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Arte Popular

Os feitos da Associação Cultural Cachuera!, por Walnice Nogueira Galvão

Foto - Divulgação

Os feitos da Associação Cultural Cachuera!

por Walnice Nogueira Galvão

Acaba de ser lançada a última publicação da Associação Cultural Cachuera! Vem completar uma linha editorial que já trouxe uma contribuição notável, cobrindo a música popular tradicional brasileira. O presente volume, um conjunto de livro + CD + DVD, intitula-se Batuque de umbigada : Tietê, Piracicaba e Capivari – São Paulo, acrescentando-se aos anteriores que também tratavam de manifestações desse tipo no Sul-Sudeste brasileiro, às vezes com incursões para rumos mais distantes.

A Associação, que é dedicada aos estudos e à difusão dos folguedos tradicionais, tem como diretor o concertista e etnomusicólogo Paulo Dias. Na sede em São Paulo dão-se eventos de jongo, congo e marujada. Seus integrantes já fizeram uma série de programas na Rádio Cultura e gravaram em campo a Coleção Documentos Sonoros Brasileiros, constando de vários CDs, dedicados ao congado mineiro, aos batuques, às caixeiras, aos sons do sertão de Minas Gerais, aos cristãos e mouros, às brincadeiras paulistas, à musica dos quilombos. De Sergipe trouxeram o DVD Lambe Sujo – Uma ópera dos quilombos. E muitas maravilhas mais.

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O carnaval da macumba na avenida do samba, por Matê da Luz

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Por Matê da Luz

Se ainda há profusão de bloquinhos nas ruas, ainda é tempo de escrever sobre o carnaval 2017. 

A essa altura vocês já devem ter percebido meu apreço pelas macumbas, todas elas. Daí assistir pela TV o movimento das escolas de samba tanto de São Paulo quanto do Rio de Janeiro em torno dos Orixás, das mandingas e do incrível mundo invisível, ai, isso tudo foi muito maravilhoso pra mim. Por inúmeras razões, mas especialmente porque acredito que o encantamento, quando bem utilizado, pode ser uma forma linda de dissipar informação e, quando as pessoas conhecem as práticas das outras, fica mais difícil de criticar ou agredir. Sim, é assim que eu penso, é assim que eu faço. 

De todas as escolas, a que mais me comoveu foi a União da Ilha, que enalteceu os N'kisis, como são conhecidos os orixás na Nação Angola, uma das mais tradicionais do candomblé. Vi, revi e ainda verei muitas vezes a apresentação, que começa assim.  O orixá Tempo é um dos meus favoritos por andar junto, bem juntinho, da minha mãe Iansã e, também por essa ligação gostosa com ele, o desenvolvimento do enredo da escola me tocou.

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Carnaval de rua de São Paulo é mais diverso e menos tradicional, por Augusto Diniz

Carnaval de rua de São Paulo é mais diverso e menos tradicional

por Augusto Diniz

A consolidação do carnaval de rua de São Paulo se mostra uma folia marcada pela diversidade de gêneros musicais, com ligação menos estreita às expressões e referências tradicionais da festa de Momo.

Embora no carnaval paulistano existam bandas carnavalescas e grupos afros, alguns antigos outros mais recentes, onde exaltar a herança cultural do carnaval seja algo sagrado, com marchas e sambas predominando no repertório, o que se vê mais por aí são blocos de celebração às diversas divisões da música, seja brasileira ou de fora, com pouca relação ao legado da manifestação popular.

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É Carnaval: Frevo!

Enviado por Almeida
 

É na ponta do pé e no calcanhar...
Pisando em brasas!

Companhia de Danças Giselly Andrade
 
 
 
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No Carnaval do Rio, a luta continua

Enviado por Alfeu

A Esquerda em blocos cai na Folia com...

Prata Preta

Comuna Que Pariu

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Fora Temer, Carnaval 2017

por Mara L. Baraúna

Uma seleção das marchinhas para este carnaval

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Maioria das pichações em SP registra nome do pichador, por Paulo Henrique Fernandes Silveira

Intervenções apontam para a necessidade de expressão entre jovens da periferia silenciados pelo sistema

 
 
A maior parte das pichações de SP não trazem frases e ideias inspiradoras. Elas apenas registram o nome do pichador
 
Paulo Henrique Fernandes Silveira*
 
Como foi amplamente debatido pela imprensa e pelas redes sociais, uma das primeiras ações do programa “São Paulo Cidade Linda”, da atual administração municipal, foi passar tinta cinza nos grafites e pichações, a exemplo do painel criado por artistas e ativistas na Avenida 23 de Maio. O prefeito de São Paulo colocou em prática uma das propostas defendidas em sua campanha eleitoral.
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Monobloco deve arrastar 70 mil foliões em SP neste domingo

Cantora Emanuelle Araújo se apresenta como Rainha da Bateria junto do cantor B Negão

 
Jornal GGN - O grupo carnavalesco Monobloco, que reuniu no ano passado 60 mil pessoas no pré-carnaval da capital paulista, promete juntar neste domingo (19) 70 mil foliões.
 
O bloco, fundado há 17 anos no Rio de Janeiro, iniciou a concentração na região do Parque do Ibirapuera, na zona sul, e este ano homenageia os blocos de rua com a participação da cantora Emanuelle Araújo como Rainha da Bateria e do cantor B Negão.
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Douglas Germano: Bateria é o 'RG' da escola de samba e bloco não é prestação de serviço, por Augusto Diniz

Douglas Germano: Bateria é o 'RG' da escola de samba e bloco não é prestação de serviço

por Augusto Diniz

Com os blocos nas ruas e as escolas de samba fazendo os últimos ajustes para entrar na avenida, Douglas Germano, 48 anos, um dos mais profícuos compositores da atual geração do samba de São Paulo, fala sobre o carnaval.

“A ala das baianas e a bateria são o 'RG' (carteira de identidade) da escola. Motivo de orgulho e respeito”, diz no alto de quem convive com isso faz tempo. “A rigor são alas da comunidade. A comunidade é um seleto grupo ali de algumas centenas de pessoas que se conhecem pelo nome e frequentam a quadra o ano inteiro, não necessariamente do bairro”, conta.

Em 1982, aos 13 anos, Douglas desfilou pela primeira vez na bateria da Nenê de Vila Matilde – com ajuda do pai que era percussionista de conjunto de baile -, ficando por lá alguns anos. A partir de 1989, tocou cavaquinho na Águia de Ouro, fez samba-enredo para a escola e tornou-se mestre de bateria. Depois disso, passou a servir as duas escolas.

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Sarau das marchinhas de carnaval


Aproveitando o renascimento das marchinhas de carnaval, o GGN irá realizar, no próximo sábado, dia 18, o Sarau das Marchinhas de Carnaval.
Será a partir das 14 horas no Olaria Grill, na rua Apeninos 637, Liberdade, São Paulo – o mesmo local onde houve nosso Sarau de fim de ano.

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Festival de marcha-rancho ocorre em meio à banalização do carnaval, por Augusto Diniz

por Augusto Diniz

Enquanto muitos blocos este ano em São Paulo devem se desgarrar de vez dos gêneros musicais que escreveram a história do carnaval (basta dar uma olhada na relação de blocos a desfilar na cidade), o Festival de Marcha-Rancho do Ó do Borogodó se mantém como um dos bastiões da tradição da manifestação popular. Em meio à crescente banalização da festa de Momo (com algumas exceções), o estilo que impulsionou por décadas multidões às ruas nos quatro dias de folia ganha fôlego nesse evento.

O 3º Festival de Marcha-Rancho do Ó deste ano conta com 18 músicas selecionadas na lista de apresentações. A grande ausência de 2017 entre os intérpretes das músicas compostas será a de João Borba, falecido ano passado, baluarte do samba paulista e de vozeirão inconfundível.

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Hoje tem pré-carnaval no Traço União

Jornal GGN – Conhecido por animar as ruas da Vila Mariana, o bloco Turma do Funil se une aos músicos do Espaço Uirapuru em um pré-carnaval, nesta noite, 9 de fevereiro. A festa, no Traço União, embala o público com famosas marchinhas brasileiras, cantadas e tocadas ao vivo, em São Paulo. O “Grito de Carnaval no Traço” acontece a partir das 20h.

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Marchinhas do golpe... viva o carnaval!

Seleção de José Carlos Lima

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União e Olho Vivo comemora 50 anos e promove série de ações

Jornal GGN – Celebrando 50 anos, o Teatro Popular União e Olho Vivo (TUOV) abre as portas de sua sede, no Bom Retiro, para uma série de ações que irão relembrar sua trajetória. As atividades gratuitas, contemplado com a 28ª edição do Programa de Fomento ao Teatro, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, começa no dia 28 de janeiro e se estenderá pelos próximos cinco meses. O público poderá participar da revitalização da sede do TUOV, além de oficinas artísticas, que irá resultar no próximo espetáculo do grupo.

O União e Olho Vivo, criado em 1966, é um dos grupos de teatro brasileiros mais antigos e conhecido por promover a arte além dos palcos, sobrevivendo à época da ditatura. A programação de 50 anos começa com uma oficina de dramaturgia, coordenada pelo diretor e dramaturgo Cesar Vieira e pelo ator Neriney Moreira, que será composta com um uma sequência de movimentos: música, figurino, cenografia, vídeo e roteiro teatral.

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Sarau Pretas Peri no Sesc Belenzinho

Foto: Dilvugação/Facebook

Jornal GGN – Integrando a programação da mostra "Motumbá: Memórias e Existências Negras”, as Pretas Peri ocupam a comedoria do Sesc Belenzinho nesta quarta-feira, 18 de janeiro, em São Paulo. O sarau, das 20h às 22h, apresenta quatro mulheres que trazem para debate temas como machismo, racismo, empoderamento feminino, além de muita poesia.

As Pretas Peri desenvolvem ações que promovem a arte periférica, espalhando empoderamento e cultura negra em diversas áreas da cidade, com oficinas, debates e mostras artísticas.

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