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Agronegócio

1º Esalq-Show na casa do Lulinha, por Rui Daher, em CartaCapital

1º Esalq-Show na casa do Lulinha

por Rui Daher

em CartaCapital

Idoso não, velho mesmo, que se mete com editores jovens, precisa ser safo para se livrar de certas situações. Chamam-me:

- Lulinha quer nos dar entrevista exclusiva, mas não aceita falar com nenhum dos medalhões da impressa ou do site. O que tem a revelar é de importância vital para o País. Quer alguém neutro.

- Entendi, alguém para quem ninguém dê bola. Onde será?

- Na casa dele, em Piracicaba, SP.

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Os ruralistas e a preservação do meio ambiente, por Rui Daher

Os ruralistas e a preservação do meio ambiente

por Rui Daher

em CartaCapital

Sempre que a consciência nacional é alertada para a preservação ambiental, sobretudo no que se refere ao trato das águas, bom uso do solo, respeito aos biomas, valorização da biodiversidade, e a necessidade de frear o uso de princípios tóxicos prejudiciais à saúde, um imediatismo imbecil e interesseiro toma de estatísticas distorcidas, velhas e carcomidas, sem qualquer fundamento científico ou da pesquisa, para esfregar em nossas caras que, sem esse bacanal químico, nada teríamos para comer. São vítimas e nos fariam vítimas.

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Bancada ruralista força medidas menos restritivas aos agrotóxicos, por Rui Daher

Bancada ruralista força medidas menos restritivas aos agrotóxicos

por Rui Daher

em CartaCapital

Não foi a primeira vez, mas várias. Muitas delas reportadas em colunas passadas: “ANVISA divulga lista de vegetais com maiores índices de contaminação por agrotóxicos”. Poderá ser a última, pelo menos enquanto honesta. A bancada ruralista, em troca de apoio ao usurpador Michel Temer e quadrilha, força medidas menos restritivas ao uso de agrotóxicos.

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Folha de S. Paulo, não apenas mau jornalismo. Marotagem, por Rui Daher

Folha de São Paulo, não apenas mau jornalismo. Marotagem. 

Por Rui Daher

em CartaCapital

GGN.

Puta saudade de Ariano Suassuna. Darcy, não. Visita-me todas as noites. Tento falar com Ariano e não consigo. Sei ele, lá no céu, menos ocupado do que Darcy e suas mulatas. Mas como reabrir o Dominó de Botequim, (saldo de exemplares em liquidação, acionem e-mail) sem saber o que pensa Ariano. Primeiro, recorri às cabras, agora a Elomar. Ambos são, e sempre serão melhores do que os meus textos. E, se forem humildes, de muitos de vocês. A sagaz fala e escrita de Ariano é a que gostaria de ter. A poética e musicalidade de Elomar, também. Não tenho porra nenhuma disso, apenas 10 fiéis amigos que me leem. Moro me chamou a Curitiba. Conto no primeiro capítulo do Dominó. Se o Serafa deixar.

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O voto do agro em 2018, por Rui Daher

O voto do agro em 2018, por Rui Daher

Penso muito se algum país do planeta transformou seu sistema judicial centrado apenas em base a delações premiadas. Não encontro nenhum e conto com sugestões. Pode virar panaceia de vizinhos, síndicos com empregadas domésticas, pintores de parede com quem segura a escada. Depois do tombo:

- Porra, você se distraiu e soltou, confessa ou diz quem foi que eu te dou o telefone da moreninha do segundo andar.

- É pouco. Quero também o da loirinha do quinto.

Numa sociedade assim como sair com propostas à esquerda ou direita? Ou como justificar uma economia bombardeada, alto desemprego, queda de renda e investimentos, e o índice Bovespa a 72 mil pontos? Simples: bundas empresariais sentadas no rentismo.

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As usinas, o etanol e o Sindicato de Ladrões, por Rui Daher

na CartaCapital

As usinas, o etanol e o Sindicato de Ladrões

por Rui Daher

Más línguas, que boas são raras nas folhas e telas cotidianas, dizem que dezenas de usinas, as principais incluídas, estão processando a União, se é que alguma temos. Só a praticamos na forma de Federação de Corporações “dá o meu aqui que eu estou pouco me lixando com o seu aí”.

Aludem supostas perdas provocadas pela política de controle de preços da gasolina entre 2011 e 2014, governo de Dilma Rousseff, presidente eleita com 54 milhões de votos e deposta por um golpe jurídico, midiático e congressual.

Coisa de “Sindicato de Ladrões”, o magistral filme de 1954, realizado pelo cineasta greco-americano Elia Kazan.

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Boas notícias do Vale do São Francisco, por Rui Daher

Boas notícias do Vale do São Francisco

por Rui Daher

em CartaCapital

(Para o GGN)

Pronto, chega de brigas. Vamos ficar de bem. Confesso ser um belicista, a favor de uma ditadura militar, e que o certo é esperar um levante popular que faça tudo retroceder àquele domingo em que massacraram uma presidente, agora, reconhecidamente honesta. Eu não tenho pressa. Posso esperar. Falta tanta empresa para eles privatizarem, até eles destruirem a imensidão da Amazônia ainda leva um tempão. Cortar mais direitos trabalhistas? Como? Não repararam há quanto tempo já vinha acontecendo transformando celetistas em PJs? Ah, entendo, acreditaram quando os jornalões anunciaram que o Brasil era o país que mais crescia em número de "empreendedores". Ajuste fiscal, arrocho, pau no salário família e nos aposentados somente para sustentar os vagabundos que não aceitam os empregos oferecidos para continuarem com o Bolsa Família? Que tivessem poupado no lugar de consumir. Hoje, poderiam aplicar no Banco Original.

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O que vai pior a economia brasileira ou a bancada ruralista?, por Rui Daher

Foto Beto Barata

O que vai pior a economia brasileira ou a bancada ruralista?, por Rui Daher

(Para o GGN)

Quebrado estou há 20 anos, desde que eu e minha mulher avalizamos e assinamos cartas de fiança para uma empresa da qual não tínhamos uma só ação. Respondemos por outrem com nosso patrimônio pessoal. Velho sinto-me há dois anos, desde que virei para os 70 e ninguém mais me alertou “ô moço”! Burro desde ontem, após ler o editorial do jornal Valor, “Sinais de recuperação se disseminam pela economia”. O título me fez pensar de qual país o texto trataria. Num raro rasgo de lucidez me veio a Federação de Corporações. Depois de possuído pela demoníaca Organizações Globo, o impresso, até então o menos desequilibrado do País, se dedicou ao humor macabro com seus leitores.Lá, vivemos entre os mergulhos de Tio Patinhas em sua piscina de moedas, bebemos a água da Fonte da Juventude, e vencemos jovens matemáticos brasileiros em qualquer competição.

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Um País que se recusa ao desenvolvimento, por Rui Daher

Um País que se recusa ao desenvolvimento

por Rui Daher

(Para o GGN)

Quando vi Luís Nassif se referir a APL logo pensei em, à direita, Associação dos Procuradores Lobotomizados, e à esquerda Amplificadores do Pensamento Livre. Mas, não. Qual minha surpresa ao ver que ele, ao mencionar Nova Serrana (MG), tratava dos Arranjos Produtivos Locais, modelo que, durante anos (podem pesquisar), defendi como caminho vital para o desenvolvimento do Brasil? Se nosso forte é a produção de bens primários, principalmente os agrícolas, e em nossos mais de cinco mil municípios a grande maioria parte dessa atividade, por que não “arranjá-la” para um mercado interno e externo de maior valor agregado e de melhor renda para as populações locais?

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De cartas, capitais e todos os Brasis não utópicos, por Rui Daher

De cartas, capitais e todos os Brasis não utópicos

por Rui Daher

(Para o GGN)

Leio o artigo de Luís Nassif “Xadrez de como os músicos vieram salvar a utopia Brasil”. Peça literária brilhante, multidimensional, que une passado, presente e futuro, e apenas se engana quando o autor menciona utopia no título que, de prima, me fez pensar frequentaria boa parte dos comentários.

Claro que para fazer uma linda canção, que é disso que o texto trata, algumas passagens precisariam ser idílicas, mesmo utópicas. Mas se estivéssemos no País que vigorou entre 2003 e 2015, estaríamos convivendo com utopias ou caminhando para torna-la real?

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Nem a maconha escapa da indústria de agrotóxicos e transgênicos

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Foto: Pixabay

Da Rede Brasil Atual

 
Plantas modificadas geneticamente em laboratórios clandestinos e o uso de venenos nunca testados colocam em risco a saúde de quem faz uso recreativo ou medicinal
 
por Cida de Oliveira
 
Quem recorre ao canabidiol contra os efeitos adversos da quimioterapia, para o tratamento de doenças como esquizofrenia, Parkinson e epilepsia, entre outras, ou quem faz uso recreativo da maconha, pode estar exposto a muito mais do que os efeitos desejados da Cannabis sativa.
 
É grande a chance de estar sendo envenenado com resíduos de agrotóxicos presentes na planta, que a longo prazo causam graves males, como câncer, alterações endocrinológicas e até mesmo aquelas ligadas ao sistema nervoso central, que estariam sendo tratadas.
 
Isso sem contar a possibilidade de a erva ser geneticamente modificada, escondendo em cada gota de extrato ou tragada inúmeros riscos certeiros, cuja gravidade ainda não foi totalmente descrita pela ciência.

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Governo tenta comprar fazenda para ajudar amigo de Temer

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Foto: Reprodução

Jornal GGN - Desde junho deste ano, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) deu início a uma negociação para comprar a fazenda do coronel reforma João Baptista Lima Filho, amigo do presidente Michel Temer, em Duartina, no interior de São Paulo.

Os investigadores da Operação Lava jato apontam o coronel Lima como o mais antigo operador de propinas de Temer. A compra da propriedade serviria para atender aos manifestantes que ocuparam a fazenda, mas um procurador da República crê que existam indícios de improbidade administrativa e tráfico de influência. 
 
A fazenda Esmeralda foi ocupada em maio deste ano e também nesta terça-feira (25). De acordo com o El País, o Incra comunicou o interesse em comprar o imóvel em ofício, solicitando à Justiça a autorização de uma avaliação do governo na propriedade para formalizar uma proposta.

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Etanol e Embrapa: como dilapidar o patrimônio nacional, por Rui Daher, em CartaCapital

O combustível e a empresa deveriam ser as joias da coroa, mas são tratados como bijuterias. De muitas coisas já sabia, outras intuí. Andanças agropecuárias capitais valem por uma boa universidade. No momento em que na 1ª classe da Federação de Corporações se diverte em escatologia festejada em fezes, este artigo, publicado originalmente em CartaCapital, recebeu várias manifestações pessoais de pesquisadores e funcionários da Embrapa, que pretendo divulgar na próxima coluna. Verão a diferença entre dilapidar e reduzir a zero.

Na safra 2016/17, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), a produção brasileira de cana-de-açúcar atingiu 660 milhões de toneladas, colhidas em área de 9 milhões de hectares. Daí saíram 28 bilhões de litros de etanol, redução de 9% sobre o período anterior, assentada na parte baixa de sua eterna gangorra com o açúcar, que cresceu 16% devido à melhor rentabilidade proporcionada. Leia mais »

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Temer sanciona lei que permite regularização de terras griladas

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Michel Temer no lançamento do Plano Safra 2017/2018. Foto: Beto Barata//PR

Da Rede Brasil Atual

 
Nova lei permite regularização de terras griladas e a compra de lotes da reforma agrária por latifundiários
 
A presidência Michel Temer sancionou nesta terça-feira (12), em Brasília, lei que flexibiliza a regularização fundiária de terras da União na chamada Amazônia Legal. Com o nome de Programa Nacional de Regularização Fundiária, a nova legislação é baseada na medida provisória 759.
 
 A nova lei permite, entre outros pontos, a regularização de grandes condomínios construídos em terras griladas, a compra de lotes da reforma agrária por ruralistas após dez anos da titulação e a venda de terras na Amazônia. Já o governo federal defende que a medida pode beneficiar 150 mil famílias com título definitivo de propriedade. 
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Liminar favorece desmatadores e obriga agricultores a deixar terras

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Foto: Diretoria de Proteção Ambiental – IBAMA

Atualizado com nota das assessorias

Jornal GGN - Na semana passada, 80 famílias que estão acampadas no sudoeste do Pará receberam uma decisão liminar que os obriga a deixar as terras em um prazo de 15 dias. A decisão da Vara Agrária de Santarém (PA) beneficia a família Junqueira Vilela, conhecida pela grilagem de terras, desmatamento e exploração do trabalho escravo. 
 
Em 2016, a família foi alvo da Operação Rios Voadores, coordenada pelo Ministério Público, Polícia Federal e Ibama e que combateu o desmatamento ilegal e a grilagem de terras públicas no Pará. Entre os presos, estavam o pecuarista Antonio José Junqueira Vilela Filho, conhecido como AJ Vilela, e Ana Luíza Junqueira Vilela Viacava, acusados de grilagem, formação de quadrilha e desmatamento.
 
AJ foi classificado como o chefe da quadrilha e considerado o maior devastador da Amazônia. Segundo o MPF, o grupo movimentou R$ 1,9 bilhão entre 2012 e 2015 e destruiu 300 km quadrados de florestas em Altamira (PA), área equivalente ao município de Belo Horizonte (MG).

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