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Arte Popular

Tradição e atualidade no São João da Bahia

Participam da grande festa gratuita artistas como Targino Gondim, Luan Santana, Saulo, Pablo, Estakazero, Aviões do Forró, entre outros. E ,para os turistas, o receptivo junino começa no aeroporto e na rodoviária, com grupos de forró

foto: Divulgação/ GOVBA

Jornal GGN - As comemorações juninas do interior baiano este ano desembocam na capital, Salvador. Entre os dias 22 de 24 de junho, de quinta a sábado, toda a população poderá curtir o São João da Bahia, com atrações e artistas que se dividem entre os palcos montados no Centro Histórico e no Subúrbio Ferroviário da cidade. Os três dias de festa são promovidos pelo Governo do Estado, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Bahiatursa).

Ao todo serão 50 atrações, que se dividem pelos palcos montados no Largo do Pelourinho, no Terreiro de Jesus e no Cruzeiro de São Francisco. Já no Subúrbio, a festa acontece na praça João Martins, em Paripe. A programação terá uma mescla de tradição e atualidade com artistas como Adelmário Coelho, Flávio José, Geraldo Azevedo, Dorgival Dantas, Targino Gondim, Luan Santana, Saulo, Pablo, Estakazero e Aviões do Forró.

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Os feitos da Associação Cultural Cachuera!, por Walnice Nogueira Galvão

Foto - Divulgação

Os feitos da Associação Cultural Cachuera!

por Walnice Nogueira Galvão

Acaba de ser lançada a última publicação da Associação Cultural Cachuera! Vem completar uma linha editorial que já trouxe uma contribuição notável, cobrindo a música popular tradicional brasileira. O presente volume, um conjunto de livro + CD + DVD, intitula-se Batuque de umbigada : Tietê, Piracicaba e Capivari – São Paulo, acrescentando-se aos anteriores que também tratavam de manifestações desse tipo no Sul-Sudeste brasileiro, às vezes com incursões para rumos mais distantes.

A Associação, que é dedicada aos estudos e à difusão dos folguedos tradicionais, tem como diretor o concertista e etnomusicólogo Paulo Dias. Na sede em São Paulo dão-se eventos de jongo, congo e marujada. Seus integrantes já fizeram uma série de programas na Rádio Cultura e gravaram em campo a Coleção Documentos Sonoros Brasileiros, constando de vários CDs, dedicados ao congado mineiro, aos batuques, às caixeiras, aos sons do sertão de Minas Gerais, aos cristãos e mouros, às brincadeiras paulistas, à musica dos quilombos. De Sergipe trouxeram o DVD Lambe Sujo – Uma ópera dos quilombos. E muitas maravilhas mais.

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O carnaval da macumba na avenida do samba, por Matê da Luz

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Por Matê da Luz

Se ainda há profusão de bloquinhos nas ruas, ainda é tempo de escrever sobre o carnaval 2017. 

A essa altura vocês já devem ter percebido meu apreço pelas macumbas, todas elas. Daí assistir pela TV o movimento das escolas de samba tanto de São Paulo quanto do Rio de Janeiro em torno dos Orixás, das mandingas e do incrível mundo invisível, ai, isso tudo foi muito maravilhoso pra mim. Por inúmeras razões, mas especialmente porque acredito que o encantamento, quando bem utilizado, pode ser uma forma linda de dissipar informação e, quando as pessoas conhecem as práticas das outras, fica mais difícil de criticar ou agredir. Sim, é assim que eu penso, é assim que eu faço. 

De todas as escolas, a que mais me comoveu foi a União da Ilha, que enalteceu os N'kisis, como são conhecidos os orixás na Nação Angola, uma das mais tradicionais do candomblé. Vi, revi e ainda verei muitas vezes a apresentação, que começa assim.  O orixá Tempo é um dos meus favoritos por andar junto, bem juntinho, da minha mãe Iansã e, também por essa ligação gostosa com ele, o desenvolvimento do enredo da escola me tocou.

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Carnaval de rua de São Paulo é mais diverso e menos tradicional, por Augusto Diniz

Carnaval de rua de São Paulo é mais diverso e menos tradicional

por Augusto Diniz

A consolidação do carnaval de rua de São Paulo se mostra uma folia marcada pela diversidade de gêneros musicais, com ligação menos estreita às expressões e referências tradicionais da festa de Momo.

Embora no carnaval paulistano existam bandas carnavalescas e grupos afros, alguns antigos outros mais recentes, onde exaltar a herança cultural do carnaval seja algo sagrado, com marchas e sambas predominando no repertório, o que se vê mais por aí são blocos de celebração às diversas divisões da música, seja brasileira ou de fora, com pouca relação ao legado da manifestação popular.

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É Carnaval: Frevo!

Enviado por Almeida
 

É na ponta do pé e no calcanhar...
Pisando em brasas!

Companhia de Danças Giselly Andrade
 
 
 
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No Carnaval do Rio, a luta continua

Enviado por Alfeu

A Esquerda em blocos cai na Folia com...

Prata Preta

Comuna Que Pariu

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Fora Temer, Carnaval 2017

por Mara L. Baraúna

Uma seleção das marchinhas para este carnaval

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Maioria das pichações em SP registra nome do pichador, por Paulo Henrique Fernandes Silveira

Intervenções apontam para a necessidade de expressão entre jovens da periferia silenciados pelo sistema

 
 
A maior parte das pichações de SP não trazem frases e ideias inspiradoras. Elas apenas registram o nome do pichador
 
Paulo Henrique Fernandes Silveira*
 
Como foi amplamente debatido pela imprensa e pelas redes sociais, uma das primeiras ações do programa “São Paulo Cidade Linda”, da atual administração municipal, foi passar tinta cinza nos grafites e pichações, a exemplo do painel criado por artistas e ativistas na Avenida 23 de Maio. O prefeito de São Paulo colocou em prática uma das propostas defendidas em sua campanha eleitoral.
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Monobloco deve arrastar 70 mil foliões em SP neste domingo

Cantora Emanuelle Araújo se apresenta como Rainha da Bateria junto do cantor B Negão

 
Jornal GGN - O grupo carnavalesco Monobloco, que reuniu no ano passado 60 mil pessoas no pré-carnaval da capital paulista, promete juntar neste domingo (19) 70 mil foliões.
 
O bloco, fundado há 17 anos no Rio de Janeiro, iniciou a concentração na região do Parque do Ibirapuera, na zona sul, e este ano homenageia os blocos de rua com a participação da cantora Emanuelle Araújo como Rainha da Bateria e do cantor B Negão.
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Douglas Germano: Bateria é o 'RG' da escola de samba e bloco não é prestação de serviço, por Augusto Diniz

Douglas Germano: Bateria é o 'RG' da escola de samba e bloco não é prestação de serviço

por Augusto Diniz

Com os blocos nas ruas e as escolas de samba fazendo os últimos ajustes para entrar na avenida, Douglas Germano, 48 anos, um dos mais profícuos compositores da atual geração do samba de São Paulo, fala sobre o carnaval.

“A ala das baianas e a bateria são o 'RG' (carteira de identidade) da escola. Motivo de orgulho e respeito”, diz no alto de quem convive com isso faz tempo. “A rigor são alas da comunidade. A comunidade é um seleto grupo ali de algumas centenas de pessoas que se conhecem pelo nome e frequentam a quadra o ano inteiro, não necessariamente do bairro”, conta.

Em 1982, aos 13 anos, Douglas desfilou pela primeira vez na bateria da Nenê de Vila Matilde – com ajuda do pai que era percussionista de conjunto de baile -, ficando por lá alguns anos. A partir de 1989, tocou cavaquinho na Águia de Ouro, fez samba-enredo para a escola e tornou-se mestre de bateria. Depois disso, passou a servir as duas escolas.

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Sarau das marchinhas de carnaval


Aproveitando o renascimento das marchinhas de carnaval, o GGN irá realizar, no próximo sábado, dia 18, o Sarau das Marchinhas de Carnaval.
Será a partir das 14 horas no Olaria Grill, na rua Apeninos 637, Liberdade, São Paulo – o mesmo local onde houve nosso Sarau de fim de ano.

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Festival de marcha-rancho ocorre em meio à banalização do carnaval, por Augusto Diniz

por Augusto Diniz

Enquanto muitos blocos este ano em São Paulo devem se desgarrar de vez dos gêneros musicais que escreveram a história do carnaval (basta dar uma olhada na relação de blocos a desfilar na cidade), o Festival de Marcha-Rancho do Ó do Borogodó se mantém como um dos bastiões da tradição da manifestação popular. Em meio à crescente banalização da festa de Momo (com algumas exceções), o estilo que impulsionou por décadas multidões às ruas nos quatro dias de folia ganha fôlego nesse evento.

O 3º Festival de Marcha-Rancho do Ó deste ano conta com 18 músicas selecionadas na lista de apresentações. A grande ausência de 2017 entre os intérpretes das músicas compostas será a de João Borba, falecido ano passado, baluarte do samba paulista e de vozeirão inconfundível.

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Hoje tem pré-carnaval no Traço União

Jornal GGN – Conhecido por animar as ruas da Vila Mariana, o bloco Turma do Funil se une aos músicos do Espaço Uirapuru em um pré-carnaval, nesta noite, 9 de fevereiro. A festa, no Traço União, embala o público com famosas marchinhas brasileiras, cantadas e tocadas ao vivo, em São Paulo. O “Grito de Carnaval no Traço” acontece a partir das 20h.

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Marchinhas do golpe... viva o carnaval!

Seleção de José Carlos Lima

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União e Olho Vivo comemora 50 anos e promove série de ações

Jornal GGN – Celebrando 50 anos, o Teatro Popular União e Olho Vivo (TUOV) abre as portas de sua sede, no Bom Retiro, para uma série de ações que irão relembrar sua trajetória. As atividades gratuitas, contemplado com a 28ª edição do Programa de Fomento ao Teatro, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, começa no dia 28 de janeiro e se estenderá pelos próximos cinco meses. O público poderá participar da revitalização da sede do TUOV, além de oficinas artísticas, que irá resultar no próximo espetáculo do grupo.

O União e Olho Vivo, criado em 1966, é um dos grupos de teatro brasileiros mais antigos e conhecido por promover a arte além dos palcos, sobrevivendo à época da ditatura. A programação de 50 anos começa com uma oficina de dramaturgia, coordenada pelo diretor e dramaturgo Cesar Vieira e pelo ator Neriney Moreira, que será composta com um uma sequência de movimentos: música, figurino, cenografia, vídeo e roteiro teatral.

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