico da ilha de Marajó, do Nordeste em geral e Amazônia. A música vem acompanhada de dança de roda marcada pelo reco-reco, banjo, chocalhos, pandeiro e do carimbó, que é um atabaque de mais ou menos um metro de comprimento escavado em tronco. Na dança, uma bailarina se coloca no meio da roda e, com movimentos rápidos e trejeitos, busca encobrir o parceiro mais próximo com sua ampla saia. Não conseguindo, cede o lugar a outra.

A dança se tornou patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em 2014 e o registro foi aprovado por unanimidade pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do IPHAN.

Na forma tradicional, o chamado “pau e corda”, os tocadores se sentam sobre o tambor e tocam com as duas mãos. A variação moderna adicionou guitarra e instrumento de sopro.

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São Paulo celebra 15ª edição da Feira Preta

Foto: Reprodução Facebook

Jornal GGN – Celebrando a cultura negra e promovendo o afro-empreendedorismo, o bairro da Casa Verde, na Zona Norte de São Paulo, receberá a 15ª edição da Feira Preta, neste domingo, 11 de dezembro. A grande festa, com shows musicais, apresentações de dança, teatro, mostras de artes plásticas, feira de moda e gastronomia, reúne empreendedores de todo país para mostrar o que está sendo produzido pela e para a população negra.

Com mais 100 expositores, o evento pretende, por meio da representatividade, disseminar as diversas expressões artísticas e culturais negras, incentivando o desenvolvimento sustentável das micro e pequenas empresas de diversos grupos. Este ano o projeto receberá uma Feira de HQs, com quadrinhos e ilustradores negros na linguagem afropop, e o lounge Pret@ Digital, onde acontecerão diálogos sobre as diferentes narrativas da negritude e como as redes sociais fortalecem isso.

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Maatê Kêita e Ballet Afro Koteban no Centro Cultural Olido

Foto: Fernando Solidariedade Soares e Juliana Santos Ballet Afro Koteban

Jornal GGN – Na sexta-feira, dia 2 de dezembro, o Centro Cultural Olido será tomado por uma mistura de ritmos e tradições africanas, em São Paulo. O show é gratuito e irá unir a cantora marfinesa Maatê Kêita e seu grupo Kawagne à companhia brasileira de dança Ballet Afro Koteban.

A apresentação única junta os dois grupos pela primeira vez, acompanhados pelo vocal de Maatê. A cantora, que já foi líder do trio de cantoras Les Trois de Gos du Koteba (As Meninas de Koteba), na década de 1990, integrou o Koteba, grupo fundado pelo dramaturgo Souleymane Koly, que atualmente tem seus trabalhos continuado pelo coletivo Kawagne, do qual Maatê é diretora.

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