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Análise

Rico que gritava “vai para Cuba” foi para Portugal, por Sérgio Saraiva

Burguês endinheirado se protege da crise no Brasil indo morar em país de governo socialista. E você coxinha, ainda achando que prender o Lula é a solução para o Brasil?

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Rico que gritava “vai para Cuba” foi para Portugal – coxinha trouxa ficou no Brasil

por Sérgio Saraiva

Duas notícias, neste mês de abril, complementares com uma distância de três semanas, mostram como pensam as classes dominantes neste país: “farinha pouca, meu pirão primeiro”.

No início de abril, a BBC-Brasil, repercutindo a The Economist, trazia uma notícia que ia contra a corrente do que se prega no Brasil para sairmos da crise.

”Portugal está superando a crise econômica sem recorrer a fórmulas de austeridade, diz Economist”.

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HOJE: Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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Repressão e mimese social no Brasil, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Reprodução pintura de Josefa de Ayala

Repressão e mimese social no Brasil

por Fábio de Oliveira Ribeiro

No Brasil, o Estado foi construído antes da criação do povo brasileiro. Este processo de construção foi extremamente violento como afirmou Darcy Ribeiro http://jornalggn.com.br/blog/fabio-de-oliveira-ribeiro/o-povo-brasileiro-resenha-do-livro-de-darcy-ribeiro. Nos primeiros séculos de nossa existência, a “inclusão social” de índios e negros ocorreu mediante sua sujeição voluntária ou forçada aos colonos. Mas eles (os “outros”) foram sempre mantidos do lado de fora do Estado colonial. Os “outros” não faziam e não podiam fazer parte do organismo político que crescia dentro do território palmo a palmo conquistado com a garantia da exclusão política e econômica dos escravos e dos índios que se aliaram ao invasor branco.

Nos primórdios do Brasil, a estrutura social privilegiava a hierarquia. No topo dela estavam os aristocratas que comandavam tudo em nome do rei. Como o rei estava em Portugal, alguns aristocratas se comportavam como se fossem os verdadeiros senhores da terra, ditando suas leis, ignorando as ordens régias e impondo violentamente sua vontade com ajuda de tropas de jagunços. Negros, índios, mestiços e brancos pobres que se insurgiram contra as injustiças praticadas pelos “donos da colônia” eram brutalmente reprimidos.

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Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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As delações e a sobrevivência da Odebrecht em jogo, por Maria Cristina Fernandes

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Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em sua coluna de hoje (20) no Valor, a jornalista Maria Cristina Fernandes fala sobre as delações da Odebrecht e o acordo firmado neste semana nos Estados Unidos, no qual a empresa terá de pagar US$ 2,6 bilhões para os governos brasileiro, suíça e americano. 
 
O acordo foi comemorado dentro da empreiteira como o último passo para que a empresa possa voltar a contratar nos EUA. Para Fernandes, os delatores da empresa parecem se mover pela sobrevivência da Odebrecht.
 
Entretanto, a jornalista aponta que a empreiteira terá de lidar com diversos pedágios para ser “recolocada na roda”. Entre tais obstáculos, está o entendimento de órgãos como o BNDES, o Tribunal de Contas, a Controladoria Geral, a Advocacia-geral e até mesmo o Congresso, para que a empresa possa voltar a recorrer aos empréstimos do banco público.

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Haddad, Avritzer e Singer discutem democracia e Estado de Direito no Brasil

Os professores Leonardo Avritzer, André Singer e o ex-prefeito Fernando Haddad se reúnem no primeiro encontro do ciclo Pensando a Democracia a ser realizado em São Paulo.

A crise por que passam o Brasil e o mundo em termos políticos e de valores republicanos exige um esforço extra de cientistas políticos no sentido de repensar as formas democráticas. Com isso em mente, o coordenador do Projeto Democracia da Fafich-UFMG, prof. dr. Leonardo Avritzer, com apoio do BDMG e com parceria do Cenedic-USP e do Cedec-USP, idealizou o ciclo Pensando a Democracia. Serão encontros mensais em Belo Horizonte e em São Paulo, que reunirão intelectuais renomados para debater o tema, democratizando a discussão para fora dos muros da universidade. Leia mais »

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"Uberização" da educação: saem pedagogos e Construtivismo, entram gestores e neurociências, por Wilson Ferreira

por Wilson Ferreira

O País está hipnotizado pelo show diário de meganhagem midiática de colarinhos brancos sendo levados presos por cinematográficos policiais federais com suas reluzentes botas e armas negras. Porém, a passos lentos mas seguros, no subterrâneo desse espetáculo de moralização nacional está ocorrendo uma revolução silenciosa que vai determinar o futuro das próximas gerações: reformas educacionais que estão impondo uma agenda secreta, a gestão de um novo projeto de nação. Sai o Neodesenvolvimentismo lulopetista para entrar o Capitalismo Cognitivo. No campo educacional, sai o Construtivismo de Piaget para entrar as neurociências aplicadas à educação, turbinada por ONGs e institutos privadas do indefectível mundo financeiro. Saem pedagogos, entram engenheiros e gestores. No lugar de valores como autonomia e conhecimento entram “disparos neuronais” e “sinapses” para formar futuros profissionais que não mais lidarão com conhecimentos, mas com “efeitos do conhecimento” das plataformas tecnológicas - a "uberização" da educação.

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Os meandros da democracia corrompida na delação da Odebrecht, por Laura Carvalho

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Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Em sua coluna de hoje na Folha de S. Paulo, a professora e economista Laura Carvalho fala sobre as revelações trazidas pelas delações da Odebrecht. Carvalho comenta sobre a aprovação da MP 613, que criou um regime de desoneração fiscal para a aquisição de matérias-primas no setor químico.
 
De acordo com as delações, a empreiteira teria gasto cerca de R$ 7 milhões em propina para parlamentares para conseguir a aprovação no Congresso. Laura fala sobre as críticas sobre o sistema político que representa os interesses de grupos privados nos EUA, onde o lobby e o financiamento empresarial são legalizados. 
 
Para a professora, é preciso ir além de fiscalizar ilegalidade e julgar criminosos, afirmando que “demonizar o Estado e deixar o mercado livre para ditar suas próprias regras” também não é o caminho para um desenvolvimento inclusivo. 

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Moro tem atitude rasteira ao exigir que Lula compareça a 87 audiências, por Janio de Freitas

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Foto: Pedro Oliveira/Alep
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, adotou uma atitude rasteira ao exigir que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareça às audiências das 87 testemunhas propostas por sua defesa.
 
A opinião é do jornalista Janio de Freitas, que, em sua coluna de hoje (20), diz que a atitude de Moro é um ato estritamente pessoal, de prepotência, “incompatível com a missão de juiz”. “O Judiciário não é lugar para mesquinhez”, pontua o colunista da Folha de S. Paulo.
 
Na coluna, Janio também escreve que a exigência de mais acusações a Lula, como condição para o reconhecimento do direito à delação premiada de Leo Pinheiro, ex-presidente da OAS, revela que continuam faltando provas das ilegalidades apontadas pela Lava Jato. Além disso, também reacende “o problema do facciosismo com que procuradores deturpam a função constitucional do Ministério Público”.

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Temer, Lava Jato e economia ruim fizeram Lula "renascer eleitoralmente", diz jornalista do Estadão

Foto: Divulgação

Jornal GGN - Lula atingiu três marcos no Ibope divulgado nesta quinta (20): é o único entre nove candidatos - incluindo os quatro tucanos Joao Doria, Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin - a reunir maior potencial de votos, maior eleitorado cativo e maior queda na taxa de rejeição.

A pesquisa foi feita antes da divulgação da chamada lista de Fachin e, consequentemente, antes de Lula ganhar 33 minutos de matérias negativas no Jornal Nacional. Mas, para José Roberto Toledo, do Estadão, "paradoxalmente", a Lava Jato está entre os três fatores que fizeram Lula "renascer eleitoralmente". 

"A Lava Jato acabou por nivelar o campo da corrupção. Se todos são moralmente iguais, o custo-benefício favorece Lula", avaliou Toledo.
 
Para ele, o péssimo desempenho de Michel Temer na presidência e a atual crise econômica - que faz o eleitor resgatar os anos dourados com Lula - também favorecem o petista.
 
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Juros e inflação: o triunfo da tragédia, por Paulo Kliass

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Foto: Marcos Correa/PR

Da Carta Maior

 
De acordo com narrativa construída por articuladores no Congresso em simbiose com patrões do financismo, tudo se resolveria com o afastamento da Presidenta
 
Paulo Kliass *
 
Os grandes meios de comunicação não se furtam a enaltecer - dia sim, outro também – as supostos competências e virtudes da equipe econômica do governo que se notabiliza a cada dia que passa em somar mais integrantes nas listas de denúncias de corrupção e escândalos envolvendo recursos públicos.
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Corrupção e exclusão ou corrupção é exclusão?, por Ana Luiza Melo Aranha

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Do Brasil Debate
 
 
Ana Luiza Melo Aranha
 
A corrupção diminui o domínio da ação pública, diminui o alcance da própria democracia, ao reduzir instituições públicas de ação coletiva a meros instrumentos de benefício privado
 
Não me cansam de perguntar: mas, afinal, o que vem primeiro, a desigualdade ou a corrupção?
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A democracia custa caro no mundo dos coroinhas, por André Araújo

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Imagem: MICHELANGELO Buonarroti Last Judgment
 
Por André Araújo
 
A DEMOCRACIA NÃO É PARA SANTOS
 
A Democracia moderna é um regime político imperfeito e pleno de problemas, um deles é o financiamento de campanhas, mecanismo onde não há nenhum bom modelo, todos tem defeitos, cabe escolher o menos  ruim porque bom não há.
 
Os EUA montaram um modelo simples e aberto: doações sem limites por pessoas físicas e empresas, desde que declarados. No caso de empresas há um atalho, doa-se a um Comitê (Political Action Committee), um simples jogo de espelhos, o Comitê é  teoricamente destinado a uma causa ou bandeira política, e esse Comitê que recolhe o dinheiro, dá recibo e repassa para candidatos simpáticos à causa do Comité, tudo isso SEM LIMITE, o dinheiro acaba bancando candidaturas sob o pretexto de que elas servem a causa originária do Comitê.

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