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Análise

Mídia está desembarcando do governo Temer, diz João Feres Jr

Ao GGN, coordenador do Manchetômetro analisou o comportamento da mídia desde o impeachment de Dilma. Lançado em 2014, projeto que fornece dados sobre a qualidade da cobertura jornalística ganhou versão 2.0 neste ano. Gráficos mostram queda nas críticas ao governo federal após posse de Temer e blindagem a Sergio Moro

Jornal GGN - Atingido repentina e duramente pela delação da JBS, o governo Temer começou a perder o apoio incondicional dos principais veículos da grande mídia, segundo análise do cientista político e coordenador do Manchetômetro, João Feres Jr. Para ele, a Globo lidera a "campanha ferrenha" contra o presidente da República, enquanto Folha de S. Paulo e Estadão ainda resistem um pouco, comportando-se como bombeiros em meio a um incêndio.
 
"O que vai acontecer a partir dessa crise do governo Temer, dessa exposição dos áudios de Temer e Aécio Neves, eu não sei. Minha impressão é que parte da mídia está desembarcando do governo Temer, mas eles estão sem direção. Não sabem aonde embarcar", disse Feres ao GGN.
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Análise de conjuntura da crise política após os dois pronunciamentos de Michel Temer

22 de maio de 2017, Bruno Lima Rocha

Introdução

Os acontecimentos da política nacional brasileira e sua interseção jurídica, policial e midiática vêm sendo vertiginosos. Desde a 4ª, 17 de maio, quando o colunista de O Globo deu “o vazamento de todos os vazamentos”, pois realizou um “furo” na base do fontismo e da exclusividade, as ações e reações, posicionamentos e recuperações de posições por parte do ainda presidente Michel Temer, mal nos permitem o tempo hábil de processar o que ocorre e transformar em análise. No texto que segue, avaliamos temas de interesse e ao final, apontamos uma via normativa – de tipo dever ser – onde afirmamos uma posição pela radicalidade democrática. Vamos ao debate, temos muito o que fazer.

 

Michel Temer vai ao contragolpe Leia mais »

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Heloísa Starling, Cicero Araújo e Sergio Cardoso discutem a crise na República no Teatro Aliança Francesa

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Na próxima segunda-feira (22), no segundo encontro do ciclo “Pensando a Democracia, a República e o Estado de Direito no Brasil”, os professores Heloísa Starling, Cícero Araújo e Sergio Cardoso irão discutir a crise da República e a importância de avaliar seus efeitos nas instituições políticas brasileiras. 
 
O evento é promovido pela BDMG Cultural e os projetos República e Democracia Participativa, ambos da Universidade Federal de Minas Gerais, com as parcerias curatoriais de Cedec e Cenedic da USP e com o apoio institucional, em São Paulo, da Aliança Francesa. A TV GGN fará a transmissão ao vivo do encontro. 

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Heloísa Starling, Cicero Araújo e Sergio Cardoso discutem a crise na República no Teatro Aliança Francesa

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Na próxima segunda-feira (22), no segundo encontro do ciclo “Pensando a Democracia, a República e o Estado de Direito no Brasil”, os professores Heloísa Starling, Cícero Araújo e Sergio Cardoso irão discutir a crise da República e a importância de avaliar seus efeitos nas instituições políticas brasileiras. 
 
O evento é promovido pela BDMG Cultural e os projetos República e Democracia Participativa, ambos da Universidade Federal de Minas Gerais, com as parcerias curatoriais de Cedec e Cenedic da USP e com o apoio institucional, em São Paulo, da Aliança Francesa. A TV GGN fará a transmissão ao vivo do encontro. 

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O país não suporta Temer mais nem um dia, por Roberto Amaral

Por Roberto Amaral
 
 
Às ruas
 
É certo que a avidez pecuniária de Temer e Aécio ajudou no processo, mas o fundamental é que o presidente ilegítimo já de há muito se tornara descartável. 
 
Temer está sendo defenestrado pelas mesmas forças que haviam assegurado a deposição de Dilma Rousseff.
 
Incompetente e corrupto, ademais de rejeitado pela consciência nacional, Michel Temer, ainda presidente enquanto escrevo estas linhas, está sendo defenestrado pelas mesmas forças que haviam assegurado a deposição de Dilma Rousseff e a tomada do poder do Estado pela súciacomandada pelo seu PMDB, em associação com o tucanato golpista, cuja grande liderança é Aécio Neves, coletor de propinas.
 
É certo que a avidez pecuniária de Temer e Aécio (e a mediocridade de ambos) ajudou no processo, mas o fundamental é que o presidente ilegítimo – fracassando no projeto imposto pelas forças do golpe – já de há muito se tornara descartável e, por isso mesmo, está sendo jogado ao mar, destino de carga imprestável.
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Heloísa Starling, Cicero Araújo e Sergio Cardoso discutem a crise na República no Teatro Aliança Francesa

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Na próxima segunda-feira (22), no segundo encontro do ciclo “Pensando a Democracia, a República e o Estado de Direito no Brasil”, os professores Heloísa Starling, Cícero Araújo e Sergio Cardoso irão discutir a crise da República e a importância de avaliar seus efeitos nas instituições políticas brasileiras. 
 
O evento é promovido pela BDMG Cultural e os projetos República e Democracia Participativa, ambos da Universidade Federal de Minas Gerais, com as parcerias curatoriais de Cedec e Cenedic da USP e com o apoio institucional, em São Paulo, da Aliança Francesa. A TV GGN fará a transmissão ao vivo do encontro. 

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Heloísa Starling, Cicero Araújo e Sergio Cardoso discutem a crise na República no Teatro Aliança Francesa

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - Na próxima segunda-feira (22), no segundo encontro do ciclo “Pensando a Democracia, a República e o Estado de Direito no Brasil”, os professores Heloísa Starling, Cícero Araújo e Sergio Cardoso irão discutir a crise da República e a importância de avaliar seus efeitos nas instituições políticas brasileiras. 
 
O evento é promovido pela BDMG Cultural e os projetos República e Democracia Participativa, ambos da Universidade Federal de Minas Gerais, com as parcerias curatoriais de Cedec e Cenedic da USP e com o apoio institucional, em São Paulo, da Aliança Francesa. A TV GGN fará a transmissão ao vivo do encontro. 

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Eleições Diretas são a única saída do atoleiro, por Pedro Celestino

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Foto: Paulo Pinto/AGPT
 
Do Clube de Engenharia
 
Chegamos ao fundo do poço.
 
Foi com as lutas e o sacrifício de gerações de brasileiros que nos tornamos nos últimos anos uma das maiores economias do mundo. A quadrilha que, hoje se vê, assaltou o poder, dedicou-se a desmontar conquistas sociais e trabalhistas alcançadas nas últimas 6 décadas e a alienar, a toque de caixa, o patrimônio nacional a interesses estrangeiros.
 
É hora de nos unirmos, independentemente de convicções políticas, para construir a única solução legítima para a saída do atoleiro em que nos encontramos: devolver ao povo os mandatos existentes, através de eleições diretas para a Presidência da República.

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A tentativa de afastar a competência do STF para processar e julgar o Presidente Temer, por Sergio Medeiros

A tentativa de afastar a competência do STF para processar e julgar o Presidente Temer

por Sergio Medeiros

Da inafastável competência do STF para julgar Michel Temer por crimes comuns conexos

A tentativa de afastar a competência do Supremo Tribunal Federal para processar e julgar o Presidente Michel Temer.

Inicialmente, para fins de contextualizar a questão, teço breves considerações acerca da forma como se dará o processo contra o Presidente Michel Temer,  e a  quem compete proceder ao julgamento deste pelo cometimento de alegados delitos de corrupção e obstrução a justiça, dentre outros, cometidos na vigência de seu mandato e consubstanciados na “compra do silêncio do ex-Deputado Federal Eduardo Cunha” no âmbito da denominada ação Lava Jato.

Assim, presentes os pressupostos iniciais de materialidade e autoria, o primeiro ato tendente a desencadear o início da ação penal contra o Presidente da República passa pelo titular hábil a propor a referida ação.

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Análise da crise política do início da queda do governo Temer, por Bruno Lima Rocha

Análise da crise política do início da queda do governo Temer

por Bruno Lima Rocha

Introdução para a “mãe de todos os furos”

Como o país inteiro sabe, às 19.30 no sítio eletrônico do Jornal O Globo, o colunista Lauro Jardim deu a mãe de todos os furos (ver: http://migre.me/wDFem). Imediatamente a emissora líder entrou de plantão, a nota chegou ao Congresso nacional, as duas sessões (Câmara e Senado) foram suspensas e o Planalto chamou uma reunião de emergência, com a presença dos ministros de confiança do presidente Michel Temer e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nesta reportagem bombástica, haveria evidência o suficiente para imputar ação criminosa do presidente da República no exercício do cargo, assim como uma compra de “ajuda financeira” para a defesa legal do senador Aécio Neves (PSDB-MG) com lavagem na sequência, através de empresa do também senador tucano e mineiro, Zezé Perrella.

A delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista foi uma ação coordenada, com orientação direta da Polícia Federal, com altíssimo critério na produção de provas materiais irrefutáveis e com o estilo e padrão do FBI, a polícia federal dos EUA. Microchips em mochilas contendo dinheiro, notas seriadas e fotografadas, microfones de bolso ou discretos para induzir os alvos a falar, cometendo revelações criminosas. Quem conhece um pouco desse padrão sabe sua origem e a capacidade devastadora no ambiente político.

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Imagens

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Eleição direta seria "casuísmo e desvio de poder", diz Pedro Serrano

Foto: GGN
 
 
Jornal GGN - O jurista Pedro Serrano emitiu sua opinião sobre a possibilidade de uma nova eleição a reboque da eventual queda de Michel Temer. Na noite de quarta (17), foi revelado que o presidente sabia e deu aval à compra de silêncio de Eduardo Cunha, preso pela Lava Jato.
 
Nesta quinta (18), até o PSDB, principal fiador do governo Temer, decide abandonar o peemedebista, entregar os cargos e pedir eleições indiretas.
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A falsa narrativa de que Lula culpou dona Marisa, por Milly Lacombe

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Foto: Ricardo Stuckert

Enviado por nilo filho

Do blog da Milly
 
 
por Milly Lacombe

Eu poderia ter aproveitado meu sábado para ler Irmãos Karamazov de cabo a rabo, assistir O Leopardo e Doutor Jivago na sequência, ou quem sabe ficar vendo vídeos das vitórias e dos gols do Corinthians ao longo dos anos, mas o que fiz foi rever o depoimento de Lula a Sergio Moro.

O que me moveu a executar tarefa tão estúpida não foi apenas a falta do que fazer em um sábado, mas o tsunami de emoções que me invadiu depois que vi a capa da Veja e a propaganda de dia das mães das lojas Marisa, que cruzam fronteiras morais que jamais deveriam ser cruzadas em um mundo minimamente decente e humanizado.

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Tereza Cruvinel: Lava Jato e Temer têm em comum o plano contra a esquerda

Foto: Beto Barata/PR
 
 
Jornal GGN - A jornalista Tereza Cruvinel escreveu no Brasil 247 que a Lava Jato e o governo Temer têm um propósito em comum, desmontar as forças populares, tirar Lula da eleição de 2018 e aniquilar os nomes que restaram à esquerda. "Não nos iludamos, as coisas devem piorar, com o Estado de Exceção se instalando com mais desenvoltura  no país."
 
Para Cruvinel, a imprensa está alinhada com o Judiciário - incluindo o Supremo Tirbunal Federal - para terminar o golpe de 2016, dado com o impeachment de Dilma Rousseff. "Enquanto isso, Temer celebra seu primeiro ano no governo, apesar dos retrocessos e da impopularidade superior a 90%."
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Lula não se valeu da morte de Marisa para lhe fazer imputações, por Janio de Freitas


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Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - Em sua coluna de hoje (14) na Folha de S. Paulo, o jornalista Janio de Freitas refuta a tese, defendida pela imprensa, de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se valeu da morte de Marisa para lhe fazer imputações.
 
Janio conta um caso de sua experiência pessoal sobre a personalidade de Marisa, que seriam coerentes com a iniciativa de negociações por um apartamento, bem como a insistência contra a recusa de Lula pelo imóvel. 
 
“Com Marisa ainda saudável, os mesmos que apontam a exploração de sua morte publicaram, como vazamentos e entrevistas, esta informação agora relegada: a compra e pagamento por Marisa, em uma cooperativa de bancários, de cotas de um futuro imóvel”, ressalta Janio.
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A Lava Jato, o Shopping e o deserto do real, por Fábio de Oliveira Ribeiro

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Imagem: Pixabay

Por Fábio de Oliveira Ribeiro

Antes de começar a ler vide a sugestão no final.

Hoje fui ao Shopping União, em Osasco, sentei-me próximo às escadas rolantes da Praça de Alimentação e fiquei durante quase uma hora vendo o movimento.

Centenas de pessoas desceram e subiram as escadas rolantes ou entraram na praça de alimentação pelo corredor próximo ao local onde eu estava.

Homens, mulheres, crianças. Idosos, adolescentes, brancos, pardos, negros e mulheres de meia idade. Alguns estavam bens vestidos, outros não. Corpos belos e esguios ou deformados e repugnantes, cada qual insulado em seu próprio universo de referências comerciais, emoções bem ou mal resolvidas e preferências políticas. Uma fantástica amostra de heterogeneidade humana desfilou diante de mim.

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